Revisada por: Polaris 👩🏻🚀
Última Atualização: Fanfic FinalizadaQuando chegamos em casa, aquele traidor chamado Pastel de Carne foi diretamente dar atenção ao . Meu mundo não caiu, mas uma pontinha de ciúmes me corroeu por dentro. É obvio que ele ia fazer isso mais cedo ou mais tarde, lhe dava petiscos e muito cafuné quando eu não estava por perto. E, por mais que eu fizesse o mesmo, o novo era sempre mais interessante para Pastel, fosse um brinquedo, uma comida ou um carinho.
— O que é? Está com ciúmes porque seu cachorro gosta mais de mim do que de você?
Tudo naquele homem me irritava.
O sorrisinho abusado, os olhos sempre me filmando a procura de um ponto fraco, até a porcaria de cabelo platinado que ficava surpreendentemente ótimo nele.
— Ele não gosta mais de você, ele só gosta dos seus carinhos — respondi.
— Ou você está com ciúmes porque também quer que eu faça carinho atrás da sua orelha?
Bufei.
Ele sempre tentava cutucar onde não devia.
— , me poupe. O único que te atura é o Pastel, por motivos ainda desconhecidos.
— Ele me atura porque sou uma pessoa agradável. Você não sabe disso, pois não consegue manter uma conversa normal comigo, sempre chega com cinco pedras nas mãos antes mesmo de eu terminar a frase.
Enquanto ele falava, me direcionei até o sofá.
— Olha só, não estou afim de ouvir besteira a tarde inteira. Quero curtir minha folga sem ter que ficar ouvindo sua voz irritante. — Cortei-o sem muita paciência.
— Posso levar o Pastel para passear?
Aquilo me pegou de surpresa.
Vi Pastel agitado só de ouvir a palavra mágica e eu não seria a megera que não daria isto a ele.
— Pode — respondi desnorteada pela mudança repentina de clima na conversa.
assentiu, foi até o quarto sendo seguido por um Pastel animado de rabo abanando. Liguei a TV e um episódio de Friends estava na metade, Aquele em que todos descobrem.
Dei boas risadas vendo Phoebe dando em cima do Chandler e quando o episódio acabou, decidi tomar mais um banho, pois meu cabelo ainda estava seco e meio duro próximo da raiz.
Entrei no banheiro, vi meu secador de cabelo jogado em cima da bancada, todo sujo de farinha, e rolei os olhos lembrando da risada alta daquele babaca quando me viu com a cara cheia de farinha.
Ri sozinha entrando no box, e deixei a água quente lavar todo e qualquer pensamento que aquele idiota estivesse inserido.
Infelizmente não era fácil, não quando o seu sabonete líquido estava ali do lado do meu, o seu shampoo de jogador de futebol e o seu cheiro estivesse impregnado em cada centímetro quadrado desse apartamento. Maldita hora que eu tive essa ideia, achando que teria forças de manter um relacionamento saudável com ele, de me manter longe o suficiente, de ser superior aos anos passados em que éramos apenas dois adolescentes cheios de sonhos iludidos.
Maldito seja a porcaria do seu sorriso bonito, do seu cheiro delicioso e do seu cabelo descolorido.
Ele estava certo.
Eu estava mesmo precisando de sexo... O médico que me tirava desses momentos havia mudado de turno no plantão e agora eu estava realmente subindo pelas paredes.
E eu nunca admitiria isto a ele. Nem a ninguém.
Era um segredo que iria comigo para o túmulo, já que a ideia de vir morar com ele foi única e exclusivamente sua, . Parabéns.
Saí do banho, e comecei a me enxugar pensando se faria uma hidratação nos cabelos ou se pintava as unhas do pé quando notei que o banheiro estava mais frio do que deveria estar. Olhei para trás e estava me olhando, a boca meio aberta, os dois braços largados ao lado do corpo feito um boneco de pano.
— Porra ! — Era muito estranho eu ter ficado excitada com o fato de ele ter pedido os sentidos me vendo pelada? Me tapei por instinto e percebi que seus olhos estavam travados. — SAI!
Eu não queria que ele saísse, eu o queria me comendo com os olhos, queria ele caidinho por mim, o queria completamente obcecado pelo meu corpo, queria ele batendo uma pensando em mim. Era muita loucura pensar isso?
Como se estivesse lendo meus pensamentos, fez algo que nunca imaginei que faria nem em meus sonhos mais pecaminosos sobre ele: me ergueu pela cintura, como se eu não pesasse nem a metade do que eu peso e me prensou contra a parede.
Deus tenha misericórdia.
— Que porra você está fazendo? — perguntei sem autoridade, sem forças, meio trêmula por ter o corpo dele tão colado no meu.
— Estou cansado de fingir que te odeio, .
Aquela frase ecoou em minha mente. Acendeu feito uma lâmpada, uma fagulha em meu peito que fez minha respiração acelerar junto de meu coração.
Sabendo que aquilo só tinha uma reação certa a ser feita, levei minhas mãos em sua nuca e uni nossas bocas sem muita enrolação. Eu não ia mais fingir que não estava apaixonada por aquele idiota. Não ia me conter, eu já estava pelada! Pra quê dificultar as coisas? Sendo que SIM, eu queria transar com ele. Já havia imaginado vezes o suficiente para ter certeza de que aquilo não sairia mais da minha cabeça. Os olhos dele queimando minha pele há alguns minutos foram à resposta que eu precisava.
Soltei um gemido que estava entranhado em minha garganta quando nossas línguas se encontraram na boca um do outro e mergulhei meus dedos nos seus cabelos curtinhos, guiando o beijo com uma intensidade digna de Hollywood. Suas mãos firmaram-se em minha cintura e o beijo... Minha nossa, fazia tempo que eu não beijava uma boca que se encaixava tão bem na minha! Finquei minhas unhas em sua nuca e os seus dedos me apertavam com mais força enquanto íamos ficando sem ar. Tudo ali parecia meio surreal, como se fosse a minha mente que estivesse criando, mas me arrisquei enrolar minhas pernas em sua cintura para sentir o quão verdadeiramente afim ele estava. Suas mãos pousaram automaticamente em minhas coxas e apertaram com tanta força que talvez ficassem marcas ali. Eu não me importava, queria me fundir a ele.
O beijo estava em um patamar fora do comum, era intenso, forte e ligeiramente raivoso, como se os dois estivessem esperando por aquilo ali por tempo demais.
Separamos nossos lábios, encostei minha testa na dele buscando todo o ar que estava me faltando, porém, ao invés de voltar a me beijar, ou falar alguma idiotice que eu estava esperando vir dele. afrouxou seu corpo do meu.
— , eu... — Iniciou ele, com uma voz arrependida que me fez querer rir, como se ele tivesse ultrapassado algum limite. Deus, eu teria que ser mandona de novo.
— Cala a porra da boca e me beija com raiva.
Como se uma chave tivesse virado dentro do seu cérebro, voltou a me pressionar contra a parede úmida. Dessa vez consegui perceber a diferença, ele não estava mais contido como antes, acho que precisava da minha aprovação verbal, já que uniu nossas bocas com uma voracidade quase animalesca, levando as mãos em minha nuca e guiando o beijo para um território até então desconhecido para mim, sua língua parecia querer se fundir à minha, exatamente como eu queria que acontecesse, entregando-se por completo, mordiscando meu lábio e me mostrando que eu não me arrependeria de ter dado aquela chance à nossa loucura. Separamos nossas bocas para respirar novamente e começou a beijar meu pescoço quando percebi um cheiro forte que beirava o insuportável, só então me dei conta de que ele estava molhado e devia ter pegado chuva quando foi passear com Pastel de carne. Eu não queria quebrar o clima, juro que não, mas não tinha como respirar pela boca o tempo inteiro e, merda, eu queria que aquilo fosse importante.
— ... — Suas mãos deslizaram para a minha cintura, e sua boca ainda estava grudada em meu pescoço quando ele murmurou um “hm”. — Você está com cheiro de cachorro molhado.
Demos uma gargalhada ao mesmo tempo, o que só deixou tudo mais hilário e quando se recuperou das risadas, segurou minha bunda com força, me carregando para dentro do box. Ele não iria deixar aquilo o impedir, e acho que nunca fiquei tão satisfeita com uma decisão sua.
— Vai ser o meu quarto banho do dia — reclamei apenas para pegar no seu pé.
— Só assim para tirar toda a farinha que algum idiota colocou em seu secador de cabelos. — retrucou ele, de maneira divertida. Compartilhamos um sorriso.
Ele me pôs no chão, se afastou, ligou o chuveiro e tirou cada peça de roupa devagar, enquanto eu fazia questão de aproveitar cada segundo. tinha um corpo incrível e eu não deixaria isso passar despercebido, não quando eu esperei mais de dez anos para isso finalmente acontecer. Eu ainda segurava a toalha na minha frente, por mais que eu desconfiasse que ela não estivesse tapando tudo que deveria.
Seu olhar era satisfeito, um sorrisinho convencido surgiu em seus lábios quando ele pegou o sabonete líquido com um cheiro incrível e despejou na mão fazendo um drama muito desnecessário que me fez gargalhar. era sempre cheio de gracinhas e eu, infelizmente, era a mulher séria que tinha que lidar com aquilo. Espalhou o sabonete pelo corpo feito o palhaço que era, me fazendo rir de novo.
O corpo daquela criatura em minha frente estava no meu top coisas deliciosas da vida. Musculoso na medida certa, tronco forte, abdome definido, um rastro de pelos que desciam pelo caminho do paraíso e chegava ao seu membro, que — definitivamente — foi de bom tom eu não ter perdido a virgindade com ele.
— Assim está bom, madame? — Ele me tirou de meu transe, me pegando no flagra olhando o seu corpo feito um pedaço de carne.
— Dá pro gasto. — Eu adorava provoca-lo.
Ele sorriu, e puxou a ponta da minha toalha, fazendo a água do chuveiro me molhar novamente.
— Não ache que isso quer dizer alguma coisa. — Soltei a toalha e levei meus braços em volta do seu ombro.
— Acho que quer dizer que você está caidinha por mim.
Eu estava.
— Nem em seus sonhos. — Rocei meus lábios nos dele e abriu um sorriso torto antes de unir nossas bocas mais uma vez.
Senti meu peito em queda livre quando suas mãos enlaçaram minha cintura e uniu nossos corpos com uma agilidade que me assustou, nossas bocas iniciaram uma briga feroz para ver quem estava no controle e não levou um minuto para eu sentir sua ereção encostando em minha barriga.
Seus lábios desceram para meu pescoço e suas mãos subiram para meus seios enquanto eu perdia o ar de meus pulmões, continuou descendo, brincando com a língua em meus mamilos sensíveis. Soltei um gemido levando minhas mãos em seus cabelos ao mesmo tempo em que via a água batendo em suas costas largas e cheias de pintinhas, e ele continuou descendo. Até chegar um momento em que teve que apoiar um joelho no chão. Beijou minha barriga, meu ventre, levou uma mão atrás do meu joelho e guiou minha perna para se apoiar em seu ombro.
— Porra, perdi a conta de quanto tempo eu sonho em fazer isso... — exclamou ele, me olhando lá de baixo com os olhos cheios de luxúria.
Se eu pudesse registrar esse momento com uma foto, seria um enquadramento perfeito: de joelhos, praticamente implorando por aquele contato, o rosto virado para mim, as sobrancelhas escuras salpicadas de água, minha coxa em seu ombro que ele beijou antes de fechar os olhos e lamber toda a extensão da minha vulva, fazendo com que eu soltasse um suspiro engasgado enquanto jogava minha cabeça para trás. A sensação era indescritível, como se tudo que eu tivesse feito até o momento fosse exatamente o que deveria ter acontecido até chegar ali, com me lambendo e me chupando com maestria.
Vi estrelas quando meu corpo transcendeu, sentindo dois de seus dedos deslizarem para dentro de mim com facilidade, já que a minha própria lubrificação parecia querer escorrer por minhas pernas e não sentia vergonha ao dizer que não demorei muito para chegar ao orgasmo, não quando eu teria que morder minha língua para ter que admitir que ele sabia exatamente o que estava fazendo e provavelmente teria que ouvir besteiras suas sobre o quanto eu estava errada sobre o fato de ele ser ruim de cama. Nota mental para pensar em uma resposta para isto.
Eu estava de pernas bambas quando ele voltou a se levantar e precisou me prensar contra a parede para garantir.
— Vem, . Vamos sair daqui. — Desligou o chuveiro com uma mão, enquanto agarrava minha cintura com a outra. Com um impulso, me puxou para seu colo e aproveitei para enrolar minhas pernas em seu tronco novamente.
beijou a base de meu pescoço subindo até meus lábios. Quando encontramos nossas bocas novamente, o mesmo fervor nos possuiu, uma de suas mãos apertavam minhas costas e a outra me arrancava arrepios em minha nuca. Ele guiou nossos corpos até a pia e me sentei destrambelhada, derrubando o que tinha ali por cima e eu não me importava, só queria sentir todas as sensações que aquele homem podia me proporcionar. Nossos gemidos se misturaram, num enrosco de mãos, lábios e pele, tudo nele me fazia arrepiar, seus lábios quentes, seu corpo pingando água, e os sons que saíam de sua garganta. Deus... Eu queria poder gravar aquilo.
Minhas mãos estavam se deliciando com todas as partes alcançáveis do seu corpo, ombros, nuca, costas, peito, e o ápice foi quando envolvi seu membro. O som que saiu da sua boca foi uma puxada de ar cortada por um gemido que reverberou dentro de minha boca. Eu estava no céu, tudo ali era feito para me desmanchar em partes, eu queria derreter em seus braços, queria explodir em mil pedacinhos e depois fazer tudo outra vez.
Mantive uma frequência firme com a mão, até o momento em que ele separou nossas bocas e me informou:
— , eu... — suspirou, recuperando o fôlego. — , eu preciso te comer.
— Precisa? É uma necessidade? — Eu não conseguia conter minha boca enorme nem em um momento como esses.
— Sim, eu tô morrendo aqui. Preciso te comer. Posso, por favor?
Merda. Aquilo era demais para mim. Aquilo desestruturou minha cabeça, consumiu meu interior e tudo que consegui fazer foi concordar com a cabeça, sendo destroçada por um sorriso seu em resposta.
lambuzou seu membro em minha entrada antes de estocar uma única vez que fez meu cérebro dar pane. Fazia muito tempo que eu não me sentia assim: completa. Como se ele fosse a peça que estava faltando no meu sistema, como se estivesse faltando desde meus quinze anos.
Seus movimentos eram fortes e ritmados, um calor avassalador subia por meu peito até minhas bochechas, me deixando completamente a mercê de qualquer coisa que ele pudesse fazer comigo.
Nenhuma palavra foi trocada, nenhum xingamento, nenhuma exclamação. Apenas o som dos nossos corpos se chocando e o fato de termos finalmente feito aquilo preenchia o local e era delicioso, o calor da sua pele na minha, suas mãos firmes me apertando, seus olhos diziam tudo que eu precisava ouvir. me amava.
Sua pegada era tão firme, as estocadas tão perfeitamente ritmadas, que era impossível aguentar muito tempo, principalmente levando em consideração que meu corpo já estava sensível pelos momentos anteriores no box. tinha alguma coisa, uma magia, algo que vagava em volta de si que me amarrava feito um feitiço, um brilho doce que fazia minhas unhas fincarem em seus ombros, meu rosto colar em seu pescoço e suspiros escaparem de minha garganta. E um gemido gutural roncou em seu peito quando ele aumentou a velocidade, agarrando minhas coxas enquanto deslizava para dentro e para fora de mim com uma habilidade que fazia meus olhos marejarem.
Cheguei em meu ápice sentindo seu olhar intenso sobre mim, o jeito que ele me despia com o olhar, mesmo que já estivesse pelada, como se ele já soubesse tudo sobre mim, como se nunca tivesse ficado verdadeiramente longe. Aquilo ali era o verdadeiro ápice.
Como pude ficar esse tempo todo sem isso?
me ajudou a descer da pia. Deu tapinhas na minha bunda.
— Sujou de farinha — explicou indicando a farinha na bancada de mármore.
Nos olhamos por alguns segundos e caímos na gargalhada.
— Como isso vai ser agora? — perguntei me olhando no espelho, vendo que o glow pós-coito tinha surtido efeito e eu estava radiante.
— Agora? — perguntou ele, me encarando pelo reflexo também. — Agora, agora? Agora eu quero te comer de novo, . Quero te comer a porra da noite toda.
Ele me abraçou por trás, apoiou a cabeça em meu ombro e alisou minha barriga antes de seguir até meus peitos.
— Não faça promessas que não pode cumprir, .
— Você tá muito engraçadinha pro meu gosto... Transou, é? — Soltou uma risada, ameaçando morder meu ombro. Me desvencilhei de seus braços e corri para fora do banheiro. Dei de cara com Pastel de Carne, encarando a porta como se estivesse estranhando o que estava acontecendo lá dentro. Provavelmente pensando “Esses dois vivem em pé de guerra e agora estão de risadinhas?”. — Pastel, casinha. — A voz de soou entre uma risada e eu aproveitei para correr até meu quarto.
Nua.
Sim, eu estava correndo nua pelo loft.
Voltei a ter quinze anos, aparentemente.
A massa forte que era o corpo de veio de encontro ao meu e caímos sobre a minha cama em um baque surdo.
— Quem diria que todo aquele mau humor era só falta de sexo, hein? — Assim como eu, estava radiante. O sorriso de orelha a orelha lhe caía super bem.
— Você transou ontem, qual a sua desculpa, vagabundo?
— Ela não era você. — Podem me chamar de otária, mas não pude esconder um sorriso. — E olha que eu tentei imaginar... Muito. — completou.
— Você sempre foi meio fofo assim, ou foi só o chá? — perguntei e, novamente, ele soltou uma gargalhada alta.
— Sempre fui assim, você que estava azeda.
— Você colocou sal no açucareiro. A culpa nunca foi minha.
uniu nossos lábios de maneira doce, cortando o assunto, como se me beijar fosse algo cotidiano e normal entre nós. Ele estava deitado ao meu lado e ergueu o tronco para encaixar o beijo melhor, sua mão pousou suavemente em minha nuca e os pelinhos do meu braço se arrepiaram como nunca. Aquilo ali era diferente, não tinha urgência, não tinha falta de sexo, não tinha a falta de conforto que um banheiro poderia proporcionar. Éramos só nós dois, nus em minha cama.
Quando separei nossas bocas para respirar, se posicionou entre minhas pernas, ficando por cima de mim e voltou a me beijar segurando meu rosto com uma delicadeza que era de uma sensualidade pontual. Nunca me senti tão atraída por ele, seus lábios moldavam-se entre os meus, doce e leve, quente e sutil.
Aquilo não era sexo, não era transar. Aquilo era amor.
Ele me tocou em lugares específicos, lambeu cada parte como se eu fosse feita de açúcar e confesso que estava prestes a derreter. E quando seu membro deslizou para dentro de mim novamente, fazendo cada célula do meu corpo explodir, percebi que queria aquilo para sempre. Aquela conexão que nunca se apagou, aquela pegação de pé eterna, aquele sorriso idiota e aquele calor em meu peito quando seu membro me preenchia.
O olhar de era diferente sobre mim, um sorrisinho corria por seus lábios como se ele estivesse curtindo cada momento ali, puxei sua cabeça na direção da minha e uni nossos lábios mais uma vez durante o tempo em que seus movimentos ritmados me aqueciam por dentro. De alguma maneira, sua mão desceu para minha intimidade, e iniciou movimentos circulares que fizeram meu corpo de incendiar e naquele momento só havíamos nós no mundo. Gemidos contidos, pele na pele, línguas entrelaçadas e sexo, basicamente a minha nova definição de paraíso.
Depois que minhas pernas terminaram de tremer, desabou o seu peso sobre mim.
Nossas respirações ofegantes se misturavam.
Seus olhos encontraram os meus e sorrimos.
— Eu acho que te amo, . Nunca deixei de te amar. É muito cedo pra falar isso? — Ele riu, escondendo o rosto em meu pescoço.
— Eu também te amo, . Acho que sempre amei.
