09. Wood
Revisada por: Saturno 🪐
Finalizada em: 02/08/2026
CAPÍTULO ÚNICO
Eu estava nervoso. A forma como minhas pernas batiam embaixo da carteira deixava isso bem claro. Toda vez que meu celular apitava, ou demorava demais para fazê-lo, a ansiedade tomava conta de mim, a ponto de não me deixar mais focar em qualquer outra coisa ao meu redor. Era loucura demais e motivo de piada para alguns dos meus amigos, porém, eu não ligava muito para isso. Não me importava com mais nada quando o assunto era ela.
Naquele momento, meu olhar oscilava entre o aparelho e o quadro, enquanto eu tentava anotar um terço do que o professor de Anatomia falava. Aquela não era exatamente minha matéria favorita, eu não era muito bom em memorizar todos aqueles nomes e, para meu completo azar, o professor não ia muito com a minha cara, mas me esforçava para tirar boas notas.
Para ser bem sincero, a cada aula daquela matéria, eu me sentia mais entediado, e parecia que não acabava nunca. Era meu segundo ano de curso e parecia que a tortura nunca teria fim.
Algumas pessoas diriam que eu era maluco por reclamar de uma oportunidade como aquela, mas a verdade era que ainda não conseguia acreditar que havia escolhido Medicina. E, pior do que isso, eu estava sóbrio quando tomei a decisão.
Uma risada baixa e exasperada escapou quando me dei conta dos meus pensamentos e, mais uma vez, olhei de soslaio para a tela do celular.
Mordi o lábio e tentei me convencer pela milésima vez de que não repetiria aquele ato, porém falhei vergonhosamente segundos depois e deslizei os dedos pelo aparelho só para ver se havia alguma mensagem.
Aquilo já estava patético e minha tela de fundo riu da minha cara como resposta.
Não consegui conter a lufada de ar que escapou por entre meus lábios, em um sinal claro de frustração e ansiedade.
Mas que culpa eu tinha, afinal? Estava fadado a ser escravo daquelas malditas notificações de mensagens desde o primeiro dia.
— Pela sua cara, a mensagem tão esperada não veio, . — A voz de Ellie, minha colega de classe e melhor amiga, fez questão de me tirar daquele tormento, e eu ergui meu olhar atordoado. Ela me encarava com curiosidade e um misto de zombaria que conhecia muito bem.
Eu poderia ignorar, é claro, mas não dava. Não quando se tratava de Ellie Parker, a pessoa que mais me conhecia no mundo e não deixaria aquilo quieto assim.
— Ellie…
— Nem vem com “Ellie”. Me conta logo por que você parece prestes a entrar dentro desse aparelho.
— Não é nada demais. Só estou entediado com a aula. — Ainda assim, tentei enganá-la.
Ela arqueou uma sobrancelha que dizia tudo.
— Você ainda insulta a minha inteligência? Isso não é de hoje, . Acha que não notei? Logo você, que nunca foi apegado a redes sociais, não desgruda mais do celular desde… — A expressão dela se iluminou, e eu engoli em seco.
— Não, não, não! — murmurei rapidamente, o que a fez sorrir.
— Desde que voltou de New York.
— Não, Ellie! Isso não tem nada a ver. — Minha voz soou mais alta do que eu pretendia, o que me rendeu uma encarada nada amigável do professor. — Sossega aí. — Tentei voltar minha atenção para a aula, e justo naquele momento meu celular resolveu vibrar.
Praticamente me joguei em cima da mesa, mas minha amiga foi mais rápida e soltou uma risadinha com o meu desespero.
— Devolve. — Soltei, entredentes. Meu coração batia tão rápido que precisei respirar bem fundo.
— Qual é, . Relaxa! Não é como se você estivesse trocando mensagens eróticas com alguém.
Agradeci a todos os deuses possíveis por termos escolhido carteiras nos fundos da sala e, aparentemente, ninguém pareceu escutar.
Puta merda, viu?
Era demais desejar que, só daquela vez, a mensagem fosse da minha mãe com um pedido para que eu buscasse o jantar.
Por favor, que fosse a minha mãe.
— Ellie, não tem graça. Me dá esse celular. — Tentei não parecer desesperado, mas acredito que isso estava bem estampado na minha cara. — Nunca ouviu falar em privacidade?
Mais uma vez, ela ergueu uma sobrancelha e puxou as notificações para ler a maldita mensagem.
Juro que naquele momento meu coração parou.
Não que eu não quisesse que Ellie soubesse dela, muito pelo contrário, só não sabia quão sério era o que estava acontecendo entre nós e não podia parecer emocionado.
Parker, no entanto, só riu baixinho e jogou o aparelho de volta no meu colo.
— A sua sorte é que eu preciso prestar atenção nessa matéria. Mas não pense que vai fugir. Eu ainda quero saber detalhes sobre o que eu acabei de ler. — Piscou e então se virou para encarar a projeção de slides.
Mal consegui conter meu suspiro de alívio e voltei a sentir aquele frio engraçado na barriga de todas as vezes que mensagens dela chegavam.
NYC nunca me pareceu tão entediante, sabia? O que fez comigo?
Um pequeno sorriso se formou nos meus lábios espontaneamente e não hesitei em responder.
Com certeza, meu bem. Eu vou adorar te visitar.
Quero muito conhecer o lado divertido desse lugar.
E do que mais seriam?
Olhei para Ellie de soslaio, e minha amiga estava concentrada demais em suas anotações.
Ótimo.
Uau! Vai me mostrar mais do que eu já vi?
Fiquei curiosa.
E vou adorar conhecer os da sua cama também.
Me remexi discretamente na cadeira.
Tô pronta pra você só de imaginar.
enviou uma imagem de visualização única.
Puta merda.
Caralho.
Engoli a seco e respirei fundo. Minha calça já parecia mais apertada só com aquelas poucas mensagens.
Tomei coragem e abri a foto.
Porra, ela não tinha feito aquilo!
estava deitada em sua cama, só de lingerie preta, e fazia um biquinho para mim.
Aquela mulher era gostosa em um nível quase impossível de se descrever em palavras e precisei de muito autocontrole para não soltar um palavrão no meio da aula.
Por que aquele inferno de explicação sobre ossos não acabava nunca?
Meu coração parecia saltar pela boca quando respondi que queria lambê-la inteira, e não hesitou em devolver com um delicioso “sou sua, meu bem”.
Não dava para segurar. Meu corpo estava tão quente que naquele momento eu implorava por um banho gelado, já que ela estava há malditos quilômetros de distância.
sabia muito bem como me atingir, havia sido assim desde que flertamos pela primeira vez, e eu não era nem louco de negar o quanto estava adorando.
A ideia de fazer com aquela tudo o que vinha aos meus pensamentos quando nos víssemos pessoalmente mais uma vez me deixava ainda mais ansioso.
encontrava-se em cima de um travesseiro e se esfregava deliciosamente.
Tive plena certeza do quanto tinha chamado atenção quando Ellie se virou na minha direção, assim como todos os outros alunos presentes na aula.
Porra.
Eu precisava reagir daquele jeito? Parecia um moleque.
— Tudo bem, ? — Minha amiga se preocupou, mas o máximo que consegui foi assentir e sorrir fraco, antes de me levantar e sair da sala.
A minha sorte era estar com uma calça de moletom bem larga, ou todo mundo veria o que eu tinha para esconder.
A droga do banheiro nunca pareceu tão distante.
Gostou, bebê?
E por que não me mostra?
Aquilo me fez apurar os passos ainda mais. Abri a porta completamente torturado e tranquei atrás de mim, era um daqueles privados, então só teria eu ali.
Meu pau estava tão duro que chegava a latejar, e eu o sentia melar minha cueca cada vez mais.
— Caralho. — Soltei afetado e, sem conseguir aguentar, liguei para ela.
disse que queria ver o quanto eu havia gostado do vídeo, e eu não podia negar. Sem falar que estava desesperado para assistir mais daquela mulher se esfregando toda de tesão.
No exato momento em que ela atendeu a ligação, vi que um sorriso ladino se formou em seus lábios, então a mulher fez questão de posicionar sua câmera para eu ver que continuava a se esfregar daquele jeito delicioso.
— Oi, bebê. Finalmente você resolveu se juntar a mim. — Sua voz estava ofegante, ela se movimentou com mais afinco e deixou um gemido baixo ecoar de seus lábios.
Grunhi mais alto do que pretendia. Meu pau pulsou ainda mais, e eu precisei respirar fundo para não xingar bem alto.
Que mulher deliciosa.
— Caralho. — Foi tudo que consegui dizer, então rapidamente coloquei os fones no ouvido.
Sem a capacidade de me controlar, levei a mão até meu pau por cima da calça e o apertei, o que me fez gemer.
Porra, eu estava excitado demais.
— Puta que pariu, . — Soltei afetado. — Eu queria estar aí para meter minha cara no meio das tuas pernas.
Naquele momento, não conseguia ter pudor algum.
Vi o exato instante em que o olhar dela desceu até meu pau, então passou a língua pelos lábios com uma expressão de quem estava doida para tocá-lo.
Outro gemido escapou da boca dela e seus olhos se reviraram quando, mais uma vez, ela se moveu no travesseiro e rebolou bem devagar.
— Ai, seria tão gostoso ter você aqui no meio das minhas pernas, … — Então ela se moveu com mais vontade, como me imaginasse mesmo ali. — Eu ia rebolar assim e melar toda essa sua carinha linda — ofegou e se empinou toda.
Puta merda.
As palavras dela me atingiram certeiramente e eu não consegui mais aguentar. Coloquei o celular apoiado na bancada à minha frente, levei as mãos até a barra da calça e a puxei para baixo de uma só vez, junto da cueca.
Meu pau estava tão duro que saltou para fora e apontou na direção do celular. Um grunhido escapou de meus lábios quando a percebi passar a língua pelos lábios mais uma vez.
— Olha o que você fez comigo, … — falei baixo, levei uma mão até meu pau e o segurei pela base.
Eu pulsava dolorosamente e movimentei meus dedos por toda a extensão, conforme mantinha meus olhos fixados na forma que ela passou a rebolar bem gostoso no travesseiro, aumentar o ritmo da fricção e gemer um pouco mais alto.
Eu só queria estar ali.
— Porra. Vou socar minha língua bem fundo quando fizer isso. — Um sorriso sacana brotou nos meus lábios e levei a mão até a cabecinha do meu pau para poder sentir melhor como estava melado.
— Que pau gostoso, . Como eu queria você aqui me esfolando todinha mais uma vez.
Ao me olhar bem sacana, ela se ergueu um pouco, levou as mãos até os seios e acariciou por cima do sutiã. A renda era tão fina que era possível ver como seus bicos estavam duros de tesão.
— Tá melado assim por minha causa, meu bem? Quer que eu te mostre como eu estou também? — Retribuiu o meu sorriso.
Meu Deus!
estava acabando comigo e o jeito que voltou a se esfregar no travesseiro e gemer toda manhosa me fez aumentar o ritmo como eu acariciava meu pau.
Estava duro de uma forma que nunca havia ficado antes.
— Ah, porra. Eu vou esfolar a sua bocetinha toda, linda.
Grunhi afetado e mordi meus lábios porque precisava me conter, afinal, estava em um banheiro da faculdade.
Acompanhei com avidez quando tirou a lingerie devagar e passou os dedos pelos seios. De repente, ficou calor demais ali, então tratei também de me livrar do restante das peças que me cobriam.
Seus mamilos estavam deliciosamente duros, e senti uma vontade absurda de chupá-los bem gostoso, então voltei a acariciar meu pau lentamente.
— Sim, por sua causa, . Estou louco pra atolar meu pau todinho em você — assumi, sem pudor algum, conforme fiz uma pressão na cabecinha ao escutar o que ela dizia. — Me mostra essa boceta melada, vai.
— Se atola, sim, bebê. Minha bocetinha tá implorando pra sentir o seu pau abrindo ela todinha — soltou toda manhosa e alargou o sorriso ao passar seu olhar por mim sem nenhuma discrição. — Você é delicioso, .
Ela apertou o seio com mais vontade, então mordeu o canto da boca e saiu de cima do travesseiro, virou de barriga para cima e trouxe o celular junto para me dar a visão dela inteira.
Quando abriu as pernas e aproximou a câmera, pude ver perfeitamente sua boceta e o quanto estava molhada.
Ela soltou uma risadinha afetada, então seus dedos tocaram os grandes lábios e dois deles se esfregaram em toda sua extensão. deixou um gemido delicioso ecoar e se abriu inteira só para deixar ainda mais evidente o quanto estava molhada.
— Olha como eu fiquei toda babadinha pelo seu pau, . — E meteu um dedo em sua entrada, para tirá-lo logo em seguida.
Caralho.
Eu não tinha palavras para descrever a visão daquela mulher aberta daquele jeito para mim e engoli a seco. Meu pau pulsou tão intensamente que soltei o ar com força e gemi completamente torturado. As veias estavam evidentes, e só de me imaginar esfregando nela bem gostoso mais uma vez meu corpo todo estremeceu.
Eu só queria poder foder inteira.
Deslizei os dedos por toda a extensão do meu pau, que latejava cada vez mais. Vi o pré gozo sair intensamente e usei para lubrificá-lo ainda mais e fazer movimentos de vai e vem. Eu sequer piscava ao observar a boceta dela toda melada de um jeito que me fazia querer atolar a minha cara e chupar cada gota de sua excitação.
— Porra, . — Minha voz estava entrecortada e até um pouca rouca do tanto que aquela mulher me afetava só de fazer aquelas coisas.
Eu sequer podia tocá-la naquele momento, e ela era capaz de incendiar meu corpo todo, como havia sido em todas as vezes que estivemos juntos.
Como eu sentia falta de New York.
— Soca nessa boceta gostosa com mais força para eu assistir.
Escutei um suspiro ecoar dos lábios dela, então subiu um pouco a câmera para que eu visse o sorriso sacana que exibia.
— Hm, você quer que eu soque na minha bocetinha, é? — provocou, então trouxe os dedos até sua boca, os chupou bem devagar e fez questão de deixá-los bem molhados logo depois. — Vou me arreganhar todinha pra você, bebê.
Em seguida, ela desceu a câmera mais uma vez, voltou a esfregar toda a extensão de sua boceta, fez movimentos circulares em seu clítoris, enquanto gemia bem manhosa para então seguir até sua entrada, meter um dedo ali e o afundou de um jeito delicioso.
— É assim que você quer, ? — Sua voz ecoou em um tom claramente afetado e mais um gemido baixo escapou.
— Caralho! — resmunguei descontrolado, deslizei meus dedos com vontade por toda minha extensão e não consegui conter um grunhido torturado. — Assim mesmo, sua gostosa.
Então estiquei minha mão livre e posicionei o celular um pouco mais perto, aumentei os movimentos no meu pau com vontade e adorei ver a forma como ela me olhava fazer aquilo. A ideia de imaginar a mão dela no lugar da minha me fez delirar e eu revirei os olhos e passei a mover meu quadril como se estivesse metendo em sua boceta deliciosa.
— Você está me deixando todo melado. Eu estou tão duro, … — Eu simplesmente não conseguia conter as palavras e os palavrões saíam com cada vez mais intensidade da minha boca.
Eu a queria tanto que meu corpo até tremia de tesão.
O suor na minha pele ficava cada vez mais evidente, assim como tinha certeza de que estava até vermelho. Eu não tinha ideia de como ia sair daquele banheiro sem deixar transparecer o que tinha feito ali dentro, mas, naquele momento, não me importava nem um pouco com aquilo.
Eu só queria ver aquela mulher gozar bem gostoso.
mordeu os lábios enquanto observava com atenção em meus movimentos, retirou seu dedo e voltou a atolar bem em sua boceta. Estava tão molhada que fazia aquilo sem a menor dificuldade e sua respiração ficava mais descompassada a cada segundo.
— Você é delicioso, . Eu quero você todinho atolado em mim de novo. — Dessa vez, ela socou dois dedos e fez questão de se abrir bem e mostrar como aquilo a deixava arreganhada. Seus quadris se moveram e rebolava bem gostoso sem que parasse de meter com afinco.
Meu quadril passou a se mover com intensidade e minhas pernas tremeram. Meus batimentos cardíacos estavam acelerados, assim como a minha respiração, o que me deixava cada vez mais ofegante e trazia a sensação de que a temperatura tinha subido consideravelmente no ambiente.
Eu sabia que precisava me controlar, ou acabaria fazendo muito barulho, mas era difícil com aquela mulher gostosa fazendo aquilo na tela do meu celular.
— Me quer, é? — provoquei, sem sequer piscar, conforme acompanhava seus movimentos. — Eu preciso saber onde me quer todo atolado, linda. — Minha voz era firme, mas eu não me importei nem um pouco com aquilo.
Eu sabia muito bem do que aquela mulher gostava.
Deslizei meus dedos mais um pouco pela extensão do meu pau, o acariciei lentamente e o tesão se alastrou ainda mais. Meu abdômen estava rígido e era uma sensação simplesmente deliciosa saber que só ela me deixava daquela forma.
Vi seu olhar se estreitar na minha direção e o desejo estava bem explícito ali. então retirou os dedos de dentro de si e voltou a acariciar seu clitóris com vontade, enquanto mordia a boca com tanta força que poderia cortar seus lábios a qualquer momento.
— Eu quero você atolado na minha bocetinha, . — Sua voz ecoou afetada, e ela aumentou a intensidade com que se acariciava.
Um sorriso perverso tomou conta dos meus lábios e passei a me masturbar com vontade. Eu nunca me cansaria de assistir aquela mulher toda entregue daquele jeito.
— Então eu vou socar ele bem fundo, .
Revirei os olhos mais uma vez com aquela ideia e estremeci de tesao. Diminuí um pouco os movimentos do meu quadril e passei a meter bem lentamente. Grunhidos afetados escapavam sem que eu pudesse controlar, conforme meu pau deslizava entre meus dedos.
voltou a atolar os dois dedos em si e moveu seu quadril bem devagar, como se acompanhasse o meu ritmo.
— Isso, bebê. Soca bem fundo que eu vou rebolar bem gostoso pra você. — Sua voz ficou falha e ela aumentou a intensidade dos movimentos, enquanto deixava mais gemidos manhosos escaparem de seus lábios.
Caralho, aquilo estava acabando comigo, eu não consegui me aguentar e gemi também. Meu pau parecia pulsar cada vez mais, e o desejo me deixava até desesperado só de pensar em como ia ser uma delícia deslizar todo para dentro dela naquela posição.
— Isso, rebola gostoso — pedi ofegante e aumentei meus movimentos, cada vez mais entregue ao prazer que ela me proporcionava.
Eu não sabia como era possível desejar tanto alguém daquela forma, mesmo depois de já tê-la provado.
era como uma droga. Quanto mais eu a tinha, mais a queria, e faria qualquer coisa para prová-la outra vez.
— Caralho… Continua gemendo gostoso assim, linda. — Meu tom de desespero era evidente, mas eu estava completamente fora de mim naquele momento.
Se alguém passasse muito perto da porta do banheiro, com certeza ouviria meus sons de prazer, porém nem liguei. Aquela mulher era tudo que importava, como havia sido desde o início.
— Ai, … Eu quero você arrombando a minha bocetinha toda — gemeu com mais intensidade, então socou mais um dedo e movimentou os três com intensidade dentro de si, o que me permitiu ouvir o som delicioso dela a se abrir toda pra mim. — !
Ela rebolou com mais afinco, seus olhos reviravam de tesão, e a mulher não fazia questão de conter sons deliciosos que ecoavam de sua boca. Suas coxas estremeciam em alguns espasmos, em um sinal claro do quanto aquilo a deixava louca, e eu me deleitei ao vê-la perder o controle daquele jeito.
— Esse pau é tão gostoso. Eu vou sentar tanto em você, bebê. — Ela se movimentava como se fizesse aquilo em mim e seus gemidos só aumentavam.
Aquela cena me deixou completamente descontrolado e gemidos misturados a grunhidos escaparam. Eu não tinha controle algum das minhas ações e passei a deslizar a mão no meu pau com mais intensidade, ele pulsava de um jeito até doloroso do tanto que queria abrir aquela mulher todinha da forma que havia pedido com tanto desejo.
— Eu vou arrombar você todinha, . — Meu tom de voz era firme. — Caralho, eu quero tanto ouvir você gemer meu nome assim enquanto te fodo bem gostoso, linda.
Levei a mão até a cabecinha do meu pau, apertei com vontade e notei o quanto eu estava vermelho.
De repente, foi como se as coisas começassem a girar à minha volta, e meu corpo todo tremeu, conforme meu abdômen se contraía em espasmos. Eu sabia que aquele era um claro sinal de que eu estava próximo de gozar e aumentei o ritmo de meus movimentos.
— Caralho. Você vai me fazer gozar tão gostoso, linda — gemi rasgado, ainda mais ofegante.
revirou os olhos mais uma vez e também aumentou a velocidade com que seus dedos entravam e saíam dela, enquanto seus quadris se moviam e eram tomados por cada vez mais espasmos.
— É isso que eu quero, bebê. Goza pra mim, vai. — Ela fixou seu olhar em meu rosto por alguns segundos, oscilou para meus movimentos e voltou a me encarar, então mordeu a boca pela milésima vez e deixou um gemido mais alto escapar.
Pela forma como seu corpo passou a estremecer, eu soube que também não faltava muito para que atingisse seu ápice.
— … — Movimentou seus dedos com mais afinco, se atolou bem fundo e os tirou para esfregar seu clítoris com vontade. — , eu vou gozar.
Caralho…
Aumentei o ritmo daquele vai e vem delicioso. Eu não conseguia sequer piscar, enquanto a observava se esfregar com cada vez mais intensidade e se contorcer toda.
Ouvi-la gemer meu nome repetidamente me fez perder o resto do controle que me restava.
Levei minha mão até a cabecinha, apertei levemente e logo desci para a base quando meu pau pulsou intensamente. Meu abdômen se contraiu, conforme abri minha boca, deixei um gemido alto escapar e logo me vi explodir intensamente.
Não sabia como aquilo era possível, mas parecia que eu nunca mais ia parar de gozar.
— Puta que pariu — gemi descontrolado e meu gozo foi para todo lado, conforme eu me tremia todo. Apertei os olhos e mordi meus lábios para tentar não fazer mais barulho.
Mesmo com toda aquela adrenalina, não conseguia tirar meus olhos do que fazia.
Ela continuava a gemer sem controle algum e se esfregava com intensidade, enquanto suas pernas estremeciam mais a cada segundo. Ao me ver gozar, voltou a socar três dedos em sua boceta, os movimentou com vontade e deixou meu nome ecoar mais algumas vezes. Seus olhos se reviraram nas órbitas, até que os espasmos tomaram conta de seu corpo inteiro.
— Caralho, , eu tô gozando. — A voz dela estava completamente afetada e suas pernas tremeram violentamente. Um gemido um pouco mais prolongado escapou de sua boca e ela retirou os dedos de dentro de si, se esfregou mais um pouco sem parar de tremer e permaneceu assim por alguns segundos.
Então soltou uma risada baixa e focou seus olhos nos meus, enquanto deixava um sorriso sacana se estampar.
Eu poderia ficar duro de novo só de ver a forma que havia reagido por minha causa, se não tivesse acabado de gozar tão intensamente.
— Você é delicioso, bebê — ela ofegou, então trouxe o celular para mais perto de seu rosto.
Acho que fiquei alguns minutos só encarando o olhar dela, até soltar uma risada e pegar meu celular para poder olhá-la mais de perto.
Merda. Talvez meus sentimentos não fossem apenas carnais…
— Você que é deliciosa, linda. — Sorri, enquanto encarava seus lábios em um vermelho natural. — Olha só o que fez comigo, . Eu estou no banheiro da faculdade, sabe?
Ela soltou uma deliciosa gargalhada.
— Aposto que não vai esquecer esse lugar tão cedo. É bom criar memórias, não?
Neguei com a cabeça, meio bobo com o que tinha acabado de acontecer. Sabia que ainda demoraria uns bons minutos para me recuperar completamente. Aquela mulher definitivamente acabava comigo.
— Mal posso esperar para fazer isso pessoalmente outra vez, .
Eu devo ter aberto o sorriso mais idiota, mas nem me importei.
— Ótimo. Porque eu falei sério. Estou te esperando aqui.
Pude jurar que vi a expressão dela se iluminar e meu sorriso foi retribuído do jeito mais belo de todos.
Eu estava ferrado e, honestamente, não me arrependia de nada.
— Perfeito. Quando menos esperar, eu estarei aí. — E piscou para mim.
Naquele momento, meu olhar oscilava entre o aparelho e o quadro, enquanto eu tentava anotar um terço do que o professor de Anatomia falava. Aquela não era exatamente minha matéria favorita, eu não era muito bom em memorizar todos aqueles nomes e, para meu completo azar, o professor não ia muito com a minha cara, mas me esforçava para tirar boas notas.
Para ser bem sincero, a cada aula daquela matéria, eu me sentia mais entediado, e parecia que não acabava nunca. Era meu segundo ano de curso e parecia que a tortura nunca teria fim.
Algumas pessoas diriam que eu era maluco por reclamar de uma oportunidade como aquela, mas a verdade era que ainda não conseguia acreditar que havia escolhido Medicina. E, pior do que isso, eu estava sóbrio quando tomei a decisão.
Uma risada baixa e exasperada escapou quando me dei conta dos meus pensamentos e, mais uma vez, olhei de soslaio para a tela do celular.
Mordi o lábio e tentei me convencer pela milésima vez de que não repetiria aquele ato, porém falhei vergonhosamente segundos depois e deslizei os dedos pelo aparelho só para ver se havia alguma mensagem.
Aquilo já estava patético e minha tela de fundo riu da minha cara como resposta.
Não consegui conter a lufada de ar que escapou por entre meus lábios, em um sinal claro de frustração e ansiedade.
Mas que culpa eu tinha, afinal? Estava fadado a ser escravo daquelas malditas notificações de mensagens desde o primeiro dia.
— Pela sua cara, a mensagem tão esperada não veio, . — A voz de Ellie, minha colega de classe e melhor amiga, fez questão de me tirar daquele tormento, e eu ergui meu olhar atordoado. Ela me encarava com curiosidade e um misto de zombaria que conhecia muito bem.
Eu poderia ignorar, é claro, mas não dava. Não quando se tratava de Ellie Parker, a pessoa que mais me conhecia no mundo e não deixaria aquilo quieto assim.
— Ellie…
— Nem vem com “Ellie”. Me conta logo por que você parece prestes a entrar dentro desse aparelho.
— Não é nada demais. Só estou entediado com a aula. — Ainda assim, tentei enganá-la.
Ela arqueou uma sobrancelha que dizia tudo.
— Você ainda insulta a minha inteligência? Isso não é de hoje, . Acha que não notei? Logo você, que nunca foi apegado a redes sociais, não desgruda mais do celular desde… — A expressão dela se iluminou, e eu engoli em seco.
— Não, não, não! — murmurei rapidamente, o que a fez sorrir.
— Desde que voltou de New York.
— Não, Ellie! Isso não tem nada a ver. — Minha voz soou mais alta do que eu pretendia, o que me rendeu uma encarada nada amigável do professor. — Sossega aí. — Tentei voltar minha atenção para a aula, e justo naquele momento meu celular resolveu vibrar.
Praticamente me joguei em cima da mesa, mas minha amiga foi mais rápida e soltou uma risadinha com o meu desespero.
— Devolve. — Soltei, entredentes. Meu coração batia tão rápido que precisei respirar bem fundo.
— Qual é, . Relaxa! Não é como se você estivesse trocando mensagens eróticas com alguém.
Agradeci a todos os deuses possíveis por termos escolhido carteiras nos fundos da sala e, aparentemente, ninguém pareceu escutar.
Puta merda, viu?
Era demais desejar que, só daquela vez, a mensagem fosse da minha mãe com um pedido para que eu buscasse o jantar.
Por favor, que fosse a minha mãe.
— Ellie, não tem graça. Me dá esse celular. — Tentei não parecer desesperado, mas acredito que isso estava bem estampado na minha cara. — Nunca ouviu falar em privacidade?
Mais uma vez, ela ergueu uma sobrancelha e puxou as notificações para ler a maldita mensagem.
Juro que naquele momento meu coração parou.
Não que eu não quisesse que Ellie soubesse dela, muito pelo contrário, só não sabia quão sério era o que estava acontecendo entre nós e não podia parecer emocionado.
Parker, no entanto, só riu baixinho e jogou o aparelho de volta no meu colo.
— A sua sorte é que eu preciso prestar atenção nessa matéria. Mas não pense que vai fugir. Eu ainda quero saber detalhes sobre o que eu acabei de ler. — Piscou e então se virou para encarar a projeção de slides.
Mal consegui conter meu suspiro de alívio e voltei a sentir aquele frio engraçado na barriga de todas as vezes que mensagens dela chegavam.
NYC nunca me pareceu tão entediante, sabia? O que fez comigo?
Um pequeno sorriso se formou nos meus lábios espontaneamente e não hesitei em responder.
É mesmo? Aproveita e vem me visitar. Mudar um pouco de ares? ;)
Sinceramente? Eu era capaz de ir buscá-la se ela disse que sim.Com certeza, meu bem. Eu vou adorar te visitar.
Quero muito conhecer o lado divertido desse lugar.
É mesmo?
Eu posso te mostrar vários lados, não só do lugar.
E do que mais seriam?
Meus.
E os da minha cama, se quiser…
Olhei para Ellie de soslaio, e minha amiga estava concentrada demais em suas anotações.
Ótimo.
Uau! Vai me mostrar mais do que eu já vi?
Fiquei curiosa.
E vou adorar conhecer os da sua cama também.
Me remexi discretamente na cadeira.
Com certeza.
Você ainda não viu nada.
Então vem, linda. Já deixei pronta pra você e mal posso esperar para explorarmos cada lado.
Tô pronta pra você só de imaginar.
enviou uma imagem de visualização única.
Puta merda.
Caralho.
Engoli a seco e respirei fundo. Minha calça já parecia mais apertada só com aquelas poucas mensagens.
Tomei coragem e abri a foto.
Porra, ela não tinha feito aquilo!
estava deitada em sua cama, só de lingerie preta, e fazia um biquinho para mim.
Aquela mulher era gostosa em um nível quase impossível de se descrever em palavras e precisei de muito autocontrole para não soltar um palavrão no meio da aula.
Por que aquele inferno de explicação sobre ossos não acabava nunca?
Meu coração parecia saltar pela boca quando respondi que queria lambê-la inteira, e não hesitou em devolver com um delicioso “sou sua, meu bem”.
Não dava para segurar. Meu corpo estava tão quente que naquele momento eu implorava por um banho gelado, já que ela estava há malditos quilômetros de distância.
sabia muito bem como me atingir, havia sido assim desde que flertamos pela primeira vez, e eu não era nem louco de negar o quanto estava adorando.
A ideia de fazer com aquela tudo o que vinha aos meus pensamentos quando nos víssemos pessoalmente mais uma vez me deixava ainda mais ansioso.
Cuidado. Quando eu começar a fazer o que quero com você, não vou conseguir parar.
Ela demorou um pouco para responder essa última mensagem e usei o tempo para tentar me recuperar. No entanto, quando estava quase acontecendo, recebi um vídeo que me fez engasgar bem alto.encontrava-se em cima de um travesseiro e se esfregava deliciosamente.
Tive plena certeza do quanto tinha chamado atenção quando Ellie se virou na minha direção, assim como todos os outros alunos presentes na aula.
Porra.
Eu precisava reagir daquele jeito? Parecia um moleque.
— Tudo bem, ? — Minha amiga se preocupou, mas o máximo que consegui foi assentir e sorrir fraco, antes de me levantar e sair da sala.
A minha sorte era estar com uma calça de moletom bem larga, ou todo mundo veria o que eu tinha para esconder.
A droga do banheiro nunca pareceu tão distante.
Gostou, bebê?
Porra, linda.
Achei uma delícia.
E por que não me mostra?
Aquilo me fez apurar os passos ainda mais. Abri a porta completamente torturado e tranquei atrás de mim, era um daqueles privados, então só teria eu ali.
Meu pau estava tão duro que chegava a latejar, e eu o sentia melar minha cueca cada vez mais.
— Caralho. — Soltei afetado e, sem conseguir aguentar, liguei para ela.
disse que queria ver o quanto eu havia gostado do vídeo, e eu não podia negar. Sem falar que estava desesperado para assistir mais daquela mulher se esfregando toda de tesão.
No exato momento em que ela atendeu a ligação, vi que um sorriso ladino se formou em seus lábios, então a mulher fez questão de posicionar sua câmera para eu ver que continuava a se esfregar daquele jeito delicioso.
— Oi, bebê. Finalmente você resolveu se juntar a mim. — Sua voz estava ofegante, ela se movimentou com mais afinco e deixou um gemido baixo ecoar de seus lábios.
Grunhi mais alto do que pretendia. Meu pau pulsou ainda mais, e eu precisei respirar fundo para não xingar bem alto.
Que mulher deliciosa.
— Caralho. — Foi tudo que consegui dizer, então rapidamente coloquei os fones no ouvido.
Sem a capacidade de me controlar, levei a mão até meu pau por cima da calça e o apertei, o que me fez gemer.
Porra, eu estava excitado demais.
— Puta que pariu, . — Soltei afetado. — Eu queria estar aí para meter minha cara no meio das tuas pernas.
Naquele momento, não conseguia ter pudor algum.
Vi o exato instante em que o olhar dela desceu até meu pau, então passou a língua pelos lábios com uma expressão de quem estava doida para tocá-lo.
Outro gemido escapou da boca dela e seus olhos se reviraram quando, mais uma vez, ela se moveu no travesseiro e rebolou bem devagar.
— Ai, seria tão gostoso ter você aqui no meio das minhas pernas, … — Então ela se moveu com mais vontade, como me imaginasse mesmo ali. — Eu ia rebolar assim e melar toda essa sua carinha linda — ofegou e se empinou toda.
Puta merda.
As palavras dela me atingiram certeiramente e eu não consegui mais aguentar. Coloquei o celular apoiado na bancada à minha frente, levei as mãos até a barra da calça e a puxei para baixo de uma só vez, junto da cueca.
Meu pau estava tão duro que saltou para fora e apontou na direção do celular. Um grunhido escapou de meus lábios quando a percebi passar a língua pelos lábios mais uma vez.
— Olha o que você fez comigo, … — falei baixo, levei uma mão até meu pau e o segurei pela base.
Eu pulsava dolorosamente e movimentei meus dedos por toda a extensão, conforme mantinha meus olhos fixados na forma que ela passou a rebolar bem gostoso no travesseiro, aumentar o ritmo da fricção e gemer um pouco mais alto.
Eu só queria estar ali.
— Porra. Vou socar minha língua bem fundo quando fizer isso. — Um sorriso sacana brotou nos meus lábios e levei a mão até a cabecinha do meu pau para poder sentir melhor como estava melado.
— Que pau gostoso, . Como eu queria você aqui me esfolando todinha mais uma vez.
Ao me olhar bem sacana, ela se ergueu um pouco, levou as mãos até os seios e acariciou por cima do sutiã. A renda era tão fina que era possível ver como seus bicos estavam duros de tesão.
— Tá melado assim por minha causa, meu bem? Quer que eu te mostre como eu estou também? — Retribuiu o meu sorriso.
Meu Deus!
estava acabando comigo e o jeito que voltou a se esfregar no travesseiro e gemer toda manhosa me fez aumentar o ritmo como eu acariciava meu pau.
Estava duro de uma forma que nunca havia ficado antes.
— Ah, porra. Eu vou esfolar a sua bocetinha toda, linda.
Grunhi afetado e mordi meus lábios porque precisava me conter, afinal, estava em um banheiro da faculdade.
Acompanhei com avidez quando tirou a lingerie devagar e passou os dedos pelos seios. De repente, ficou calor demais ali, então tratei também de me livrar do restante das peças que me cobriam.
Seus mamilos estavam deliciosamente duros, e senti uma vontade absurda de chupá-los bem gostoso, então voltei a acariciar meu pau lentamente.
— Sim, por sua causa, . Estou louco pra atolar meu pau todinho em você — assumi, sem pudor algum, conforme fiz uma pressão na cabecinha ao escutar o que ela dizia. — Me mostra essa boceta melada, vai.
— Se atola, sim, bebê. Minha bocetinha tá implorando pra sentir o seu pau abrindo ela todinha — soltou toda manhosa e alargou o sorriso ao passar seu olhar por mim sem nenhuma discrição. — Você é delicioso, .
Ela apertou o seio com mais vontade, então mordeu o canto da boca e saiu de cima do travesseiro, virou de barriga para cima e trouxe o celular junto para me dar a visão dela inteira.
Quando abriu as pernas e aproximou a câmera, pude ver perfeitamente sua boceta e o quanto estava molhada.
Ela soltou uma risadinha afetada, então seus dedos tocaram os grandes lábios e dois deles se esfregaram em toda sua extensão. deixou um gemido delicioso ecoar e se abriu inteira só para deixar ainda mais evidente o quanto estava molhada.
— Olha como eu fiquei toda babadinha pelo seu pau, . — E meteu um dedo em sua entrada, para tirá-lo logo em seguida.
Caralho.
Eu não tinha palavras para descrever a visão daquela mulher aberta daquele jeito para mim e engoli a seco. Meu pau pulsou tão intensamente que soltei o ar com força e gemi completamente torturado. As veias estavam evidentes, e só de me imaginar esfregando nela bem gostoso mais uma vez meu corpo todo estremeceu.
Eu só queria poder foder inteira.
Deslizei os dedos por toda a extensão do meu pau, que latejava cada vez mais. Vi o pré gozo sair intensamente e usei para lubrificá-lo ainda mais e fazer movimentos de vai e vem. Eu sequer piscava ao observar a boceta dela toda melada de um jeito que me fazia querer atolar a minha cara e chupar cada gota de sua excitação.
— Porra, . — Minha voz estava entrecortada e até um pouca rouca do tanto que aquela mulher me afetava só de fazer aquelas coisas.
Eu sequer podia tocá-la naquele momento, e ela era capaz de incendiar meu corpo todo, como havia sido em todas as vezes que estivemos juntos.
Como eu sentia falta de New York.
— Soca nessa boceta gostosa com mais força para eu assistir.
Escutei um suspiro ecoar dos lábios dela, então subiu um pouco a câmera para que eu visse o sorriso sacana que exibia.
— Hm, você quer que eu soque na minha bocetinha, é? — provocou, então trouxe os dedos até sua boca, os chupou bem devagar e fez questão de deixá-los bem molhados logo depois. — Vou me arreganhar todinha pra você, bebê.
Em seguida, ela desceu a câmera mais uma vez, voltou a esfregar toda a extensão de sua boceta, fez movimentos circulares em seu clítoris, enquanto gemia bem manhosa para então seguir até sua entrada, meter um dedo ali e o afundou de um jeito delicioso.
— É assim que você quer, ? — Sua voz ecoou em um tom claramente afetado e mais um gemido baixo escapou.
— Caralho! — resmunguei descontrolado, deslizei meus dedos com vontade por toda minha extensão e não consegui conter um grunhido torturado. — Assim mesmo, sua gostosa.
Então estiquei minha mão livre e posicionei o celular um pouco mais perto, aumentei os movimentos no meu pau com vontade e adorei ver a forma como ela me olhava fazer aquilo. A ideia de imaginar a mão dela no lugar da minha me fez delirar e eu revirei os olhos e passei a mover meu quadril como se estivesse metendo em sua boceta deliciosa.
— Você está me deixando todo melado. Eu estou tão duro, … — Eu simplesmente não conseguia conter as palavras e os palavrões saíam com cada vez mais intensidade da minha boca.
Eu a queria tanto que meu corpo até tremia de tesão.
O suor na minha pele ficava cada vez mais evidente, assim como tinha certeza de que estava até vermelho. Eu não tinha ideia de como ia sair daquele banheiro sem deixar transparecer o que tinha feito ali dentro, mas, naquele momento, não me importava nem um pouco com aquilo.
Eu só queria ver aquela mulher gozar bem gostoso.
mordeu os lábios enquanto observava com atenção em meus movimentos, retirou seu dedo e voltou a atolar bem em sua boceta. Estava tão molhada que fazia aquilo sem a menor dificuldade e sua respiração ficava mais descompassada a cada segundo.
— Você é delicioso, . Eu quero você todinho atolado em mim de novo. — Dessa vez, ela socou dois dedos e fez questão de se abrir bem e mostrar como aquilo a deixava arreganhada. Seus quadris se moveram e rebolava bem gostoso sem que parasse de meter com afinco.
Meu quadril passou a se mover com intensidade e minhas pernas tremeram. Meus batimentos cardíacos estavam acelerados, assim como a minha respiração, o que me deixava cada vez mais ofegante e trazia a sensação de que a temperatura tinha subido consideravelmente no ambiente.
Eu sabia que precisava me controlar, ou acabaria fazendo muito barulho, mas era difícil com aquela mulher gostosa fazendo aquilo na tela do meu celular.
— Me quer, é? — provoquei, sem sequer piscar, conforme acompanhava seus movimentos. — Eu preciso saber onde me quer todo atolado, linda. — Minha voz era firme, mas eu não me importei nem um pouco com aquilo.
Eu sabia muito bem do que aquela mulher gostava.
Deslizei meus dedos mais um pouco pela extensão do meu pau, o acariciei lentamente e o tesão se alastrou ainda mais. Meu abdômen estava rígido e era uma sensação simplesmente deliciosa saber que só ela me deixava daquela forma.
Vi seu olhar se estreitar na minha direção e o desejo estava bem explícito ali. então retirou os dedos de dentro de si e voltou a acariciar seu clitóris com vontade, enquanto mordia a boca com tanta força que poderia cortar seus lábios a qualquer momento.
— Eu quero você atolado na minha bocetinha, . — Sua voz ecoou afetada, e ela aumentou a intensidade com que se acariciava.
Um sorriso perverso tomou conta dos meus lábios e passei a me masturbar com vontade. Eu nunca me cansaria de assistir aquela mulher toda entregue daquele jeito.
— Então eu vou socar ele bem fundo, .
Revirei os olhos mais uma vez com aquela ideia e estremeci de tesao. Diminuí um pouco os movimentos do meu quadril e passei a meter bem lentamente. Grunhidos afetados escapavam sem que eu pudesse controlar, conforme meu pau deslizava entre meus dedos.
voltou a atolar os dois dedos em si e moveu seu quadril bem devagar, como se acompanhasse o meu ritmo.
— Isso, bebê. Soca bem fundo que eu vou rebolar bem gostoso pra você. — Sua voz ficou falha e ela aumentou a intensidade dos movimentos, enquanto deixava mais gemidos manhosos escaparem de seus lábios.
Caralho, aquilo estava acabando comigo, eu não consegui me aguentar e gemi também. Meu pau parecia pulsar cada vez mais, e o desejo me deixava até desesperado só de pensar em como ia ser uma delícia deslizar todo para dentro dela naquela posição.
— Isso, rebola gostoso — pedi ofegante e aumentei meus movimentos, cada vez mais entregue ao prazer que ela me proporcionava.
Eu não sabia como era possível desejar tanto alguém daquela forma, mesmo depois de já tê-la provado.
era como uma droga. Quanto mais eu a tinha, mais a queria, e faria qualquer coisa para prová-la outra vez.
— Caralho… Continua gemendo gostoso assim, linda. — Meu tom de desespero era evidente, mas eu estava completamente fora de mim naquele momento.
Se alguém passasse muito perto da porta do banheiro, com certeza ouviria meus sons de prazer, porém nem liguei. Aquela mulher era tudo que importava, como havia sido desde o início.
— Ai, … Eu quero você arrombando a minha bocetinha toda — gemeu com mais intensidade, então socou mais um dedo e movimentou os três com intensidade dentro de si, o que me permitiu ouvir o som delicioso dela a se abrir toda pra mim. — !
Ela rebolou com mais afinco, seus olhos reviravam de tesão, e a mulher não fazia questão de conter sons deliciosos que ecoavam de sua boca. Suas coxas estremeciam em alguns espasmos, em um sinal claro do quanto aquilo a deixava louca, e eu me deleitei ao vê-la perder o controle daquele jeito.
— Esse pau é tão gostoso. Eu vou sentar tanto em você, bebê. — Ela se movimentava como se fizesse aquilo em mim e seus gemidos só aumentavam.
Aquela cena me deixou completamente descontrolado e gemidos misturados a grunhidos escaparam. Eu não tinha controle algum das minhas ações e passei a deslizar a mão no meu pau com mais intensidade, ele pulsava de um jeito até doloroso do tanto que queria abrir aquela mulher todinha da forma que havia pedido com tanto desejo.
— Eu vou arrombar você todinha, . — Meu tom de voz era firme. — Caralho, eu quero tanto ouvir você gemer meu nome assim enquanto te fodo bem gostoso, linda.
Levei a mão até a cabecinha do meu pau, apertei com vontade e notei o quanto eu estava vermelho.
De repente, foi como se as coisas começassem a girar à minha volta, e meu corpo todo tremeu, conforme meu abdômen se contraía em espasmos. Eu sabia que aquele era um claro sinal de que eu estava próximo de gozar e aumentei o ritmo de meus movimentos.
— Caralho. Você vai me fazer gozar tão gostoso, linda — gemi rasgado, ainda mais ofegante.
revirou os olhos mais uma vez e também aumentou a velocidade com que seus dedos entravam e saíam dela, enquanto seus quadris se moviam e eram tomados por cada vez mais espasmos.
— É isso que eu quero, bebê. Goza pra mim, vai. — Ela fixou seu olhar em meu rosto por alguns segundos, oscilou para meus movimentos e voltou a me encarar, então mordeu a boca pela milésima vez e deixou um gemido mais alto escapar.
Pela forma como seu corpo passou a estremecer, eu soube que também não faltava muito para que atingisse seu ápice.
— … — Movimentou seus dedos com mais afinco, se atolou bem fundo e os tirou para esfregar seu clítoris com vontade. — , eu vou gozar.
Caralho…
Aumentei o ritmo daquele vai e vem delicioso. Eu não conseguia sequer piscar, enquanto a observava se esfregar com cada vez mais intensidade e se contorcer toda.
Ouvi-la gemer meu nome repetidamente me fez perder o resto do controle que me restava.
Levei minha mão até a cabecinha, apertei levemente e logo desci para a base quando meu pau pulsou intensamente. Meu abdômen se contraiu, conforme abri minha boca, deixei um gemido alto escapar e logo me vi explodir intensamente.
Não sabia como aquilo era possível, mas parecia que eu nunca mais ia parar de gozar.
— Puta que pariu — gemi descontrolado e meu gozo foi para todo lado, conforme eu me tremia todo. Apertei os olhos e mordi meus lábios para tentar não fazer mais barulho.
Mesmo com toda aquela adrenalina, não conseguia tirar meus olhos do que fazia.
Ela continuava a gemer sem controle algum e se esfregava com intensidade, enquanto suas pernas estremeciam mais a cada segundo. Ao me ver gozar, voltou a socar três dedos em sua boceta, os movimentou com vontade e deixou meu nome ecoar mais algumas vezes. Seus olhos se reviraram nas órbitas, até que os espasmos tomaram conta de seu corpo inteiro.
— Caralho, , eu tô gozando. — A voz dela estava completamente afetada e suas pernas tremeram violentamente. Um gemido um pouco mais prolongado escapou de sua boca e ela retirou os dedos de dentro de si, se esfregou mais um pouco sem parar de tremer e permaneceu assim por alguns segundos.
Então soltou uma risada baixa e focou seus olhos nos meus, enquanto deixava um sorriso sacana se estampar.
Eu poderia ficar duro de novo só de ver a forma que havia reagido por minha causa, se não tivesse acabado de gozar tão intensamente.
— Você é delicioso, bebê — ela ofegou, então trouxe o celular para mais perto de seu rosto.
Acho que fiquei alguns minutos só encarando o olhar dela, até soltar uma risada e pegar meu celular para poder olhá-la mais de perto.
Merda. Talvez meus sentimentos não fossem apenas carnais…
— Você que é deliciosa, linda. — Sorri, enquanto encarava seus lábios em um vermelho natural. — Olha só o que fez comigo, . Eu estou no banheiro da faculdade, sabe?
Ela soltou uma deliciosa gargalhada.
— Aposto que não vai esquecer esse lugar tão cedo. É bom criar memórias, não?
Neguei com a cabeça, meio bobo com o que tinha acabado de acontecer. Sabia que ainda demoraria uns bons minutos para me recuperar completamente. Aquela mulher definitivamente acabava comigo.
— Mal posso esperar para fazer isso pessoalmente outra vez, .
Eu devo ter aberto o sorriso mais idiota, mas nem me importei.
— Ótimo. Porque eu falei sério. Estou te esperando aqui.
Pude jurar que vi a expressão dela se iluminar e meu sorriso foi retribuído do jeito mais belo de todos.
Eu estava ferrado e, honestamente, não me arrependia de nada.
— Perfeito. Quando menos esperar, eu estarei aí. — E piscou para mim.
FIM!
Nota da autora: Aqui estou eu com mais uma putaria suja, mas não me arrependo, porque sei que vocês adoram kkkk.
Comentem, viu?
Beijos da trevosa e até a próxima.
Ste a.k.a. Saturno.
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Ste a.k.a. Saturno.