10. illicit affairs

Revisada por: Saturno 🪐
Finalizada em: 22/02/2026


CAPÍTULO ÚNICO

Meu olhar oscilava entre a tela do notebook e o diário, onde eu havia anotado as notas de meus alunos. Naquele dia, após uma explicação rápida, deixei que eles fizessem um estudo dirigido enquanto eu aproveitava o tempo da aula para colocar algumas coisas em dia. Se eu poderia deixar isso para um outro momento? Talvez, mas achava interessante passar aquele tipo de exercício para eles, principalmente porque estavam acostumados demais a receber as informações prontas.
Tentava manter meu foco no que eu fazia, mas, vez ou outra, algumas conversas captavam a minha atenção, como aconteceu naquele exato momento.
Cara, eu tenho certeza de que ela estava te dando o maior mole. Você viu o jeito que ela disse seu nome? ‘Senhor Westphall’. — O tom de voz do rapaz mudou ao final de sua fala, em uma tentativa de imitar a mulher.
Porra, achei que tava imaginando, mas se tu percebeu também… — o outro respondeu, e eu arqueei uma sobrancelha enquanto continuava a digitar em meu notebook.
Era realmente difícil me concentrar nas notas que precisava passar para o diário de classe ao ouvir aquele tipo de conversa, principalmente quando imaginava muito bem sobre quem se tratava.
Chama ela pra sair, cara! — O amigo continuava a incentivá-lo, e não pude evitar a curiosidade em saber aonde aquela conversa chegaria.
Tá maluco? Vai dar problema pra ela se eu fizer isso. Por mais gata que seja, ainda é uma professora. — A confirmação veio e precisei conter minhas reações.
Estava tentando decidir o que era mais cômico: ele a chamar pelo primeiro nome, ou pensar que seu convite seria aceito.
Se tu não sair com ela, eu saio — provocou, e, depois dessa, não deu para segurar. Acabei por soltar uma risada baixa, e isso atraiu a atenção dos dois alunos, que me encararam com uma expressão um tanto assustada.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, no entanto, Fred, que se sentava na primeira carteira à minha frente, anunciou o final do período de minha aula, e eu precisei me levantar para dar um recado rápido aos alunos.
— Não esqueçam que na semana que vem iniciamos as apresentações dos seminários sobre terapia gênica, pessoal. Bom final de semana pra vocês! — Abri um sorriso de canto, então fiquei ali parado, esperando se alguém viria tirar dúvidas ou algo do tipo.
— Vem beber com a gente, professor — um dos alunos convidou, enquanto recolhia suas coisas, e eu imediatamente identifiquei ser Patrick.
Alguns alunos foram se retirando da sala, incluindo os dois que achavam que era para o bico deles, enquanto outros vinham na direção da minha mesa, Patrick incluído, e formavam uma pequena aglomeração.
Aquele tipo de convite não era incomum. Eu sempre mantinha uma relação de amizade com meus alunos e já havia saído algumas vezes para beber com algumas turmas, porém com alguns limites, é claro.
— E me chamam assim, na última hora? Tô de olho em vocês — brinquei ao fingir um tom sério, o que fez com que risadas ecoassem.
— Ah, profê, nós resolvemos isso agora, durante sua aula — uma das meninas contou, o que me fez formar uma careta de indignação.
— Bom saber como vocês prestam atenção à minha disciplina. — Estreitei meus olhos, mas logo desfiz a expressão chateada e soltei uma risada. — Qual é o bar dessa vez? Talvez eu dê um pulo por lá mais tarde — respondi, de forma mais descontraída, já que a aula tinha acabado mesmo e eu não precisa ser tão formal. Nem gostava, para ser sincero.
— Aquele de sempre, mas aparece lá mesmo. Da última vez, o senhor prometeu ir e nem deu as caras — a mesma garota disse, e, quando olhei na sua direção, percebi que fazia um bico enquanto seus olhos me analisavam de cima a baixo. Aquilo me deixou incomodado, mas ignorei e fingi não ter percebido.
— Por isso mesmo que eu disse talvez — frisei a palavra. — Agora se mandem da minha sala, porque eu tenho médias para postar. Depois vocês reclamam que não tem nada lá no portal. — Apontei a porta, como se expulsasse mesmo cada um deles.
Recebi mais risadas como resposta e, após se despedirem, os observei até que o último se retirasse e eu ficasse sozinho. Não conseguiria sair dali sem terminar com aquelas notas.
Eu já lecionava há onze anos na Universidade de Boston. Embora preferisse a pesquisa, descobri que gostava do lance de ensinar. A sensação de ver um ex-aluno se dar bem na vida compensava, e muito, alguns estresses que só aquela profissão me trazia de vez em quando.
Desde que comecei a ensinar Genética, imaginei que gostaria de ser o tipo de professor que sabia transmitir conhecimento sem ser uma espécie de carrasco. Fazer amizade com meus alunos havia sido a estratégia, e eu sempre me dei bem com isso. Como resultado, meu laboratório era um dos mais disputados para vagas de estágio e pesquisa.
O problema era que alguns deles achavam que podiam realmente falar sobre tudo comigo, principalmente durante minha aula. Isso incluía comentar sobre outros professores.
Às vezes faziam reclamações, e eu precisava manter a postura imparcial, em outras, comentavam sobre as manias estranhas de alguns — e eu acabava usando disso para zoar meus colegas mais tarde. Além disso, também havia os que conversavam entre si, mas sem a preocupação em serem ouvidos, como havia sido o caso dos dois rapazes e a saga de qual deles ficaria com a professora .
Soltei uma risada baixa, que acabou por se transformar em uma gargalhada sonora com aquela lembrança. Se aqueles dois entendessem a ironia de falar daquele jeito logo sobre ela na minha frente!
Claro que não era a primeira vez que eu ouvia comentários de alunos a respeito da professora, assim como sabia de alguns ao meu respeito também. Desde que permanecessem sendo apenas comentários, eu realmente não ligava, por mais que achasse bizarro.
Terminei de lançar as médias e resolvi dar aquele dia por encerrado, desliguei o notebook e o guardei dentro da mochila. Segui pelo corredor, lembrei que precisava passar em meu laboratório para pegar uns relatórios e as chaves do meu carro, então acabei parando quando vi a porta da sala de se abrir e dela sair ninguém mais, ninguém menos, do que Quentin Westphall, o aluno que tinha certeza de que sairia com ela.
Arqueei uma sobrancelha e meus olhos foram do rapaz para a mulher, que me direcionou um olhar com um certo tom de divertimento. Quentin me cumprimentou com um aceno de cabeça e se afastou quase correndo, seu rosto tão vermelho que eu podia jurar que seu cérebro explodiria a qualquer momento.
— Professor . — A voz dela me despertou dos meus pensamentos, enquanto um sorriso de canto moldava seus lábios.
— Professora — respondi, um tanto mais sério do que gostaria.
— Algum problema? — a ouvi questionar, o que me fez erguer a sobrancelha mais uma vez.
— Nenhum. Estava apenas indo buscar uns relatórios em meu laboratório. — Soltei, da forma mais despreocupada que pude, mas a imagem do rapaz saindo da sala de fez com que eu ficasse inquieto, sem conseguir evitar olhar rapidamente na direção por onde ele havia seguido.
— Não é o que parece — retrucou e tomou minha atenção novamente. — Se eu não o conhecesse, , diria que está com ciúmes. — Seu tom de voz diminuiu consideravelmente, mas, ainda assim, eu consegui ouvi-la.
Minha expressão mudou rapidamente para uma de choque, então apenas dei alguns passos na direção dela e entrei em sua sala para que aquela conversa não fosse ouvida por quem não devia. A Universidade tinha uma política um tanto rígida e não permitia que colegas de trabalho se relacionassem além do estritamente profissional, o que… bem, obviamente, nós não cumpríamos.
— Não estou com ciúmes. — Soltei, assim que me certifiquei de que estávamos dentro da sala dela.
veio em minha direção com calma, então, com uma expressão divertida, se inclinou para fechar a porta atrás de mim. A proximidade repentina dela me afetou automaticamente, e eu acompanhei seus movimentos com o olhar.
— Que bom que não está, meu bem. Porque Quentin Westphall acabou de ter a audácia de me chamar para sair — segredou, e, de repente, senti que meu próprio rosto esquentou.
Praguejei baixo, porque eu não era do tipo ciumento, muito pelo contrário, mas aquilo tinha me deixado incomodado.
— Ele fez o quê? — questionei, incapaz de formular qualquer outra coisa que fosse.
passou por mim com tranquilidade, parou em frente à sua mesa e recostou sobre ela. De modo quase automático, eu a acompanhei, como se um ímã me puxasse sempre para perto.
— Veio até a minha sala e resolveu que seria uma boa ideia me convidar para um drinque — repetiu, dessa vez com mais detalhes.
— Que idiota — exclamei, o que fez com que ela me encarasse com interesse.
— Até que foi bonitinho. Ele se atrapalhou um pouco com as palavras, e eu achei que teria algum ataque cardíaco do tanto que ficou vermelho. — Continuou a contar, e algo em mim sabia que agora o fazia para me provocar, porém meu raciocínio estava completamente atrapalhado.
— Ah, claro. Bonitinho — resmunguei, revirei meus olhos e desisti de encará-la. — E o que você respondeu ao imbecil… digo, ao garoto? — me corrigi tarde demais, porque riu da minha cara, mas até a risada daquela mulher soava incrivelmente sedutora aos meus ouvidos.
, você fica absolutamente delicioso com essa cara de quem roubou seu doce. — Suas mãos tocaram meus ombros e subiram até meu pescoço.
Bufei, porém aquele gesto dela teve um efeito automático sobre mim.
me tinha sempre que ela quisesse, essa era a verdade.
— Ninguém roubou meu doce. Ele está bem aqui na minha frente, não está? — Recobrei um resquício de lucidez e larguei minha mochila de qualquer jeito ao nosso lado só para tocar sua cintura com minhas duas mãos.
passou suas unhas devagar pela minha nuca, e eu soltei um suspiro, fixei meu olhar no dela e a notei umedecer os lábios.
— E o que você pretende fazer com o doce, meu bem? — provocou, o que me fez adentrar o tecido de sua blusa só para apertar meus dedos em sua pele.
— Para começar, quero lamber cada pedacinho. — Aproximei minha boca da sua e rocei nossos lábios.
Contive a vontade absurda de beijá-la apenas para manter aquela provocação por mais alguns segundos.
— Aqui? Agora? — ela murmurou, em um tom de voz afetado que me fez conter um suspiro.
— Aqui. Agora — respondi e desci minhas mãos até sua bunda, a puxei para mim e colei nossos corpos. — Mas você não me disse o que respondeu, — insisti, por mais que aquilo já não importasse mais.
ofegou em meus braços e se inclinou para mim, completamente entregue.
— Isso importa? — questionou, como se lesse meus pensamentos.
No fundo, eu sabia muito bem que o que tínhamos era intenso demais para me deixar levar por uma implicância boba.
— Não, mas sou curioso — admiti, porque, no fim das contas, realmente não passava disso.
— Você nunca ouviu falar que a curiosidade matou o gato, ?
Ri de seu comentário, então inclinei meu rosto em direção de seu pescoço, inalei o perfume de de modo lento e fiz questão de tocar sua pele com meu nariz.
— Matou, é? — murmurei, não resisti e a toquei com meus lábios para saborear seu gosto e maciez.
— Uhum — ela afirmou, num sussurro.
Beijei sua pele com uma paciência que eu mesmo não sentia, porque a queria desesperadamente. Ela nunca precisava de muito para me deixar daquela forma.
Aproveitei toda a extensão de sua pele até subir por seu queixo. Levei uma de minhas mãos até a lateral direita de seu rosto e fiz um carinho até emaranhar meus dedos em seus cabelos.
— E como é que eu vou morrer de curiosidade se você já me matou desde a primeira vez em que a vi?
sorriu daquele jeito bonito que me deixava aéreo, então colou seus lábios nos meus, numa demonstração do quanto aquelas provocações haviam a deixado impaciente.
Não hesitei em retribuir as carícias de sua língua e usei a mão que estava em seu quadril para apertar sua pele mais uma vez, enquanto a outra puxava seus cabelos de leve.
Grunhi baixo quando puxou meu lábio inferior com seus dentes, então o beijo foi ganhando intensidade, a um ponto em que quase não nos restava fôlego.
Ela levou suas mãos até os botões de minha camisa, os soltou com pressa, e, sem desgrudar nossos lábios, acabei por me livrar da peça. Não fazia ideia se havia trancado a porta, mas não conseguia realmente me importar com isso também, estava entretido demais por aquela mulher. Ela tinha um dom absurdo de me deixar louco com apenas um beijo.
— Não menti quando disse que você ficava delicioso com essa pose de ciumento. Quando vi a sua cara, só consegui imaginá-la no meio das minhas pernas.
As palavras de me afetaram instantaneamente.
Em um movimento rápido, tomei impulso para pegá-la no colo e a colocar sentada em cima da mesa.
— Já eu, não menti quando disse que te lamberia inteira, — retruquei e passei minhas mãos por suas coxas, explorei toda a sua extensão e acariciei a parte interna.
sempre usava calças sociais, e aquilo dava uma maior evidência à sua bunda. Era uma luta interna diária passar por ela pelos corredores e não virar apenas para apreciar aquela visão.
Voltei a beijá-la intensamente, subi com minhas mãos até a barra de sua calça e lutei um pouco para desabotoá-la e descer o zíper. Acabei precisando do auxílio de e sorri satisfeito ao ver a peça ser atirada no chão, então dei um destino semelhante também à sua blusa.
Afastei nossas bocas e desci meus lábios por seu pescoço, segui em direção aos seus seios e me perdi por ali por alguns segundos. A ouvi arfar em expectativa, os envolvi com minhas duas mãos e os massageei com vontade, enquanto minha boca passava a beijar sua barriga.
apertou um pouco as pernas ao redor de meus ombros. Voltei então a tocar suas coxas, abri bem suas pernas e me abaixei o suficiente para alcançar sua boceta com meus lábios.
Por cima da renda de sua calcinha azul clara, passei minha língua de forma bem lenta, a ouvi gemer sofregamente, então resolvi brincar mais um pouco por ali. Afastei um pouco minha boca, então soprei de leve e segurei as coxas de com firmeza quando ela estremeceu.
… — ela gemeu, em um pedido desesperado.
Atendendo-a parcialmente, voltei a lambê-la por cima da calcinha, então repeti o gesto mais uma, duas, três vezes, e a suguei como se não houvesse nenhum tecido me atrapalhando.
Pelo canto do olho, percebi que agarrava a mesa com força para conter a vontade de arrancar ela mesma o que tanto nos atrapalhava, e ao me dar por satisfeito quanto à provocação, enrosquei meus dedos no elástico da peça e puxei sua calcinha, a deslizei por suas pernas e deixei alguns beijos em suas coxas assim que a joguei em algum lugar que não vinha ao caso.
Mais uma vez, me inclinei para saborear o quanto era deliciosa. A comparação ao doce não havia sido em vão, mas, pensando melhor, aquela mulher era ainda melhor.
Movimentei minha língua de forma circular sobre seu clitóris e sorri quando a senti puxar meus cabelos com força, entendendo que ela gostava e muito daquilo. Continuei daquele mesmo jeito e não consegui evitar que minhas mãos fossem até a braguilha de minha calça.
Tratei de me livrar tanto daquela peça quanto de minha cueca e me atrapalhei um pouco enquanto tentava continuar a chupar com vontade. Ameacei penetrá-la com minha língua, e o gritinho baixo dela fez meu pau pulsar de necessidade mais uma vez.
Sem hesitar, lambi toda a extensão da intimidade de até meter minha língua deliciosamente. Envolvi meu pau com uma das mãos, a deslizei com intensidade e soltei grunhidos enquanto me acariciava.
Proporcionar prazer àquela mulher e a mim mesmo ao mesmo tempo me deixava louco.
As pernas de se apertaram contra mim, então ela movimentou seu quadril em minha direção, rebolou contra a minha língua e soltou mais alguns gemidos contidos que me deixavam insano.
Não tínhamos lá muito tempo para continuar com as provocações. O risco de sermos pegos a qualquer momento era excitante, porém não podíamos brincar tanto com a sorte.
— Me fode de uma vez, . — A ouvi ofegar, como se mais uma vez adivinhasse meus pensamentos.
Deixei beijos lânguidos por suas coxas, voltei a me levantar e grudei meus lábios nos seus de um jeito desesperado antes de me afastar brevemente para caçar um preservativo.
— Na gaveta — ela disse, sem me surpreender em nada, porque aquela não era bem a primeira vez que transávamos em sua sala.
Depois de devidamente protegido, voltei a puxá-la para um beijo breve, antes de fazer com que se virasse de costas para mim, em um movimento rápido.
soltou uma risadinha excitada, e acariciei sua bunda com uma de minhas mãos, enquanto guiava meu pau até sua boceta com a outra.
A sensação de estar dentro dela mais uma vez era intoxicante.
Minhas pernas estremeceram com a primeira estocada e eu a abracei contra mim e me apoiei sobre ela com cuidado para que nós dois não caíssemos.
rebolou contra o meu membro, o que me proporcionou um espasmo gostoso, e não demorei a iniciar meus movimentos, saí de dentro dela e voltei com cada vez mais intensidade.
Apertei seus seios com minhas duas mãos, acariciei suas extensões e estocava com mais força.
— Shhh… — Tive que fazer, quando um gemido mais alto escapou de seus lábios, mas, em vez de facilitar o processo para ela, intensifiquei ainda mais meus movimentos.
Comecei a estocar com mais e mais força, ouvi o barulho da mesa balançar, tampei a boca de com uma de minhas mãos e precisei eu mesmo me conter, porque o prazer era absurdo.
— Queria deixar você gemer do jeito que tanto deseja, , mas se fizer isso, seremos pegos — murmurei, de uma forma rouca, mas ela não conseguiu me responder. Tudo o que ecoou de seus lábios foram mais gemidos.
Apertei seu corpo com mais força contra o meu, aumentei a velocidade e comecei a estremecer de tesão. Desci uma das mãos até sua bunda, acariciei com força, a apertei e raspei minhas unhas curtas por ali.
— Gostosa — sussurrei de novo, então soltou um gemido mais prolongado e rebolou com intensidade de encontro ao meu quadril.
Meus lábios se apertaram um no outro, e o barulho da mesa aumentou quando passei a me mover com mais velocidade. Percebi que estava próxima do ápice, então toquei sua boceta com uma das mãos e acariciei seu clitóris.
Quando ela estremeceu e finalmente atingiu seu orgasmo, a intensidade com que sua boceta apertou meu pau me fez estremecesser novamente e meter com mais e mais força até que explodisse em prazer.
O grunhido que ecoou de meus lábios saiu mais alto do que eu esperava, porém me permiti não me importar com aquilo apenas por alguns segundos. Eu tinha atingido meu ápice de maneira violenta, o corpo suado de ainda estava embaixo do meu, e eu dei um beijo suave em seus ombros.
Permanecemos daquela forma por alguns segundos para recuperar nossas respirações ofegantes, e eu só conseguia pensar no quanto era sortudo por ter aquela mulher toda para mim, linda, sexy e forte do jeito que era. Eu a admirava em diversos aspectos.
— Eu disse a ele que meu namorado não ia gostar nem um pouco de ouvir sobre aquele convite. — De repente, quebrou o silêncio, interrompeu meus pensamentos e suas palavras me pegaram um pouco de surpresa.
Nós nunca havíamos nos declarado namorados, ou algo do tipo. Simplesmente estávamos juntos.
Mas eu gostava daquela ideia de namorado, muito mais do que esperei que fosse gostar um dia.

FIM!

Nota da autora: Vamos lá, eu sou absurdamente louca por esse personagem e estou shippando loucamente esse casal. Espero que vocês também estejam e que tenham gostado.
Comentem!
Beijos e até a próxima.
Ste a.k.a. Saturno.