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Revisada por: Lightyear 💫

Última Atualização: 16/12/2025

Primeira Fase, 2025, INTERIOR DE SÃO PAULO

Mais um dia ridículo, porque ele estava indo naquela instituição social mesmo. Desde que o pai morreu, começou a frequentar uma instituição social. Ele não sabia por que frequentava aquele lugar. Mas ainda assim frequentava. Era um lugar do qual ele não se sentia bem. As pessoas de lá eram… estranhas. Ele não entendia como as pessoas podiam se divertir ali. Mas ali estava ele. Tentando ir mais uma vez. Viu o jovem rindo com os amigos, dizendo “Depois que eu conquistar ele, eu quebro ele." e fez um sinal de mãos batendo. Aquilo já era comum para o jovem , que estava acostumado com as pessoas tentando machucá-lo. Mas naquele dia em especial, era ruim. Pois seu pai estava morto. Decidiu ficar ali na reunião mesmo assim. Conforme as horas se passavam, ele percebeu que não era tão ruim. Ele conversava e tinha uma forma de falar alegre e divertida e tinha uma boa risada, de alguma forma isso o admirava. era jovem, vestia roupas azuis, era bonito e jovem. Ele não devia ter nem 24 anos ainda. Ele reparou em como o jovem não somente era bonito, como também tinha um lado humorístico. Mas ele nunca admitiria isso. A reunião continuou e percebeu que as pessoas daquele lugar, cada uma tinha uma motivação. A motivação deles para ele era incerta, mas ao menos eles não eram iguais àquela pessoa... Ele se lembrava de tudo que já fez por aquela pessoa para a pessoa acabar desapontando-o, dizendo que ele era insuportável e ninguém mais o aguentava. A frase daquela mulher que ele tentou ajudar era como aço na cabeça de . Ele não tolerava o que estava sendo feito. Ele preferia estar ali simplesmente pela força das palavras daquela mulher. As palavras daquela mulher eram como fel em sua alma. Ele decidiu permanecer ali com aquele grupo. Em meio ao jeito provocativo de , aguentou firme naquele lugar, tudo por causa da mulher que lhe criticara. , vendo que não tinha efeito nenhum sobre , decidira passar a ser mais gentil com ele, dizendo “bom dia”, por exemplo. Naquele dia, chegou em casa, cansado. Ouviu as reclamações da mãe sobre seu tio e os problemas com as filhas de seu tio. começou a assistir ao Teleton do SBT. Naquele ano, o Teleton arrecadaria 35 milhões de reais. Muitas pessoas doavam, enquanto outras pareciam indiferentes. Mas naquele ano, após a morte de Silvio Santos, as pessoas começaram a doar. Ainda estava com 5 milhões. Ainda faltava muito para chegar aos 35 milhões. Mas a esperança ficava. assistia a tudo, observando como as pessoas se ajudavam, enquanto doavam, enquanto ele não podia doar. Ele tentara doar, mas a mãe não deixava. Mas ele via tudo encantado. Era lindo como as pessoas colaboravam uma com a outra.
— Mãe, você devia doar, é importante para as crianças da AACD Teleton — diz para a mãe.
— Eu sei, — diz Maria. — Mas não temos dinheiro no momento. Precisamos ser realistas.
assentiu, voltando a prestar atenção no programa.

*********

Enquanto isso, estava em sua casa. A mãe e o pai ainda dormiam. Ele pensava nas atividades que teria na instituição semana que vem. Se bem que ouvira falar que a instituição estava de férias. Ele começou a conversar com alguns de seus irmãos.

*********

Enquanto isso, Lucia, em seus últimos momentos de vida, olhava para tudo à sua volta. Ela olhou para os filhos Madalena e Rodriguez e a neta ainda bebê, e sabia que seu momento havia chegado. Ela se lembrou das coisas boas que fez, mas também das ruins. Ela sentia-se limpa pelo que passara e fizera, mas ainda assim o passado a fazia lembrar de como ela dizia algumas coisas que não deveria dizer. Madalena e Rodriguez viam o estado da mãe, mas algo no coração de Madalena dizia: “Sua mãe vai recomeçar”. E assim, Lucia partia para o mundo dos mortos.

Ela chorou
Por muitas noites
Ela chorou
Sozinha
Ela tentou
Ela gritou
Ela contou
Tua vida
Ela falou
De uma garota
Ela sorriu
Como nunca
Sua mãe falou
Que se assustou

*********

Enquanto isso, no Teleton havia algumas músicas. Músicas estas que só animavam o lugar. E assim, mais doações chegavam. E assim, a cortina do tempo começava a mudar… As cortinas rosas azuladas mudavam a cortina do tempo. Foi visto um dragão. Ele parecia um filhote, mas dócil. O dragão gerou sete crias, mas na sétima algo aconteceu. Enquanto isso, começava a planejar como se aproximaria de . não sabia, mas havia feito uma aposta de que conquistaria para depois lhe mostrar como é se sentir mal, pela forma que ele pensava sobre a instituição. Ele começou a planejar.

*********

Rodriguez estava pensativo. A morte da mãe o fez pensar. Será que ele estava seguindo o caminho certo ou deveria se voltar mais a Deus? Madalena se perguntava o mesmo. Será que deveria buscar mais a Deus nos cultos que ela fazia? Se sim, ela que já buscou antes não estava buscando certo, será? Ela sabia que era uma jovem de fé. Então, o que acontecia para que a mãe tivesse morrido? Ela começou a orar pensativa: “Senhor, se o que busco for certo, por favor, cuide de minha mãe onde quer que ela esteja.”
De repente, Madalena sentiu uma brisa suave sobre ela.

*********

Juliana estava em sua casa, pensando na vida. Seu casamento com Johen estava muito bem, obrigado. Eles tinham um casamento feliz, mas ainda não tinham filhos. Ela assistia ao Teleton, se comovendo com as situações dali. Mas, ao mesmo tempo, ela se perguntava se faltava algo para sua família melhorar.

*********

— Precisa ver seu tio — diz Maria ao filho . — Seu tio liga para conversar comigo, a esposa está dando trabalho.

*********

decidiu dar uma volta naquele sábado. Foi passear com uma de suas amigas. Os dois estavam andando juntos pelo parque, fazendo uma caminhada…

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Enquanto isso, Felipe Somma, o cantor renomado por suas ótimas músicas, esperava que as pessoas ouvissem suas músicas, mal sabia ele que tinha um admirador secreto...

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Enquanto isso, uma jovem chamada Jade estava com seu marido Francisco, sem ter noção de que a vida de todos que estavam entrelaçados na história seria moldados...

*********

6 Anos Depois...
2033, BRASIL

— As crianças já estão prontas para a escola — pergunta ao marido em tom frio. Não era segredo para ninguém que ambos haviam se casado por aposta… Agora ali estava no casamento com , sendo frio, pois não era com ele que queria se casar. Todavia, eles tinham sete filhas juntos, claro que de forma adotiva. As sete crianças estavam se arrumando para a escola. A mais velha ria de como a mais nova, , estava vestida como maltrapilha, enquanto o segundo puxava o cabelo da mais nova com as mãos, rindo dela. A mais nova, , sentia-se triste, mas ainda assim resignada. Pelo menos iria para a escola. Talvez lá fosse diferente. Ela ajeitou seu uniforme e se preparou para a escola. Ela percebeu o olhar distante do pai e depois o olhar frio e cortante do outro pai, . claramente não aprovava a falta de beleza da filha.
— Vão crianças, o pai de vocês vai levá-las — diz .
— Vamos meus filhos e… — ele diz com olhar frio para a mais nova que lhe lembrava o próprio antes.



Continua...


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Nota da autora: É uma história que escolhi escrever para representar o Especial de Teleton.

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