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Revisada por: Saturno 🪐

Última Atualização: 25/06/2026



Foco.
Era o que eu precisava naquele dia. Aquela seria a maior partida da carreira do meu irmão, e eu não podia simplesmente me desconcentrar a todo momento porque seu melhor amigo, e colega de time, estava ali.
Que tipo de irmã eu seria?
Por outro lado, Theros sabia exatamente o tipo que eu era.
O lance todo ainda não tinha começado, então talvez ele nem fosse se dar exatamente conta de onde eu estava. Que eu torcia para eles sempre não era segredo algum. Eu ali, de corpo presente ou não, sempre torcia por Theros.
Afinal, é assim que funciona com gêmeos, inseparáveis, não importando a distância.
E eu apostava que ele também estava com os pensamentos em outro lugar, ou alguém. Nada menos que Nyra , sua recém esposa. A mulher era simplesmente maravilhosa, e eu jamais o julgaria. Também gostaria de ter umas aventuras com ela se não tivesse se casado com o meu irmão e meu interesse não fosse o cara parado ao lado de Theros, alguns metros antes do vestiário.
prendia minha atenção como ninguém, e eu não fazia questão alguma de disfarçar. Desde o nosso beijo inesperado na festa de aniversário do meu gêmeo, alguns meses atrás, ele parecia sempre tentar fugir de mim.
Felizmente, essa noite eu não deixaria isso acontecer.
Como a maior torcedora do futuro time campeão da noite, me senti no direito de estar ali nos bastidores. Conferi o relógio que nos mostrava que ainda tínhamos alguns minutos antes do início da partida e saí em direção ao corredor, onde continuava parado, conversando com outro colega de time.
O sobretudo que eu usava era a melhor e pior ideia que havia tido naquela noite, mas valeria a pena.
Em segundos, arrastei meu corpo entre as poucas pessoas presentes naquela área, com pedidos de desculpas nada sinceros, para então encontrar os dois.
— Oi, lindinhos. — Sorri enviesado e notei o nervosismo de Joseph. Ele até era bonitinho, mas não como .
Me enfiei entre os dois, então olhei de soslaio para ver como reagiria. Ele imediatamente engoliu em seco e pareceu tentar se segurar para não me encarar, porém falhou miseravelmente, porque, dois segundos depois, seus olhos estavam cravados em mim.
— Hey, . — Abriu um pequeno sorriso.
O encarei por alguns instantes, então me preparei para incorporar o meu melhor lado atriz.
— Eu… Eu não estou me sentindo muito bem, Elliottt… — murmurei baixinho e fingi estar meio zonza.
Não era de um todo mentira, pois fazia calor do caralho, que levava minha pressão lá embaixo.
Ele imediatamente franziu o cenho e se aproximou um pouco mais.
— Como assim? O que você está sentindo? — Passeou seus olhos pelo meu rosto e um tom de preocupação surgiu ali.
Eu deveria me sentir uma vadia completa, mas nem me importei e segui com meu plano.
— Eu acho que minha pressão caiu, tenho certeza de que vou desmaiar. — O encarei nos olhos, então me segurei nele, que não hesitou em passar o braço em volta da minha cintura.
Joseph olhou de um para o outro em completo pânico, porque eles logo entrariam em campo e claramente ele não sabia o que fazer. Sinceramente? Eu nem estava surpresa por isso. Joe sempre teve uma cara de pateta.
Elliottt, por outro lado, pareceu ter esquecido completamente da partida e levou a outra mão até meu rosto, numa tentativa de medir minha temperatura, ou algo do tipo, então sacudiu a cabeça em negação.
— Merda, vamos sair daqui então. Tá calor feito o inferno — resmungou. — Consegue andar?
Eu não podia negar, ele era um fofo.
— Eu acho que sozinha não consigo. Não sei como cheguei até aqui. — Deixei minhas pernas falharem e me agarrei ainda mais naqueles músculos deliciosos.
— Tudo bem. Eu te ajudo. — Me segurou com mais firmeza, então me conduziu pelo corredor. O vi murmurar alguma coisa para Joseph, que assentiu rapidamente e falou algo sobre a partida, que dispensou com um gesto rápido.
Com alguma dificuldade, conseguimos avançar pelo corredor, e Elliottt olhou para os lados, à procura de algum lugar onde pudéssemos ir, e acabou por encontrar um dos vestiários vazio.
Entramos lá com ele praticamente me carregando até um sofá, então me colocou ali com cuidado.
— Senta aí que eu pego uma água pra você. — Encarou meu rosto mais uma vez, antes de se levantar e correr para fechar a porta e pegar um copo d’água.
Coitadinho, ele realmente estava preocupado.
— Eu acho que se eu tirar esse casaco, vai ajudar também… — Então me levantei e comecei a abrir os botões, sem tirar os olhos dele.
Com certeza não seria eu a desmaiar ali.
Seus olhos desceram até meu colo, acompanharam o que eu fazia e, quando notaram uma parte do sutiã aparecer, se arregalaram em surpresa.
… — Engoliu em seco.
Mantive meu olhar fixo nele, então me endireitei no sofá e me levantei para caminhar lentamente em sua direção.
Meu corpo realmente pegava fogo, mas não porque eu passava mal. Na verdade, ele sempre ficava assim quando estava por perto.
— Surpreendentemente, me sinto melhor… — sussurrei, enquanto deixava o sobretudo cair no chão. — Acho que só precisava de um pouco de ar. — Estalei a língua e sorri perversa.
Ele parecia paralisado onde estava e seu olhar desceu por toda a extensão do meu corpo, se fixou primeiro nos meus peitos e depois na calcinha, a única que eu usava além do sobretudo.
— Filha da puta… — Umedecendo os lábios e voltou a encarar meu rosto com uma expressão atordoada. — Eu realmente fiquei preocupado, . — Seu tom de voz rouco denunciava que no fundo não achava aquilo nada ruim.
Tombei a cabeça de leve e sorri ao escutar suas palavras. Sem tirar meus olhos dos seus, peguei sua mão. Ela estava quente de um jeito que me fez soltar um suspiro mais parecido um gemido.
— Você ficou, gatinho? — Fiz um biquinho e encostei minha boca na sua. Rocei nossos lábios e puxei sua mão para o meio das minhas pernas. Queria que ele sentisse o quanto escorria por ele.
Eu não sabia o quanto precisava daquilo até sentir seu toque.
Elliottt soltou um grunhido baixo e seu olhar se estreitou. Mais uma vez, engoliu em seco, como se estivesse em uma luta interna que nós dois sabíamos que ele perderia.
— Por que está fazendo isso comigo? — murmurou, em um tom torturado, enquanto permitia que eu guiasse sua mão, movia devagar os dedos e os roçava em mim.
— Isso o que, Elliottt? — Esfreguei sua mão ainda mais contra mim, desesperada para sentir ele dentro da minha calcinha. — Achei que as coisas ficaram mal resolvidas entre a gente desde aquela festa… Mas eu posso ir embora, se quiser. — Fingi que me afastaria só para assistir sua reação.
Ele não tinha ideia do que eu era capaz de fazer só para tê-lo.





Caralho, queria que eu ficasse louco de uma vez, só podia ser isso. A forma como seu corpo estava próximo do meu, sua boca roçava na minha e meus dedos quase a tocavam por cima da calcinha faziam tudo ao meu redor girar e a excitação crescer mais e latejar dentro das minhas calças.
Filha da puta. Ela sabia muito bem o que estava fazendo e, ainda assim, continuava a me instigar. E, porra, que tipo de pessoa eu era ao me agarrar assim com a irmã do meu melhor amigo?
Eu não podia fazer aquilo, foi por isso que me afastei dela naquela festa, mas… Porra. Eu não queria.
— Não. Não vai embora. — Me surpreendi com a urgência da minha voz.
A verdade era que desde o dia em que nos beijamos, eu não conseguia parar de pensar em e em como queria sentir a sua boca outra vez.
— Você está me deixando maluco — soprei, sem conseguir resistir, e fiz um pouco mais de pressão em meu toque, a esfreguei por cima da calcinha e ofeguei com o quanto ela estava molhada.
fechou os olhos brevemente, soltou um gemido torturado e rebolou contra os meus dedos.
— Eu preciso da sua boca na minha... — Me encarou nos olhos.
me arranhou com a ponta de suas unhas e subiu pelo meu braço. Sua outra mão foi parar na barra da minha calça, onde ela brincou, então desceu em direção ao meu pau.
— E você dentro de mim, . — Deu uma mordida no meu lábio inferior, sem nem um pouco de delicadeza, e o sugou lentamente.
Grunhi com aquilo, meu pau pulsou ao toque dela e estremeceu.
Como eu conseguiria resistir àquilo? A quem eu tentava enganar?
Porra, eu a queria pra caralho.
Subi minha outra mão até sua nuca, embrenhei meus dedos em seus cabelos e segurei com firmeza.
— Não podemos fazer isso.
Ao contrário do que havia acabado de dizer, no entanto, meus lábios buscaram os seus com urgência e iniciaram um beijo necessitado.
Soltei outro grunhido, realmente estava louco para sentir tudo aquilo outra vez.
Ela não hesitou em corresponder e enroscou sua língua na minha. alcançou meu ombros e agarrou minha camisa em uma demonstração do quanto também estava necessitada em me ter de novo.
Suas unhas cravaram meus músculos por cima da blusa e ela rebolou com afinco contra os meus dedos, que ainda a acariciavam por cima da calcinha. Um gemido baixinho escapou por parte dela e então, como resposta, a mulher apertou meu pau com vontade.
— Por quê? — murmurou, ao interromper o beijo. — Você não me quer, ?
Fiquei até confuso, mal lembrava do que havia dito.
Determinada a me enlouquecer, no entanto, ela ameaçou adentrar a minha calça, conforme me encarava no fundo dos olhos.
Ofeguei contra sua boca e movimentei meus dedos em um vai e vem, desejando que não tivesse o tecido de sua calcinha ali, por mais fino que fosse.
Seu toque me fez mover o quadril em sua direção e eu a encarei de volta, pois sabia que não conseguiria mentir.
— Eu quero, . Esse é o problema. Eu quero até demais. — Meus olhos ameaçaram se fechar porque, por mais que eu tentasse lutar, estava praticamente entregue.
— Então me tenha. Se afunda em mim, gatinho — pediu manhosa.
passou a me acariciar com mais intensidade, a todo momento ameaçava que entraria na minha calça, então tomou minha boca novamente e deu início a mais um beijo sedento.
Retribuí com vontade, enrosquei minha língua na sua e, mais uma vez, me movi em direção à sua mão em busca de mais contato, já que me pau latejava e suplicava que eu tirasse aquelas calças.
As palavras dela haviam me atingido diretamente, e eu, por fim, liguei o foda-se e me rendi. Não era como se eu tivesse forças para continuar a resistir.
Com meu corpo todo pegando fogo, puxei sua calcinha para o lado e ofeguei entre o beijo ao sentir o contato de meus dedos em sua boceta. Ela estava tão molhada que logo deslizei por toda a sua extensão e os afundei dentro dela.
— Elliottt! — gemeu contra minha boca e deu uma rebolada intensa.
Sem aviso, ela enfiou a mão na minha calça e me acariciou por cima da cueca. Um sorriso brotou em seus lábios, e rebolou bem gostoso nos meus dedos.
escorria deliciosamente.
— Não temos muito tempo, gatinho. Você tem um jogo para ganhar. — Riu sapeca, e eu gemi baixo com o seu toque. Queria mais.
Tirei os dedos de dentro dela, subi até seu clitóris e o acariciei para depois voltar a socá-los bem fundo e girar dentro dela. Adorei sentir cada parte de sua boceta conforme rebolava.
Ela estava certa, não tínhamos muito tempo mesmo, e eu odiaria ser interrompido naquele momento.
— Então é melhor nós nos apressarmos. — Sorri de canto, usei a mesma expressão sapeca que ela e movi meus dedos com mais intensidade.
sorriu em expectativa e então retirou a mão de dentro da minha calça. Sem delicadeza alguma, ela usou a outra para conseguir desabotoar a peça, a puxou e, ao levar minha cueca junto, tudo foi parar no chão.
A mulher olhou para baixo, lambeu os lábios, então passou a língua nos meus e rebolou mais uma vez, toda entregue.
— Tão quente, Elliottt. — Ela agarrou meu pau com uma delicadeza inesperada e deslizou os dedos por toda a extensão.
Aquilo era proposital. Ela queria me provocar, me levar ao limite apesar de ter dito que não tínhamos muito tempo.
— Vou cavalgar em você e gemer para todo mundo ouvir, gatinho.
Arfei, sem conseguir controlar os movimentos que meu quadril fazia em sua direção, e dei alguns passos com ela de volta ao sofá.
Afastei minha boca da sua para trazer meus lábios ao seu pescoço e lambi sua pele devagar, enquanto meus dedos apertavam seu seio com vontade.
— Porra… Eu quero você gemendo bem manhosa — sussurrei, contra sua pele, suguei logo em seguida e subi os beijos até o lóbulo de sua orelha. — Monta em mim bem gostoso, .
Sem delicadeza alguma, ela me empurrou contra o sofá e já sentou no meu colo. fez questão de esfregar sua boceta contra o meu pau e gemeu bem safada ao me encarar.
— Assim, gatinho? — Lambeu a boca e sorriu enviesado.
Suas mãos foram parar nos meus cabelos e ela puxou os fios com força, conforme levou a boca até meu ouvido e gemeu baixinho.
Segurei em sua cintura com as duas mãos e soltei mais grunhidos, porque a forma como se esfregava em mim me dava um tesão do caralho.
Eu já estava completamente fora de mim e não dei mais a mínima para o controle naquele momento.
Desci minhas mãos um pouco mais, acariciei sua bunda com afinco, então as guiei até sua calcinha, enrosquei os dedos no elástico e puxei até quase arrebentar, o que fez o tecido ficar todo socado na bunda de .
Eu sentia meu pau cada vez mais melado de tesão e só queria ela rebolando com ele todo dentro dela.
— Não. Eu quero você montando com meu pau atolado nessa bocetinha gostosa. — Praticamente gemi, sem parar de me mover para me esfregar ainda mais nela.
— Você quer, é? — sorriu maldosa, sem sequer piscar ao me encarar. — Vai ter que socar ele em mim, Elliottt. — Ela se esfregou bem devagar e gemeu manhosa como eu havia pedido só para me provocar.
Seus dedos puxaram meu cabelo com uma certa intensidade e uma de suas mãos deslizou até a minha nuca, onde ela arranhou de leve com a ponta das unhas.
— Ah, caralho. — Deixei escapar, puxei mais uma vez sua calcinha e, por muito pouco, não a rasguei.
Eu estava tão excitado que não conseguiria nem esperar que tirasse a peça, então, mais uma vez, usei uma mão para puxá-la para o lado e mordi os lábios ao me inclinar um pouco e encarar aquela cena.
Com a outra mão, segurei meu pau pela base e o pincelei naquela boceta gostosa, o que o deixou mais melado ainda porque, porra, escorria pra caralho.
O posicionei em sua entrada e lentamente me atolei nela, a abrindo bem devagar. Lutei para não fechar meus olhos com força, porque, a cada centímetro meu dentro dela, o tesão aumentava mais.
Grunhi alto quando soquei por inteiro e dei um tranco em seu quadril. Afundei meu rosto na curva do pescoço de e aproximei minha boca de seu ouvido.
— É socado assim que você quer, gostosa? — sussurrei, com a voz rouca de tesão.
gemeu manhosa como eu tanto queria e então passou a movimentar o quadril. Em um desespero tangível, ela levou a mão até a barra da minha blusa e a tirou com a minha ajuda, jogando em qualquer canto daquela sala.
— Isso, assim… — soprou, contra a pele do meu pescoço. — Soca bem gostoso na minha bocetinha, gatinho.
Aproveitando que não tinha mais tecido algum para atrapalhar, cravou as unhas nos meus ombros para se apoiar e me apertou com força.
Estremeci, gemi de volta e joguei um pouco a cabeça para trás. Meus olhos se reviraram nas órbitas, tamanho era o tesão que eu sentia, então segurei em sua bunda e conduzi os movimentos dela para tornar aquilo tudo ainda mais delicioso.
Porra, eu conseguia sentir meu pau tocar cada pedacinho de sua boceta, o que só me incentivava a socar bem gostoso e fazer quicar no meu colo, enquanto o som do choque entre nossos corpos se misturava ao de nossos gemidos.
Trouxe mais uma vez minha cabeça para frente e me inclinei, passei a língua no vão entre seus seios e assisti sua pele se arrepiar. Delineei sua cintura com minhas mãos e me afundei naqueles dois pedaços de paraíso.
Envolvi o esquerdo com a boca, chupei o bico com um pouco de pressão e, com uma mão, massageei o outro com vontade, Sem conseguir me conter, grunhi outra vez contra a sua pele.
Caralho, era ainda melhor do que eu imaginava. Gemia manhosa, exatamente como eu tanto queria. Suas unhas estavam cravadas na minha pele, e ela colocou ainda mais força enquanto quicava no meu pau com vontade.
— Ai, gatinho… — soprou baixo e revirou os olhos conforme deu uma rebolada gostosa.
Uma de suas mãos foi até meus cabelos e ela os puxou com força, na medida que arranhou o meu ombro com intensidade. Sua boceta me engolia cada vez mais, e seus gemidos foram ficando intensos.
Eu sabia que, se alguém passasse, conseguiria nos ouvir, mas também tinha noção de que estava adorando gemer feito uma safada enquanto cavalgava em mim naquele vestiário.
— Foi assim que imaginou a minha bocetinha? — Ela puxou minha cabeça, grudou sua boca na minha e deu uma mordida forte no meu lábio inferior. — Seu pau é tão gostoso…
Meu corpo todo se arrepiou com aquilo, porque me causava uma dor prazerosa e deliciosa ao mesmo tempo. Voltei a segurar em sua bunda com as duas mãos, apertei com afinco e coloquei mais firmeza para me socar com mais intensidade. A forma como seus seios pulavam me deixava ainda mais louco.
— Porra, sim… — gemi descontrolado. — Eu imaginei a sua bocetinha engolindo o meu pau bem gostoso, contigo quicando no meu colo e gemendo assim… — Apertei ainda mais meus dedos em sua bunda, então afastei as duas mãos e estalei um tapa de cada lado. A escutei soltar um gritinho, a segurei de novo e meti com mais força. — Rebola nele então, sua safada do caralho.
Eu não conseguia mais me conter. Aquela mulher me tirava toda a sanidade.
sorriu em meio a um gemido alto e puxou meus cabelos com ainda mais força, em sincronia com as suas unhas, que deixariam umas boas marcas na minha pele.
— Foi só a bocetinha que imaginou, gatinho? — Sua pergunta foi sacana pra porra, e ela fez questão de dar uma rebolada lenta.
O movimento me fez quase sair de dentro dela, então voltei a me atolar até o fundo. nem deu tempo para eu me recuperar, deu mais uma rebolada daquelas e então passou a quicar no meu pau com vontade.
Subi uma mão pela frente de seu corpo, passei por aqueles seios deliciosos e segurei em seu pescoço, enquanto me atolava cada vez mais dentro dela.
Sua pergunta me atingiu em cheio e fez minha imaginação ir muito além. Meu pau pulsou ainda mais dentro dela.
Porra.
Puxei seu rosto de encontro ao meu, uni minha testa à de e gemi com meus lábios rentes aos seus.
— Não. Não imaginei só a sua bocetinha — confessei, tão afetado por suas reboladas que minha voz estava absurdamente rouca.
sorriu safada com os meus gestos e passou a rebolar lento no meu colo. Sua outra mão foi parar na minha nuca e ela me segurou com firmeza.
— Me fala o que imaginou, Elliottt — mandou, com a voz baixa, e me encarou no fundo dos olhos.
Seus lábios estavam inchados, o cabelo desgrenhado e sua pele quente de um jeito delicioso.
Linda pra caralho.
Estava difícil formular qualquer frase com aquela boceta me engolindo daquele jeito. Cada vez que eu entrava por inteiro dentro dela e ela rebolava devagar, eu conseguia senti-la me apertar de um jeito delicioso, meus olhos queriam se revirar nas órbitas, e o tesão me pedia para socar com ainda mais força.
O tom de voz de me arrepiou por inteiro, e eu me esforcei para fixar meu olhar no seu e exprimir todo o prazer que compartilhava com ela.
— Porra, . Eu me imaginei todo atolado nesse seu cuzinho. Já bati várias vezes pensando em como seria socar nele bem gostoso — ofeguei, porque só aquela ideia já fazia meu corpo estremecer ainda mais.
Caralho, ela realmente me tirava todo o controle.
Seu olhar se acendeu e deixou claro que era aquela resposta que a safada queria ouvir.
Sem dizer nada, a mulher agarrou meu rosto com as duas mãos, cravou suas unhas na minha pele e colou sua boca na minha. primeiro lambeu meus lábios, para depois dar uma mordida forte no inferior, o que me fez gemer alto.
— Adoro saber que perdeu o controle pensando em mim, gatinho. — Sorriu sacana, então levou uma de suas mãos até a minha em sua cintura e a deslizou para trás. — Fode meu cuzinho, Elliottt… — implorou, com a boca agora colada ao meu ouvido.
Puta que pariu.
Ouvir ela dizer aquilo até me fez cogitar se tudo era mesmo real, mas não tinha como não ser. Meu corpo todo parecia em chamas e não havia como imaginar algo naquela intensidade.
— Caralho… Eu vou arreganhar ele todinho, . — Voltei a segurar sua bunda com as duas mãos e a apertei com força. — Vira de costas pra mim, vai. Eu quero olhar pra sua bunda, enquanto seu cuzinho engole o meu pau.
levantou sem deixar de me encarar, então se virou. Antes de sentar, a mulher fez questão de se empinar toda e se inclinar para frente ao abaixar. Aquilo me deu a visão perfeita se sua boceta toda melada.
— Assim, gatinho? — provocou e virou o rosto para eu ver sua cara de safada.
Determinada a acabar comigo, ela abriu bem aquela bunda deliciosa e deu dois tapas bem fortes nos dois lados.
Porra, que visão deliciosa. Me fazia esquecer completamente de tudo.
— Gostosa do caralho. Assim mesmo… — Praticamente gemi e lambi meus lábios, porque a minha vontade era de afundar minha cara na bunda dela e socar a língua até ela implorar que eu atolasse o meu pau.
No entanto, eu não conseguia mais me controlar, e a vontade de me enterrar de novo nela era muito maior.
Me inclinei para deixar uma mordida leve em sua bunda, então aproveitei o quanto ela estava aberta para babar bem gostoso na entrada de seu cuzinho.
Usei uma das mãos para apertá-la na cintura, enquanto a outra segurava meu pau pela base. O esfreguei em sua boceta, pincelei algumas vezes antes de trazê-lo até seu cu e me atolei bem devagar. Meus olhos se reviraram nas órbitas, enquanto eu o abria e assistia estremecer, se contorcer toda e gemer baixinho.
Não consegui conter outro grunhido mais alto quando, por fim, estava todo socado dentro dela, e dessa vez voltei a usar as duas mãos para segurá-la.
— Elliottt… — Meu nome saiu sôfrego de sua boca, e ela se inclinou para frente e ficou toda empinada ao se segurar nos meus joelhos. — Fode meu cuzinho, fode…
Antes de me dar tempo de fazer algo, ela começou a rebolar no meu pau. Seu cuzinho estava tão apertado que eu conseguia sentir cada parte dele me engolir inteiro.
— Ai, caralho… — Guiei seus movimentos e a fiz subir e descer no meu colo com cada vez mais intensidade.
A cada estocada, seu cuzinho se abria mais, e a pressão que fazia no meu pau me deixava louco.
— Isso, rebola gostoso com meu pau socado nesse cuzinho. Você é deliciosa, puta que pariu.
Então subi minhas mãos até seus peitos e apertei com vontade, enquanto fazia ela quicar bem gostoso.
Porra, eu não lembrava de ter fodido tão intensamente com alguém antes e nem queria lembrar. Fazia tempo que dominava completamente os meus pensamentos.
gemia com cada vez mais alto, suas reboladas ficaram mais intensas e ela cravou as unhas na minha pele.
Era uma delícia ver sua bunda balançar conforme subia e descia com vontade. Então uma de suas mãos veio por cima da minha e fez pressão para eu apertar seu peito.
Aquela mulher queria me deixar completamente maluco e me vi perder tudo quando jogou o corpo um pouco para trás, abriu mais as pernas e levou a mão livre até sua boceta.
Caralho.
virou o rosto levemente, sorriu sacana e então se inclinou mais um pouco, de um jeito que consegui vê-la esfregar seu clítoris bem devagar.
— Ai, que delícia. — A mulher se estremeceu toda e aumentou a intensidade com que se tocava.
Apertei ainda mais seus peitos, massageei com vontade e prendi os bicos entre meus dedos, então fiz questão de movimentar meu quadril com mais intensidade contra ela.
Àquela altura, seu cuzinho já estava todo aberto para mim, eu deslizava com facilidade para dentro dela e sentia a pressão deliciosa com que me engolia só tornar tudo ainda melhor.
Vê-la se esfregar daquele jeito só aumentou o tesão que se alastrava pelo meu corpo.
— Sua safada do caralho. Isso, esfola essa bocetinha gostosa. Quero ver seus dedos atolados, enquanto eu deixo esse cuzinho todo arrombado. — Meus olhos mais uma vez queriam se revirar nas órbitas.
Porra. Aquilo estava gostoso demais. Eu ia delirar com aquela mulher.
estremeceu em cima de mim, gemeu ainda mais alto, então socou dois dedos bem fundo em sua boceta e rebolava cada vez mais.
Ela virou o rosto, então trouxe seus dedos até meus lábios e indicou que eu os chupasse. Abri um sorriso sacana e não hesitei em fazer o que tanto queria. Soltei um grunhido afetado ao sentir seu gosto em minha boca, os chupei com vontade e meu pau pulsou ainda mais dentro dela.
Pela forma como seu cuzinho me apertava, sabia que não aguentaria muito tempo. Meu corpo todo tremia de tesão, e eu estava a ponto de explodir a qualquer momento, então aumentei a intensidade das estocadas.
em seguida lambeu seus dedos também e então voltou a se tocar, só que dessa vez com muito mais intensidade. Seu corpo todo estremeceu e ela precisou usar a outra mão para se apoiar, conforme rebolava com cada vez mais afinco.
O jeito que seus gemidos se intensificaram e ela pareceu perder a força deixaram claro que também já estava próxima.
— Elliottt — gemeu manhosa, conforme se contorcia toda.
Seu cuzinho me engoliu de um jeito intenso, e então seu corpo todo passou a tremer intensamente.
— Ah, caralho… — Meus olhos se reviraram nas órbitas. A forma como me apertou fez meu corpo estremecer junto ao dela, e o tesão fazia tudo à minha volta girar. — Isso, , goza gostoso pra mim — pedi e me segurei, porque estava muito perto de me derramar dentro dela.
Bastaram as minhas palavras para todo o corpo dela entrar em combustão. Seus dedos estavam completamente atolados em sua boceta quando ela gemeu de forma prolongada e gozou bem gostoso, enquanto ainda rebolava no meu pau com vontade.
Aumentei a velocidade das estocadas e aproveitei o quanto seu cuzinho me apertava, conforme ia estremecendo. As reboladas dela só tornaram tudo ainda mais delicioso e, segundos depois, as coisas giraram ao meu redor.
Soltei um grunhido mais alto e prolongado e me derramei intensamente. Tremi praticamente junto a ela, enquanto tudo dentro de mim finalmente explodiu.
Porra, aquilo tinha sido tão gostoso que acabei ficando até zonzo e afundei a cabeça em seu pescoço. Soltei o ar com dificuldade e ri baixo, enquanto tentava recuperar o fôlego.
— Puta que pariu, … — sussurrei, ao acariciar sua cintura.
Eu mal acreditava no que tinha acabado de acontecer.
soltou uma risada que logo ficou mais intensa, então ela relaxou no meu colo.
Um silêncio se fez presente por alguns momentos e tornou possível ouvir apenas o som das nossas respirações pesadas.
Ela levou uma mão para trás, fez um carinho de leve em meus cabelos próximo à nuca e encostou suas costas contra o meu peitoral.
O som forte de um apito, no entanto, nos puxou bruscamente de volta à realidade.
— Parece que o jogo vai começar… — murmurou baixinho.
A minha vontade era de puxá-la de frente para mim e continuar a beijá-la até que tudo explodisse à nossa volta, porém suas palavras fizeram meus olhos se arregalarem.
Porra, o jogo!
Eu não fazia ideia de que desculpa daria por ainda não estar no campo. Com certeza todos queriam me matar àquela altura.
Ao mesmo tempo, o cheiro de me inebriava, e tinha um lado meu que não queria se importar com aquilo naquele momento, embora eu precisasse.
— Acho… Acho que precisamos sair daqui? — Minha voz estava incerta.
Ela riu de leve, e então, como se pudesse ler meus pensamentos, se virou e ficou perfeitamente encaixada no meu colo.
— Uhum… — Sua boca tocou a minha de leve. — Que eu saiba, você ainda tem uma taça para trazer para mim.
Ergui uma sobrancelha, então acabei rindo e neguei com a cabeça.
— Não faço ideia do que dizer. Todos devem estar loucos atrás de mim.
Um sorriso enviesado se formou em seus lábios.
— Bom, se você disser que estava se aquecendo e perdeu a noção do tempo, não é exatamente mentira, certo?
Revirei meus olhos e ri novamente. Era incrível como ela sempre tinha uma resposta pronta para tudo.
— Você é impossível. — Não resisti e a beijei mais uma vez.
— Eu sei, gatinho. Agora se veste logo. — Piscou.
O mais surpreendente naquilo tudo era que não me sentia culpado, ou ansioso pela partida prestes a começar.
Eu só queria ganhá-la logo para me juntar aos braços de outra vez.


FIM!


Nota da autora: Não poderia deixar essa expedição passar sem uma contribuição, né? Sempre quis escrever um hot no vestiário, então aproveitem hehehe.
Espero que gostem e comentem!
Beijos e até a próxima,
Ste a.k.a. Saturno. ♥

🪐



Se você encontrou algum erro de revisão ou codificação, entre em contato por aqui.
Para saber quando essa fanfic vai atualizar, acompanhe aqui.


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