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A Vida de Davi

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Capítulo I - O Pergaminho da Colheita

E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça. ² E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz.³ E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas. ⁴E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho. ⁵E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono. ⁶ E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias. ⁷
E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; ⁸ Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. ⁹ E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. ¹⁰ E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite.
¹¹E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.

Apocalipse 12:1-11 |
A mulher observava do alto do templo. A varanda que dava para o templo era majestosa. A mulher tinha um sorriso sábio, mas por dentro carregava muita tristeza. Era como se ela guardasse segredos que ela mesma não sabia que tinha. Os anos a tornaram sábia, mas ao mesmo tempo sofrida. A mulher observou como o tempo no templo estava nebuloso. Era como se o vento carregasse histórias que até mesmo ela esqueceu. Desenrolou o pergaminho em suas mãos. Ele brilhava todo amarelado, mas brilhava. Ela começou a ler:
"A Vida de Davi e o Reinado de Salomão. Ah, sim, esta és uma história que muito me interessas. Quem diria que o pastor divertido se tornaria rei, ou que seu filho serias conhecido como o mais sábio. Tu vês pergaminho, a história deste mundo és demasiada fascinante "
Então comecemos.

******


PERGAMINHO: O Nascimento de Davi — Parte I
ANO 15 DA VIDA DE NIETZEVET,
-...Mãe, me deixa ir! — pede Nietzevet com seu vestido azul brilhando em sua mão — Já escolhi até o vestido! Por favor!
— Já disse que não, Nietzevet. — disse a mãe — Sabe bem o que acontece nessas festas. Devia seguir o exemplo da sua irmã Mara. Olha como ela se dedica. Até seus irmãos a admiram.
— Eu sei que minha irmã é especial mãe — contrapõe Nietzevet. — Mas só um pouco. Dizem que a festa da colheita tem prendas bonitas.
— Tudo bem, vá! Mas não deixe seu pai saber. E não conte a sua irmã ou ela vai querer ir também.
— Obrigada, mãe! — agradece Nietzevet.
Sabes se tem uma coisa que eu gosto, é a juventude. Tão interessante. Quando se és jovem pode-se ter tudo. Mas quando passa esse momento, tudo muda. Mas voltando a juventude, repare. Quando somos jovens, tentamos nos divertir. Mas existe profecias na diversão. Que tal vermos. A festa da colheita era conhecida como uma das festas mais produtivas e divertidas que se há. E a festa sempre deve começar bem...
-...Vamos Ahinoam! — diz Nietzevet — Quero ver a festa de perto!
— Eu não devia ir, se meu noivo Saul descobre... E você também não devia ir.
— Vamos logo — diz Nietzevet.
As duas amigas concordam, indo entre risadas.

Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê
Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê
Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê

Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê
Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê
Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê
Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê

Fui chamado de cordeiro mas não sou cordeiro não
Preferi ficar calado que falar e levar não
O meu silêncio é uma singela oração
Minha santa de fé

Meu cantar (meu cantar)
Vibram as forças que sustenta o meu viver (meu viver)
Meu cantar (meu cantar)
É um apelo que eu faço a Nanaê

Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê
Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê
Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê
Sou de Nanã, euá, euá, euá, ê

O que peço no momento é silêncio e atenção
Quero contar o sofrimento que eu passei sem razão
O meu lamento se criou na escravidão
Que forçado passei

-...Sejam todos bem vindos! Esta é a festa da colheita. Aqui nos divertirmos enquanto cantamos e dançamos. A festa da colheita é , como dizem, a festa de virada do jubileu. Aqui aproveitamos como melhor A Flor da Alegria oferece — diz o lider da festa — Aproveitem.
Nietzevet e Ahinoam se juntaram as outras meninas da vila. Começaram a dançar entre si. A medida, que dançavam, comentavam sobre como os rapazes estavam bonitos esta noite e os rapazes também pareciam reparar nelas. Em meio a tamborins e risadas, Nietzevet foi abordada por um rapaz de cabelos ruivos:
-...Perdida — perguntou ele.
— Não — respondeu ela com um sorriso — Apenas vim para me divertir. Minha amiga está bem ali — diz, mas se surpreende ao ver que Ahinoam não está ali. — Ela estava aqui.
— Permita que eu me apresente. Sou Náas — disse o homem estendendo a mão para Nietzevet.
— Nietzevet — ela aperta a mão dele em reconhecimento.

******


-...ESPOSA! — gritou um homem que chegava em casa bêbado — ONDE ESTÁ TUA FILHA, NIETZEVET.
— Ela foi... — começou a mulher.
— Ela foi comprar alguns tecidos para mim pai. Para a colheita — mente Mara e o pai lhe lança um olhar severo.
As ruas estavam festivas. Sons de tambores, festas e diversão ecoa. Ao longe, avista-se Nietzevet e Náas conversando. Conversa vai e conversa vem e Náas puxa Nietzevet para um beijo avassalador, do qual ela corresponde com hesitação, mas corresponde. Enquanto isso, sua irmã Mara ora a Deus para que ele proteja sua irmã Nietzevet. Um vento frio parece surgir, como se respondesse a oração. A noite prossegue, as tochas do lugar dançando em ritmo seduzente, marcando o destino de Nietzvet.
DEZ ANOS DEPOIS...
(2 Samuel 17.25). Diz-se também que Zeruia e Abigail eram “irmãs” dos filhos de Jessé (1 Crônicas 2.16). Por isso, é possível que fossem filhas da esposa de Jessé, de um possível casamento anterior dela com Naás, sendo assim apenas meias-irmãs de Davi.
-...Novamente irmã! — perguntou Mara com um olhar repreensivo para a irmã Nietzevet — Não acha que já não bastou gerar duas filhas com Náas e ser abandonada por ele e agora conhece outro rapaz!
— Esse não é como Náas, irmã Mara — disse Nietzevet sonhadora — Ele é bonito. Alto. Sorridente. Divertido. Gosta das festas da colheita, gosta de semear e até mesmo gosta de prendas. Ele é perfeito.
— E qual o nome desse homem tão abençoado — perguntou Mara com desdém.
— É Jessé! — respondeu Nietzevet. — Diz que ele é um homem avantajado. Ele ainda não tem filhos. O pai dele procura uma mulher honrada para se casar com ele.
— E você acha que é honrada o suficiente — perguntou Mara — Desculpe Nietzevet, mas não devemos sonhar. Você já tem duas filhas de um relacionamento anterior.
— Jessé é diferente, Mara — diz Nietzevet — Tenho certeza que ele vai aceitar Zeruia e Abigail — diz ela.
— Não fale o que ainda não sabe — diz Mara.
Ambas as irmãs pensaram pensativas...

******


Onde está quem me aconselha. Pode trigo ser semeado junto ao joio. Pode uma mulher da vida, ou que teve relacionamento com outro, encontrar amor em alguém santo. Pode as irmãs que nunca foram valorizadas, o ser. Possivelmente não. Mas então onde está aquele que me aconselha. Ora, a mulher sábia edifica o lar ( Proverbios)
-...Você tem certeza Jessé — perguntou Nietzevet mais uma vez — Tem certeza que deseja tentar ter algo comigo mesmo sabendo que sou impura — perguntou — Que já me entreguei a outro, tendo até duas filhas.
— Isso não importa para mim, eu te amo Nietzevet — disse Jessé segurando as mãos dela. — E estou aqui disposto a tentar algo por você.

******


“Jessé gerou a Eliabe, seu primogênito, a Abinadabe, o segundo, a Siméia, o terceiro, a Natanael, o quarto, a Radai, o quinto, a Ozém, o sexto, e a Davi, o sétimo” (1 Crônicas 2:13-15).
E aqui começa a história de Davi...
“Jessé gerou a Eliabe, seu primogênito, a Abinadabe, o segundo, a Siméia, o terceiro, a Natanael, o quarto, a Radai, o quinto, a Ozém, o sexto, e a Davi, o sétimo” (1 Crônicas 2:13-15).
E aqui começa a história de Davi...Para contar a história de Davi precisamos voltar quando tudo ainda era antigo. Era o ano 1100 A.C. Era um ano de grande mudanças. Davi era filho de Jessé e Nietzevet. Foi numa familia grande que provavelmente Davi nasceu. Fruto de um relacionamento maduro, é possivel que seus irmãos tenham o odiado desde que ele ainda era uma criança. Pois ele era inferior. Seus irmãos não viam seu potencial. Ali estava ele, contando suas ovelhas para ter certeza se nenhuma se perdeu.
" BITU, BITU " disse Davi — SEIS, SETE! É parece que elas estão em ordem! — murmurou Davi para si mesmo e então um sorriso travesso substituiu seu rosto — Eliabe e Abinadabe vivem dizendo que eu não sei contar ovelhas, e se eu armasse algo que os fizesse pensar se tem razão " então com um sorriso travesso nos lábios, foi para casa. Chegando em casa, viu que os pais ainda dormiam, mas os irmãos estavam comendo em um banquete. Ao que parece era o noivado de Eliabe. Davi suspirou, mas um sorriso travesso surgiu:
— Onde está sua noiva Eliabe — perguntou com um sorriso — Até elas você espantou. — perguntou.
— Não diga bobagens Davi — diz Eliabe — É esse cheiro, que vai espantar todos.
Davi sorriu, mas seguiu para dentro. Sua mãe Nietzevet estava na cozinha rustica, preparando com algumas madeiras um almoço. A filha de um dos sacerdotes locais viria para se tornar noiva de Eliabe. Os irmãos Abinadabe, Siméia, Natanael, Radai e Ozem ainda não haviam aparecido. Provavelmente estavam aprontando alguma ou ainda lutando no exército de Saul.
— Oi mãezinha linda! — disse Davi dando um beijo na bochecha da mãe — E meus irmãozinhos onde estão.
— Ainda não chegaram. Estão na cidade. Parece que o rei Saul precisa de todos seus soldados para algo — diz Nietzevet — Mas eles devem chegar para o jantar de noivado.
— Meu irmão vai casar — diz Davi com ironia.
— Davi, meu filho — diz Nietzevet — Você tem que parar com isso. Essa cara de quem vai aprontar não é boa. Seus irmãos já...
— Não gostam de mim — conclui Davi — Eu sei, e é isso que torna irritar eles, divertido mãezinha.
Nietzevet ri, reconhecendo no filho a mesma rebeldia e espirito aventureiro que ela tinha.
Muito do caráter de Davi em sua infância era por causa dos irmãos, algo que não seria mudado tão fácil assim. Se os irmãos não gostavam dele, poderiam merecer algumas travessuras. Conforme o dia continuava, Davi começou a planejar qual seria sua travessura da vez... A tarde se aproximava, e com ela os primeiros convidados chegavam.

Capítulo II - A Entrada de Ainoã

A festa daquela noite prometia ser memorável. Eliabe, Abinadabe, Siméia, Natanael, Radai, Ozém e Davi já estavam ali reunidos. Davi o menor com seus cabelos castanhos e olhos claros e um sorriso que prometia travessuras, estavam ali. Quando a porta se abriu revelando uma jovem de cabelos negros e olhos azuis, a casa toda observou. Ao lado dela, estava seu pai, o cacique da tribo. Quando a viu os olhos de Eliabe se iluminou. Era sua futura noiva, Amita. Bela e jovial. Davi sorriu maliciosamente, já pensando em criar uma travessura.
— Jessé! Nietzvet — disse o cacique em cumprimento — Esta é minha filha Amita.
— É um prazer te conhecer Amita — disseram Nietzevet e Jessé com um sorriso.
— É ela a azarada que vai se casar com você, irmão — perguntou Davi com um sorriso para Eliabe, que o fulminou com o olhar.
— Não se importe com ele — diz Abinadabe para a garota — Ele é sempre assim.
— Oi Eliabe — disse Amita com um sorriso.
— Sente-se — disse Eliabe estendendo uma cadeira para Amita se sentar.
— Mãe, acho que já podemos servir o jantar — diz Ozém.
Nietzevet assente. O jantar começa a ser servido. São grãos. Grãos de trigo, cevada e feijões. Variados pratos, mas com uma refinalidade que só a casa de Jessé tinha. Quando todos começaram a comer, Davi comeu com eles. Dava para ver pelo jeito como os irmãos o olhavam, que ele era desprezado. Mas Davi não se abalava. Algo no desprezo que recebia só o tornava mais ainda otimista e risonho.
-...Ouvi falar da sua beleza — disse Davi reunindo coragem, a Amita — Meu irmão Eliabe disse que você tem a beleza de uma gazela robusta e...felina — disse Davi tentando segurar um riso, quando Eliabe o olha com um olhar fulminante.
— O que você quer dizer com robusta — perguntou Amita franzindo a testa.
— Gorda, foi o que ele disse — diz Davi inocentemente.
— DAVI! — se irrita Eliabe, mas se recompôe.
Alguns dos irmãos riem, enquanto outros olham Davi com um olhar fulminante. Mesmo Nietzevet não conseguiu esconder um sorriso. Davi tinha humor.
— Ele está brincando — diz Eliabe.
— Ah bom, achei que você me achava feia — Amita riu.
Os outros irmãos riram, vendo que ela achou graça na piada de Davi, mesmo Eliabe lançando um olhar frio e repreensivo ao irmão.
A festa continuou. Foi descoberto que Amita era filha do cacique com uma das irmãs de Nietzevet. Também se descobriu que Amita apesar de não parecer, era uma jovem prendada e que gostava de música. Davi viu ali na união de seu irmão Eliabe com aquela moça algo além da brincadeira. Eliabe e Amita realmente formavam um belo casal. Quando se despediram, Eliabe e o pai da moça já pensavam na data do casamento. Quando ela saiu, Eliabe veio até Davi e disse:
— O que te deu na cabeça — perguntou Eliabe a Davi com desprezo — Falar aquelas coisas.
— Achei que fosse divertido — respondeu Davi rindo.
Os outros irmãos reviraram os olhos, mas Ozém tentou disfarçar um sorriso que veio. Davi foi para seu quarto, pensando. Os irmãos o desprezavam, mas será que algum dia, seria diferente.

******


Enquanto isso, em Israel, o rei Saul começava a pensar. Ele tinha em mente uma frase do profeta Samuel, que o intrigava. O sacerdote havia lhe dito que a paz de Deus lhe seria tirado. Que ele veria seu reino mudar. Ele tinha duas filhas: As pequenas Mical e Merabe. A esposa de Saul observava como o marido parecia pertubado com o que ouviu.
— Está tudo bem, meu marido — perguntou.
Saul não respondeu. O pálacio de Israel estava silencioso. Saul parecia refletir. Segundo o profeta Samuel, seu trono passaria para outro. Mas quem seria e porque isso o incomodava tanto. Não era apenas medo de perder o trono, mas de perder Deus também. Ele podia suportar tudo, mas perder sua unica chance de governar sem a benção de Deus parecia devastador. Deus havia lhe dado um reino, um reino que agora ele perdeu. Nada mais parecia lhe agradar.
— Está tudo bem, minha Ahinoam — diz Saul em tom calmo, mas aflito.

******


No dia seguinte, Davi acordou cedo. Sua mãe, Nietzevet já preparava o café da manhã. A cidade de Israel se estendia, com pessoas andando, mercadores gritando ofertas. E os soldados treinando. Davi saiu para pastorear ovelhas. Ele guiava as ovelhas com zelo e cuidado.
— BITU, BITU! — disse ele.
As ovelhas vinham até ele. Ele começava a fazer elas pastarem uma a uma. Enquanto isso, uma jovem de cabelos castanhos ou ruivos, Ainoã (Manu Maia nesta fase) o observava. Ainoã observava como Davi cuidava das ovelhas. Algo na forma como ele cuidava dela a impressionava. O jovem Davi (Henrique Tury nesta fase) pastoreava com firmeza, mas também com agilidade e suavidade. Ainoã então se pronunciou:
— Você cuida muito bem dessas ovelhas — reparou ela.
— Elas tornam meus dias mais leves — diz ele com um sorriso — Sou Davi. — ele estende a mão.
— Ainoã — ela sorri, apertando a mão dele.
Por um momento o contato visual entre eles se faz presente. Para Davi, Ainoã era uma curiosidade que ele tinha de admirar. Já para Ainoã, Davi tinha uma beleza e quietude inquietante. Ambos pareciam fascinados um com o outro.
— Então Ainoã, o que faz observando um pastor — perguntou Davi com um sorriso.
— Você parece diferente. Dos outros pastores — começa ela.
Ele assente.
— E você também parece diferente. As outras moças não conversam assim comigo.
Por um momento os dois trocam olhares... Davi nota o quanto Ainoã é bonita e Ainoã também parece notar sua beleza.


Continua...
Nota da autora
A história é baseada nas novelas da Rede Record, principalmente as escritas de Cristiane Cardoso, a quem admiro, mas também tem um toque juvenil e inspirado no famoso Henrique Tury e Manu Maia.
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