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Última Atualização: 09/10/2025


Ao descompasso que nos traz de volta ao ritmo certo e aos amores que sempre encontram o seu caminho de volta.




Jornal Musical - Projeto Celestial
JORNAL MUSICAL
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Quinta-feira, 2 de novembro de 2023

PROJETO CELESTIAL: HARMONIZANDO O PASSADO, CRIANDO O FUTURO

Celebridades, música, emoção – Uma jornada inesquecível a Celestials

Na edição de hoje, mergulhamos nas estrelas do pop rock, revisitando um capítulo que todos nós pensávamos estar encerrado. Preparem-se para a emoção, pois a banda ‘Celestials’ está prestes a ressurgir das cinzas para um projeto especial que promete revolucionar!

Se você não sabe sobre o que estou escrevendo, você dormiu por muito tempo, mas deixa que eu te explico. Era uma vez uma banda cujo nome estava nas bocas de todos e cuja música reverberava em todos os corações. Composta pelos talentosos vocalistas Thompson e Pierce, com seu guitarrista , Celestials conquistou o mundo com sua mistura única de paixão, poder e poesia. Uma história que todos conhecemos, mas que agora, o tempo e o destino se unem para reescrever.

O início Celestial

No início de 2012, , e uniram forças para criar uma fusão única de rock, poesia, pop e paixão. Seus acordes inovadores e letras envolventes rapidamente conquistaram a atenção da indústria musical. O álbum de estreia, Celestial Dreams, catapultou-se para o estrelato, rendendo-lhes prêmios e um lugar cativo nas listas de sucesso. O mundo estava encantado com a musicalidade celestial que eles possuíam juntos.

À medida que o sucesso crescia, também crescia a lista de prêmios e títulos conquistados. O Grammy de melhor álbum de rock, o MTV Music Award de Melhor Performance ao vivo e o prestigioso título de artistas do ano da Rolling Stone eram apenas alguns dos louros que a banca acumulava. Suas canções tornaram-se hinos de uma geração, ecoando em estádios lotados e festivais épicos. O segundo álbum, Eclipsed Emotions, marcou um dos pontos mais altos, consagrando-os como uma força incontestável da indústria musical.

Harmonia desfeita: O fim repentino

No entanto, como todas as boas histórias, a narrativa de ‘Celestials’ tomou um rumo inesperado. Rumores de desentendimentos nos bastidores, tensões criativas e a frequente busca por expressão individual resultaram no fim abrupto da banda em 2015, que outrora parecia invencível.

A notícia da separação abalou os fãs, que ainda ecoavam as canções com adoração. O palco que testemunhou performances inesquecíveis ficou em silêncio, deixando uma lacuna na indústria musical que parecia difícil de preencher.

Do silêncio a ressurreição: Projeto Celestial

A data é 01 de novembro de 2023, quando o inesperado se torna realidade. A "Celestials" está prestes a ressurgir em nossas vidas, e o motivo é tão grandioso quanto as notas de suas músicas inesquecíveis. e , acompanhados por Pierce, estão se reunindo para um projeto especial que promete transcender as expectativas e trazer de volta a magia que uma vez encantou o mundo.

"Este projeto é como uma carta de amor aos fãs, uma oportunidade de curar antigas feridas e criar novas memórias musicais que ficarão para sempre em nossos corações", declara , a vocalista de voz cativante que se tornou um ícone desde que a banda se desfez.

Scarllet Williams, nossa renomada repórter musical, teve acesso exclusivo aos bastidores desse projeto extraordinário. Em uma entrevista reveladora, e compartilharam os desafios superados desde a separação, as alegrias da paternidade e os momentos que os trouxeram de volta à música que tanto amam.

"Este não é apenas um retorno, mas uma redenção. Estamos prontos para compartilhar nossas histórias, nossas dores e nossos triunfos. Este projeto é a celebração da música e da vida", afirma , o talentoso guitarrista que se tornou uma lenda em seu ramo.

Mas o que podemos esperar desse projeto especial? Rumores sugerem que um concerto épico está nos planos, onde os clássicos da "Celestials" serão recriados e novas músicas emocionantes serão reveladas. Um álbum surpresa também está a caminho, prometendo uma fusão única do passado e do presente.

"Estamos reunindo todas as peças do quebra-cabeça para criar algo verdadeiramente especial. Este não é apenas um retorno, mas uma reinvenção", diz Pierce, o vocalista que, após o silêncio, está pronto para que sua voz ecoe novamente pelos estádios e corações dos fãs.

e : Do Inesperado ao Inseparável

O conto de Thompson e é um capítulo que, mesmo após anos, os fãs ainda estão tentando decifrar. , anteriormente ligada romanticamente a Pierce, encontrou o amor nos braços calorosos de . O casamento, em meio a desafios pessoais e profissionais, levou a uma pausa na carreira musical e hoje eles são pais da adorável , de dois anos, cujas fotos encantadoras inundam as redes sociais.

A curiosidade pairou sobre essa união inusitada, e as redes sociais explodiram com especulações e perguntas. @HarmonyExplorer no Twitter expressou: "Quem imagin que e acabm juntos? Eu sinto que perdemos uma temporada inteira de uma série. Eles esconderam o jogo bem demais. #CelestialMysteries"

A relação do casal, uma vez envolvida em mistérios e especulações, floresceu em uma parceria admirável. Enquanto explorava as delícias da maternidade, , além de seu papel de pai dedicado, mergulhou em projetos musicais menos públicos, mas igualmente inspiradores.

Pierce: O solteiro cobiçado

, o vocalista que se retirou das luzes dos holofotes, encontrou um novo caminho como produtor renomado na indústria da música. Sua habilidade de dar vida a melodias e sua influência crescente no cenário musical destacam-no como uma figura respeitável nos bastidores.

Entretanto, o enigma que envolve a vida amorosa de continua a intrigar os fãs. Muitos questionam se sua solteirice prolongada é um reflexo de uma paixão não resolvida por . @LoveMelodies no Twitter comenta: " se tornou um produtor incrível, mas será que ele realmente superou ? Ficar solteiro tanto tempo é uma escolha ou uma espera?"

Enquanto cada membro da "Celestials" teceu uma narrativa única após a separação da banda, o Projeto Celestial promete ser o palco onde essas histórias entrelaçadas colidirão e se unirão em uma sinfonia única. A vida pessoal de , e , uma vez oculta nas entrelinhas, agora se desdobra no presente.

, casada e mãe dedicada, , o guitarrista apaixonado que também desempenha o papel de pai, e , o produtor respeitado cujo coração é um livro completamente fechado. Cada um trazendo uma bagagem emocional que se manifestará na música.

À medida que nos preparamos para a ressurreição musical da "Celestials", nossos olhos e ouvidos estarão atentos às melodias da vida que se desdobram nos bastidores. Esta é uma reunião que transcende a música, é uma reconciliação com o passado e uma celebração do futuro. Junte-se a nós enquanto nos preparamos para testemunhar a magia deste capítulo extraordinário.






O peso do dia ainda estava sobre meus ombros quando finalmente pisei na sala, rumo ao abraço cansado do sofá. A luz dourada da tarde banhava os móveis, e o som mais precioso do mundo preenchia a casa: as risadas da , correndo atrás do pai no tapete. Aqueles barulhos e calma doméstica eram o meu porto seguro e antídoto para qualquer caos exterior.
Talvez por isso o papel me incomodava tanto. O jornal em minhas mãos dançava com o título: Projeto Celestial: Harmonizando o passado, criando o futuro. As palavras na capa pareciam zombar da paz que eu tanto protegia. Cada linha da matéria era um alfinete. Fotografias antigas da banda, trechos de letras que eram diários disfarçados, menções a ... Tudo dissecado para o entretenimento alheio.
Abri a revista. Lá estava eu, com vinte e poucos anos, com rímel borrado e um sorriso que atravessava o rosto. Ao meu lado, , com seu braço em meu ombro e meu rosto totalmente direcionado a ele. e : a química que definiu uma geração. Química. Como se fôssemos elementos de laboratório, e não duas pessoas confusas que se agarraram no escuro.
Quando aceitei voltar para o projeto, eu tinha em mente que não seria fácil, é claro, mas o meu amor pela música falava tão mais alto que, por poucos segundos, pensei que não me import com os comentários que eu sabia que viriam.
É claro que eu estava errada.
— Mamãe! — A voz da cortou o ar. Ela veio correndo e se atirou em meus braços. Eu a envolvi, enterrando o rosto em seus cabelos macios. Isto, pensei, isto é real. Isto é o que importa.
se aproximou com um sorriso cansado e amoroso no rosto. Ele pegou a , já sonolenta, no colo e me olhou com uma das sobrancelhas se erguendo em uma expressão que gritava "eu sei o que você está fazendo".
— Lendo a revista? Você nem gosta — disse ele, se inclinando para me dar um beijo rápido.
— Não sei se foi uma boa ideia, Ash. — confessei, sussurrando apreensiva. — Esta matéria... parece que estamos abrindo a porta para invadirem tudo de novo. A impressão que tenho é que vamos trazer mais exposição pras nossas vidas, pra vida da nossa filha. Até três anos atrás ainda havia gente me acusando de ser uma vagabunda infiel que passou de um amigo a outro.
Ele respirou fundo, agora seu olhar sério e fixo no meu. Nove anos juntos me ensinaram a ler cada microexpressão do meu marido. Ele estava tão preocupado quanto eu.
— Eu lembro de cada palavra cruel que te disseram — ele disse. — E lembro de te ver chorar no chão do banheiro depois daquela turnê, mas olha para nós agora, . Temos uma casa, um casamento bem estruturado e uma filha linda. Foi uma decisão difícil, amor — ele admitiu, balançando suavemente. — Mas somos adultos. Podemos usar essa chance para contar a nossa verdade, não a versão sensacionalista que inventaram. A é nosso tesouro. Quero que o mundo saiba que somos uma família, não um enredo de fofoca.
— Você acha que fizemos a escolha certa?
— Não sei. — Confessou, acariciando a cabeça de que foi de risadas constantes a olhos fechados e sonolentos. — A música sempre foi nossa maneira de compartilhar nossas histórias, não quero que percamos o controle disso. A é nosso maior tesouro, . Não quero que ela cresça sob os holofotes queimando a privacidade dela. E sobre as acusações do passado… Nós superamos isso. O mundo deve saber que não são mais do que fofocas baratas.
As palavras de ressoam com uma verdade que, por um momento, esqueci. O passado nos moldou, nos trouxe até aqui, mas não deveria nos definir eternamente.
— Sinto que não temos controle. Nem sobre a narrativa e nem sobre como o mundo nos enxerga.
Ele me abraça com nossa filha no meio de nós, formando uma tríade de conforto.
— Então, vamos tomar de volta esse controle. Juntos. — Meu olhar encontra o dele, e há uma determinação profunda que nunca deixou de existir, mesmo nos momentos mais desafiadores da nossa jornada. — Vamos enfrentar isso como sempre fizemos. — Ele beija a testa da e depois a minha.
Ele balança levemente em seus braços, cantarolando uma melodia suave de ninar que preenche o espaço entre nós.
Enquanto observo , percebo o quão adorável ele é. Sua dedicação à nossa família, seu apoio incansável, e a maneira como cuida de são testemunhos de um amor profundo. Não consigo entender como alguns fãs conseguem nutrir sentimentos tão negativos em relação a ele. Essa hostilidade não parece ter fundamento real, pelo menos não nas ações de . O homem que eu amo, que cuida da nossa filha tão bem e que sempre, em todas as situações, nos colocou em um pedestal jamais merecia levar tantas critícias. Às vezes eu queria colocá-lo em uma caixa, isolada dos comentários. Só ele, e eu.
— Eles mencionam o "triângulo amoroso que abalou a banda" — falei, as palavras queimavam em minha garganta. — Citam dezessete vezes. Sete delas junto com meu nome.
não se moveu, mas vi seus punhos se cerrarem.
— Mantiveram fora da matéria? — sua voz estava contida, o que sempre significava raiva contida.
— Colocaram uma foto dela saindo da escola na semana passada.
Um som baixo, quase um rosnado, escapou de sua garganta.
— Isso não estava no acordo.
— Nada do que eles escrevem nunca está no acordo, Ash. Você sabe disso.
mexeu-se no sofá, murmurando algo em seu sono. Nos afastamos o suficiente para olhá-la, essa pequena pessoa que era o melhor de nós dois. Sempre seria.
, olha para mim. — Ele disse, então esperou até que eu obedecesse. — Nada que esteja adormecido tem o direito de acordar dentro do nosso casamento. Nada. Se você acha que isso é uma má ideia, eu ligo para o produtor agora e digo que acabou. Digo que você quebrou a perna. Digo que eu quebrei a perna. Fim. — Eu não respondi, acho que não conseguia responder. Eu amava aquela banda e sentia tanta falta dos palcos, de cantar, se me conectar com a que, há anos, eu não vejo mais. bocejou, um bocejo exagerado de criança cansada. — Vou colocar essa pequena para dormir — ele disse, se levantando. — Pensa no que você quer. Não no que acha que deve aos fãs, ou ao , ou ao seu eu do passado. Pensa no que a , mãe da e minha esposa, quer. Eu vou te apoiar, sabe disso, não sabe?
E eu sabia. Por todo esse tempo ele nunca me deu um motivo sequer para desconfiar, por isso acenei com a cabeça.
Quando saiu com nossa filha nos braços e eu ouvi o som dos seus passos subindo as escadas, a campainha tirou um susto de mim. Olhei para o relógio, percebendo que, provavelmente, seria do outro lado da porta. E o nosso empresário. E a reunião que eu esqueci completamente que havíamos marcado.
Quando abri a porta, ele estava encostado na moldura, com as mãos nos bolsos.
cherava o mesmo cheiro de dez anos atrás. O mesmo perfume, o mesmo sorriso gentil.
Merda.
— Meu estômago deu um nó. Era exatamente a mesma voz que costumava sussurrar em meu ouvido em quartos de hotel, falando sobre fugir para algum lugar onde ninguém nos conhecesse.
. — Minha voz soou mais firme do que eu sentia, mas não consegui evitar que meus dedos se apertassem contra a maçaneta. — Entre.
Quando ele cruzou a soleira, o ar mudou. Seus olhos encontraram os meus, e por um instante perigoso, fui arrastada de volta a uma versão mais jovem de mim. Um calor familiar e traiçoeiro subiu pelo meu peito.
— Desculpe o atraso. — disse, mas seus olhos ainda presos aos meus. Ele parecia estar decifrando cada linha do meu rosto. — Eu... deveria ter avisado. Tommy não conseguir vir hoje, algo com o filho dele que ficou doente.
— Não tem problema — respondi rápido demais, estridente demais, nervosa demais.
Controle-se, .
— Como você tem estado? — A pergunta dele saiu tão carregada que ocupou todo o ar da sala, mesmo quando eu fechava a porta atrás de nós.
— Estou bem. Muito bem, na verdade. — Minha resposta foi voluntmente simples. — E você?
Ele abriu a boca, pareceu engolir as palavras e sacudiu a cabeça, um sorriso amargo surgiu em seus lábios logo em seguida.
— Sinto muito pela matéria da revista, . Não era isso que eu quis quando aceitamos o projeto.
— Eu também não. — Cruzei os braços na frente do corpo. — Mas a gente devia saber. Eles sempre transformam tudo em espetáculo.
O som dos passos de interrompeu o que quer que fosse dizer em seguida. Ele voltou para a sala, com seus ombros um pouco menos tensos e as mãos vazias.
— Ela adormeceu antes mesmo de eu conseguir contar a história toda — ele anunciou, vindo diretamente para o meu lado. Seu braço encontrou meu quadril, puxando-me para perto dele. — Ah, oi . O que precisamos resolver hoje que não podia ter sido resolvido por e-mail?
ficou imóvel por alguns segundos, seus olhos pousaram no braço do em minha cintura.
— Tommy fez questão que fosse presencialmente. — respondeu, forçando os olhos para encontrar os de . — Precisamos definir a setlist e a ordem das músicas para o ensaio de amanhã.
— Certo. Vamos começar pelo óbvio — disse, sentando-se ao meu lado e esperando que sentasse a nossa frente. — Celestials como abertura, ninguém questiona isso.
assentiu.
— Starlight como segunda. É natural.
— Não — minha voz saiu mais firme do que eu esperava. Os dois me olharam. — Starlight vem depois de Gravity. A transição sempre funcionou melhor.
Por um momento, viramos aquelas três pessoas de vinte e poucos anos outra vez, discutindo acordes no porão abafado que servia de estúdio e com garrafas vazias de cerveja como testemunhas.
— Ela tem razão — admitiu e lançou-lhe um olhar rápido. — A subida tonal de Gravity para o refrão de Starlight sempre foi mágica na voz da .
Minhas bochechas coraram. respirou fundo.
— Tudo bem. Fading Echoes tem que entrar.
— Não — contra-atacou imediatamente. — Muito depressiva. O público vai cair num buraco.
— É uma das músicas mais honestas que já escrevemos! — a voz de tinha um fio de exasperação.
— E uma das mais difíceis de tocar ao vivo, . A quase não conseguia terminar de cantar.
Eu me contraí lembrando da cena descrita. Eu no palco, iluminada por um holofote solitário, engolindo lágrimas que não eram do personagem da música, mas minhas. , nos vocais de apoio, cantando as harmonias como se fosse uma tábua de salvação e , na bateria, com os olhos fixos em mim.
— Talvez Whisper in the Dark no lugar. — Murmurei, um pouco mais baixo do que queria.
— Seguira da Broken, talvez? — perguntou, anotando algo no celular.
— Broken Crown foi escrita numa noite de porre, . Mal nos lembramos de como tocá-la.
— Foi escrita na noite em que descobrimos que tínhamos a turnê financiada — corrigiu. — E eu nunca esqueci um acorde.
— Ok — cedeu, fazendo uma anotação. — Broken Crown no lugar dessa outra. Mas quero Echoes of Us no encore.
e eu trocamos um olhar doloroso demais para responder rápido.
Aquela música era nossa, minha e dele. Escrita num quarto de hotel em Berlim, com a chuva batendo na janela e a descoberta dolorosa de que o que tínhamos não sobreviveria àquela vida.
— Echoes é complicada. — começou, cautelosamente.
— Porque? — a pergunta de foi uma faca. — Porque foi a música que vocês escreveram quando estavam apaixonados?
O silêncio que se seguiu foi absoluto. Até o tic-tac do relógio na parede pareceu parar.
— Porque é sobre perda — respondeu, sua voz notavelmente calma. — E não sei se queremos fechar o show com essa energia.
? — a voz de me puxou de volta.
— Talvez... — minha voz saiu rouca, e precisei limpar a garganta — talvez tenha razão.
Ele estudou meu rosto por um longo momento, seus olhos escaneando cada microexpressão como se lessem as páginas mais dolorosas do meu diário. Eu me vi tentando compor uma máscara de neutralidade, mas sabia que era inútil. Ele me conhecia demais. Não sei por quantos períodos de horas intermináveis durou aquilo, mas finalmente ele baixou os olhos para a lista.
— Está feito então — fechou a pasta, o som ecoando como um ponto final. — Doze músicas, quatro no encore.
É, estava feito.




Continua.


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