Revisada por: Saturno 🪐
Última Atualização: 06/09/2025.Sentado em um dos sofás próximos ao palco, meus olhos permaneciam fixos na apresentação que acontecia ali, enquanto a ruiva no meu colo beijava o meu pescoço e se esfregava em mim. Uma de minhas mãos pressionava sua coxa direita de uma forma quase mecânica. Eu deveria estar apreciando aquilo tudo, porém fazia tempo que algo não instigava completamente a minha atenção.
No palco, a mulher praticamente quicava no colo do homem. Seu rebolado realmente era algo delicioso de assistir e eu estreitei meu olhar, ao desejar que os dois de fato fodessem para todo mundo ver. Ri de meus pensamentos e bebi de uma vez só a dose de uísque que havia pedido. Não precisei nem dar um aceno de cabeça para que Adrian buscasse outra, aquela era uma pequena vantagem em ser o dono daquele lugar.
Desviei meu olhar da cena e percorri todo o cabaré lentamente. Estava lotado mesmo em dia de semana e, embora eu identificasse muitos rostos conhecidos, localizei alguns novatos.
Dentre eles, um em especial chamou minha atenção. Garrett, meu braço direito, havia me falado sobre aquele.
Ele estava sentado ao lado dos outros, porém com um olhar despreocupado, como se estivesse ali apenas observando o lugar, e não para uma entrevista. O homem vestia uma jaqueta de couro, mas a sua camisa que estava por baixo, era de gola V, bem cavada, e ele estava com vários colares junto, lhe dando um ar estiloso. Seu olhar se encontrou com o meu, mas não desviou, pelo contrário, me analisou lentamente.
Arqueei de leve uma de minhas sobrancelhas e aceitei a nova dose de uísque enquanto ignorava, mais uma vez, qualquer coisa que a ruiva murmurou no meu ouvido. Sustentei o olhar e deixei um sorriso de canto se formar em meus lábios.
O homem não retribuiu e apenas deixou seu olhar percorrer pelo meu corpo mais uma vez, antes de desviar, como se tivesse perdido o mero interesse. Então chamou Gary com um aceno de mão curto e discreto, que se aproximou logo para ver o que ele queria. O sujeito falou algo de forma breve, e Garrett apenas assentiu e fez um sinal para esperar.
Notei meu amigo me lançar um olhar breve e logo em seguida vir em minha direção.
— O colega ali quer saber se ainda vai demorar muito. — Me olhou como se estivesse prestes a rir, e eu lambi meus lábios antes de responder.
— Por quê? Ele está ansioso? — Ergui a sobrancelha mais uma vez e voltei a beber do meu copo tranquilamente. — Me diz, Cherry, você ainda vai demorar muito? — perguntei à ruiva sentada no meu colo.
Escutei a gargalhada de Gary em resposta e neguei com a cabeça.
— Diga a ele que pode vir. E você, Cherry, quem sabe numa outra oportunidade. — A vi me encarar indignada ao se levantar, mas não dei muita importância. Era raro eu ficar entediado com alguém se esfregando no meu colo, porém para tudo se tinha uma primeira vez, não era mesmo?
Garrett se aproximou do homem novamente e falou com ele, que se levantou em seguida. Os outros ficaram olhando para ele, certamente tinham chegado antes, mas não fazia diferença.
O sujeito tinha um andar bruto, fazendo as pessoas saírem da sua frente e lhe darem passagem até chegar à minha mesa. Ele colocou as mãos no bolso da frente de sua calça enquanto me olhava.
— Você quem vai fazer a entrevista? — perguntou, parecendo estar surpreso, mas seus traços não demonstravam muita coisa.
O olhei de cima a baixo, em uma análise minuciosa. A calça jeans com os coturnos lhe dava um ar mais despojado e o jeito de quem queria e não queria estar ali ao mesmo tempo me intrigou.
— Fiquei sabendo que estava ansioso para me conhecer. — Voltei a encarar seu rosto atentamente.
Ele respirou fundo e olhou para o lado, passando a mão em sua nuca, claramente impaciente.
— Você é o dono, presumo, ou o gerente. — Voltou a me olhar. — Enfim, esse não é o único lugar que vou fazer entrevista hoje. Então eu ficaria agradecido se começasse logo. — Percebi que controlava o tom de voz.
Soltei uma risada baixa e divertida.
— Eu sou o dono. O gerente você também já conheceu. — Indiquei Gary com um aceno de cabeça. — E a sua entrevista já começou, meu caro. Sente-se.
Ele olhou para Garrett por um segundo, voltou a me olhar e se sentou em seguida.
— Achei que você fosse um cliente. Não achei que a entrevista seria aqui, pensei que seria em um lugar mais reservado. — Fez um gesto com a mão, indicando as pessoas ao redor, ou talvez o som.
— Ah, digamos que eu gosto de manter uma relação amigável com os meus clientes. — Contive um sorriso e acenei para que Adrian se aproximasse. — Você quer beber alguma coisa?
— Não, obrigado — disse rapidamente. — Preciso estar sóbrio para a outra entrevista.
O rapaz logo se afastou para me trazer outra bebida, e eu continuei a observar o homem com atenção.
— Eu não acho que um lugar reservado seja a melhor escolha para uma entrevista, porque o que está vendo aqui é exatamente o que vai ver todas as noites, com algumas variações um pouco mais interessantes — respondi seu questionamento anterior. — Mas se você preferir, podemos mudar isso.
Ele ficou me olhando por um momento, talvez pensando sobre a proposta, ou apenas analisando o que eu tinha dito, não dava para saber.
— Pode ser aqui — disse, por fim. — Não me apresentei. Sou .
— — repeti seu nome, na intenção de ouvir como soava na minha própria voz. — Sou . — Devolvi e ajeitei minha postura no sofá. — Como ficou sabendo das entrevistas?
— Família russa? — perguntou, erguendo uma sobrancelha. — Você deve saber que o Corella fechou na semana passada. A Grace, a dona, me disse que vocês estavam precisando de um barman, então me passou o contato do Garrett, falei com ele.
— Dinamarquesa. — Prestei atenção em sua resposta e assenti. — Entendi. E por que você acha que eu deveria te contratar, ?
Ele lambeu seus lábios lentamente e olhou em meus olhos.
— Nunca foi ao Corella, não é? — Foi retórico. — Posso entrar no seu bar agora e preparar qualquer drink que quiser, até com a vodka mais barata, que você vai adorar. O segredo não está na qualidade da bebida, e, sim, em quem prepara.
— É mesmo? — Sorri enviesado. — Pode fazer isso. Me surpreenda.
Ele não respondeu, apenas levantou, tirou sua jaqueta, a jogando sobre a poltrona de forma sexy, algo no jeito que ele se movia ao fazer o movimento foi diferente, então se afastou e foi até o bar. passou pelo pessoal que estava trabalhando como se já estivesse acostumado com o lugar. Ele agia com naturalidade, de forma objetiva, sabendo exatamente o que pegar e o que fazer. Não tinha como negar, era confiante, aquilo fazia parte da sua personalidade. O vi pegar a coqueteleira e fazer um pequeno malabares com ela, a girou com simplicidade em sua mão e fez a mesma coisa com cada garrafa que tocava. Não demorou para voltar e colocou uma taça triangular na minha frente, sobre a mesa. Observei que o copo estava totalmente limpo, sem nenhuma gota ter escorrido para fora, ou na borda, não dava para distinguir a cor do líquido por causa das luzes, mas era claro e tinha uma única pedra de gelo no meio. Antes que eu pudesse pegar, tirou um isqueiro do bolso e acendeu em cima do copo, apenas sobre o gelo.
— Você me parece alguém que prefere coisas fortes, com um tom de amargor. Prove. — Gesticulou para o copo.
Arqueei a sobrancelha em um tom sugestivo ao seu comentário, então peguei o corpo à minha frente e, sem desviar meu olhar dele, provei a bebida. estava certo, era amarga na medida certa, e eu sorri em aprovação.
— Me considere surpreendido. — Bebi mais um gole e lambi os lábios. — Fez entrevista em outros lugares antes daqui, ?
— Sim, estou esperando para analisar qual é a melhor proposta. — Voltou a se sentar na poltrona, pegou a jaqueta e a colocou sobre sua perna.
— Pensamos parecido então. — Indiquei com um aceno leve os outros candidatos. Nem metade deles chegariam de fato a fazer aquela entrevista. Eu não tinha paciência para fazer aquilo a noite toda, sem mencionar quem eu havia eliminado só de olhar. — O que mais você fazia no Corella?
Ele ergueu de forma sútil sua sobrancelha esquerda.
— Limpava os balcões, lavava a louça e ajudava os seguranças caso precisassem.
Precisei conter uma risada com aquela resposta. Eu sabia muito bem que não era só aquilo. Era um dos requisitos para Garrett selecionar quem poderia ser entrevistado.
— Bom, como pode ver, aqui a função exige um pouco mais que isso. — Apontei o palco, onde agora dançava Adrian.
me lançou um breve olhar, mas não fez o mesmo para o palco e respirou fundo.
— Meu contrato com a Grace era bem específico. Não quer dizer que farei a mesma coisa aqui, porém, dependendo da proposta, podemos negociar. — Agora ele respondeu com mais seriedade. — Eu não faço programa — advertiu.
— Se você for capaz de me tirar do tédio, , eu pago o dobro do que Grace te pagava — retribuí, no mesmo tom sério.
Ele apoiou seu cotovelo na mesa e passou a mão em seu cabelo lentamente para trás, seguindo o movimento que os fios já estavam, perfeitamente penteados e com gel, depois me encarou novamente.
— Não é apenas sobre dinheiro — comentou. — Eu tenho que estar disposto também. Não são todos os dias que acordo querendo fazer isso, mas eu posso fazer um teste, se é o que você quer.
— Um teste é exatamente o que eu quero, . — Sorri enviesado.
— Quando?
— Agora.
— Onde? — Apesar de se disponibilizar, senti que ele estava um pouco relutante.
— Dessa vez, em um lugar reservado. — Lambi os lábios.
Ele apenas acenou com a cabeça em concordância.
— Podemos ir, então.
Voltei a sorrir de canto e me levantei, trocando um olhar rápido com Gary, que assumiu a conversa com os outros candidatos. Segui por entre as pessoas e esperei que me acompanhasse em direção ao terceiro andar do cabaré, onde ficava o quarto ao qual apenas eu tinha acesso. Destranquei a porta e, com um aceno, indiquei que ele entrasse.
Era uma suíte de luxo, decorada em tons de vermelho e preto. No meio dela, havia uma cama grande, com suportes, e os lençois na mesma tonalidade das paredes. A poucos metros, um sofá preto ficava disposto, além dos armários com artigos de bdsm e um pequeno palco com um pole dance. Próximo à janela, correntes vinham do teto ao chão, seguidos por uma cômoda preta e um frigobar.
olhou ao redor, analisando, e pegou o celular no bolso, foi até o som e conectou o aparelho nele. Agora ele estava vestido novamente com sua jaqueta. Ele se virou para mim e indicou a poltrona que tinha na frente do pole dance. Fechei a porta e caminhei calmamente até o local, ajustei a calça social e me sentei, lambendo os lábios outra vez em expectativa.
Assim que a música começou, se aproximou do poste de pole dance lentamente, olhando diretamente em meus olhos de forma intensa. Os seus passos eram precisos, assim como a forma que seu corpo se movia naturalmente, parecia um felino. Ele parou na frente do ferro e se encostou nele, deslizou suas mãos pelo seu peito, segurou sua camisa e torceu o tecido com seus dedos, como se fosse rasgá-la, mas a soltou em seguida. Desceu suas palmas arrastadas pelo seu abdômen, enquanto seu corpo se movia no time da música e acompanhava perfeitamente a batida.
Ele segurou a jaqueta e a tirou em um movimento, onde jogou ela para trás e fez com que deslizasse perfeitamente em seus braços, mas antes que a peça caísse, a jogou em minha direção e eu peguei com um sorriso sacana. girou sua cabeça e depois a jogou para trás, junto ao seu corpo, se apoiou no poste, e desceu por ele até ficar de joelhos. Então foi deitando lentamente, enquanto movia seu quadril, rebolando na batida, suas mãos deslizando pelo chão, como se o arranhasse. Seu olhar sempre fixo no meu. Seu peito tocou o chão, e, em seguida, virou seu corpo, deitando de costas, e ergueu seu quadril, passando suas mãos de forma apertada pelo cós de sua calça, a puxando para baixo, mas não iria sair por conta do cinto que estava usando.
Não desviei o olhar por um minuto sequer, a cada movimento seu, eu ficava mais instigado e ajeitei minha postura mais uma vez na poltrona. A dança estava me afetando, jamais poderia negar isso. era simplesmente delicioso.
Seus lábios se abriram, como se estivesse respirando fundo, ficando entreabertos de forma sensual, então percebi que seus olhos estavam fechados, sentindo a música ou apenas criando uma atmosfera sexy. Em seguida seu corpo foi se erguendo, até ficar de pé novamente, agora de costas para mim, e segurou no ferro, começando a dançar na batida da música, se esfregando e girando no pole dance. Ele foi alisando seu corpo, levando sua camisa para cima, mas me deu apenas um pequeno vislumbre da sua barriga, que pude notar ser definida e isso me fez morder os lábios de leve, até que tocou seu pescoço, o apertando, deixando seus dedos deslizarem por ele de forma apertada, o que fez sua pele ficar avermelhada.
Então veio caminhando em minha direção. Suas mãos apoiaram nos braços de couro da poltrona, e seu corpo veio se inclinando na direção do meu, seu olhar certeiro, felino, intenso, bem cravado nos meus, enquanto seu corpo se mexia conforme a música. deu um pequeno impulso para frente, como se seu fosse quase bater contra o meu, mas manteve uma certa distância e seu rosto passou pelo lado do meu sem tocar também, apenas senti sua respiração quente contra a minha pele, enquanto ele sussurrava a letra da música:
— Gives me heaven and hell she's my Lucifer.
Apertei os dedos em minha própria coxa e meus olhos brilharam com aquilo. Com um impulso, ele foi para trás, recuando alguns passos, estendendo sua mão em minha direção, como se me chamasse, movendo seus dedos no ar e girando seu pulso, e com a outra mão, alisou seu braço, subindo por ele, passando pelo ombro, clavícula e alisou seu peito, puxando de leve a gola de sua camisa. Ele mordeu de leve seu lábio inferior, enquanto se afastava mais, voltando para o pequeno palco, continuando a dançar de forma envolvente, terminando de joelhos, com alguns fios de cabelos tendo se desprendido do seu penteado perfeito, caídos na lateral do seu rosto.
Me vi tentado a me levantar e de fato seguir até ele. exalava sensualidade e desafio, e era exatamente o que capturava meu interesse.
— Bravo! Quase me fez mesmo ir até você. — Eu sabia que meu olhar queimava em sua direção e não ligava para isso, muito pelo contrário.
— Quase? — perguntou, erguendo uma sobrancelha em um tom de desafio.
— Sim. Quase. — O olhei divertido.
— O que faltou para isso? — começou a levantar, passando a mão em seu cabelo, mas o mesmo voltou a cair na lateral de seu rosto, que estava levemente suado.
— Você me mostrar que queria que eu fosse. — Sorri de canto.
abaixou de leve a cabeça, e pela primeira vez na noite, eu ouvi algo que pareceu um breve riso.
— Não abusa, . — Ele voltou a me encarar, mas tinha uma expressão como se quisesse rir.
— Apenas respondi a sua pergunta. — Continuei retribuindo seu olhar com um tom de diversão.
Ponderou com a cabeça, e respirou fundo.
— Então, a entrevista acabou? Ou você quer saber mais alguma coisa sobre mim?
— Ainda está com pressa? — Ergui uma sobrancelha enquanto o analisava atentamente.
Vi como sua língua passou pelos seus lábios, enquanto me encarava de forma pensativa.
— É, eu tenho que ir — respondeu por fim, se aproximando de mim. — Pode me entregar a jaqueta?
— Tão perto de conseguir o emprego? — Lambi meus lábios e peguei a jaqueta dele para estender em sua direção.
Sua mão se ergueu para pegar a jaqueta, sem tirar os olhos dos meus.
— Bem — disse, pegando a jaqueta. — Isso não depende mais de mim, já te mostrei o que posso fazer.
— Tem certeza de que já mostrou tudo o que pode fazer? — Mantive meu olhar fixo no dele.
Seu olhar ficou mais sério agora.
— Para você, sim.
Então, ele deu uns passos para trás, começando a se afastar.
— Garrett tem meu número, pede para ele me avisar caso a vaga for minha.
Neguei com a cabeça e soltei uma risada baixa.
— É uma pena. Você chegou bem perto.
— Depende do quão “perto” você está falando. — Lançou um olhar de desafio em minha direção, enquanto caminhava até a porta.
— Tenho certeza de que você sabe do que eu estou falando, . — O acompanhei com o olhar, então me levantei calmamente e caminhei até a mesa com algumas bebidas. — Vai recusar a bebida de novo? — Ri baixo.
— Talvez eu saiba — falou, parando antes de sair do quarto. — Quem sabe um dia.
Estreitei um pouco os olhos.
— Não coloquei veneno aqui, sabe? — Soltei, em tom de riso.
encostou na parede ao lado da porta, me analisando por um momento, então o vi mordendo a ponta da língua.
— Você é do tipo que não aceita facilmente quando alguém te nega algo, não é? — ele perguntou.
— E você é do tipo que gosta de negar — devolvi. — Mas confesso que, de fato, não sou do tipo que desiste facilmente. — Levei um copo com uma dose de uísque aos lábios e bebi, tornando a encará-lo.
— Talvez eu seja, você só vai descobrir se me contratar — rebateu, deixando um leve sorriso vir no canto dos seus lábios. — Eu percebi isso. Até mais, .
Ele abriu a porta, e saiu do quarto.
Soltei mais uma risada enquanto negava com a cabeça, então larguei o copo na mesa e caminhei até o corredor, por onde ele seguia.
— E se eu te disser que você está contratado?
se virou, agora andando de costas e me olhando, então levantou os braços.
— Eu digo que começo amanhã.
— E eu digo que começa agora. — Ergui uma sobrancelha e ri divertido.
Isso o fez parar de andar, e vi que estava segurando um riso.
— Tudo bem, vou descer, então. — Seu jeito tinha um leve tom de provocação.
— Quem foi que falou em descer? Você vai começar por aqui mesmo — rebati e passei a mão por meus cabelos, ajeitando o que nem precisava ser ajeitado.
— É? Fazendo o que? — uniu as sobrancelhas.
— Dançando. — Sorri enviesado.
— Minha noite se resume a apenas uma dança. Você já teve ela. Esse era meu contrato com Grace. E não era nem todas as noites, com sorte, ela conseguia duas na semana — contou, levantando de leve o ombro.
— Você está esquecendo de um detalhe, . Eu não sou a Grace. — Mantive meu olhar atento nele.
— E qual é o nosso acordo? Dependendo da resposta, eu posso mudar a minha em relação a trabalhar aqui — falou, enquanto voltava a se aproximar.
— Você vai receber o dobro do que Grace te pagava, desde que dance para mim. — Minha resposta foi automática.
— Só para você? — Tombou a cabeça ligeiramente de lado. — Achei que quisesse que eu dançasse para os clientes.
— Ah, não. Vai ser só para mim. — Confirmei e lambi os lábios. — O que você me diz, ?
— Bem, eu não costumo fazer danças particulares, mas posso pensar na proposta. Seriam quantos dias por semana? — Por um momento ele parecia interessado.
— Que tal não ter dias fixos? Eu chamo, e você vem até aqui. — Observo sua reação.
— Hmm… — murmurou pensativo. — Não — respondeu simplesmente. — Tem dia que não estou inspirado, e eu não vou me forçar a isso. — Encostou de lado na parede, cruzando os braços. — O que podemos fazer é; eu te avisar quando estiver disponível, ou uma coreografia nova. E para fazer o stripper tem que ter a roupa certa. — Olhou para si mesmo. — Fazer isso com jeans trava muito os meus movimentos.
— Desde que eu não fique entediado não é problema. — Ri baixo ao concordar com os termos dele e ainda mais quando falou dos movimentos travados. — E por que não faz sem?
— Você ficou entediado hoje? — ergueu uma sobrancelha. — E não é assim que funciona. O lance não é tirar a roupa, e sim a forma como fazer isso se tornar prazerosa.
— Se tivesse ficado, não estaríamos tendo essa conversa. — Sorri de canto. — Estou falando de agora, . Porque não faz sem agora? — Ergui uma sobrancelha.
— É exatamente isso que acabei de falar. Não tem graça fazer assim — disse com sinceridade.
Achei no mínimo curioso um stripper não ver graça em tirar a roupa e permaneci a encará-lo com curiosidade.
— Me explique melhor então, .
Seu olhar desceu por todo meu corpo lentamente, até encontrar os meus. Tinha uma faísca nele agora.
— Se quer me ver sem roupa, vai precisar tirá-la — explicou, lambendo seus lábios de forma lenta agora, os deixando lustrosos.
Dei dois passos em sua direção, enquanto meu sorriso aumentava.
— Não vejo nenhum problema aí. A menos que não queira que eu tire. — E, mais uma vez, devolvi seu olhar e o analisei de cima a baixo.
riu de leve e chegou mais perto, seu rosto ficando bem próximo ao ponto que seu nariz estava quase tocando no seu. Seu movimento, assim como dançava, parecia calculado, da mesma forma que me olhava agora.
— O que você tinha me oferecido para beber mesmo? — Tinha um tom de provocação em sua voz.
Desci meu olhar pelo seu rosto, como se tivesse todo o tempo do mundo, e apenas respondi quando voltei a encará-lo nos olhos.
— O que você tiver vontade de beber. — Nossos rostos estavam tão próximos que eu podia sentir sua respiração vir de encontro a minha.
— Hm, o que você bebeu hoje? — perguntou de um jeito esperto.
— Além do drinque que você preparou? Uísque — respondi simplesmente.
Ele sorriu de lado, e seu olhar desceu pelo meu corpo agora, então lambeu seus lábios mais uma vez, mordiscando o inferior.
— Vamos ficar aqui no corredor mesmo?
Voltei a sorrir enviesado e abri um pequeno espaço entre nós dois, o suficiente para lhe dar passagem de volta ao quarto. me olhou mais uma vez e depois a porta, como se pensasse ainda sobre o que estava acontecendo, mas voltou a me encarar em seguida.
— Seria no mínimo interessante, mas nós dois sabemos que não. — Então indiquei o cômodo com um aceno leve, o convidando a entrar. — Depois de você.
Ele riu de leve, e negou com a cabeça. Então entrou novamente no quarto se desfazendo de sua jaqueta e encostou no braço da poltrona, enquanto me encarava fixamente.
— Senta — falou, apontando para onde eu tinha ficado antes, assistindo quando dançava.
Não hesitei em voltar para dentro do quarto e encostar a porta atrás de mim. Ri baixo e olhei dele para a poltrona, então caminhei até ela e me sentei da mesma forma que havia feito momentos atrás. se colocou de pé na minha frente, seu olhar sedutor me atraiu, em um chamado silêncio. Ele não falou nada, apenas apoiou suas mãos na poltrona, inclinando seu corpo para baixo, deixando nossos rostos na mesma altura agora.
— Vou pegar a minha bebida — disse, e sua mão veio até minha calça abrindo meu cinto, sem tirar seus olhos dos meus.
Lambi meus lábios, enquanto mantinha o contato visual e permitia que ele fizesse o que quisesse.
— Fique à vontade.
Suas mãos foram ágeis, e abriram o botão e depois o zíper, e sem a menor cerimônia, ele puxou minha calça juntamente com minha cueca o suficiente para meu pau ficar exposto. Seu olhar desceu assim como seu corpo, ficando ajoelhado na minha frente, até que voltou a me encarar, enquanto colocava meu pau em sua boca, e foi descendo devagar, o engolindo, respirando fundo, e suspirando em seguida.
Soltei a respiração de forma rouca ao sentir meu corpo estremecer e larguei o copo de uísque em cima da mesinha ao lado da poltrona, para logo em seguida apoiar minhas duas mãos nos braços do móvel e apertá-los. Meu olhar se voltou para , sem querer perder um segundo do que fazia.
Ele alisou de forma pesada minhas coxas, e as abriu, fazendo seu corpo se acomodar mais entre minhas pernas ao passo que sua boca foi descendo mais, porém, quando a minha cabeça batia em sua garganta, ele voltava, me olhando em provocação, até minha ereção escapar de seus lábios, mas a segurou. Sua língua passou por trás, descendo até a base, e depois voltou até a minha glande, a contornando lentamente. Ver fazer aquilo era como uma dança erótica, ele era provocante na forma de olhar, e até mesmo em como seus lábios e língua tocavam meu pau. Até que o colocou em sua boca, e dessa vez desceu até o final, gemendo abafado.
Apertei os braços da poltrona com mais força e deixei um grunhido escapar. Meu pau pulsou em aprovação e meus olhos se reviraram nas órbitas. A boca dele era simplesmente uma delícia e cada um de seus movimentos me deixava ansiando por mais a cada segundo. Fiz menção de levar uma de minhas mãos até sua cabeça e aumentei a pressão quando meu pau pulsou mais uma vez.
Os lábios dele apertaram ao redor da minha ereção, chupando com mais pressão, mas de forma lenta ainda, como se estivesse se deliciando com o meu gosto. Ele então segurou minha calça, junto com minha cueca, e puxou para baixo, parando de me chupar apenas para tirar meus sapatos e a parte debaixo da minha roupa. Seus dedos se moviam com precisão, calculando perfeitamente a forma que me tocava, tirando até mesmo as minhas meias. Seu corpo voltou a se aproximar, seus lábios fazendo uma trilha de beijos molhados por dentro da minha perna, até chegar no inferior da minha coxa e dar uma pequena mordida. Em todo momento sentia seu olhar em meu rosto, como se quisesse capturar qualquer reação minha, ou apenas para me provocar mesmo, era difícil saber, e eu devolvia, ardente de tesão e expectativa.
Eu não imaginava que poderia ficar mais duro do que já estava desde o momento em que assisti dançar, porém, naquele momento, ao vê-lo remover minha roupa e sapatos e sentir seus beijos arrepiando minha pele, de repente eu estava a ponto de explodir, e era muito difícil me segurar e me manter ali, apenas apreciando cada um de seus toques.
Sua língua tocou novamente minha pele, e veio traçando um caminho até minhas bolas, começando a chupar uma e depois a outra, esfregando sua língua por ela com certa pressão, ao passo que suas mãos contornavam minhas coxas, e as apertavam com certa força, fazendo com que minhas pernas se abrissem mais. Sua boca escapou de onde estava, e veio até a base novamente, a beijando e lambendo com mais intensidade agora, de forma mais ágil e faminta.
— Porra… —- gemi rouco e, sem conseguir mais me conter, segurei em sua cabeça, entrelaçei meus dedos em seus cabelos e puxei de leve, em aprovação a cada beijo e cada lambida. Impulsionei meu quadril em sua direção e a visão daquele homem ali, me chupando daquele jeito era gostosa pra caralho.
Ele riu nasalado com aquilo, mas me abocanhou com vontade, voltando a me chupar com pressão, seus lábios apertando minha ereção, e sua boca me sugando com mais ousadia. Seus olhos se fecharam agora, e seus traços se torceram em prazer, e eu conseguia ouvir um gemido baixo vindo dele, repetitivo e deleitoso. ia descendo cada vez mais, me masturbando junto agora, mas não durou todo, porque ele começou a me engolir totalmente, quase se engasgando com meu pau fodendo sua garganta. Sua respiração ficou bem pesada, assim como suas mãos que voltaram para minhas coxas, os dedos se fechando em minha pele, me puxando para si em um tom possessivo.
Segurei seus cabelos com mais força e passei a movimentar meu quadril no mesmo ritmo de sua boca. Cada chupada dele me levava ao deleite, os sons que ele emitia me deixavam louco, e toda vez que meu pau tocava fundo em sua garganta eu ficava mais perto de ver estrelas. Já não conseguia mais conter meus gemidos e nem queria. E parece que ele entendeu isso como um desafio, já que começou a ir mais rápido, aquela boca quente e molhada me apertando. Toda a vez que seus lábios chegavam até a cabeça, a chupava fazendo sua língua a rodear, para depois descer de novo, sedento.
Caralho, eu não sabia mais por quanto tempo conseguiria aguentar. Quanto mais intensidade ele colocava, mais eu fodia sua boca gostosa. Tinha certeza de que arrancava alguns fios de seus cabelos, mas nenhum de nós dois se importava muito com isso. Aquilo estava delicioso demais e eu lutava para continuar a assisti-lo me engolindo, porque meus olhos insistiam em se revirar nas órbitas. Eu estava muito perto, sabia disso e ainda assim queria mais.
Sua língua subiu novamente, e passou a esfregar a minha pequena entrada, lambendo o pré-gozo que saía por ele, e nesse momento seus olhos se abriram e me encarou, me deixando ver a ponta de sua língua me provocando. Ele sorriu de lado, safado e maldoso, e voltou a me abocanhar como um animal cheio de fome, me chupando com até certa brutalidade, apertando meu pau e sugando.
Levei a outra mão até sua cabeça e, assim como ele, aumentei o ritmo. Grunhidos escapavam da minha boca e a sensação da sua língua e suas sugadas faziam o meu corpo todo estremecer.
— Caralho, eu vou gozar. — Minha voz ecoou rouca, quase sussurrada de tanto tesão. Estava prestes a me derramar todo e podia sentir os espasmos começarem a tomar conta de mim.
O homem gemeu em aprovação, e não parou nenhum segundo. Sua respiração pesada, assim como seus toques em minha coxa indicavam que ele estava sentindo tanto prazer quanto eu em fazer aquilo. Agora seus olhos estavam nos meus, fervorosos, intensos, escuros, cheios de luxúria, e aquilo foi o estopim para que eu movimentasse meu quadril com ainda mais intensidade.
Os espasmos aumentaram e meu corpo estremeceu por completo conforme eu explodia em sua boca. O ambiente ao meu redor de repente ficou completamente desfocado e de fato estrelas apareceram. Me derramei com intensidade e, porra, parecia que não ia mais parar. Afrouxei o aperto nos cabelos de e permaneci devolvendo seu olhar, enquanto minha respiração subia e descia descompassada.
O homem foi chupando meu gozo, e suspirando, fechando os olhos como se estivesse se deleitando daquilo. Sua mão voltou a me masturbar, porém, de forma devagar, fazendo a minha porra sair ainda mais em sua boca. Ele tirou sua boca um momento depois e se sentou no chão, deixando seu corpo ir para trás e apoiou seu peso em seus cotovelos, voltando a me olhar enquanto lambia seus lábios lentamente.
— Um toque de álcool e pouco doce também — comentou como um degustador. — O sabor é forte, e levemente espesso. Bem gostoso. — Sorriu de um jeito bem safado.
Deixei uma risada baixa e ofegante escapar dos meus lábios. Meu olhar estava fixo em sua boca e a imagem dele bebendo cada gota do meu prazer ficaria bem viva na minha mente.
— Bom saber que é do jeito que gosta. — Retribuí seu sorriso e lambi meus próprios lábios, sentindo uma vontade súbita de provar os dele.
riu nasalado e negou com a cabeça.
— Eu gosto de muita coisa, , não se apegue a isso — disse de forma esperta, sorrindo um pouco mais.
— Tenho certeza de que gosta, ou não teria vindo justo a esse lugar. — Me inclinei para aproximar meu rosto do dele e senti sua respiração contra a minha.
Seus olhos passavam lentamente pelo meu rosto, e sem alarde senti seus lábios tocando os meus, escorregando por eles, e beijando o meu inferior. Sorri contra sua boca e retribuí, dando início a um beijo intenso, que tirou um suspiro de . Enrosquei minha língua na dele e consegui sentir meu gosto ali, o que me fez grunhir baixo e o puxar para mais perto. os lábios dele vieram contra os meus, ganhando mais peso na forma como deslizavam. Sua língua alisava a minha em total desejo. A mão de veio até minha nuca, e a outra para minha cintura, o puxando para cima do seu corpo, que se deitava sobre o tapete macio. Ele começou a alisar e apertar a minha pele por baixo da camisa, o seu toque era levemente bruto, mas gostoso.
Meus dedos voltaram a se embrenhar em seus cabelos, porém não permaneceram ali por muito tempo e desceram devagar por seu pescoço até chegar aos ombros. O contato do meu corpo por cima do dele já era o bastante para fazer algo se acender em mim outra vez e, por mais que normalmente eu gostasse de dominar, estava adorando sua brutalidade. Sua mão subiu por minhas costas e apertou, descendo e indo até minha bunda, o puxando para si, me fazendo esfregar nele e sentir o quão duro estava naquele momento. soltou um gemido, e empurrou seu quadril para cima, buscando contato. Não hesitei em atender e me rocei nele com mais intensidade. Era simplesmente deliciosa a sensação do pau dele contra mim e imediatamente senti minha ereção se formar outra vez.
Como não sentir? Aquele homem era gostoso pra caralho e sabia muito bem daquilo.
Seu corpo se impulsionou contra o meu fazendo com que rolassemos pelo tapete, e agora ele ficou por cima. então começou a me beijar de forma mais sedenta, os lábios contornando os meus com mais força, e sua língua vindo mais fundo, enquanto seu quadril se esfregava no meu sem parar. Conseguia sentir o tesão espalhado por causa parte sua, era tangível aquilo. Sorri contra seus lábios, mas logo em seguida deixei escapar um grunhido. A forma como nossos corpos se friccionavam estava me deixando louco e, de repente, o quarto estava quente demais.
Levei minhas mãos por seu peitoral, a fim de explorar cada centímetro até chegar à barra da camiseta e adentrá-la. Sua pele fervia como a minha e aquilo me fez gemer mais uma vez e aumentar a pressão do meu quadril no seu. Minhas unhas curtas o arranharam por debaixo do tecido e o apertaram com força quando mais uma onda de tesão me fez latejar.
Seu gemido saiu rouco agora, e ele começou a abrir minha camisa, botão por botão, em uma paciência que não condizia com o resto. Parecia tudo calculado, cada movimento seu. Quando chegou no último botão, seus lábios escorregaram dos meus, e ele mordeu meu queixo, descendo para meu pescoço em seguida, abocanhando minha pele com clamor. Suspirei alto e pressionei ainda mais minhas unhas em sua pele, em um sinal de aprovação. O toque dos lábios dele naquela região me deixou ainda mais sedento por ele, e não demorei a me livrar da minha camisa. Voltei a tocá-lo com fervor e meus dedos se fecharam na barra de sua camiseta, ansiosos para se atirarem aquela peça longe.
Os dentes dele passaram por minha pele, e puxou de leve, até escapar, e logo senti a longa da língua passando pelo local lentamente, até chegar em meu ouvido, e soltar o ar de forma pesada, mordendo em seguida meu lóbulo.
— Pensei que eu ficaria sem roupa primeiro — comentou em provocação. — Ou você está esperando que eu a tire?
Contive um suspiro quando uma nova onda de arrepios se espalhou pelo meu corpo.
— Se eu me lembro bem, assim não tem graça. — Sorri enviesado, então fui subindo sua camisa devagar só para devolver a provocação. Quando, enfim, a passei pelo pescoço dele, atirei a peça em um canto qualquer e encarei, em deleite, seu abdômen definido.
Isso tirou um riso dele, baixo e rouco, gostoso de ser ouvido.
Lambi meus lábios e continuei a passar meu olhar por toda a sua extensão como se tivesse todo o tempo do mundo. Minhas mãos voltaram a tocar seus ombros, que apertei e, sem hesitação, desci e alisei cada centímetro de sua pele até chegar ao cinto. O volume dentro de suas calças pulsava pra mim e eu o acariciei por cima do tecido para atiçá-lo ainda mais.
gemeu fraco, e empurrou o quadril contra minha mão, em um pedido mudo por mais contato, enquanto seus lábios voltaram para meu pescoço, chupando minha pele devagar agora. Sua boca subiu até meu maxilar e o mordeu, esfregando com pressão agora seus lábios por toda a linha dele, até chegar em minha orelha e a rodear com a ponta de sua língua.
Ofeguei baixo e fiz mais um pouco de pressão. Era simplesmente delicioso ver que ele queria aquilo tanto quanto eu. Mordi o canto do lábio inferior quando seu pau pulsou mais uma vez contra a minha palma e dedilhei até o cinto. Meu olhar oscilou dali até seus olhos e, contrariando minha vontade de continuar a provocar, me apressei a retirar a peça e abrir a braguilha de sua calça, então a puxei para baixo e abri um sorriso sacana.
Ele me olhou e passou seus lábios pelos meus, mordiscando de leve o inferior, então ergueu o quadril, tentando se livrar do resto da calça. O vi lambendo os próprios lábios quando olhou para baixo e passou sua ereção contra a minha, suspirando com isso. começou a descer, agora beijando e mordendo a minha clavícula, enquanto suas mãos fortes seguravam e alisavam minhas laterais, arranhando com suas unhas curtas, puxando meu corpo contra o seu em um tom de dominância. Senti o toque de sua língua quente em meu mamilo, o qual chupou com força e afundou seus dentes em seguida, puxando o bico até escorregar. Gemi baixo e movi meu quadril contra o dele, aquela fricção gostosa me deixava louco.
Brinquei com o cós de sua cueca, passando os dedos devagar, e a puxei para baixo. Mal estava conseguindo aguentar aquelas provocações. Quando finalmente o vi completamente despido, deixei meu olhar passear por cada centímetro de seu corpo e lambi os lábios em aprovação.
— Realmente, assim é muito mais divertido. — Sabia que meu olhar queimava em sua direção.
Um sorriso de lado veio em seus lábios, e logo em seguida se aproximou, lambendo os meus lentamente, os contornando com a ponta de sua língua enquanto me olhava. Senti seu quadril passando no meu, seu pau agora em contato direto, quente, duro, pulsando. Ele gemeu entreabrindo seus lábios contra os meus.
— Muito mais — concordou comigo usando um tom safado e provocador.
Fixei meu olhar no seu e guiei uma de minhas mãos até seu pescoço, o apertei de forma moderada, enquanto a outra seguia até sua ereção pulsante. Não resisti ao impulso de envolvê-la e meus dedos deslizaram por toda a sua extensão, então refizeram o caminho e iniciei um vai e vem, pressionando conforme assistia bem de perto as suas reações.
Vi como suas sobrancelhas se uniram e ele fez uma cara de prazer, erguendo um pouco seu queixo e me dando mais liberdade para tocar em seu pescoço, em um aval claro que eu poderia fazer o que quisesse. Ele começou a vir contra a minha mão, gemendo baixo e rouco, soltando o ar por entre seus lábios que estavam levemente avermelhados por causa da forma que tínhamos nos beijado a pouco.
Diminuí a intensidade de meus movimentos, apenas para provocá-lo mais, e aproveitei para deslizar meus dedos pelas veias de seu pescoço. Era delicioso senti-las tensionadas, enquanto ele buscava por cada vez mais. Ouvi seu suspiro, e logo em seguida seu rosto abaixou, e eu vi em seus olhos o quão excitado estava, minha um fervor delicioso nele. tentou trazer seus lábios até os meus enquanto a minha mão ainda estava ao redor do seu pescoço, movendo junto o seu quadril, agora no mesmo ritmo que minha mão o tocava. Sorri enviesado e aumentei o ritmo e a pressão. A cada movimento, eu o sentia mais duro e pulsante em minha palma, o que já era o bastante para que minha própria ereção latejasse de tesão. Não deixei que trouxesse sua boca até a minha e mantive o aperto firme em seu pescoço, desejoso em saber até onde ele aguentaria.
fechou os olhos e gemeu rouco, arfando em seguida como se estivesse tentando conter o prazer que sentia, já que seu pau não parava de pulsar em minha mão em uma denúncia clara de que iria gozar se eu continuasse com meus movimentos. Então voltou a encarar meus olhos, e deixou mais o seu peso vir contra minha mão que estava em seu pescoço, fazendo com que apertasse ainda mais, a falta de ar estava deixando seu rosto vermelho, mas era deliciosa sua expressão de puro prazer com aquilo.
Sem desviar o olhar, continuei a movimentar minha mão com intensidade e assistir de perto cada uma de suas reações. Eu queria mesmo que ele se derramasse todo, então lambi meus lábios em expectativa e aumentei a pressão o bastante para que não conseguisse mais se controlar. A vermelhidão em seu rosto era mais um incentivo, porém, ao mesmo tempo, me deu vontade de me enterrar por inteiro nele.
— — sussurrou meu nome completamente cortado pela falta de ar.
Seus olhos se apertaram, e ele tentou respirar, mas não conseguia. A resposta de suas reações veio logo em seguida, ao sentir seu gozo melando a minha pele, enquanto arfava sem fôlego ainda com minha mão apertando seu pescoço. Sua barriga se contraiu, e seus traços se torceram em prazer.
Porra, só aquela visão e o som de sua voz sussurrada já seria o bastasse para me fazer gozar mais uma vez.
À medida que fui diminuindo o ritmo de minhas carícias, o aperto em seu pescoço também se afrouxou. A sensação de seu líquido em minha mão era gostosa demais, e eu não hesitei em levá-la até os lábios para lamber cada gota.
— Delicioso. — Meu olhar ardia em sua direção.
Ele me olhou, e deu um sorrisinho. Chegou mais perto e lambeu meus lábios como se estivesse limpando eles.
— Fica ótimo quando mistura com o seu… — sussurrou, rindo de leve e se afastou um pouco.
apoiou a testa em meu ombro, tentando normalizar sua respiração. O envolvi com meus braços, tocando sua cintura, então subi devagar por toda a extensão de suas costas. Continuei a observá-lo como se aquele fosse o meu filme favorito e busquei seus lábios com os meus para iniciar outro beijo intenso. Ele soltou o ar em minha boca, retribuindo o beijo da mesma forma, deixando sua língua vir mais fundo em minha boca, passando pela lateral e voltando, me lambendo com desejo. Senti sua mão alisando meu peito e apertando, deslizando de forma apertada até chegar na lateral do meu pescoço e me puxar para si, e erguendo seu corpo também, até que nos sentássemos e ele ficar em meu colo.
Desci minhas mãos até suas coxas, onde pressionei cheio de desejo e o forcei contra o meu quadril. Minha ereção latejou ainda mais e fiz questão de encaixá-lo melhor no meu colo para roçá-la em sua bunda. Senti a forma como sorriu contra meus lábios, sem parar de me beijar, e seu quadril se esfregou contra meu pau em uma provocação lenta e tortuosa, porque ele apertou mais seu corpo.
Ele girou o beijo e segurou meus fios em minha nuca, aprofundando ainda mais o beijo, pegando mais da minha boca dessa vez, e até mesmo fazendo meus lábios arderem de leve por conta da pressão que fazia. Ouvi seu gemido baixo e soltei um grunhido rouco em resposta, então aumentei a intensidade que me esfregava e pincelei sua entrada. A forma como segurava meus cabelos me atiçava ainda mais e acabei mordendo seu lábio inferior com força e o suguei devagar. Seu suspiro me deixou arrepiado, e seus dedos torceram os meus fios. não parava de mover seu quadril contra o meu, me fazendo esfregar sem parar em sua entrada que estava quente, e eu podia sentir sua ereção ganhando forma novamente, e apertando contra a minha barriga. Até que sua mão desceu, suas unhas arranhando minha nuca, ombro e braço, o segurando com força, o que me arrancou mais um gemido baixo.
Porra, eu não ia aguentar aquela provocação por muito tempo. Eu latejava de vontade e a forma como ele se roçava em mim não ajudava em nada.
— Preciso me enterrar em você… — Minhas palavras ecoaram em um sussurro rouco, ao mesmo tempo em que agarrei suas coxas com mais força e movi meu quadril para me esfregar mais.
— E como você quer fazer isso? — perguntou em pura provocação, mordiscando meu lábio inferior e o chupando, sem parar de se esfregar em minha ereção. — Aqui? Na poltrona? Na cama? Na parede? Em pé, preso…
Cada uma de suas propostas me atiçou de um jeito diferente, mas confesso que a última delas me atraiu mais.
— Preso, é? — Sorri enviesado e dei um beijo leve em seus lábios, apenas mantendo a provocação.
— Você me parece alguém que gosta disso — rebateu, rindo fraco, esfregando seus lábios de volta nos meus.
— E você, gosta? — Devolvi e mais uma vez me esfreguei contra ele.
— Gosto de sentir prazer, e se você for me proporcionar isso me prendendo, eu vou adorar — sussurrou em meu ouvido agora. — Tudo dependendo do quão gostoso vai me foder.
— Ah, eu quero te foder gostoso desde que o vi entrar no meu cabaré, . — Aproximei minha boca de sua orelha e lambi o lóbulo. Por mais que estivesse adorando a forma como estava sentado no meu colo, outros planos surgiram em minha mente. — Então levante para mim, vai. — Aquele não era exatamente um pedido.
sequer respondeu ou tentou me provocar de volta, ele fez exatamente o que pedi, porém, ao se colocar de pé na minha frente, seu olhar desceu por todo meu corpo, enquanto sua mão alisava sua própria ereção. Aquilo me excitou ainda mais, e logo me levantei também e devolvi seu olhar, parando nos movimentos que ele fazia, então tornei a fixar em seus olhos.
— Agora deite-se ali. — Indiquei a cama espaçosa com um aceno de cabeça e dei alguns passos em direção à cômoda.
Ele foi andando até a cama e se deitou. Abri uma das gavetas e tirei de lá um par de algemas, então me virei e sorri enviesado ao encontrá-lo deitado, com o corpo inclinado e apoiado com os cotovelos.
Me aproximei devagar, como um felino à espreita de sua presa, então parei do lado esquerdo da cama.
— Me dê a sua mão — pedi, com a voz mansa, e, quando ele o fez, envolvi seu punho com uma das algemas, levei até a cabeceira da cama e prendi a outra extremidade ali.
Repeti o processo com a outra mão como se tivesse todo o tempo do mundo para aquilo, e, assim que o vi completamente preso, andei até os pés da cama e subi por cima dela, me aproximando devagar. Passei por suas coxas, abdômen e peitoral, roçando minha boca em sua pele até parar próximo ao seu ouvido.
— Se quiser que eu te solte, vai ter que pedir por favor — sussurrei e, mais uma vez, lambi o lóbulo de sua orelha.
Eu senti sua pele se arrepiando drasticamente sob minhas mãos, e consegui ouvir a forma profunda que puxou o ar. Seu rosto se virou e seus lábios passaram pelo meu maxilar.
— E se eu não quiser ser solto? — perguntou bem safado.
— Aí a gente fode até não aguentar mais. — Devolvi, no mesmo tom.
Ele soltou um riso baixo.
— Tentador — respondeu, e mordeu meu maxilar.
Sorri enviesado e deixei um suspiro baixo escapar, então capturei seus lábios em mais um beijo urgente e suguei seu lábio inferior com intensidade. Desci para seu pescoço e deixei chupadas leves, lambi devagar e segui até seu peito. Envolvi um de seus mamilos com a língua, o rodeando, então suguei e tornei a descer. Raspei meus dentes por seu abdômen, cheguei ao baixo ventre, e, usei uma das mãos para acariciar seu pau com vontade. Estava duro e pulsante para mim, e eu o alisei devagar, para logo em seguida tocá-lo com minha língua. Lambi a cabecinha, depois toda a sua extensão até a base e o engoli por inteiro, iniciando movimentos de vai e vem. Minhas mãos foram até suas coxas e as apertaram com vontade e continuei a chupá-lo cada vez mais sedento.
— Porra, — gemeu, e eu ouvi o barulho das algemas.
Seu quadril começou a vir para cima, contra a minha boca, enquanto seus gemidos saiam de forma suave entre sussurros, dizendo o quão gostoso aquilo estava. Sentia seu corpo contraindo sob o meu, ele querendo se mexer mais, porém não conseguia. Sua respiração era até mesmo pesada.
Continuei a chupá-lo com vontade e usei uma das mãos para acariciar suas bolas. Minha boca salivava cada vez mais e até deixei a baba escorrer pelo seu pau. Lambi mais uma vez toda a sua extensão, desci mais e passei a língua devagar do seu escroto até sua entrada, então a rodeei e ameacei socá-la ali.
Ouvi um suspiro pesado vindo dele, suas pernas se abriram mais para mim, em um aval claro que eu deveria continuar.
— Não para — pediu com a voz rouca, em um prazer delicioso.
Atendi e o lambi com vontade, então meti a língua de forma mais lenta, enquanto observava as reações dele. Dizer que eu estava a ponto de explodir era muito pouco, o tesão já me deixava louco, e isso só me incentivava a continuar, o preparando para mim. Então usei uma de minhas mãos para masturbá-lo e fui aumentando o ritmo. Seu corpo mexeu contra a cama e eu vi seus pulsos sendo puxados, em uma tentativa falha de se soltar, enquanto ele gemia em deleite com o que eu fazia. Seu quadril subia contra a minha mão, mas suas pernas se abriam mais e depois sentia ele tentar aproximar mais do meu rosto, em um tom de urgência por mais. Via como estava perdendo o controle sob minhas mãos.
Por mais que eu quisesse, não conseguiria aguentar por muito tempo. Eu latejava e a forma como tentava se soltar me deixava louco. Eu queria mais daquilo, então me afastei tempo o suficiente para ir até a cômoda e pegar o frasco de lubrificante que havia deixado em cima. Voltei rapidamente para a cama e despejei um pouco do líquido em uma das minhas mãos. Acariciei sua entrada mais uma vez e devagar fui atolando um de meus dedos para deixá-la bem melada e pronta para mim. Repeti o gesto algumas vezes, então despejei outro tanto do lubrificante no meu pau, usando a mão livre para acariciá-lo. Seus gemidos eram baixos e roucos, suas pernas dobradas para cima, abertas, deixando mais e mais exposto conforme o estocava com meu dedo, era claro como água o quanto que estava entregue aquilo.
Parei por alguns segundos para observá-lo daquela forma, preso pelos pulsos, sem poder se mexer e pronto para mim. A visão me fez pulsar ainda mais e acabei soltando um grunhido baixo de expectativa antes de tornar a subir por cima dele.
Me posicionei em sua entrada e o fiz colocar as pernas em volta da minha cintura. Pincelei sua entrada com meu pau e o esfreguei ali, apertando meus próprios lábios porque ele estava quente e delicioso demais. Seus olhos intensos e escuros nos meus, aquele desejo puro por aquilo que eu estava prestes a lhe dar. Então fui metendo devagar, o sentindo se abrir para mim. Seus lábios se entre abriram em um gemido silencioso, e sua expressão se torcendo em dor e prazer, sua respiração sendo longa por sua boca. Pressionei ainda mais meus lábios, contendo um grunhido, que acabou escapando quando por fim, me atolei por inteiro dentro dele. A sensação era simplesmente arrebatadora e eu precisei de alguns segundos para me recuperar antes de começar a me mover, entrando e saindo de dentro dele com cada vez mais intensidade.
— — sussurrou baixo, é um tom quebrado, aquele misto de sensações podendo ser ouvido em seu tom.
Seu quadril se moveu devagar contra o meu, rebolando em meu pau. Seus pulsos puxando as algemas, em uma tentativa falha de certamente tentar me tocar. Seus olhos se fecharam, e ele passou as pernas ao redor do meu quadril, as pressionando em um tranco, e fazendo meu pau entrar com certa força dentro dele, e isso o fez gemer mais forte agora.
— Caralho, você é delicioso. — Meu olhar queimava de tesão e, entendendo o que ele queria, aumentei a força de minhas estocadas, tirando gemidos mais fortes dele.
Via estrelas toda vez que meu pau o atingia bem fundo e sentia minhas bolas baterem contra sua bunda conforme me atolava por inteiro. Duas pernas fortes iam me puxando também contra ele, e logo seus gemidos começaram a ficar mais altos. Porra, não havia nada melhor do que aquilo, ainda mais ao ouvir os sons deliciosos que escapavam de sua boca e ver o quão desesperado ele estava para me tocar.
Apertei suas coxas com força, então subi uma das mãos para seu abdômen e cravei minhas unhas curtas ali, estoquei com mais força, grunhindo feito um louco, e mantive o ritmo intenso sem desviar meu olhar dele. Sua cabeça foi para trás, e sua expressão de prazer ficou ainda mais intensa. Via como seus pulsos já estavam vermelhos de tanta força que estava fazendo. voltou a me olhar, aquele olhar feroz, totalmente em deleite. Ele mordeu seu lábio inferior, e travou sua perna ao redor do meu quadril, me impedindo de movimentar, e começou a rebolar em meu pau em uma provocação clara onde dizia que ainda conseguia dominar mesmo estando preso.
Sorri enviesado e permiti que o fizesse, então dei um tranco mais forte, repetindo o movimento toda vez que me atolava mais fundo. Minhas unhas o arranharam com mais intensidade e eu as arrastei para cima, até seu peito, chegando aos ombros e os apertei com vontade.
— Porra… se soubesse que você iria me foder assim, eu tinha tirado a roupa quando pediu — disse em pura provocação gemendo em seguida.
— Estou te fodendo assim justamente por não ter tirado a roupa quando eu pedi. — Dei mais um tranco forte e tornei a arrastar minhas unhas por seu abdômen até chegar ao seu pau. O envolvi e comecei a masturbá-lo no mesmo ritmo de minhas estocadas e precisei me controlar para não revirar os olhos de prazer.
— Caralho, — gemeu roucamente, e seu corpo arqueou.
começou a rebolar mais rápido e de forma intensa. Eu sentia sua entrada me apertando agora, firme, de forma contínua, enquanto seu pau começava a latejar em minha mão.
— Você é gostoso demais, puta que pariu! — rosnei e mantive o ritmo rápido, intenso, frenético.
O jeito que ele me apertava me deixava cada vez mais louco e eu sabia que não aguentaria por muito mais tempo, então movimentei minha mão em seu pau com ainda mais velocidade e meus trancos dentro dele ganharam mais frequência. O quarto inteiro parecia incendiar, e o suor escorria pelas minhas costas de maneira absurda.
A forma que puxava o ar estava cada vez mais pesada, a veia na lateral do seu pescoço saltava contra sua pele avermelhada, e os seus gemidos estavam saindo totalmente cortados.
— Eu não consigo mais segurar — confessou, sua voz totalmente quebrada agora.
— Porra! — Aumentei ainda mais a intensidade e dava para ouvir audivelmente os sons de nossos corpos se chocando. — Não se segure, .
Minha mão acompanhava o ritmo de minhas estocadas e eu mesmo sentia que estava muito perto. Ele realmente me obedeceu, seu pau começou a pulsar mais enquanto seu gozo escorria por sua cabeça, melando a minha mão, e seu gemido saindo mais alto agora, livre, rouco e falhado.
Aquele foi o estopim para que meu corpo inteiro estremecesse e meu prazer jorrasse com intensidade dentro dele. Um som quase gutural escapou dos meus lábios, fazendo coro com ele e continuei tremendo enquanto o assistia se derramar na minha mão. Porra, aquilo tinha sido delicioso e fiquei um tanto atordoado, até perdendo um pouco as forças. Precisei de alguns segundos ali para recuperar meu fôlego, então saí de dentro dele e soltei suas pernas para me inclinar e soltar suas algemas.
estava com os olhos fechados, respirando fundo, e gemeu fraco quando soltei seus pulsos. Nesse momento seus olhos se abriam e tinha um sorrisinho de lado em seus lábios.
— Isso conta como trabalho? — perguntou em puro deboche.
O encarei e sorri de volta.
— Ah, não. Está mais para algo depois do expediente. — Pisquei para ele.
riu de leve.
— Bom saber, talvez eu passe aqui depois do expediente nos outros dias… — provocou.
— Então talvez eu espere ansioso por isso.
