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Revisada por: Hydra

Última Atualização: 08.01.2026 .・。.・゜♡・ꨄ・♡・゜・。.
Oi, é o . Talvez você já tenha ouvido histórias mas nenhuma como as minhas. Ou como a minha, ou como me tornei assim, um ser quebrado. Sente-se, acomode-se pegue um lanche pois contarei a história da minha vida. Ou melhor, como morri por dentro. Eu entendo que a morte por fora é comum, mas e a morte por dentro, ela poderia ser de fato pior do que a morte por fora, eu não sei, mas vamos lá, vamos entrar no meu mundo. Um mundo que nem sempre foi mágico, mas está em constante mudança. Então sentem-se, o sofá é seu e vou contar-lhes a minha história, a história por trás dos treze motivos de eu ter me tornado tão desprovido de sentimentos. Se você estiver lendo isto, deve saber que há alguém... Uma pessoa tão ou mais esperta que eu, que tem um fichário de todos os meus 13 porquês, que pode revelar tudo num piscar de olhos, se assim eu desejar. As regras são muito simples, um você lê, dois, você repassa, três você obedece e quarto você guarda sua opinião até terminar de ler. E você que é o felizardo número 13 pode guardar esse segredo até o dia do túmulo. Eu não sei se será fácil para você, mas também não foi para mim. Então, comecemos.
— A história da arte ocidental diz respeito ao estudo, registro e discussão do desenvolvimento da arte em sua manifestação na evolução da sociedade ocidental. Esta história apresenta diferenças significativas em relação à evolução da arte no mundo oriental.— disse o professor de Artes. — Os estudos que tradicionalmente se faziam sobre história da arte normalmente levavam em consideração apenas a evolução deste campo da arte devido ao eurocentrismo corrente no mundo ocidental. Este estudo, no entanto, ao se considerar a cultura ocidental como elemento fundamental da vida contemporânea, faz—se necessário a fim de se compreender o alcance da arte ao redor do mundo, recebendo influências e sendo influenciada por outros movimentos. Estudiosos como Giulio Carlo Argan, por exemplo, consideram a arte contemporânea um desdobramento da crise da arte enquanto ciência europeia.— continuou a explicar o professor de Artes.
Os alunos estavam ali estudando. O professor fez algumas perguntas, até , o sujeito número 1 da primeira fita aparecer.
— Eu acho que artes é muito mais do que isso, nos séculos antigos a arte se religava a como era o tempo naquela época, nas culturas — disse o jovem.
Eu não sei o que, mas algo me fez te achar legal, . Talvez fosse o fato de você estar sempre mostrando uma frase inteligente ou até mesmo trabalhar em um projeto. Algo em você me instigava e eu quis verdadeiramente sua amizade. Não sei bem se era amizade. Mas você tinha uma áurea legal. Você foi meu primeiro melhor amigo na faculdade de Artes. Eu pretendia atuar nessa área. Já quis fazer outras matérias, mas foi em Artes que me encantei. E quando você falou tão bem eu te admirei.
— Esse professor é chato! — opinou uma aluna.
Eu achei a aula até legal, assim como você, pois você sempre prestava atenção na aula. Mas algo em você me fez te achar legal. Você sempre estava ali com seu sorriso divertido, e adivinha eu gostava disso em você, assim, como sua inteligência. Um dia, eu estava conversando com minhas amigas quando elas me disseram:
— Já reparou em alguns dos alunos novos — perguntou uma delas para mim.
— Qual deles — perguntei.
— Você já sabe quem eles são — perguntou outra divertidamente.
Eu fiquei um pouco constrangido, é claro. Não ter amigos e ser um pouco frio, significa que você pode muito bem observar as pessoas ao seu redor, e as ver por outro ângulo. Por exemplo, meu primeiro contato na escola foi a Daisy. Ela perguntou se eu estava gostando da aula e se eu queria participar do grupo da faculdade. Eu assenti. E ali comecei a conhecer melhor a faculdade. Havia outras pessoas que diferente de Daisy seriam menos legais. Mas eu precisava me encaixar em um grupo. E foi naquele exato momento, , que eu me aproximei de você.
— Também está esperando para passar na secretaria! — eu perguntei.
— Sim — você respondeu.
— Vi você na aula aquele dia, você falou muito bem — eu disse.
— Obrigado! — você agradeceu.
Foi então que começamos a conversar. Eram conversas que de início foram bem curtas. Era um “boa noite“, “a aula foi boa”, “até que se tornou uma amizade mais forte.
— E se a gente participasse de atividades extracurriculares da escola, poderia ser uma boa ideia, não — perguntou você a mim e uma de nossas amigas.
— Acho que seria bom!
— Poderíamos ser amigos, ir ao cinema juntos! — você sugeriu.

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Vou contar como você aparece nessa história, . Você era um garoto extremamente inteligente, um aluno acima da média. Tinha quase a mesma idade que a minha e adivinha, partilhava das mesmas coisas que eu. Gostos musicais. Gostos pelas matérias. Gostos similares. Você foi um bom amigo por um tempo. Por um tempo começou a amizade do cinema. Saímos juntos nós dois, era a amizade do cinema. Uma amizade boa para os tempos que vivíamos e logo éramos bons amigos. Começou com nós dois e depois foi evoluindo. De dois passaram a três.
— Vamos assistir Coringa hoje! — você sugeriu a mim e nossa outra amiga — E depois partilhar experiências sobre nossas vidas passadas!
— Vamos! — nós dois dissemos.
E de dois passou a três.
— Eu não sei, , será que seria bom incluir ela na nossa dupla — você perguntou e eu assenti.
— A Bastia é uma boa pessoa, acho que ela tem muito a agregar no nosso grupo — eu disse.
— Então está bem — você disse.
— Ei, Bas, vamos passear depois da aula — sugerimos a ela e ela concordou.
Assistimos o filme do Coringa e foi divertido ao menos para mim, enquanto vocês estavam juntos, se conhecendo melhor. Parecia tudo muito bem.




Oi, , bem vindo de volta. Tenho mais coisas a dizer a ti. Antes de retornarmos de onde paramos, no início eu buscava estar sempre participando de grupos, até o momento em que vi que precisava de amigos. As aulas de artes eram legais, até o ponto que eu vi, que nada poderia nem seria satisfatório se eu não fizesse amigos. E bem, você foi o meu primeiro amigo de verdade.
— E aí, , gostou da aula — você me perguntou.
— Sim — eu respondi. — E você.
— Também — você respondeu entusiasmado.
— Oi, meninos! — uma outra amiga nossa nos chamou. Mas isto é outra história. Vamos voltar ao nosso primeiro contato. Quando éramos felizes e não sabíamos.
— … E ela disse que sou isso — comentei.
— Não liga para ela, , você tem a mim — você disse — Que tal almoçarmos no shopping depois da aula — você disse e eu achei uma boa ideia.
— É na antiguidade que surgem os primeiros conceitos teóricos a respeito da sistematização e estudo das artes. Ainda que cubra um período bastante longo, destaca-se aí a formulação da estética clássica, reunindo as culturas grega e romana. — começou mais uma aula do professor.
As aulas continuaram sendo legais e você, bem, você era muito legal. Eram divertidos nossos momentos juntos, como estávamos sempre nos aventurando e rindo, além do seu lado paquerador com as meninas da faculdade. Tinha uma que até brava com você ficava. Eu me divertia ao seu lado, como os bons amigos que éramos. Claro que isso fez com que certa pessoa me olhasse ainda mais com nojo, mas eu falava sobre ela para você. Próxima parada, pista de ônibus.
—... Ele é muito legal, né — disse uma de nossas amigas sobre você.
— Sim — eu respondi.
E você era mesmo. Foi naquele momento que a Bas apareceu.
, já viu a Bas, ela parece legal — eu disse.
Vocês começaram a conversar e logo éramos um trio. Agora estávamos aprendendo sobre Domínio Conexo Eletivo. Nós nos tornamos ainda mais amigos e o cinema passou a ser lugar de três. Mas você sabe o que eu ouvi por causa de nós três. Não eram comentários legais, eu devo admitir. Mas eu tentei te ajudar. Tentei mesmo. Mas aos poucos essa amizade mudou. De três passaram a ser dois. Você e ela. Não vou falar muito dela nessas primeiras fitas, pois ela é algo que vou guardar para as últimas fitas. Mas não, não foi o fato de você estar com ela que me incomodou. Foi algo muito além disto. Você sabe, a inteligência não era meu ponto forte, mas era a sua. Aos poucos você mudou, e começou uma amizade com o garoto mais popular da faculdade. Para você pode não ter sido muito, mas para o contexto histórico de alguém que havia perdido parte de sua família.



Família é algo complicado. Dizem por aí, que família é tudo. E eu realmente acreditei nisto até perder duas partes importantes da minha família. E foi nesse contexto que você desapareceu da minha vida. Quando eu precisava de você, você desapareceu. Nossas conversas passaram a ser superficiais. E eu tive de recorrer a outros. E é nessa parte que entra a minha irmã. Rosa era uma criança talentosa, uma pessoa que você poderia dizer que ela era divertida. Não vou contar como a conheci pois tem muitos detalhes que não devem ser contados, mas Rosa era especial. Ela tinha dois irmãos que eu admirava. E uma grande potência. Mas eu ainda me lembro como foi te conhecer ao vivo Rosa, eu jamais esquecerei. Você e seu amigo devem lembrar. Não, eu não vou falar até que ponto isso nos cercou Rosa, mas vou contar como me senti. Sabe aquele momento, em que você acaba de passar por uma transformação e acaba se vendo numa situação difícil, sendo que nem sempre fui o culpado. Sabe quando você se sente um nó. Foi isso que você e seu amigo me fizeram sentir. Vocês disseram que iriam se vingar de mim pelo mal que fiz a vocês, mas o mal que fizeram a mim não importa. Tales, sinta—se a vontade.
—... Eu ainda vou me vingar dele — disse Tales quando fui à igreja.
— Eu ajudo — vamos supor que você Rosa disse.
Isso fez eu ir a igreja menos vezes. O que nos leva a nossa questão. Eu queria ser como você, Rosa, mas nem sempre eu sabia as consequências disto. Eu achava que precisava de um escape, da escassez em que eu vivia. Mas era impossível escapar daquela escassez. O que nos leva a você e como você agia na igreja. E nos leva a seu amigo que sempre fez questão de me incomodar, sem saber como mostrar que era uma pessoa em que eu podia ser leal. Lealdade sempre foi meu lema. Então essa foi sua parte. Agora que cheguei na sua parte, vamos ver o que os próximos dias nos reservam.



Cassidy, essa é para você. Não apenas para você, mas sim sobre você. Você era a pessoa que eu mais confiava. A minha cúmplice em tudo. Sim, Cassidy você era. Você era uma das pessoas que eu mais considerava. Você era brava, me obrigava a fazer serviços domésticos, como limpar o chão e queria as coisas do seu jeito. Você tinha um lado divertido. Um lado que sinceramente eu não esperava que esse lado desaforasse. Mas ao mesmo tempo, você era a pessoa que mais me inspirava. Você não era como as outras pessoas. Você era tão... Legal!
— Está animado para começar as aulas — você me perguntou.
— Muito, as aulas de Metodologia do Trabalho Acadêmico principalmente parecem interessantes — eu disse e você continuou a falar comigo.
Mas eu tenho que pular um pouco essa parte. Temos que voltar ao início. A como as coisas aconteceram. Foi um acidente. Até meses atrás eu não sabia. Mas você é uma pessoa que eu nunca soube quem era, fizeram o favor de provocar aquele acidente. Acidente ou não, vocês causaram aquele acidente. E destruíram não apenas uma pessoa, mas duas. Vocês dois mataram meu pai. Pense na pior dor que uma pessoa poderia ter, Cassidy. Pense. Veja o sentimento. Eu sei que você não tinha intenção naquela época, mas aquilo mudou... tudo.
—...Aguente! Você não vai ter que lidar com ele por muito tempo! —você disse a uma pessoa.
Foi ali que comecei a ver que talvez, só talvez você não fosse tão florosa assim. Eu percebi que talvez você fosse mais do que isso. Uma pessoa enigmática. Uma pessoa que quebra corações. Pois sim, todos acabam por nos decepcionar, mas a sua decepção foi a mais letal. Você tirou de mim a pessoa que mais me importava. E isso teria um preço mais para frente.
— ..Bem vindos a sua primeira aula de Didática. Neste ano, vocês aprenderão a aula de Didática Aplicada à Educação — disse a professora começando a aula.

Todo dia acordo cedo, moro longe do emprego Quando volto do serviço, quero o meu sofá Tá sempre cheia a condução Eu passo pano, encero o chão A outra vê defeito até onde não há Queria ver madame aqui no meu lugar Eu ia rir de me acabar Só vendo a patroinha aqui no meu lugar Botando a roupa pra quarar


—...Essa aula parece legal — disse um de meus colegas.
Eu olho para a tela do meu celular, era minha meia-irmã, Cassidy.
—...Você me ligou, eu só pude atender agora! — você disse.
Mas já não importava mais. Você iniciou uma grande aventura em minha vida, mesmo sem saber o motivo... Ainda!



, , seja bem vindo. Mais uma vez você está aqui. Estrelando o sucesso da piada que o é. Sabe o que estou fazendo agora... Refletindo sobre tudo que você me fez passar. Talvez você nem fosse tão culpado assim, . Afinal você era jovem. E jovens costumam ser divertidos... E incrivelmente legais. Eu não te culpo por me odiar, eu te culpo por trazer o caos a minha vida, que será explicado mais tarde, de forma cósmica. Mas vamos lá, vamos voltar ao nosso início. Nos conhecemos na escola, um lugar onde eu e você formamos alguns amigos, mas eu não esperava que essa amizade progredisse tanto. Essa amizade se tornou cheia de conversas, no ponto de ônibus, nos tornamos ainda mais próximos. Bem, amizade, é complexa. Você sabia muito bem disso, quando me trocou por uma namorada, e o melhor amigo inteligente de vocês. Então, , eu gostaria de lhe agradecer por ter me ensinado a fazer os outros me odiarem. Esta é sua participação na minha história.
— você me chamou — Vamos marcar de ver algum filme, eu, você e Bast.
— Claro — eu respondi.
E nós realmente assistíamos. Enquanto vocês se beijavam, eu via tudo. Eu não me incomodava de ver vocês se beijando se é o que pensa. Mas sim, o que você fez depois. Vamos olhar no podcast. Em um belo dia ensolarado, você me ouvia falar das coisas que estavam me acontecendo e simplesmente falou que eu estava exagerando. Você disse que eu estava ouvindo vozes. E eu precisava de alguém que acreditasse em mim. Mas você não acreditou. Depois, ainda tive que ouvir o gosta dele ou as risadas sobre isso! Então sim, você foi um erro. Mas não como pensa. Eu prometi sob a pressão da igreja, que deixaria alguém me tocar. E sim, eu tinha uma fantasia em respeito a você. Mas eu também não poderia negar que eu não queria magoar minha amiga. Nós poderíamos não estar tão próximos mas ainda assim. Então vou te contar o que está acontecendo no futuro.
— Isso não é certo — eu disse.
— Eu sei, eu sei que você não quer magoar a , mas eu gosto de vocês dois — você disse.
E foi assim que selamos nossos lábios, você me beijou. Meu primeiro “realmente” beijo. Eu não sei como foi, mas foi um beijo. Nossas línguas se tocaram e o beijo começou. Eu cedi passagem com a língua e você aprofundou o beijo. Aos poucos seus beijos desciam por meu pescoço e você começou a acariciar meus peitos. Naquele momento, me lembrei... De pessoas no passado que fizeram coisas comigo. Então você pode imaginar como é sentir o que senti, não sabe! Senti-me de certa forma violado. Não que eu tivesse sido violado por você, mas sim! Você não disse uma palavra e assim, começou a segunda fase da nossa história.

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—...A história cultural do Brasil é marcada por uma mistura de influências indígenas, africanas, portuguesas e de imigrantes. Essa mistura criou uma cultura singular, que se reflete na literatura, nas artes, na música, entre outros — começou a aula um dos professores.
— Oi — disse um garoto que estava na mesma aula que a minha.
— Oi — eu respondi timidamente.
— Sou o João, temos algumas aulas juntos — ele disse com um sorriso nos lábios.
— Eu me chamo — eu disse.
E assim novos destinos começavam a ser entrelaçados.



— ...A história cultural do Brasil é marcada por uma mistura de influências indígenas, africanas, portuguesas e de imigrantes. Essa mistura criou uma cultura singular, que se reflete na literatura, nas artes, na música, entre outros — começou a aula um dos professores. — Oi — disse um garoto que estava na mesma aula que a minha. — Oi — eu respondi timidamente. — Sou o João, temos algumas aulas juntos — ele disse com um sorriso nos lábios. — Eu me chamo — eu disse. E assim novos destinos começavam a ser entrelaçados.

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Tudo começa com um... Shh! Silêncio. Vocês estão ouvindo isso. É um som de pura adrenalina, não é. O cinema. Assim que fiquei amigo de João e retomei minha amizade com e , um dos três me convidou a ir ao cinema. Eu não neguei. Nós fomos ao cinema, seja lá quem for que me convidou. E assim, se iniciou o chamado “dia do horror “. O dia em que...Bem, vamos ver os esqueletos que essa pessoa sem intenção selou. Eu era um grande fã de um ator. Eu não vou citar seu nome, mas vamos chamá-lo VF. VF, você não sabia, mas foi minha criptonita. E essa é a nossa história. Você fazia filmes, séries, covers. E eu assistia tudo. Naquela época, eram momentos onde eu poderia ter um pouco de felicidade e alegria. Foi assim que... bem, você apareceu na minha vida. Eu lembro como se fosse hoje, eu estava no Instagram rolando as páginas, quando avistei seu perfil. Eu pensei... Acho que vou falar com ele. E eu te mandei uma mensagem. Você não me respondeu. Mas então assistimos aquele filme juntos. Você se aproximou, amigavelmente e começou a conversar comigo. Eu estava magoado com o e a , mas VF, você foi a pessoa que mais me encantou:
— ...Didática é o ramo da pedagogia que estuda os métodos e técnicas de ensino para otimizar o processo de aprendizagem. Ela se ocupa de como o conhecimento é transmitido e assimilado, envolvendo a análise e desenvolvimento de estratégias para facilitar o ensino e a aprendizagem.
Eu estava na escola, quando recebi uma mensagem sua. Havíamos ficado amigos. Em meio a troca de mensagens, conversas, rapidamente nos aproximamos. Foi então que após passar por um triste evento, eu percebi que não tinha nada a perder. Então eu te respondi. Marcamos depois de semanas conversando de que nos encontraríamos em algum lugar. Eu aceitei. Foi então que uma ideia passou pela nossa cabeça. Ir a sua casa. E ali tudo começou... Não vou citar como, nem porquê..., mas eu e você chegamos na sua casa. E quando chegamos, você e eu decidimos gravar alguma coisa juntos.
Você teve uma ideia ousada da qual aceitei participar. Não me julguem, minhas decepções causaram isso. Então nossas bocas se selaram, você me puxou para um beijo. O beijo começou suave, mas continuou intenso. Como isso continuou não importa..., mas depois daquele beijo, eu e você, decidimos gravar algo mais ousado. Sim, você ligou a câmera a pedido meu, confesso e gravamos cenas de nós dois juntos. Você deve estar pensando, ele é um..., mas não, situações me levaram até aquele momento VF. Tomamos banho juntos. Você começou a tirar sua blusa, eu tirei a minha.
A água no chuveiro começou a ressoar, e logo, a câmera começou a gravar. O banho continuava. Eu e você estávamos nus, nossos corpos alinhados um no outro, o banho tomado juntos até que a gravação terminou. Eu fui para minha casa e no dia seguinte, a gravação ecoou por muitos lugares. Então, por um momento, eu me arrependi da minha decisão. Mas era tarde demais.

Nas calçadas eu penso em você
Sur les trottoirs je pense à toi

Nas avenidas eu penso em você
Sur les boulevards je pense à toi

Na noite escura eu penso em você
Dans la nuit noire je pense à toi

Mesmo se é tarde
Même sil est tard

Sob os postes da rua, eu penso em você
Sous les réverbères je pense à toi

Na claridade eu penso em você
Dans la lumière je pense à toi

Em todos os hemisférios eu penso em você
Tous les hémisphères je pense à toi

—...Vocês viram as cenas deles — murmurou alguém.
— Que ridículo! — disse outro.
Então sim, aquele momento não teve tantas coisas especiais. Nos dias que se passaram, você tentou se desculpar, mas aquilo atingia uma proporção que não dava para voltar atrás. Isso me leva a...
Isso me leva a segunda pessoa dessa história... Alguém que...
— Você está bem — perguntou a pessoa.
— Estou, eu só — comecei a falar, mas não consegui terminar.
— Acho que você precisa de uma carona, não é — perguntou a pessoa.
Eu assenti.
A viagem no carro foi silenciosa.



Eu sei que muitas das pessoas que estão aqui, não quiseram estar. Muitas das pessoas que estavam aqui, apenas estavam porque algo aconteceu. Ou porque tem uma história a ser contada. Talvez vocês nem quisessem me fazer mal, mas ainda assim fizeram. Muitos de vocês apenas queriam se divertir. Mas só é divertido quando dois querem. O que aconteceu com VF foi resultado de uma aposta que fizeram sobre mim. Mas nem tudo estava perdido. Havia uma pessoa que se salvava em meio a tudo isso, e seu nome era Gilex. Gilex, era uma pessoa que conheci em um centro de apoio! Eu precisava disso. Eu precisava daquele centro de apoio. Ainda mais quando as coisas começam a dar errado. Vocês já imaginaram. Então aquele centro de apoio viria a ser importante. Depois que boatos começaram a surgir sobre mim, aquele centro de apoio se tornou extremamente importante. Então, Giilex é aqui que você entra:
— Oi! — você disse — Não nos falamos muito, mas queria dizer olá!
— Olá — eu respondi.
Você vai sentir falta
Tu Vas Manquer

Sua barragem, sua represa, sua represaTa dam, ta dam, ta dam
Sua barragem, sua represa, sua represaTa dam, ta dam, ta dam
Um verão que vai emboraUn été qui s'en va
Às vezes é alguémC'est parfois quelqu'un
Todas essas pessoas estão aqui para vocêTous ces gens sont la pour toi
Mesmo que você goste menosMême se que t'aime le moins
Nossas memórias fluentesNos souvenirs qui coulent
Em um tecido

— Então, o que está achando das atividades do centro até agora — perguntou você.
— Legais — eu respondi.
— Você não parece ter muitos amigos — você disse.
— Eu não tenho, na verdade, tinha um, mas deu errado.
— Entendo, isso explica muita coisa — você disse. — Talvez pudéssemos ser amigos.
Foi naquele momento que a amizade do centro de apoio começou. Eu precisava de amigos, Gilex e acredito que você também. Por um tempo, fomos o tipo de amigos que todos adorariam ter. Falávamos sobre muitas coisas. Eu tentei te apoiar nos seus problemas, você nos meus. E quando vimos, já estávamos partilhando palavras. Sentíamos uma grande conexão. Mas eu ainda guardava segredos. Segredos de quem eu era, da pessoa que eu era. De como ele, ou melhor, eles me fizeram sentir... Primeiro o , depois a , depois o VF, mas antes do VF, aquela situação da igreja que ainda me atormentava. Então, o problema não era você, Gilex. Você era divertido. O problema foi as outras pessoas daquele lugar. Uma pessoa em especial. Mas não vamos falar disso. Vamos falar sobre nossa amizade, de início ela foi boa para os dias quentes e frios. Depois para os dias mornos. Por algum tempo, assim o foi. Mas eu confesso, quando um dia, alguém disse que você falou certa coisa acerca de mim, eu me senti tentado a... te deixar ir. E depois disso, nossa amizade não continuava a mesma. Era como se o peso da desconfiança tivesse surgido. Mas você era legal, Gilex. A culpa não foi sua.



Malfoy. Quem já foi. Vamos te chamar de Malfoy. Muitas pessoas gostam de compor, outras de entoar cânticos líricos. Outros de se aventurar em mundo mágicos. Bem, eu me aventurei em um. Um mundo mágico que eu sempre quis que fosse real. Vou dizer como começa a minha fantasia... Eu estou dentro de um trem, nesse trem está você e seu irmão gêmeo, outro Malfoy. Então estou sentado em uma das cabines do trem. Você aparece. E pede para se sentar a meu lado. Então, você decide começar a conversar comigo. Conversa vai, conversa vem e rapidamente uma conexão se estala. Sim, uma conexão. É lindo como as conexões são vibrantes... Nós compartilhamos um segredo. Eu te ajudo em algo e você me ajuda em outra coisa. Juntos, nos tornamos aliados e até mesmo amigos, mas não digo qualquer amizade, a melhor das amizades.
Mas então, vem a coisa... Um momento, em que nós compartilhamos momentos únicos. Você começa a me falar sobre aquela garota, a garota que você gostava, mas não deu certo. Eu te apoiei. Ouvia você falar dela e as vezes dividia com você o fato do me esquecer. Então, começamos a conversar frequentemente e aí surge um aniversário. O aniversário de um parente meu e adivinha, incrivelmente você está lá. Eu confesso, meu corpo começa a se sentir um pouco mais... como eu posso explicar. Acho que você entendeu. Mas então, você diz estar gostando de outra pessoa. Aquilo soa como um baque, quando eu estava prestes a decidir tentar algo novo. Eu tentei te amar Malfoy, mas você mesmo não me amava da forma que eu gostaria. Mas éramos amigos. Eu esperava que ao menos nossa amizade pudesse ser mantida. Mas não, ela não foi. Nós temos um desentendimento e este desentendimento leva ao ponto crucial... a ruptura! Você diz “eu não gosto de ultimatos “eu digo “Tentei ser bom para você. “Você diz “Traíra! “Eu digo “Eu nunca te traí, você que não me entendia “. E assim, nossos destinos são separados.
— Ei, você está bem — perguntou Gilex um dia enquanto eu estava no centro de apoio, mais uma vez.
— Sim! — respondi mesmo sem ter certeza.
Mas é claro, Malfoy, eu não estava bem.



“Não sabe fingir, não desce pro play“
É aqui que tudo começa... Sem mais balelas. Aqui começa a piada que é o . Ele está neste exato momento gravando seu podcast. Ele tem a esperança que a filha dele, ouça um dia essas histórias e possa fazer algo a respeito. Tudo começa com um aniversario. O dia do aniversário de uma pessoa é para ser especial, principalmente alguém que nunca foi feliz. Você pode se perguntar, o foi feliz. Ele responde não. Vamos voltar ao início. A época que era um loser. Ele tinha uma amiga, cujo nome era Isabella. Ele e Isabella tiveram momentos juntos, mas para Isabella esses momentos não significavam nada. Ela inventara boatos sobre ele. Boatos que mais alguns momentos adiante, viria a atormenta—lo. tinha um segredo, ele gostava do garoto mais popular da escola, mas ele nunca o olharia, pelo contrário o desprezou. Desprezo. Como é bom. Torna as pessoas determinadas em fazer o que precisam fazer. Todo mundo odeia o , mas alguém perguntou como era a vida dele. Deixe-me contar, ele tinha um pai que batia nele. O fracote tinha um pai que batia nele. Sim, está certo, as vezes ele merecia, mas nem sempre merecia. Teve uma vez que ainda na escola um garoto deu um tapa leve nele. Ou outra vez que deram um soco nas suas costas. Mas isso é facilmente esquecido. Vamos nos atentar para as maldades de ... Me acompanhem. Sabe aquele garoto que tem uma péssima vida na escola e acaba por fazer coisas erradas. Bem, alguns o culpam. Outros nem tendam entender.
Mas aí vem um dia especial. O aniversário de . O aniversário do dia que nasceu. Num dia que devia ser especial para ele, algumas pessoas estragam tudo. Alguém sabe como é esse sentimento. O sentimento de no seu dia, o mundo a seu redor ruir, sentia. E tudo por causa de boatos. Ele teve de admitir ter culpa em algo que não teve. E sem que pudesse provar sua inocência, uma única pessoa sabia que ele estava inocente. Ai ele sabendo que tendia a ser massacrado, começa a pensar se não seria melhor assumir outra identidade. O nome Courtney parece ser uma boa pedida. Um nome coreano. Mas o que ele não contava é que a verdadeira Courtney, o mesmo vale a Oitavo, aparecesse. Courtney, essa é para você. Você se revelou a mim como uma amiga. Quando eu perdi uma das minhas amigas de clube, eu tentei uma amizade com você. Por um tempo, nós fomos os melhores amigos que há. Mas amizade, é complicado. Courtney você decidiu me culpar. Eu fiz algumas brincadeiras, me passei por quem não era, inventei coisas, mas você sabia que eu apenas tentei ser eu, sem saber se eu podia ser eu.
Mas para você não importava. Você precisava de um culpado Courtney. E quando eu te contei a verdade, você não reagiu bem. Preferiu acreditar em outros. Eu não te culpo, mas sabe o que aconteceu a seguir... Curso de Inglês, rua perto da farmácia. Vamos falar dos efeitos da sua decisão Courtney. Você sempre me julgou por ter causado o mal a você, mas você se perguntou alguma vez se o mal também me alcançou... Resposta! Alcançou. Pelo seu afastamento, eu perdi a única pessoa que poderia gostar de mim. E me fez conhecer a Ledesm. Ledesm me protegeu. Ela foi uma grande amiga, mas a situação toda foi um caos. Imagine um andando pelas ruas tendo crises de tristeza. Ele passa pela rua, triste. Ele sabe que tem que ir a seu curso. E não tem ninguém falando dele, mas no modo online, tem duas pessoas com raiva dele. Você vê, quando eu decidi te contar a verdade, a raiva dessas pessoas, que seriam as únicas a gostar dele, causou o caos. Courtney você foi o caos.
Se pensa que para aí, você se engana. Você voltaria a me encontrar, e aí você seria minha amiga, para depois... Me trair no seu próprio território. E dar espaço para a Raquel agir dizendo “cadê seu Deus?“. Bem fácil, não é? Mas se você acha que para aí está enganada. Há uma viagem no meu aniversário, mas você já estragou tudo.



“Cassidy, eu tenho uma pergunta para você. Não essa que você está pensando. Não ainda. Você sabe o que mais há de legal na vida. Não, eu definitivamente não estou falando disso. Eu falo dos clubes. É tão bom participar de um clube. Ainda mais quando você é bem aceito nele. Mas não eu não fui bem aceito. Vou te explicar. Existem vários tipos de clubes, clubes de jovens, clube de livros, clube de séries, mas eu faço de um clube em especial. Não vou detalhar o clube, mas para você ter uma visão panorâmica, existe o clube. Ah, e que clube. Mas você quer saber como me senti naquele clube. Vou contar...
HAHAHA, BATER, VIADO,
E aí, deu para sentir. Eu consigo sentir o ódio deles, você não. Mas essa parte da história também foi culpa minha. Porque fui acreditar que ele era diferente. Porque fui acreditar. Mas está tudo bem... Se você está ouvindo isso, saiba que tenho um perseguidor e ele riu de mim ontem. Eu o vi rindo e falando coisas. Não dava para ouvir tão bem, mas eu ouvi. E aí você pensa, porque se importar com isso. Porque Will, você me deixou paranoico. Aí você se pergunta, o que, porque. Desde o momento em que eu apareci no clube, ouvi uma risada sua dizendo “Vou bater nele “e um gesto com as mãos. Eu tentei me encaixar no clube. Mas Will eu te achava legal. Você parecia legal...Não parecia. Essa é a pergunta que eu te faço. Você parecia tão. tão legal. Sigam estrela Tivoli, um grupo do clube andando em direção ao shopping. Era para ser um passeio divertido. Teve um filme no cinema do qual todos nós assistimos. Você estava do meu lado. Por algum motivo, você estava sorrindo... É legal quando você sorri sem ser chato. Porque os momentos em que você faz aquele gesto com a mão, me faz não gostar de você. Eu odeio aquele gesto. Mas sabe a sua história não é tão perturbadora quanto a próxima. A próxima história fala de intensidade, fala de dor, fala de perturbar. Mas a sua apesar de tudo, é a mais leve, você só queria se divertir ou obter justiça. Na verdade, você só queria jogar. Eu não te culpo, o jogo é vicioso. Mas quando certo dia, você passou por mim e me deu um bom dia, eu me lembrei do Will legal que eu conheci. Desculpa dizer isso, mas eu te achava legal. Eu não queria, mas você era. Tão legal, que eu cogitei naquele mesmo cinema te dar a chance de ouvir meu lado da história... Bem-vindo a seu podcast Will. Eu queria que você soubesse que eu estava tentando me comunicar com você, mas seu riso de desprezo e o que me falou ontem, me impediram. E aí volta a questão: Até quando você vai ficar sem me recompensar por erros que talvez eu tenha cometido por algum motivo...
Então esse podcast não é sobre o que você fez ou deixou de fazer Will, mas como você fez. O jeito que você fez. Você não sabia, mas eu realmente queria te entender... Algumas pessoas já foram cruéis comigo, então eu entendia porque você era assim... Mas você não queria ser cruel, você só queria ser você mesmo. Eu não quis te prender, mas eu me sentia preso. Até ontem eu pude sentir seu desprezo, mas o que acontecerá hoje, o que aconteceu ontem, o que acontecerá depois, tudo é uma página em branco, mas me recompense antes que eu vá ou pode ser tarde demais... 5 já foram, agora só falta mais alguns.



Uma última tentativa. Eu estava dando a vida uma última tentativa. Como eu disse essa história é perturbadora, tendo em vista que eu realmente não queria que as coisas fossem como foram. Eu apenas queria ser feliz... Eu sei que muitos de vocês pensam, esse é um homem mal. E talvez eu tenha sido.
Mas essa não é a história toda. Vou explicar porque é perturbadora. É perturbadora porque eu me senti traído. Sabe a história que eu guardava engavetada. Uma história de dor, uma história de tristeza. A pessoa desse podcast não fez nada errado, mas ela poderia ter evitado. Voltamos novamente ao meio da história. Da primeira parte pelo menos. , eu sei que não você não quis me causar dor. Mas causou. Quando o seu namorado, que era meu melhor amigo, decidiu que era hora de focar mais em você do que em mim. Quando ele decidiu que deveria literalmente se afastar, você não imagina o que eu senti. Sabe, quando você tem um grupo uma tarefa em grupo. Você espera que durante essa tarefa, você fique com seus amigos nela, certo. Mas o seu namorado me excluiu e você permitiu. Então, não é sobre o que você fez ou deixou de fazer, mas sobre um erro em especifico que você nem se deu conta. Você estava doente, não podia passar por nervosismo, e eu te defendi. Eu não entendi porque eu fiz aquilo, mas eu queria seu bem. Então, eu te protegi. O resultado... uma garota me dizendo um monte de coisas que eu não precisava ouvir. Não depois de todos os meus problemas.
De início eu pensei, porque me magoar com isso. Então, eu tentava me aproximar novamente de vocês, mas vocês não queriam. Eu me afundei em depressão. Foi naquele momento, naquele exato momento, que risadas podiam—se ouvir nos fundos. Eles estavam rindo de mim. Por um momento, nossas conversas , nossos momentos juntos pareciam ser um pouco, fora de casa. Então eu tentei falar com seu namorado. Eu pedi para ele me passar seu número. Mas ele não passou. Ele nunca me respondia, visualizava minhas mensagens e nada. Então eu comecei a pensar que seria melhor vocês nunca terem me conhecido, já que eu causava tanto mal para vocês. Como diria Annj eu era egoísta. Eu era alguém que irritava os outros só pensando em mim, mas será que eu nunca pensei em ninguém. Você sabe que eu realmente te considerava. Relembro-me como se fosse hoje, nossas conversas, suas vindas na minha casa, minhas vindas nas suas. Você era tão legal naquela época, . As vezes sinto saudades. Mas eu não posso fazer nada. Vou te dizer o que há de tão perturbador em tudo isso. Eu fiquei em casa, passei algum tempo assistindo coisas, esperando respostas suas e de seu namorado, mas nenhuma resposta me sobreveio. Então culminou no pior erro da minha vida.



Eu sempre tive fantasias. Algumas eróticas outras apenas de sentir—me compensado pela vida horrível que eu tive. Nisso a Annj tem razão. Eu me fazia de vitima nisso. Minhas maiores fantasias eram com garotos. Jovens ou adultos. Não, não falo de menos de 18 anos, mas nos de 18 anos até uns 40, mas eu tinha. E não era só sobre garotos, era sobre tudo. Eu me imaginava vivenciando minhas próprias histórias, conhecer meus ídolos favoritos. Tirar fotos, ajudá-los com cenas das coisas que eles estudavam. Ser agradado no meu aniversário, para compensar algumas coisas que você vai saber mais adiante..., mas ponha seu dedo na capela. C lado C. A história desse clichê fala sobre algo especifico... Algo que eu fiz. Algo que não me orgulho. Um dia, eu tentei inventar uma história com um filho de uma amiga da minha mãe. Claro eles descobriram. Bom, não era para descobrirem. Na minha cabeça era simples, eu nunca tive bons aniversários, então no natal, quando eu tentei novamente dar uma chance para o mundo, eu tentei realizar uma das minhas fantasias. Eu vou contextualizar a fantasia. O filho da minha amiga um garoto bem bonito, em uma das festas de fim de ano, se aproxima de mim. Ele começa a conversar comigo e nos beijamos. Claro, não para por aí. Mas aí tem uma promessa que fiz há muito tempo atrás... Que eu me entregaria a alguns. Que eu permitiria que me violassem. Ai nessa cena entra alguns garotos, eles me cercam, e eu deixo eles me tocarem. Eles me tocam, mas eu não morro.
Algo acontece. Mas eu morri. Você entende. Sim, esse dia aconteceu. Eu sentia minha aceleração já caído e sem vida. Eles vêm a meu encontro, mas já não tem mais vida. Mas antes que eu morresse, surge alguém. Alguém que me leva a um hospital. Vamos falar sobre você, Jenny. Tudo é sobre você. Eu sinto muito por todo mal que te causei.




Sabe aquela festa de fim de ano. Eu tenho mais coisas a falar sobre ela. Nela havia uma heroína. Uma pessoa que poderia ter me salvado se quisesse. Vamos chama—la de Irmã. Ela é uma pessoa gentil, ela se preocupa com o próximo. Ela está sempre tentando fazer o bem para o outro. Ela é tão boa. E ela é. Eu queria que ela tivesse dimensão de sua bondade. Irmã era o tipo de pessoa que ninguém iria reclamar se ela desse um surto. Ela era religiosa e tinha o direito. Ela era calma e serena. Mas então porque ela está aqui. Porque mesmo tentando, ela não conseguiu me salvar. Porque mesmo tentando ela não conseguiu. Eu estava dando a vida uma última tentativa. Mas era tarde demais. Eu tentei falar com ela, mas eu sabia que não podia. Foi então que encontrei um diário. O diário era de alguém.
Mas o diário não tinha com nem tilintava, mas ainda assim, o encontrei. Eu escrevi nele “Olá “. O diário respondeu. Por um breve momento, acreditei que pudesse ter um amigo novo. Conforme os dias se passavam e eu desabafava com o diário, eu pude ver no diário mais do que eu deveria. Eu vi que pertencia a alguém. Por enquanto vamos deixar isso no secreto. Essa pessoa, que não é a heroína, mas sim alguém que dizia se chamar Tom Riddle, passou dias conversando comigo, até que um dia me senti ser levado para o mundo dele, o que nos leva para o fim da primeira parte da história. A primeira parte são os 13 porquês de , a segunda parte é a narração no ponto de vista de outra pessoa e por fim, um mundo paralelo. Não saia daí, para ver tudo que pode acontecer....



“Você não nasceu para ser usado, nem para ser ousado. Você nasceu para ser feliz.“
“Você já se perguntou alguma vez até onde chegaria para ter o que se quer. Já tentou mudar o passado. Já teve coragem o suficiente para isto. Sente medo. Talvez a morte te assuste... Ou talvez você apenas tenha deixado as coisas fugirem do seu controle. Você tão sem controle, é lindo como de arrogância você passou a ter descontrole. Como aquela pessoa tímida e insegura se tornou explosiva, maldosa. Eu diria até mesmo, calculista e um tanto cínico. Mas você não queria ser, certo. Você só queria ser feliz. Se você quisesse ser amado ainda ia, mas você só queria ser feliz. Feliz! Pena que ninguém nunca tenha percebido isso antes. Estava tão claro que você queria apoio. Que você precisava de apoio e realizar seus próprios desejos. Mas não se preocupe, estou aqui para realizar por você, querido! Eu estive te observando, você realmente tentou ser bom. Mas ninguém deixou. Está escrito no cemitério, jaz ali de 1997 a 2026. Mas será que você está morto, será que tudo acabou. Com um último sorriso, olho para a câmera e sorrio. “
“Eu queria ser um pássaro para saber voar, como as aves que encontram pouso “
—...Falta quanto tempo para chegarmos madrinha — perguntou uma jovem morena, seus cabelos eram negros, era alta e tinha uma roupa diferente.
— Já estamos chegando querida — disse a mulher.

******


“Eu não sei ela, mas eu estou chegando. E estou chegando para mudar tudo.”
— Corta! — diz o diretor — Essa cena foi boa. Mas estamos aqui para gravar a novela “Os 13 Porquês de “o jovem que morreu. Você só vai fazer uma participação, Zellicah.
— Eu sei, mas eu acho que poderia ter um ar de magia a mais nas cenas, não acha diretor — perguntou Zellicah com um leve sorriso.
— Sim, mas você deve focar na sua personagem Zellicah.
— Eu sei que a Ingrith é uma jovem que se apaixona pelo Louis de Jeóv, mas não sei. Para ela sugerir para o que ele admitisse os sentimentos que ele poderia ter pelo personagem do Rafael Cardoso invés dos dele, é confuso. Como ela instiga o próprio amigo a negar seus sentimentos — opinou Zellicah.
— Você pode por sentimentos na Ingrith, Zellicah, afinal cada personagem tem sua essência — diz o diretor — Mas a Ingrith é uma jovem um tanto depressiva também e uma garota divertida, e alegre. Uma garota também um pouco maliciosa e maldosa, devido a criação que teve. Vamos de novo.

******


—...Você se importa se eu trocar algumas ideias do meu personagem com você — pergunta Rafael Cardoso.
— Não — responde Zellicah — Também estou tendo dificuldades com minha personagem!
— Eu acho que o Louis de Jeóv poderia ser mais divertido e menos de dar patadas. Mas eu não sei... Quero que meu personagem tenha uma boa essência.
— Eu entendo completamente — diz Zellicah — A Ingrith também é uma personagem que eu estou trabalhando. É difícil entender ela. Você já sabe quem vai interpretar o — perguntou.
— Cogitaram o Vitor Figueiredo jovem e o Miguel Rômulo adulto — diz Rafael.
— Parece interessante — disse Zellicah.

******




— Mudanças de planos, Zellicah — diz o diretor — Vimos sua atuação e você vai interpretar duas personagens. Como as gravações estão no início, você vai interpretar a Ingrith jovem e a personagem Érica na reta final da gravação da novela.
— Érica é a prima do protagonista certo — perguntou Zellicah.
— Isso mesmo — respondeu o diretor — Acha que consegue fazer os testes.
— Onde vai ser o cenário de gravação — perguntou Zellicah.
— Em São Paulo — respondeu o diretor.

******


—...As suas coisas já estão aqui filha — diz um homem.
— Obrigada pai — diz Zellicah — Eu estou tentando mesmo me adaptar aqui.
— E como foram os testes — pergunta ele.
— Foi bom — disse Zellicah — Difíceis. Mas deu certo.
— Que bom, estou ansioso para assistir, seu primeiro trabalho na TV.
— Eu também — confessa Zellicah.



— Mudanças de planos, Zellicah — diz o diretor — Vimos sua atuação e você vai interpretar duas personagens. Como as gravações estão no início, você vai interpretar a Ingrith jovem e a personagem Érica na reta final da gravação da novela. — Érica é a prima do protagonista certo — perguntou Zellicah. — Isso mesmo — respondeu o diretor — Acha que consegue fazer os testes. — Onde vai ser o cenário de gravação — perguntou Zellicah. — Em São Paulo — respondeu o diretor.
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—...As suas coisas já estão aqui filha — diz um homem. — Obrigada pai — diz Zellicah — Eu estou tentando mesmo me adaptar aqui. — E como foram os testes — pergunta ele. — Foi bom — disse Zellicah — Difíceis. Mas deu certo. — Que bom, estou ansioso para assistir, seu primeiro trabalho na TV. — Eu também — confessa Zellicah.

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—...Zelicah, mudança de planos – diz o autor da novela – Você só interpretará a Ingrith jovem. Escolhi outra atriz para interpretar a Érica.
— Quem autor – perguntou Zelicah.
— O nome dela é Rachel.

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— Gravando! – diz o diretor – Rachel, você pode pôr o que você quiser na sua Érica. O objetivo da personagem é ser original.
— Certo diretor – disse Rachel.

******


Mas antes que possamos continuar as gravações de Rachel, vamos conhecer algumas das fantasias de . Fantasias essas cujo algumas cenas podem ser pesadas e outras não. Levando em conta que ele foi o que mais sofreu. E estas são algumas de suas fantasias...

******


“Ah, isso não é exatamente uma fantasia. É como era para ser e eu vou contar detalhe por detalhe. Imagine um mundo atípico. Um mundo onde vivem dragões, anjos e demônios. Imagine também um mundo onde bruxos existem. Imagine tudo isso juntos em um único mundo. Imaginou. Ótimo. Agora tente imaginar um mundo onde um casal é infeliz. Eles tinham tudo para serem o casal mais feliz do mundo, mas algo não os preservou assim. Vamos chamá—los aqui de Amargo e Melusina. Eles tinham um casamento sólido. Amargo como o próprio nome diz era um homem amargo, mas que fingia ser feliz. A comodidade do lugar onde morava era simplesmente notável. Eles tinham um casamento as aparências. Não era um casamento sadio. Não que Melusina não se dedicasse para tornar a vida de Amargo boa. Mas Amargo tinha um passado tão complexo que ele não conseguia ser feliz. Nem mesmo Melusina conseguia mudar isso. Melusina tentava, mas o marido não se agradava. A única coisa ou ser que podia agradá—lo estava morta. As pessoas tentavam agrada—lo dizendo que não o aguentavam mais, mas isso não o fazia feliz. Então foi naquele momento que algo veio a aquele casal tão improvável.
“As pessoas normalmente só veem o que é importante para elas. “
Amargo.

******


Ali estava ele olhando para os céus observando a paisagem. Era tudo tão bonito, o mundo criado. Ele era perfeito, antes dos próprios homens o destruírem. Mas ali estava aquele homem tentando olhar para o céu e o exterior de sua casa. Sua filhinha tinha dez anos, a pequena Ayla que logo faria 11 anos. A pequena Ayla estava sentada na escada da casa, quando ouviu um barulho e viu uma carta. Era uma carta diferente.
Prezado(a) Srta. Ayla Cassio,
Temos o prazer de informar que você tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Estamos anexando uma lista de todos os livros e equipamentos necessários. O ano letivo começa em 1º de setembro.
Aguardamos sua coruja até o dia 31 de julho, no mais tardar.
Atenciosamente,
A Vice—Diretora (ou o nome do(a) diretor(a) na época) Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
A pequena Ayla não conseguia acreditar, finalmente iria para Hogwarts.
Ela chamou o pai e a mãe e decidiu se preparar para a tão famosa escola de magia e bruxaria de Hogwarts. Após o almoço, os pais a acompanharam rumo ao expresso de Hogwarts. Ela comprou seus materiais no Beco Diagonal e partiu para Hogwarts. Adentrou dentro do trem, quando conheceu seus futuros companheiros de casa Scorpius Malfoy e Alvo Severo Potter.
— Bem vindos a Hogwarts – anunciou o vice diretor Neville Longbottom – Vocês serão selecionados para uma casa, são elas, Grifinória, Corvinal, Lufa Lufa ou Sonserina. Cada casa representa um lar, vocês devem vir no banquinho onde o chapéu seletor está e ele os selecionará para uma das casas.
“Cassio, Ayla “chamou o professor Neville Longbottom e a garota caminhou até o chapéu seletor.
“GRIFINÓRIA“, gritou o chapéu seletor.
A mesa aplaudiu, gritando entre palmas. Ela olhou Scorpius triste por ele ter ido para a Sonserina e ela para a Grifinória, mas se alegrou por Alvo estar na Grifinória como ela. Ayla após o discurso de início de ano letivo se dirigiu para o dormitório de sua casa. Era sua primeira vez em Hogwarts e ela estava nervosa, mas dividiu o dormitório com Rose Weasley. As duas rapidamente ficaram amigas.
No dia seguinte, as duas se juntaram juntamente aos membros de sua casa, a Grifinória onde viu Alvo e acenou para Scorpius. O professor Neville Longbottom veio para entregar os horários.
—... Poções com a Sonserina – disse Ayla enquanto conversava com Alvo.
Juntos os amigos seguiram para a sala de aula onde teriam aulas de Poções.

******


O professor de Poções começou a aula dizendo “Bem vindos, hoje vocês vão produzir o feitiço Wingardium Leviosa, tentem com cuidado “disse ele.
Em seguida ele passou a Poção Winggeld.




Ayla tentava fazer sua poção de forma perfeita. Via Alvo e Rose fazendo e ela mesma não conseguia. Ela continuou se aprofundando na sua poção, tentando fazer a poção perfeita, seguindo à risca e finalmente conseguiu. Sua poção ficou agradável e o professor rendeu pontos para a Grifinória. Tal ato deixou ela e Rose felizes. Depois seguiram para a aula de Transfiguração, onde teriam de fazer os palitos de fósforo se tornarem objetos, ela teve dificuldades, mas finalmente conseguiu. Depois foi a aula de História da Magia.
O primeiro ano de Ayla em Hogwarts fora bom. Ela aprendera a fazer feitiços exemplares. Junto de seus amigos, conseguiu aprender muito durante seu primeiro ano em Hogwarts. No seu segundo ano em Hogwarts, ela também se esforçou, aprendendo ainda mais. Seus estudos se aprofundavam assim como sua amizade com Alvo, Rose e até Scorpius. Os três se tornaram seus melhores amigos. No terceiro ano em Hogwarts, sua vida na escola continuou a ser profunda, ótima as vezes e difícil as vezes. Os professores exigiam muito dela. E assim chegou o terceiro ano em Hogwarts.
Ela e Scorpius tinham que fazer um trabalho duplo juntos de Poções. Era a poção do Amor. Juntos fizeram aquele trabalho. No terceiro ano, a amizade de Alvo Potter e Scorpius Malfoy também foi se tornando cada vez mais forte. No quarto ano, Alvo, Rose e Scorpius viajaram no tempo, quase mudando todo o tempo. No quinto ano, os namoros de todos começaram. Ayla começou a namorar Tiago Sirius Potter. E assim cinco anos tinham se passado... Ayla visitava os pais as vezes, mas a relação não era como antes. Melusina e Amargo não tinham um bom casamento, não brigavam, mas o casamento não era bom. Eles não tinham seus desejos atendidos pelos deuses. Melusina estava sempre cuidando dos comércios da cidade, assuntos burocráticos relacionados a magia, enquanto Amargo estava sempre triste. Se arrumando com camisetas impecáveis, mas sem tirar o ar de nostalgia que ele sentia. Uma frase ressoou no ouvido dele “Você nunca será feliz, pois ninguém te suporta mais“.
Amargo nunca esqueceria aquela frase. Ele começou a ver naquela cidade em que ele morava a cidade do futuro, ou seja, a cidade perfeita para se autodestruir, comemorando em ocasiões especiais, mas sempre superficialmente. Nem mesmo as aventuras da pequena Ayla o animava. Mas ele fingia que animava, pois a pequena Ayla não tinha culpa de nada.
Nesse, nesse beat it laun, daun daun
Aqui nesse mundinho fechado ela é incrível Com seu vestidinho preto indefectível Eu detesto o jeito dela, mas pensando bem Ela fecha com meus sonhos como ninguém, uh
Beat it laun, daun daun
Beat it laun, daun daun
Conhece a ti mesmo que eu me conheço bem Sou um qualquer vulgar, bem, às vezes me esqueço E finjo que não finjo, ao ignorar eu sei Que ela me domina no primeiro olhar, uh
Eu quero te provar, sem medo e sem amor Oh, quero te provar
Por quê, porque ela derrama um banquete, um palacete Um anjo de vestido, uma libido do cacete Ela é tão, tão vistosa que talvez seja mentira Quem dera minha cara fosse de sucupira
Conhece a ti mesmo que eu me conheço bem Sou um qualquer vulgar, bem, às vezes me esqueço E finjo que não finjo, ao ignorar eu sei Que ela me domina no primeiro olhar, uh
Beat it laun, daun daun
Beat it laun, daun daun

—...Sabe, eu tenho pensado, você tem andado quieto demais nesses últimos dias – disse Melusina com cautela para o marido – Está tudo bem – perguntou.
— Tudo sim – Amargo respondeu de forma mecânica.
— Está bem, mas se algo estiver te incomodando, sabe que pode me falar, entramos nisso juntos – diz Melusina.
— Eu sei – respondeu Amargo forçando um sorriso.

******


“Oh, se as pessoas soubessem o verdadeiro valor das palavras “
Ali está você Amargo. Sentado em um canto qualquer da sua casa, lembrando da sua triste vida, nada mais te alegra. Você prefere se isolar. Você prefere fingir que a vida é normal. Que tudo que tem acontecido é normal. Que tudo bem, anjos e demônios virem a terra e fazerem o caos, moldando não apenas o mundo humano mas o mundo bruxo também. Sim, todo o mundo estava abalado. Pessoas eram mortas e a destruição vinha. O mundo clamava por justiça, o mundo clamava por paz, mas as pessoas só faziam mal um para o outro. Nem suas fantasias podiam ser realizadas, já que ninguém te suportava mais. E foi assim que você se viu no fundo do poço. Mas você não se preocupou em estar no fundo poço. O poço era fundo, mas não era solitário. Tinha uma companhia que você não tinha há muito tempo. A única pessoa que você amara e que te amou. Sim, mas antes que você se permitisse afundar nesse poço, os deuses decidiram que era hora de intervir. Te avistaram um dia andando dentre as pessoas que estavam rodeando pelo mundo. O mundo agora infestado por demônios, te acolheu. Mas os deuses mandaram três anjos: Rafael, Gabriel e Miguel para te fazerem acordar:
—...Com licença, sabe nos dizer onde estamos – perguntou Miguel.
— Quem são vocês – perguntou Amargo em seu tom melancólico, mas melodioso.
— Somos de terra distante – disse Gabriel – Viemos para conhecer seu mundo.
— Meu mundo – Amargo riu – Eu não tenho um mundo.
— Como não – perguntou Rafael.
— Meu mundo foi destruído há muitos anos... – responde Amargo.
— Por quem – pergunta Gabriel preocupado.
— Não importa... – diz Amargo friamente – Vocês parecem perdidos. Podem se abrigar na minha casa se quiserem.
— Seria uma grande ajuda – diz Rafael com gratidão.
Amargo os guiou para sua casa. A casa era grande, um casarão. Havia um retrato de três crianças olhando para o nada. Um menino de camisa verde, outro de amarelo e uma menina de roupa rosa e com chupeta. A casa era grande, mas Amargo só fazia questão de olhar para o retrato. Os anjos também olharam o retrato como se tentassem entender a vida daquele casal.
— Eles são profetas – perguntou Melusina – Parecem anjos!
— Somos anjos – disse Miguel.
— Anjos não existem – disse Amargo rindo amargamente.
— Eles existem – diz Melusina – Por favor, entrem! Eu e meu marido vamos fazer algo para vocês comerem.
— Está bem – concorda Amargo friamente.



“ Porque você me deixou. Eu tentei manter a palavra, mas ninguém deixou “
—...O que você está preparando – perguntou um dos anjos para Amargo.
— Uma receita que aprendi com meu pai. – diz Amargo.
— Parece uma boa receita – disse o anjo.
Amargo apenas continuou a fazer a receita e quando terminou serviu todos.

******


—...Vocês podem nos ajudar em nossa missão – perguntaram os anjos a Amargo e sua família assim que terminaram o desjejum.
Amargo e Melusina se entreolharam.
— Há algo que não estão nos contando – perguntou Miguel.
— Sim, há – diz Melusina vendo o olhar preocupado de Amargo – Amargo, temos que contar a eles.
— NÃO! – gritou Amargo – VoCê prometeu nunca mais tocar nesse assunto. Você jurou.
— Eu sei querido, mas... – começou Melusina, mas parou ao ver o olhar de fúria do marido.
— Amargo... – Melusina tentou pronunciar, mas suas palavras ficaram entrecortadas.
Mas o homem saiu.

******


— CORTA! – disse o diretor – Muito bem, Zellicah, você está se saindo muito bem como Ingrith. Vocês todos estão. Agora é sua vez, Rachel.
— Antes eu tenho uma duvida diretor – diz Rachel – Como era a vida de . Como ele era e porque ele morreu. Preciso entender para compor minha personagem.
era um jovem sofrido. Um jovem que nunca teve momentos muito bons. Ele tinha toda a chance para ser feliz, mas não quis ser. A vida é feita de escolhas, e ele escolheu guardar sua felicidade e se dedicar a quem não o entendia. Ele aprendeu que a felicidade era provisória e enganosa e alguém como ele nunca podia ser feliz.
— Mas e minha personagem a Érica – perguntou Rachel.
— Érica é a prima de . A pessoa que mais admirava. Ela dividiu sua infância com ele. Na infância Érica será representada por Lorena Queiroz. As cenas da Lorena já estão gravadas. Mas a Érica é uma jovem carismática e divertida. Mas também carrega alguns traumas. Seus pais vivem brigando, a mãe trai o pai e ela sente a dúvida entre seguir o pai e tentar entende—lo ou a mãe, uma mulher forte e de fé, mas que infelizmente cometeu o erro da traição.
— Ela tem algum vinculo forte com o – pergunta Rachel tentando entender a complexidade da personagem.
— Sim, ela começa amiga do , mas depois eles se distanciam. Ela passa a evitar o , fazendo de tudo para se manter distante. Ela não faz por mal, mas ela acredita que o primo era fraco. Ela também acaba mudando um pouco, sendo mais segura e até mesmo encontrando amizades novas. Um desses amigos é o personagem Natan, que ainda não foi escolhido quem será o ator. – diz o diretor.
— Parece interessante – diz Rachel.
— Agora comecem a gravar! – diz o diretor.

******


GRAVAÇÃO
CLIMA ESPECIAL,
PARTE ÉRICA
—...Oi, sim sou eu – diz Erica respondendo a mensagem do primo com quem não falava a tempos.
— Eu queria pedir uma opinião – diz – Que roupa você acha que eu deveria escolher, é para uma festa de Haloween – escreve ele.
— Eu não sei, mas quando você tiver sua fantasia pronta me mostra – escreve ela com um sorriso.
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— Estava falando com ele de novo – perguntou Penechos a Érica.
— Ele é legal – disse Érica – É fraco, mas é legal.
— Ele ficou do lado do nosso pai, Érica – disse Penechos.
— E se ele não tiver tido opções Penechos, e se a mãe dele o tiver manipulado – perguntou Érica.
— Todos tem uma escolha – garante Penechos.
— Você teve – perguntou ela – Você nunca gostou dele.
— Ele só... – Penechos tentou falar, mas parou por um momento.

******


—..Vamos lá, pessoal! Abram espaço para Érica – Erica ri enquanto tenta fazer graça na aula de Educação Fisica.
— Isso aí Érica, mostra quem tem talento nas aulas de Educação Fisica – diz Nathan animado.
— Isso amiga – diz outra.

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—...Mãe, porque você e o pai se separaram – perguntou Erica certa vez.
— Ah, minha filha – começou a mãe. – Seu pai nem sempre foi o homem dos sonhos, as vezes ele me tratava mal.
— Eu compreendo – disse Erica com uma maturidade, que não alcança os olhos da mãe.




— Ficou linda sua fantasia – diz Erica para o primo – Adorei!
Era uma fantasia de Haloween e realmente tinha ficado bonito nela.
Enquanto Erica vivia seus problemas, tentava se divertir. Mas a vida é um carma, e ele não conseguiu. Quem poderia fazê—lo feliz, não estava mais ali. Ele presenciou coisas que não queria presenciar. Então um dia ele e Erica tiveram um embate. Era um embate que não quis que acontecesse, mas que magoaria Érica profundamente. Erica leu a mensagem de falando da morte de seu pai. Lágrimas caíram nos olhos de Érica, tristeza estampada pela morte do pai que ela teve que se distanciar. Então ouviu um áudio da mãe de . Era um áudio que a mãe de botou tudo para fora. Tudo o que Erica e a família supostamente fez para o tio de . Erica sentiu as lágrimas descerem, chorando copiosamente enquanto a mãe de Erica se irritava com o áudio sem precisão da mãe de . Chegaram no enterro e ali notaram que não eram bem vindos, mas os recebera bem. Ele os abraçou e desejou que eles ficassem bem. Foi o ato mais forte dele, já que a mãe e toda família estavam culpando Érica e Penechos. Desde então, porém Erica nunca mais respondeu . Ele mandava mensagem começando a tentar falar com ela e ela não respondia. Eles começaram a parar de se falar, até que um dia, decidiu lhe mandar uma mensagem nova. Ela não se preocupou o suficiente. Tinha trabalho. E então se foi.

******


COSME, 2025,
—...Oi, você precisa de ajuda – perguntou uma jovem. Ela tinha uma blusa azul ou bege e era alta. Ela parecia incrivelmente bonita e tinha uma risada ou sorriso que encantava todos a sua volta, menos o jovem.
— Talvez – respondeu o jovem timidamente.
— Eu sou Melusina – ela estendeu a mão para ele.
— Amargo – ele retribuiu o aperto de mão.

******


A cidade reluzia. As portas da pitoresca cidade eram lindas. As pessoas que ali viviam se davam a festas, diversão, alegria, casamento. Para Amargo tudo aquilo era em vão. Nada poderia fazê—lo feliz. Era como se uma nuvem preta o atingisse. Quem podia não fez. E os outros, bem, eles reproduziram o que outros já diziam para Amargo. Era como se nada pudesse fazê—lo feliz e aquela cidade só reproduzia isso ainda mais. Mas ainda assim Melusina o abrigou na cidade. Ela parecia diferente das outras mulheres. Ela tinha uma aura forte.
— Vem, vou te tirar daqui – promete Melusina.
Melusina levou Amargo para longe, para a sua casa na grande e fortificada cidade. Ali ele poderia recomeçar...

******


“As garotas são legais, mas os garotos, as vezes eles podem ser cruéis “
—...Vamos, ele quer te conhecer – chamou uma das amigas de .
— Acredite, ele não quer – diz delicadamente.
— Vamos! – a amiga puxou arrastando—o – Gente, esse é o .
O garoto de camisa preta o olhou com desdém.
— Eu não quero falar com ele, ele é estranho – disse o garoto que se chamava Eduardo.

******


COSME,
E havia um festival naqueles dias e o homem dali tentou se divertir...



“O Festival era o melhor jeito de começar o ano. Era um festival onde as pessoas poderiam se divertir assistir peças teatrais mesmo em meios tão caóticos. E para Amargo aquele festival era mais do que um festival. Sua Ayla estava no sétimo ano em Hogwarts. Melusina e ele estavam casados, mas o casamento já não era mais o mesmo. E foi assim, que Ayla apresentou seu namorado Scorpius Malfoy a sua família. Apesar do choque Amargo ficou feliz. Mas a lembrança lhe lembrava algo.
Era 6 de outubro. O dia do seu aniversario. O dia que era para ser especial enquanto todos os outros não o foram. Ele estava concentrado na maldição que estava prestes a lançar. Ela tinha que dar certo. Mesmo relutante, com lágrimas nos olhos ele olhou a foto. Era do pai. A pessoa que ele mais amava. Mas ele tinha que seguir o conselho de sua mentora. A maldição estava caminhando. Estava caminhando para o nível certo. A maldição só precisava dar certo. A dor de perder o pai era grande, mas ao menos aquela maldição para ele que já estava todo machucado tinha que dar certo. O céu tremeu e a maldição foi lançada. Tudo ficou escuro.
— Oi! Sou a Melusina, você parece perdido!

******


TEMPOS DEPOIS....
—...Onde você estava “ perguntou Melusina.
—...Eu estava ocupado. Você sabe as coisas da cidade! – diz Amargo.
— Você sempre anda ocupado – diz Melusina – Eu não sei como mas aquele dia que passamos a noite juntos algumas semanas atrás acho que gerou frutos, estou esperando mais um filho.
— Isso é uma ótima noticia Melusina – diz Amargo que mesmo feliz, tinha um certo incomodo, o tema para ele era sensível.
“ O que aconteceu exatamente para que você fosse tão carrancudo – Gabriel o arcanjo da anunciação perguntou.
— Carrancudo como assim – pergunta Amargo.
— Eu vejo. – diz Gabriel.
— Você não pode ver o que não existe – diz Amargo.
— Essa dor, eu já vi antes – diz Gabriel.

******


E houve um festival naqueles dias e Amargo se divertiu com as pessoas da cidade, ou melhor, com as pessoas do festival. Assistiram a uma peça e para Amargo foi um bom festival, mas não tirava sua hesitação.
E aconteceu que naqueles dias, Melusina deu a luz uma menina e a chamou de Platina.
—...Então, esse é o limbo – perguntou .
— É onde você escolhe onde viver. Você tem a chance de viver mais algumas vidas até encontrar seu final feliz.
— Mas eu sofri muito – diz .
— Eu sei , mas cada vida é uma chance de recomeçar – diz um homem velho com barba branca, óculos de meia lua. – Aqui é a chance de você recomeçar e ter seu final feliz, você deve usa—lo com sabedoria.
— Como vou saber que vou ser realmente feliz.
— Você terá quatro chances. Em cada uma dessas quatro vidas. Então aproveite!
— Diretor Dumbledore, o que devo fazer – perguntou .
— Siga a estação – diz Dumbledore – A resposta está adiante e no fim voltaremos a nos encontrar. A propósito, doces com gosto de pomadas realmente são interessantes.

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270 A.C,
Mitrídates clamava descendência de um dos sete persas que haviam matado o Magus, e cuja família havia preservado o reino do Ponto dado a eles por Dario.[5]
Mitrídates era filho de Ariobarzanes, e tornou—se rei ainda menor, quando seu pai morreu.[6] Seu pai estava em guerra com os gauleses, e este trataram Mitrídates com desprezo, e devastaram seu reino.[6]
A cidade de Heracleia Pôntica enviou ajuda de alimento para o Reino do Ponto, e os gauleses, que já haviam lutado antes contra Heracleia, atacaram de novo, até que os seus habitantes pagaram 5.000 peças de ouro aos gauleses, e 200 peças para cada líder. E é aqui que começa a história de Laodeia.



“Você não nasceu para ser usado, nem para ser ousado. Você nasceu para ser feliz.”
“Você já se perguntou alguma vez até onde chegaria para ter o que se quer. Já tentou mudar o passado. Já teve coragem o suficiente para isto. Sente medo. Talvez a morte te assuste... Ou talvez você apenas tenha deixado as coisas fugirem do seu controle. Você tão sem controle, é lindo como de arrogância você passou a ter descontrole. Como aquela pessoa tímida e insegura se tornou explosiva, maldosa. Eu diria até mesmo, calculista e um tanto cínico. Mas você não queria ser, certo. Você só queria ser feliz. Se você quisesse ser amado ainda ia, mas você só queria ser feliz. Feliz! Pena que ninguém nunca tenha percebido isso antes. Estava tão claro que você queria apoio. Que você precisava de apoio e realizar seus próprios desejos. Mas não se preocupe, estou aqui para realizar por você, querido! Eu estive te observando, você realmente tentou ser bom. Mas ninguém deixou.” Está escrito no cemitério, jaz ali de 1997 a 2026. Mas será que você está morto, será que tudo acabou. Com um último sorriso, olho para a câmera e sorrio. “Eu queria ser um pássaro para saber voar, como as aves que encontram pouso “

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A garota observava o lugar onde estava. Pensativa, murmurou como seria se tudo tivesse sido diferente. Se ele não tivesse morrido. O frio do local como um vento uivante pairava sobre seus cabelos, mostrando que Deus ouvia sua prece.

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JUVENTUDE DE
Porque, porque sua vida tinha de ser assim, porque Eduardo o desprezara tanto. nunca quis ter amigos, na verdade ele era o tipo de criança que afastava as pessoas. O coitado era tão tímido e vergonhoso, que só de imaginar ser o centro das atenções embora o atraísse, também o fazia pensar em como ele não queria essa atenção. Ele só queria sobreviver a oitava série. Mas havia um garoto... Eduardo. realmente gostava dele. via em Eduardo um jovem não somente bonito, porque sim, ele era atraente. Ele também via nele um jovem com um bom sorriso, e quem sabe, como alguém que tratava bem seus amigos e sua namorada. Era a oitava série. jamais podia imaginar o que aconteceria...

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—...Eu não sou ela. Eu não sei o que está acontecendo. Eu juro que não fiz as pichações — disse .
— Mas nós vimos, as paredes do grupo estavam todas pichadas, assuma sua culpa — disse alguém.
— Tudo bem, é culpa minha — concordou .
A culpa precisava ser de . Então era. Tudo havia começado, com defendendo um amigo. Ele não sabia que aquilo fizesse com que ativasse na pessoa responsável a resposta para uma caça de vingança. Tudo por um mal entendido. Uma defesa causou o caos. então teve de assumir a culpa. Depois todos esqueceram a culpa, mas ele não. Nem ele, nem uma garota que sabia de tudo mas prometeu nunca contar a ninguém. A vida na família de não era a melhor possível. Se na escola as coisas não iam bem, em casa não podia ser pior. O avô tentando resignar seus pais. Sua mãe sofrendo e seu pai acumulando tristezas.
Mal sabia que aquilo culminaria mais para frente na morte de seu pai. E é assim que tentava também ter uma boa amizade com a prima Érica. Ele de alguma forma se identificava com ela, o jeito divertido dela. O jeito alegre e sempre espontânea e convidativa, era para ele importante. Mas a situação familiar era tensa. Foi nesse momento, que a tia de , que aqui é preciso atenção, pois ela atende por dois nomes: Ela começou a fazer com que tivesse que limpar a casa, fazendo ter que trabalhar desde cedo, sem poder aproveitar a infância. Ele não se importava com isso, mas sua adolescência foi completamente diferente dos outros garotos. Foi ali que conheceu Courtney.
Ela era uma garota que parecia legal. Ele gostava quando Courtney falava com ele. Ele sempre achou que Courtney fosse um garoto, mas não, Courtney era a melhor amiga que ele poderia ter. As vezes era repressiva, por fazer piadas um tanto homofóbicas, mas ela era uma boa amiga. A única que ele tinha. Tudo parecia bem, mas não estava. Depois foi a vez de Cassidy. Cassidy era uma garota doce e amável, mas que possuía um lado diferente. Cassidy infelizmente tentou de tudo para ser uma boa amiga para , mas ela não entendia as nuances de como ele se sentia a respeito de Jenny, que tentava controlar ele e suas amigas. E assim, foram acontecendo as coisas...
Quando cresceu, foi para a faculdade, foi ali que conheceu e . Os dois se tornaram seus amigos, primeiro e depois. Mas a partir do momento que e começaram a namorar, ele foi esquecido. E isso resultou em sua dor... E foi ali naquele momento que Malfoy apareceu. A sua reação com Malfoy era perfeita, ele o entendia. Mas infelizmente, não era para ser...



— Ótimo! Vocês estão gravando a novela perfeitamente! A forma como vocês estão se saindo atuando, está sendo muito bem desenvolvida — disse o diretor.
— Obrigada diretor — agradeceram Érica e Rachel.
— Agora é hora de vocês todos terem um recesso e descansarem.
Érica assentiu. Ela foi para sua casa. Sua casa era no interior de São Paulo. Viu a mãe e o irmão orgulhosos dela por seu talento nato em compor seu personagem e sorriu.
— Estamos orgulhosos de você — disse a mãe dela.
— Obrigada mãe — agradeceu Érica.
— Você arrasou — disse o irmão.
Érica foi descansar um pouco.

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Rachel não sabia o que pensar. Gravar aquelas cenas todas havia sido difícil demais para ela. Ainda mais se tratando do irmão que ela nunca soubera que teve. Ela sorriu tristemente. Mas estava decidida a tentar esquecer. A dor ainda estava lá, mas ao menos ela se sentia bem porque sua história honrou seu irmão, ou a memória dele. Ela finalmente estava livre para também tentar ter seu final feliz.

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Ingrith também estava procurando seu final feliz, mas será que ela podia obter.

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— Então foi assim que aconteceu — perguntou surpreso.
— Sim, cada um teve uma história. Seu destino ou final feliz. Ou não. Alguns tentaram ter seu final feliz, mas a situação na terra diz que eles devem ter novas vidas, até que se redimam completamente. Nem todos tiveram seu final feliz, alguns tiveram que evoluir.
— E eu — perguntou — Vou ter meu final feliz — perguntou ele.
— Talvez — disse a voz divina — Mas para você ter seu final feliz, precisa se libertar e só existe uma forma — disse a voz divina.
— Qual — perguntou .

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Cinderela era filha de um comerciante rico.[1] Depois que seu pai morreu, sua madrasta tomou conta da casa que era de Cinderela. Cinderela então, passou a viver com sua madrasta malvada, junto de suas duas filhas que tinham inveja da beleza de Cinderela e transformaram—na em uma serviçal. Ela tinha de fazer todos os serviços domésticos e ainda era alvo de deboches e malvadezas.[1] Seu refúgio era o quarto no sótão da sua própria casa e seus únicos amigos. Um belo dia, é anunciado que o Rei realizará um baile para que o príncipe escolha sua esposa dentre todas as moças do reino.[1] No convite, distribuído a todos os cidadãos, havia o aviso de que todas as moças deveriam comparecer ao Baile promovido pelo Rei.[1]
A madrasta de Cinderela sabia que ela era a mais bonita da região, então disse que ela não poderia ir porque não tinha um vestido apropriado para a ocasião. Cinderela, então, costurou um vestido com a ajuda de seus amigos da floresta. Mas seria essa a história de Cinderela...

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—...Até quando vai agir assim, não vê que não tem uma boa qualidade para um dia se casar — perguntou o pai de Cinderelo para ele — Mas eu tenho um presente para você.
— 100 reais vô — diz Cinderelo feliz — Vai dar para...
— Nem pensar — disse a madrasta dele — O dinheiro é meu.

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— Droga, nada para mim dá certo, será que eu nunca vou ter descanso. Ou felicidade, porque minhas meia—irmãs tem um final feliz e eu não tenho. Porque elas vão a bailes e eu não vou. Não é justo!
— Tenho certeza disso queridinha — disse um ser gutural aparecendo na frente de Cinderelo fazendo uma reverência — Rumplestilsken a seu dispor.
— Como no conto de fadas — perguntou Cinderelo — Eu sou .
— Um nome inusitado — diz Rumplestilsken — O que você acha de fazer um acordo comigo, querido.
— Que acordo — perguntou o jovem curioso.
— O acordo é, eu te ajudo e você vai fazer algo por mim — diz ele.
— O que seria esse algo — perguntou .
— Hahaha, é algo divertido, não se preocupe — diz Rumplestilsken — Mas antes vamos te dar um belo smoking par o baile.
— Eu não tenho
Rumpletilsken logo faz com que uma roupa perfeita apareça para .



— Droga, nada para mim dá certo, será que eu nunca vou ter descanso. Ou felicidade, porque minhas meia—irmãs tem um final feliz e eu não tenho. Porque elas vão a bailes e eu não vou. Não é justo!
— Tenho certeza disso queridinha — disse um ser gutural aparecendo na frente de Cinderelo fazendo uma reverência — Rumplestilsken a seu dispor.
— Como no conto de fadas — perguntou Cinderelo — Eu sou .
— Um nome inusitado — diz Rumplestilsken — O que você acha de fazer um acordo comigo, querido.
— Que acordo — perguntou o jovem curioso.
— O acordo é, eu te ajudo e você vai fazer algo por mim — diz ele.
— O que seria esse algo — perguntou .
— Hahaha, é algo divertido, não se preocupe — diz Rumplestilsken — Mas antes vamos te dar um belo smoking par o baile.
— Eu não tenho
Rumpletilsken logo faz com que uma roupa perfeita apareça para .

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—...Quem é você e o que faz na minha terra — perguntou Peter Pan ao jovem que via a sua frente.
— Vim apenas conversar — disse .
— Sobre o que seria essa conversa — perguntou Peter Pan.
— Sobre o seu final feliz.

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—...Não me faça entregar—lhe esse bebê, por favor — pede com um bebê nos braços.
— Esse bebê é o preço. Dê me ele e está livre para ter seu final feliz.
— Eu não posso — disse — O bebê é meu.
— Se insiste — disse Rumplestilskin com um sorriso maldoso nos lábios.

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2021, UNIVERSO ALÉM DO INFINITO
—...Tury, para com isso, porque você está sendo tão grudento comigo — pergunta Manu Maia.
— Eu só estou tentando te agradar — disse ele mostrando a câmera — Fazia parte do desafio. Te agradar durante 24 horas.
— Bobo! — diz Manu sorrindo.
— Um bobo que você gosta — diz Tury com um sorriso.
Os dois sorriem um para o outro.

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— E com vocês mais um vlog das irmãs Maia — disse Milena com um sorriso — Eu a Manu estamos indo comprar nossos materiais para o nosso ano letivo de 2021.
— Isso — disse Manu sorrindo.
Elas começaram a mostrar os seus vlogs juntas e por incrível que pareça conseguiram ganhar um bom publico. O sucesso das irmãs Maia nas redes sociais era evidente...A amizade com Gabriel Rezende naquela época também era inicial na época. Os três passam tempos divertidos juntos. A escola era um lugar onde elas se divertiam e aproveitavam a infância... Os dias começavam a se passar e a história de Manu Maia com Henrique Tury parecia atingir uma proporção grande, com um início. Os dois começaram a conversar, participar dos vídeos um do outro. Entre trolagens e diversões, os dois tinham um bom engajamento. Eles sempre festejavam em seu vídeos ou em momentos tensos, mas sempre estavam ali um para os outros. Milena é claro também bombava tendo um namorado. Mas em meio a isso, havia trolagens de Tury que deixava Manu meio chateada, mas no fim eles sempre se entendiam. Henrique e Manu eram o casal perfeito e ninguém negava isso. Nem mesmo eles.




Henrique Tury e Manu Maia sempre festejavam em seu vídeos ou em momentos tensos, mas sempre estavam ali um para os outros. Milena é claro também bombava tendo um namorado. Mas em meio a isso, havia trolagens de Tury que deixava Manu meio chateada, mas no fim eles sempre se entendiam. Henrique e Manu eram o casal perfeito e ninguém negava isso. Nem mesmo eles. Os dois se conectavam de uma forma que ninguém se conectava. Os dois quando tinham problemas sempre recorriam um ao outro.
Tury e Manu estavam começando a namorar. Era normal ver os dois trocando beijos. Ou até mesmo se divertindo jogando. Henrique tinha um irmãozinho pequeno Arthur, a quem amava. Não havia nada melhor do que a família para ele. Ele se divertia em jogar com os amigos. Ele também postava vlogs importantes como sua família, seu irmãozinho e como sua mãe era uma mulher forte. Também mostrava seus momentos com Manu e seus vlogs sobre trolagens e materiais escolares. Ele também tinha uma bíblia, não a usava muito, mas adorava ler alguns versículos as vezes. E é aqui que começa... Tury e Manu começaram a namorar em 2021. Era um bom namoro, um namoro que dera certo. Eles eram ótimos juntos.
— Você é o melhor namorado do mundo — disse Manu certa vez ao ver uma surpresa de Tury para ela no seu aniversário.

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Enquanto isso, Milena também tinha um namoro com seu namorado. E assim após algum tempo, Tury começou a ter fé em Deus... Ele ia a igreja. O fim dele com Manu Maia não fica claro, já que a torcida da autora é que eles sejam felizes juntos ao menos na história.




É ali que tudo começa... Os vídeos de Manu Maia e Henrique Tury motivaram a muitos... Muitos eram fãs deles. Eles tinham grandes fãs e sempre respondiam as perguntas dos fãs. Até que Tury começou a se tornar mais religioso. Sua fé se tornou um exemplo... Tury ficou famoso como o garoto que teve sua vida transformada por Deus, o garoto que gostava de jogar futebol e fazer vlogs com a namorada Manu Maia agora estava fazendo sucesso como um jovem que buscava a Deus e através de suas lives no instagram ganhava sucesso. Ele tem um testemunho firme sobre a fé. Na teoria da autora, ele poderia ter um final feliz com Manu Maia. Mas como nem sempre o destino é certo, ela pode ter arranjado outro namorado e ser feliz. E ele também. Milena também encontrou a felicidade. Mas e , o que aconteceu com ele... E Rachel... E Érica, será que ela também teve um final feliz...
O TEMPO INFINITO, ALGUM LUGAR DO MUNDO,
—...Porque ainda estou aqui? — perguntou .
— Tudo terminou bem... Você nunca se perguntou qual era seu final feliz...
— Não posso ter um final feliz, finais felizes não existem.
— Para alguns, mas para você existe um.
— Qual? — perguntou .
— Primeiro você precisa entender que suas histórias geram escolhas e finais podem ser mudados.

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E assim, caminhava para seu final.






Continua...


Nota da autora: Continua... após meu recesso de natal e ano novo. Eu passei semanas escrevendo a terceira parte, então agora começa meu recesso de natal e ano novo de 2 de janeiro de 2026 a 24 de janeiro.

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