Revisada por: Saturno 🪐
Última Atualização: 23/01/2026Ser um agente da Scotland Yard e prestar consultoria para o FBI tinha suas vantagens, mas aquilo significava menos momentos de distração.
Pelo menos no meio do lado bom também tinha o fato de que ao estar enfurnado na minha sala eu não precisava aturar .
Desde a transferência da mulher para o mesmo departamento que o meu, era como se eu estivesse no inferno simplesmente porque sua presença me tirava do sério.
E ela não me dava trégua. Não podia me ver que revirava os olhos e disparava um monte de comentários ácidos que só me irritavam ainda mais. sabia exatamente o que falar para me provocar e eu, que dificilmente perdia a paciência com qualquer coisa que fosse, acabava sempre precisando respirar bem fundo para não perder o controle.
Balancei a cabeça em negação ao perceber que tinha dispersado do meu foco e olhava fixamente para a tela do computador, e acabei suspirando. Eu não poderia fingir que não sabia o motivo de ficar tão incomodado com a presença de .
Ouvi meu celular vibrar e encarei a tela bem a tempo de ver que havia recebido uma nova mensagem, então uma risada irônica ecoou dos meus lábios ao constatar de quem era.
Aquele negócio de que os pensamentos atraem as coisas não era brincadeira.
Peguei o aparelho, respirei fundo e então o abri para ver de uma vez do que se tratava.
, Apr 18, 2021, 5:52 PM
🙄🙄
Minha reação ao ver aquilo foi exatamente a dos emojis. Lá vinha coisa e tentei reunir o máximo de paciência possível para respondê-la.
, Apr 18, 2021, 5:58 PM
Que foi?
, Apr 18, 2021, 5:59 PM
Preciso da sua ajuda para terminar uns relatórios, não precisa ser grosso!
Troglodita!
Não te ensinaram educação, não? Eu hein.
Porra. Ela era inacreditável. Chegava daquele jeito e eu que era o troglodita?
Aquela mulher só podia estar de brincadeira.
, Apr 18, 2021, 6:00 PM
Você que chegou mandando revirada de olho, maluca.
, Apr 18, 2021, 6:00 PM
Porque é a única reação que consigo ter quando estou perto de você.
Vai ajudar ou não?
Será que preciso fazer tudo sozinha, ?
Folgada.
Nem um “por favor”?
Depois daquilo, só fumando um cigarro pra aguentar, mas eu não podia, então resolvi ir buscar um café mesmo.
Bloqueei a tela do computador e levantei, fui até a máquina e só depois peguei o celular pra responder.
Por mais insuportável que ela fosse, eu não podia recusar ajuda. Mas isso também não significava que eu não faria ela se arrepender por aquilo.
Pensar naquilo me fez abrir um sorrisinho de canto.
, Apr 18, 2021, 6:00 PM
Não sabia que tinha que ser educado com gente folgada.
Ajudo.
, Apr 18, 2021, 6:01 PM
Não sou folgada. Só estou te lembrando do seu trabalho.
Vou te mostrar a maluca.
Ao menos isso.
Meu Deus.
Lembrando do meu trabalho? Que porra ela tava falando?
Revirei os olhos de novo, mas não consegui evitar uma erguida de sobrancelha com a história de mostrar as coisas.
, Apr 18, 2021, 6:01 PM
Pode parar de chorar.
, Apr 18, 2021, 6:01 PM
Não me estressa.
Estou esperando no quinto andar.
, Apr 18, 2021, 6:01 PM
Agora eu quero ver a maluca.
Kkkkkkkkk.
, Apr 18, 2021, 6:01 PM
Rápido se possível. Tenho coisas para fazer. Sobe logo que você vai ver.
Inferno!
Viu!
Inacreditável.
Além de ajudar, tinha que ser na hora que ela queria? Não mesmo.
Enchi o copo com café como se tivesse todo o tempo do mundo, bebi um pouco e só depois respondi.
, Apr 18, 2021, 6:02 PM
Vou daqui 10 minutos.
Tô tomando café.
, Apr 18, 2021, 6:02 PM
É sério isso?
Você pode muito bem tomar o café aqui, !
Parecia que estava vendo ela na minha frente, cruzando os braços e revirando os olhos daquele jeito que só tinha de ser.
Eu poderia bater o pé e dizer que agora ia demorar 20 minutos, mas resolvi acabar com aquilo de uma vez porque só assim ia ter minha paz de volta.
Ou assim eu esperava.
, Apr 18, 2021, 6:03 PM
Tá louco, mulher.
Tô subindo.
Eu, hein.
, Apr 18, 2021, 6:03 PM
Ótimo.
Finalmente.
, para você.
Ri alto da última mensagem. Até parece.
Quem sabe se eu levasse café para ela também, teria de fato um pouco de paz e ela recolhia um pouco as garras.
, Apr 18, 2021, 6:04 PM
Te chamo do que eu quiser, princesa.
Você quer um café?
, Apr 18, 2021, 6:04 PM
Já disse para não me chamar assim!
Quero, acho que é o mínimo depois das tuas gracinhas.
Mais uma vez, ergui a sobrancelha.
Não vou mentir, eu sabia muito o que implicava chamar ela daquela forma. Até porque, tirando a irritação que me causava, tinha também uma porrada de lembranças que eu precisava guardar de volta naquele lugar de onde haviam saído, ou elas iam ferrar com a ideia toda de odiá-la.
Porra. Não era hora para aquilo.
, Apr 18, 2021, 6:05 PM
Tô sendo educado.
, Apr 18, 2021, 6:05 PM
Uma vez na vida é bom, né.
, Apr 18, 2021, 6:05 PM
Recolhe as garras.
Ou eu cuspo no seu café.
, Apr 18, 2021, 6:05 PM
Você é nojento!
Não quero mais.
Só suba de uma vez. Pelo amor de Deus!
Soltei mais uma risada alta enquanto entrava no elevador. Claro que eu tinha falado aquilo só para irritá-la mais, já que ela não me dava trégua e a sua reação foi impagável.
, Apr 18, 2021, 6:06 PM
Kkkkkkkkkkkkk.
Eu tô no elevador.
, Apr 18, 2021, 6:06 PM
Finalmente.
A porta está aberta.
É só entrar
, Apr 18, 2021, 6:06 PM
Não tem que fazer nenhum ritual pra entrar no inferno?
Acabei rindo de novo, enquanto sentia o solavanco do elevador indicar que estava subindo. Eu realmente não podia perder aquela.
, Apr 18, 2021, 6:07 PM
Tem sim. Ajoelhar e beijar o chão que eu piso.
Tá bom para você ?
Porra. Eu não podia deixar meus pensamentos irem para um lado perigoso ao ler aquela mensagem, mas não consegui evitar. Aquela era .
E o que mais me irritava nela era como ainda conseguia me afetar a ponto de imaginar certas coisas.
Quando dei por mim, já tinha digitado a resposta.
, Apr 18, 2021, 6:07 PM
Se eu ajoelhar, não vai ser pra beijar o chão, princesa.
, Apr 18, 2021, 6:08 PM
, só vem de uma vez.
Quanto tempo demora um elevador?
, Apr 18, 2021, 6:09 PM
Tá com pressa?
, Apr 18, 2021, 6:10 PM
Estou.
Não deu para perceber?
🙄🙄🙄🙄
A porta do elevador abriu, e eu logo caminhei em direção à sala dela.
estava tão distraída me enchendo de mensagens que ao menos notou minha presença.
Como se alguma coisa me puxasse, de repente meus olhos passearam por ela.
Eu jamais admitiria aquilo em voz alta, mas aquela mulher era gostosa pra caralho, e vê-la toda irritada de alguma forma a deixava ainda mais deliciosa.
Mais uma vez pensei naquela mensagem específica.
Com certeza eu ajoelharia e enfiaria a minha cara no meio de suas pernas só para contrariá-la.
, Apr 18, 2021, 6:11 PM
Para de revirar os olhos e olha pra frente.
, Apr 18, 2021, 6:15 PM
Puta merda!
Dei risada quando ela revirou os olhos de novo e caminhei com toda a calma do mundo.
Aproveitei para encará-la inteira mais uma vez e contive um suspiro rouco ao me imaginar fodendo aquela mulher contra a mesa daquela sala.
Era insuportável como eu não conseguia me controlar perto dela.
engoliu em seco ao me ver ali e sua forma de me encarar deixou claro que não esperava que eu realmente estivesse indo ao seu encontro.
— Esqueceu do ritual? — A mulher manteve a postura de durona ao me encarar séria, mas notei como suas pernas tremeram e ergui uma sobrancelha.
— E dá pra esquecer? — retruquei, percebendo o tom sugestivo em minhas palavras.
Num impulso bem louco, acabei fechando a porta atrás de mim e me virei para trancá-la logo em seguida. Que fosse para o inferno o autocontrole.
Escutei ela respirar fundo enquanto fazia aquilo, logo em seguida se recostou com mais firmeza no balcão atrás dela e fingiu ler o relatório em suas mãos.
— …— soprou baixo, parecendo procurar as palavras. — , o que você está fazendo? — tentou se recompor, mas ficou claro o quanto estava afetada.
Deixando evidente que não conseguia controlar o quanto a minha presença lhe afetava, seus olhos correram toda a extensão do meu corpo e ela não conteve uma mordida nos lábios.
me encarava sem piscar.
Passei a língua pelos meus, então caminhei na direção de a passos lentos e sorri de canto ao ouvir sua pergunta. Cedendo totalmente àquela tensão que nos envolvia, trouxe meu corpo para bem próximo ao dela e a imprensei contra o balcão.
Foi uma delícia escutar um gemido de surpresa escapar dos lábios dela, que segurou em meus braços com firmeza.
Tentei não demonstrar que aquilo tudo me deixava ainda mais afetado, principalmente quando ela mordeu a boca, então rocei meu nariz em sua bochecha de leve e aproximei meus lábios de seu ouvido.
— O que você acha que eu tô fazendo, princesa? Não é ritual que você quer? — Percebi minha voz soar rouca, mas não me importei com aquilo.
Seus olhos fecharam ao meu toque e consegui até sentir o coração da mulher acelerar pela forma como estávamos colados um ao outro.
— Sim — respondeu com a voz fraca ao subir suas mãos até meus cabelos e embrenhar seus dedos nos fios. — Já disse para não me chamar desse jeito. — tentou manter a voz firme, mas acabou falhando e moveu seu quadril contra o meu.
Soltei uma risada rouca contra sua pele e soprei de leve só para ver ela se arrepiar ainda mais com a nossa proximidade. Por mais que aquilo estivesse me afetando também, ver o quanto estava rendida naquele momento fez com que eu desejasse provar cada gota da excitação de e me movimentei mais uma vez contra ela.
— E eu já te disse que te chamo do que eu quiser. — Levei uma mão até seu ombro, rocei meus dedos enquanto descia até seu seio, ameaçando apertá-lo, e ela soltou um suspiro. — Por exemplo... Agora eu quero te chamar de gostosa. — Apertei sua cintura com força, levei minha boca até a sua e juntei meus lábios nos seus sutilmente. — E se é ritual que você quer, é ritual que vai ter. — Então me abaixei na frente dela, literalmente fiquei ajoelhado e acariciei suas coxas, desci por suas pernas e fui para a parte interna. — Abre as pernas pra mim, princesa.
A mulher arregalou o olhar em uma mistura de surpresa e tesão.
tinha visivelmente perdido a fala com toda a minha proximidade, arfou e puxou meus cabelos com uma força gostosa. Ainda sem dizer nada, movimentou o corpo conforme soltava suspiros torturados.
— Tá enrolando muito… — Soltou manhosa.
— Eu tô mesmo — concordei e soprei o ar contra ela mais uma vez. — É porque eu quero deixar essa sua boceta gostosa bem molhadinha.
Naquele momento, eu estava tão afetado pelo tesão que não conseguia nem controlar mais a forma como falava com ela. Eu nem precisava mesmo. Sabia muito bem que resmungava, mas no fundo adorava tudo aquilo.
Então ela puxou meu cabelo com ainda mais intensidade e passou a língua em meu lábio quando aproximou nossas bocas.
— Só se prometer que vai chupar essa princesa bem gostoso com essa sua boca deliciosa. — Ela fez questão de manter as pernas fechadas só para me provocar e sorriu safada.
Estreitei os olhos, então levei minha boca até uma de suas coxas e rocei a barba por fazer em sua pele.
— Eu não preciso prometer nada, princesa, mas que vou socar minha língua bem fundo em você, eu vou mesmo. — Beijei sua coxa e fui subindo minha boca por ali aos poucos.
sorriu com as minhas palavras, demonstrando como estava entregue. Seu olhar parecia pegar fogo na minha direção.
— Não precisa disso — murmurou e fez uma pausa para respirar fundo. — Eu já estou toda molhadinha só de ver você assim na minha frente. — então abriu as pernas e demonstrou não aguentar mais segurar quando eu fazia todas aquelas provocações.
Ouvir aquilo me fez quase exalar de tesão. Suas palavras me atingiram em cheio e eu senti meu pau cada vez mais duro por aquela mulher.
— E eu tô todo duro só de imaginar o quanto ela deve estar pingando. — Passei a língua pelos lábios e quase perdi o controle ao passar meu olhar por suas pernas abertas.
Seus olhos ficaram fixos aos meus, à espera de mais um movimento meu, e então jogou o quadril contra mim.
— Por favor — praticamente implorou e puxou levemente meus cabelos.
Caralho de mulher gostosa.
Apertei sua coxa com a outra mão, ainda deixando beijos lânguidos em sua pele, percorri com meus dedos até sua virilha, e a pele de se arrepiou. Fiz com que ela apoiasse uma perna no meu ombro, então sorri ladino.
— Por favor, o que, gostosa? — Levei uma mão até sua boceta e a acariciei por cima da calcinha. Praguejei baixo ao sentir o tecido ensopado e pressionei a região, sem conseguir me conter de tanto que aquilo tinha me afetado.
— Desse jeito eu vou querer foder com você ali naquela mesa. — Os olhos dela ferveram na minha direção.. — Por favor, . Me chupa de uma vez… — A voz dela saiu entrecortada e se esfregou contra a minha mão.
Imediatamente me imaginei de fato fodendo com ela em cima da mesa e isso fez meu pau pulsar ainda mais dentro das calças. Eu sinceramente estava louco para tirar aquela peça, porque estava até me incomodando, e do jeito que estava molhada, eu tinha certeza de que meu pau ia deslizar de um jeito alucinante.
— Eu vou te foder em cima da mesa, princesa. Mas só depois que eu socar minha língua todinha na sua boceta e chupar esse mel gostoso que tá escorrendo dela — respondi e aproveitei que ela estava bem aberta para mim para mover meus dedos de forma circular em sua boceta.
A cada movimento meu, sua calcinha se ensopava mais, e eu grunhi baixo ao vê-la jogar a cabeça pra trás, implorar e chamar meu nome daquele jeito.
— ... — gemi de excitação, então me inclinei para alcançá-la com minha boca, puxei sua saia toda pra cima e afundei minha cara no meio de suas pernas.
Passei a língua em sua boceta por cima do tecido, então comecei a sugar de forma lenta, adorando que a calcinha dela era de renda porque dava pra sentir seu gosto do mesmo jeito.
Chupei toda a sua extensão, percorri com a língua até sua entrada e puxei o tecido de leve com meus dentes, então voltei a subir até seu clítoris e o suguei com afinco, e ela se empurrou contra a minha boca.
— Pelo amor de Deus…— gemeu e revirou os olhos.
Mais uma vez, ela puxou meus fios, estremeceu violentamente e suas pernas tremeram com intensidade.
— Você vai me fazer implorar mais? — perguntou baixinho, e se esfregou contra a minha boca, se entregando cada vez mais ao que fazíamos ali, então a segurei com mais firmeza.
Cada reação dela me deixava ainda mais duro, e ouvir a forma como implorava me deixou completamente fora dos eixos.
— Caralho. — Meu pau chegava a latejar preso por aquela calça e pela cueca.
O jeito que se movia na minha boca me deixava maluco e eu a suguei com mais afinco, raspei até meus dentes por ali e apertei sua bunda com força.
— Eu não nego que ouvir você implorar é uma delícia, princesa. Mas eu não tô me aguentando de vontade de te chupar de verdade.
Sem cerimônia, levei as duas mãos até o elástico de sua calcinha e puxei, rasgando o tecido sem nem me importar com o fato de que estávamos em ambiente de trabalho e ela teria que ficar sem a peça depois daquela brincadeira gostosa.
soltou um gritinho em meio a um suspiro ao me ver fazer aquilo e moveu o quadril na minha direção, apertando ainda mais os dedos contra o meu cabelo.
Segui com uma mão até sua boceta, vi o quanto estava pingando e a toquei com dois dedos, esfreguei de um jeito gostoso e soltei um grunhido alto.
— Puta que pariu, olha como você tá escorrendo. Você é gostosa pra um caralho, . — Massageei e levei os dedos até sua entrada. — Apoia a outra perna aqui, princesa. — Sinalizei para que ela colocasse a outra perna nos meus ombros e finalmente tomei aquela boceta deliciosa e molhada com meus lábios, soltando um gemido de satisfação ao sentir todo aquele mel dela escorrer na minha boca.
Percorri os grandes lábios com minha língua, explorei sem nenhuma restrição e lambi com muito gosto. Encontrei seu clítoris e fiz movimentos circulares enquanto segurava com as duas mãos espalmadas em sua bunda.
— Você que é gostoso pra caralho, . — A voz dela estava fraca e foi uma delícia constatar aquilo. — Ajoelhado desse jeitinho para me chupar!
rebolou com afinco contra a minha boca e gemeu de forma intensa, sem se refrear ou importar com o ambiente em que nos encontrávamos.
— Porra, — gemeu ainda mais alto, então uma de suas mãos pararam no meu ombro livre e ela se inclinou para frente, revirando os olhos ao se estremecer toda.
Era uma delícia escutar palavrões saindo da boca dela, porque não era algo que acontecia muito. Aquilo demonstrava o quanto delirava com o que fazíamos.
Porra. Aquela mulher me tirava do sério e me dava um tesão do caralho, e eu simplesmente não conseguia me controlar e nem queria naquele momento.
Um sorriso sacana se formou em meus lábios.
— Eu te falei que não ia ajoelhar para beijar o chão, princesa. Meu ritual é socar a minha língua em você até te ouvir implorar pelo meu pau — retruquei e grunhi mais uma vez com as reboladas que dava em meus dedos.
Os olhos dela ferveram na minha direção conforme a mulher estremeceu e jogou a cabeça para trás brevemente ao tentar conter os gemidos que escapavam de sua boca com cada vez mais intensidade.
Com naquela posição, se apoiando nos meus ombros, ficava ainda mais delicioso chupar sua boceta encharcada. Eu queria me lambuzar inteiro com aquela mulher porque, porra, ela escorria pra caralho.
Quando senti puxar meus cabelos, não resisti mais e soquei a minha língua bem fundo em sua boceta, apertei mais ainda sua bunda e a movimentei com minhas mãos para que pudesse deslizar bem gostoso, começando a fodê-la daquele jeito, e gemi porque meu pau latejava com cada uma de suas reações.
Seus tremores aumentaram ainda mais, e ela me apertou no ombro com força. Dessa vez, não conseguiu controlar um gemido mais alto, que preencheu todo o ambiente, conforme rebolava com afinco na minha boca e facilitou para eu fodê-la daquele jeito tão gostoso.
— … — Meu nome saiu baixo e cheio de sensualidade. claramente entrava em êxtase com a minha boca em sua boceta daquele jeito.
Meu corpo inteiro se arrepiou com aquele som e meu pau pulsou ainda mais dentro das calças, implorando por atenção, mas eu estava ocupado demais chupando aquela mulher.
Girei minha língua dentro dela, toquei cada pedacinho seu e apertei sua bunda com vontade, me movimentando no mesmo ritmo de suas reboladas. Arranhei sua pele com minhas unhas curtas, então trouxe uma das mãos até a parte interna de sua coxa e não hesitei em tocar seu clitóris e o esfregar com movimentos circulares sem parar de fodê-la com a língua.
Porra, aquilo estava delicioso.
jogou a cabeça para trás mais uma vez e puxou meu cabelo com intensidade, conforme seu quadril tremeu e suas pernas perderam levemente a força. O jeito que ela me encarou quando voltou a me olhar deixava claro o recado. estava perto de gozar bem gostoso na minha boca.
— Ai, , eu vou gozar… — avisou toda manhosa e rebolou sem parar.
Soltei um grunhido com aquilo, continuei a movimentar meus dedos e afastei minha boca brevemente. Lambi os lábios, mostrando o quanto eu estava gostando de sentir o seu gosto, então abri um sorriso sacana.
— Isso, princesa, goza bem gostoso pra mim. Quero que lambuze a minha cara
toda — incentivei, com a voz extremamente rouca devido ao tesão que eu sentia, então voltei a cair de boca nela, soquei minha língua com vontade e retomei o mesmo ritmo de antes, ansioso para senti-la se derramar em mim.
Os olhos dela se reviraram com as minhas palavras, então se segurou com mais firmeza, pois seu corpo passou a tremer inteiro. A mulher soltou um gemido prolongado, misturado aos espasmos que tomavam conta dela com cada vez mais intensidade.
Em meio a uma porção de palavrões, ela lambuzou a minha boca toda e gozou exatamente como eu tinha pedido. Sua respiração, que já estava acelerada, ficou com um ritmo ainda maior, e eu conseguia ver como seu peito subia e descia conforme ainda rebolava e procurava por mais contato.
Grunhi mais uma vez com aquilo e voltei a segurá-la com as duas mãos. Fiz questão de lamber cada gota de sua excitação, apertei meus dedos em sua pele e senti a vontade de colocá-la em cima daquela mesa e a foder com afinco crescer ainda mais.
Fui diminuindo a intensidade que a chupava, passei a língua devagar em seu clitóris e me deliciei com a forma como ela ainda se movia. Meus olhos estavam fixos em seu rosto, adorando assistir bem de perto cada uma de suas reações.
Caralho, eu odiava a forma como ainda me afetava.
Ela abriu um sorriso inesperado e então retirou a perna do meu ombro, se inclinou como se fosse me beijar, mas, em vez disso, ficou me encarando com seus olhos pegando fogo.
— …. — sussurrou meu nome, conforme seus dedos afrouxaram em meio cabelo, mas ela não se afastou.
Acariciei suas coxas devagar, então me levantei e mais uma vez lambi os lábios sem desviar meu olhar dela.
— Me diz o que você quer, . — Voltei a aproximar meu rosto, quase encostando meus lábios nos seus.
colou ainda mais nossos corpos ao levar suas mãos até minha nuca e me segurou com firmeza conforme seus olhos ficaram fixos nos meus. Ela me encarou por alguns instantes como se um milhão de coisas passassem dentro de sua cabeça e respirou fundo.
— Eu quero você, — murmurou contra minha boca e fechou os olhos ao roçar nossos lábios. — Naquela mesa.
Tentei ignorar o turbilhão de sentimentos ao ouvir aquela frase, mas, quando dei por mim, abria mais um sorriso, olhava em seus olhos como se confirmasse que me sentia da mesma forma e venci a pouca distância entre nossos lábios para beijá-la mais uma vez. Segurei em suas pernas, num pedido mudo para as entrelaçar em minha cintura, então peguei um impulso para levá-la em meu colo até a mesa.
Usei uma das mãos para firmá-la e com a outra me livrei de tudo que pudesse nos atrapalhar em um movimento que atirou as coisas no chão.
— Troglodita! — resmungou e eu soltei uma risada rouca antes de colocá-la em cima da mesa e encará-la fervendo de desejo.
— Nós dois sabemos que no fundo você adora isso.
A mordida que ela deu nos próprios lábios foi minha resposta.
Eu queria provocá-la mais, enrolar para me tirar minhas próprias roupas, mas meu pau latejava dentro das calças, e a forma como tornou a abrir as pernas para mim não ajudou em nada.
Quando dei por mim, minhas calças e minha cueca estavam caídas aos meus pés e eu a fazia enlaçar as pernas na minha cintura mais uma vez.
Nunca pulsei tanto por uma mulher e esse era mais um motivo para odiá-la tanto. Porque justo ela me deixava louco com apenas um olhar.
Posicionei meu pau em sua boceta encharcada e só aquilo me fez grunhir. Porra, ela era tão quente!
— Me fode logo, . Por favor! — O sussurro desesperado foi a gota d’água para mim.
Devagar, fui a preenchendo por inteiro e quando estava todinho atolado dentro dela, revirei meus olhos de prazer.
— Caralho, !
Ela era apertada, quente, deliciosa.
Um pedaço de paraíso na terra.
Inferno.
O gemido gostoso que escapou de meus lábios era a minha sentença.
Saí todo de dentro dela, então voltei com a mesma intensidade, na intenção de torturá-la um pouco, embora o efeito fosse o mesmo em mim.
Ela me apertou mais dentro de si, eu gemi alto.
Filha da puta.
Repeti o movimento e coloquei só um pouco mais de intensidade.
— , não brinca comigo. — O tom de aviso dela foi ainda mais delicioso de ouvir.
— Ou o quê? — Eu ri rouco e me movi com mais força.
A resposta dela se perdeu em um gemido mais alto.
Adorei vê-la morder a boca com vontade.
Voltei a sair e entrar nela novamente, então fiz questão de colocar mais intensidade nos meus movimentos. Cada vez que me atolava por inteiro, dava um tranco forte que fazia a mesa balançar.
me segurou pelos ombros, cravou suas unhas em mim, mas não foi o bastante para controlar os próprios gemidos. Então ela aproximou sua boca do meu ombro direito e mordeu de um jeito alucinante enquanto eu socava com cada vez mais vontade e seus gemidos ficavam abafados.
Suas mãos procuraram os botões da minha camisa, e, talvez em uma vingança silenciosa, ela puxou os dois lados, rasgou a peça e fez os botões saltarem para todos os lados.
— Depois eu que sou bruto — provoquei.
— Cala a boca. — me beijou com vontade e passou a rebolar de um jeito alucinante. Cada vez que o quadril dela se movia, eu ia mais fundo e pulsava mais.
Nunca tinha sentido tanto tesão e meu ódio por aquela mulher só melhorava as coisas.
Segurei seu rosto com minhas duas mãos para forçá-la a me encarar e, mais uma vez, diminuí os movimentos. Saí e entrei, dei um tranco que a fez sacudir e repeti o gesto.
Desci uma das mãos para o pescoço de , onde segurei com firmeza, e a outra mão seguiu até o clitóris inchado. Fiz movimentos circulares enquanto continuava socando devagar. A forma como sua boceta me apertava era alucinante.
Um barulho do lado de fora da sala nos alertou por alguns segundos, onde ficamos parados, por mais que a porta estivesse trancada, e, assim que nos vimos sozinhos mais uma vez, voltei a estocar com força.
Parecia que a mesa deixaria de resistir a qualquer momento, porém eu não me importava. Tudo o que eu via naquele momento era a maldita .
Meti com vontade, esfreguei sua boceta com afinco e grunhi mais a cada mordida que ela me dava. Suas unhas arranhavam minhas costas de um jeito delicioso e foi em mais uma rebolada intensa que eu senti que estava muito perto.
Ao perceber isso, colocou mais intensidade em seus movimentos, seus gemidos ficaram ainda mais alucinantes, e ela aproximou a boca do meu ouvido e lambeu o lóbulo devagar.
— Vem pra mim, . — Aquele sussurro foi o meu fim.
Estremeci feito um louco, estoquei com mais vontade e vi estrelas enquanto gozava tanto que não fazia ideia de quando iria parar.
agarrou meus ombros com força, rebolou mais, então tremeu junto comigo, também se rendendo ao ápice.
Porra, eu não conseguia acreditar que estávamos gozando juntos.
Minhas pernas de repente amoleceram e precisei me apoiar nela enquanto buscava fôlego.
— Então… — Respirei fundo e engoli seco antes de encará-la. — Você precisava de ajuda com o que mesmo?
— Na verdade, com nada. Eu só estava testando uma coisa.
Olhei para ela indignado e com certeza meu sangue teria subido se eu ainda não estivesse completamente afetado pelo que havíamos acabado de fazer.
Aquela mulher era mesmo impossível.

