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Revisada por: Saturno 🪐

Última Atualização: 06/09/2025.

Naquela noite, eu estava animado. Fazia tempo que eu não ia a uma festa tão boa quanto aquela e talvez eu pudesse atribuir isso à ótima seleção de músicas que tocavam ou até mesmo à decoração do ambiente com a temática disco.
Honestamente, eu me sentia dentro daqueles filmes mais antigos e até conseguia visualizar alguns deles em minha mente, enquanto fingia estar entretido com a conversa do meu amigo ao meu lado, embora eu não fizesse a mínima ideia do que ele estava falando.
Elliott era meu melhor amigo desde sempre. Mesmo quando ele seguiu um curso na faculdade e eu outro, isso não afetou em nada na nossa amizade, muito pelo contrário.
Nós nos apoiávamos muito e por isso não era nenhuma surpresa para mim que naquela noite Elliott havia resolvido não beber nada alcoólico apenas porque eu não podia.
Dali a dois dias eu teria uma luta decisiva na minha carreira e não tinha outra opção se não a de vencê-la.
Uma grande parte de mim se sentia confiante, meu treinador destacava vários pontos fracos que havíamos observado em lutas anteriores e focado em treinar os meus pontos fortes. Mas é claro que, vez ou outra, eu sentia o nervosismo aflorar.
Ir até aquela boate havia sido uma ótima solução, e assim que meus olhos pararam em uma pessoa em especial, no lado oposto ao que eu estava, tive a certeza de que defini-la como ótima não era o bastante.
Foi inevitável que meu olhar não passasse por cada centímetro do corpo daquela mulher. E assim que foquei em seu rosto, um sorriso de canto se formou nos meus lábios, embora uma parte bem pequena de mim protestasse sobre o quanto eu era filha da puta por olhar aquela mulher em especial daquela forma.
Porra, que culpa eu tinha se era absolutamente deliciosa?
Isso mesmo. , a irmã mais nova do meu melhor amigo.
E mais conhecida como a tentação em forma de mulher.
— Puta merda — exclamei baixo, negando com a cabeça e agradecendo mentalmente por Elliott sequer ter notado o que acontecia. Ele estava distraído até demais conversando com Brian, um outro colega nosso que estava por ali.
Umedeci minha boca discretamente, voltando a olhar para , então puxei o celular do meu bolso e me afastei uns passos de meu amigo para poder abrir a conversa dela e digitar uma mensagem.

Você está realmente deliciosa com esse vestido, linda.

A mulher, que conversava com algumas amigas, desviou a atenção daquilo e abriu a pequena bolsa que carregava, tirando de lá o aparelho e abrindo um sorriso. Seus olhos permaneceram encarando a tela por alguns instantes, então levou a mão até os cabelos, colocando-os atrás da orelha, ao passo que seu olhar se direcionou a mim e abriu um sorriso tendencioso, dando uma piscadela.

E você está muito gostoso se arriscando dessa forma para me mandar mensagem, sweetheart. Sem falar nessa sua jaqueta de couro, com essa carinha séria que me faz querer rebolar bem gostoso nela.

Fazer o que se eu sou um amante da adrenalina. Vou adorar me lambuzar todo contigo rebolando na minha cara.


Ergui meu olhar até ela, passando a língua pelos lábios mais uma vez, não me preocupando tanto com a presença de Elliott ali do meu lado, porque eu poderia inventar qualquer coisa pra ele.
Se eu sentia algum tipo de remorso por mentir para o meu melhor amigo na cara dura daquele jeito? Às vezes sim. No entanto, o remorso passava quando aparecia.

Ah é? Então eu vou aí sentar nela bem gostoso. Com esse vestido, vai ficar ainda mais fácil.

Pode vir. Eu é que vou afundar a minha língua em você bem gostoso.


Um sorriso travesso se formou nos lábios dela, então a mulher parou o que fazia, guardou o celular de volta na bolsa, e como disse que faria, começou a caminhar na minha direção.
— Olá, meninos. — abriu um sorriso largo, tombando levemente a cabeça e seu olhar passou por nós três. — Foi aqui que encomendaram uma rebolada? — soltou a pergunta, como se não fosse nada demais.
Ergui uma sobrancelha com aquilo, contendo o riso quando escutei a exclamação de protesto de Elliott.
! — Ele até tinha se virado para ela, negando com a cabeça, com certeza desaprovando o que tinha dito.
— O quê? Não faz essa carinha de inocente, porque você não é.— Riu levemente, dando uma piscadela e me encarando. — E sim, . Eu mesma, linda e gostosa — brincou, sorrindo com aquilo.
Aquela mulher realmente não tinha limite algum.
— Não é porque não sou inocente que tenho que te imaginar fazendo essas coisas. — Elliott fez uma careta e eu acabei abrindo um meio sorriso com aquilo, mesmo que a minha vontade ainda fosse de rir alto. — Ainda mais com meus amigos.
Engoli a seco com aquilo, guardando o celular no bolso e olhando para ela de soslaio.
— Egoísta. Não precisa ficar com ciúmes, eu devolvo eles depois. — Fez um biquinho, sorrindo para mim e Brian. — Só não garanto que inteiros. E eu estava só falando de uma dança, você que me interpretou erroneamente.
Os olhos dele se estreitaram na direção da irmã.
— Claro, e eu vou fingir que acredito nisso. Você é impossível, — resmungou. — Eu vou lá pegar mais água. Vocês querem mais alguma coisa?
— Eu tô de boa, cara — respondi, dispensando.
— Acho que vou contigo — Brian disse, logo em seguida. Então Elliott olhou de mim para sua irmã, como se estivesse avaliando a situação.
— Tenta deixar o em paz, garota — soltou em um tom um tanto desconfiado.
— Eu sei me cuidar, . — Não aguentei e dei risada dele.
— Pelo amor de Deus, Elliott! — esbravejou, revirando os olhos. — Não é como se eu fosse comer ele. A não ser que o queira, é claro. — Sorriu tendenciosa, desviando o olhar até mim e depois voltou para o irmão.
Aquilo me fez rir ainda mais, negando com a cabeça e vendo que Elliott me lançou um estreitar de olhos.
Ele abriu a boca para dizer alguma coisa, mas eu o interrompi antes que ele ficasse mais uma hora inteira naquilo.
— Vai logo pegar essa água, Elliott. — Revirei os olhos, ao que ele respondeu negando com a cabeça e se afastando com Brian.
— Finalmente — soltou, sorrindo, e dessa vez não fez questão alguma em disfarçar a olhada que me deu. — Na verdade… eu queria dizer que vim entregar a rebolada. — Ela se aproximou, parecendo não ligar muito para a possibilidade de Elliott nos ver.
Abri um sorriso em retribuição ao dela, fixando meu olhar por alguns segundos em sua boca, descendo pelo seu corpo enquanto eu conseguia imaginar ela rebolando na minha cara.
— Tenho algo pra te entregar também, — devolvi, com malícia explícita.
Ela sorriu maliciosa, então desviou o olhar brevemente, como se quisesse ter certeza de que não estávamos sendo observados por seu irmão, e eu acompanhei, constatando que àquela altura ele já se encontrava com Brian, rodeado por duas mulheres. Ou seja, ele sequer se lembraria de nós.
— É mesmo? O que, sweetheart? — questionou manhosa, conforme se aproximou ainda mais, colando o corpo ao meu.
Voltei meu olhar para ela, então trouxe minha boca para bem perto de seu ouvido.
— Uma socada bem gostosa — respondi sem pudor nenhum, afastando meu rosto mais uma vez e piscando para a mulher.
Os olhos dela me encararam, conforme mordeu a boca e ela não fez questão alguma de se segurar, mesmo que estivéssemos em público. levou uma mão até meu braço, apertando-o um pouco, e a outra passeou até a barra da minha calça, roçando seu corpo ao meu com vontade.
— E quando você vai me tirar daqui — começou a dizer baixinho, aproximando os lábios dos meus cada vez mais, ao passo que desceu sua mão, quase tocando meu pau ali mesmo onde estávamos — e me levar para um lugar onde eu possa sentir essa socada bem gostosa na minha bocetinha? — perguntou ainda mais manhosa, sorrindo sacana.
Aquela proximidade toda era uma puta sacanagem. Como é que eu ia me aguentar com ela se roçando em mim daquele jeito?
Elliott que me perdoasse, mas eu ia dar o fora dali.
— Contigo se esfregando em mim desse jeito, agora mesmo — respondi, sentindo meu tom de voz ficar até meio rouco porque as palavras dela me afetaram pra caralho.
soltou uma risadinha safada, então sorriu como se fosse aprontar e apertou minha coxa com vontade, ao passo que se aproximou de um jeito que achei que me beijaria. Ela não o fez e afastou o rosto, piscando para mim e se virando, para então começar a caminhar, rebolando aquela bunda deliciosa conforme ia em direção à saída, dando a entender que era para eu fazer o mesmo.
Esperei por alguns segundos a mais, observando sem pudor nenhum.
Caralho, ela era gostosa demais.
Então olhei rapidamente para o lugar onde tinha visto Elliott pela última vez, confirmando que, de fato, ele ainda continuava com as mulheres lá no bar, e a acompanhei para fora daquela boate.


nem me deu tempo para que eu pudesse fazer muita coisa assim que abri a porta do meu apartamento, seus braços logo envolveram meu pescoço e a mulher colou a boca à minha de forma faminta. Ela empurrou meu corpo contra a parede, de um jeito que fechei a porta só a empurrando com força, soltando uma risada rouca conforme a senti explorar minha boca com voracidade ao enroscar sua língua na minha, aprofundando ainda mais o ato. Correspondi sem hesitar em nenhum momento, fazendo questão de massagear sua língua com a minha, quase grunhindo entre o beijo, tamanha era a ânsia de tê-la em meus braços mais uma vez.
Uma de suas mãos subiu até meus cabelos, que ela puxou sem nenhuma delicadeza, me arrancando um gemido baixo, empurrando ainda mais seu corpo contra o meu conforme soltou a respiração de forma ruidosa contra a minha boca.
Minhas mãos agarraram sua cintura e pressionei meus dedos ali com uma certa força, escutando um gemido sôfrego que saiu dela, fazendo questão de grudar meu quadril ao seu para que ela sentisse o quanto já estava me deixando louco e esboçou um sorriso, aprovando aquele gesto.
Havia sido um verdadeiro inferno me controlar diante do irmão dela. Sempre era, mas, naquela noite em especial, meu desejo por parecia ainda mais intenso.
Desci meus toques até sua bunda, sugando seu lábio inferior ao mesmo tempo que apertei a região com vontade, me encaixando a ela de um jeito delicioso. gemeu manhosa e sua outra mão desceu pelo meu pescoço, passeando toda a região do meu braço e tronco até chegar ao baixo ventre, onde ela brincou com seus dedos rapidamente, me fazendo ofegar com a boca ainda próxima à sua, e então desceu, apertando meu pau por cima da calça sem pudor algum.
— Já duro desse jeito pra mim, sweetheart? — soprou baixo, conforme me apertou mais um pouco e deslizou sua mão por toda a extensão.
Movimentei meu quadril de encontro à mão dela, aumentando a pressão que meus dedos faziam em sua bunda e descendo um pouco mais, brincando com a barra de seu vestido em seguida.
— Já? — Soltei uma risada rouca. — Eu tô duro por sua causa desde a história de sentar na minha cara — fui sincero e meu corpo estremeceu de tesão só por aquela ideia passar pela minha mente mais uma vez.
A mulher sorriu sacana e me apertou ainda mais gostoso, ao passo que roçou sua boca na minha de um jeito lento, soltou sua respiração quente contra ela e, em um gesto delicado, mas ao mesmo tempo desesperado, abriu minha calça e enfiou a mão dentro da cueca, agarrando meu pau, fazendo com que eu exalasse contra sua boca.
— Tão delicioso, — gemeu, dando uma mordida forte no meu lábio inferior e não contive o grunhido excitado que escapou.
Achei que ela fosse me beijar, mas em vez disso ela ficou sustentando meu olhar conforme seus dedos exploraram toda a extensão do meu pau com precisão. Não desviei um minuto sequer, sentindo que ficava ainda mais duro só com aquilo. Os olhos dela ferviam de tesão e ela mantinha uma expressão bem safada, de um jeito que foi subindo sua mão para a cabecinha, onde apertou de um jeito gostoso, arrancando mais um grunhido de minha parte.
— Minha bocetinha já está toda melada só de imaginar essa carinha e esse seu pau delicioso nela — falou manhosa, sorrindo sacana, então voltou a atacar meus lábios.
Aquela mulher sabia exatamente como me deixar louco.
Retribuí o beijo com avidez, levando uma mão pela lateral de sua coxa e subindo o vestido, massageando a parte interna e pressionando meus dedos ali de um jeito que ela exalou. Voltei para subir a mão por dentro da peça, enroscando o elástico de sua calcinha, puxando e deixando-o escapar só para ouvi-lo estalar em sua pele, arrancando dela um gritinho em meio ao beijo.
— Porra, . — Afastei minha boca da sua e soltei de uma forma até tardia porque estava afetado demais com o que ela fazia. — Vem sentar na minha cara então pra eu chupar bem gostoso essa bocetinha.
sorriu ainda mais tendenciosa e apertou meu pau bem gostoso, então se afastou, me fazendo apertar os lábios, contendo um gemido em protesto. Seus olhos ainda me analisavam e ela segurou minha mão, me puxando. Não hesitei em acompanhá-la e, quando me dei conta, já estávamos dentro do meu quarto. Ela tombou a cabeça levemente, demonstrando que gostava do que via, me arrancando um sorriso de canto, e sua mão foi até minha jaqueta, que ela se livrou rapidamente e depois até a barra da minha camiseta, a puxando sem nem hesitar.
— Bem melhor — soprou, mordendo os lábios e levando a mão até meu peitoral, onde arranhou levemente com suas unhas, causando arrepios por todo o meu corpo ao mesmo tempo que meu pau pulsou ainda mais. — Agora deita, que eu vou rebolar bem gostoso na sua cara até melar ela todinha — disse firme, mantendo os olhos em mim.
Deixei meu olhar percorrer cada centímetro de seu corpo simplesmente porque era deliciosa demais para não ser devidamente apreciada.
— Já falei que adoro quando você é mandona? — Abri mais um sorriso sacana, então segui até a cama, tirando meus sapatos rapidamente para depois deitar nela, passando a língua pelos lábios, cheio de expectativa pelo que viria.
— Você não precisa dizer, sweetheart, eu sei disso. — Sorriu sacana, conforme analisava o que eu fazia.
arrancou sem cerimônia o vestido que usava, mostrando que vestia apenas a calcinha e estava sem sutiã, o que deixou seus peitos à mostra. Aquela visão era tão deliciosa que eu não consegui conter a vontade de lamber meus próprios lábios mais uma vez, sem tirar meus olhos de . Ela caminhou vagarosamente até mim e, sem rodeios, passou uma perna de cada lado do meu corpo, como se fosse sentar no meu colo, mas logo ficou bem próxima ao meu rosto, posicionada bem no meu tronco.
Seus olhos ferviam ao me encarar e ela fez questão de levar uma mão até sua boceta por cima da calcinha, esfregando deliciosamente e enfiou por dentro dela em seguida, se tocando para eu assistir conforme seus olhos se mantinham fixos em mim. Aquilo me fez pulsar ainda mais e eu acabei exalando audivelmente, levando uma mão até meu pau e o apertando ao me sentir dolorosamente excitado.
Caralho, eu não cansaria nunca de dizer o quanto era deliciosa.
Meu olhar oscilava de seus olhos para os movimentos que ela fazia e eu não resisti, deslizando minha mão para cima e para baixo no meu pau ao adentrar a mão no tecido da cueca.
— Puta que pariu. Que delícia essa sua bocetinha, . — Com certeza meu olhar fervia em sua direção do tanto que eu desejava aquela mulher.
— Delícia, é? — perguntou manhosa.
sorriu tendenciosa, então curvou suas costas e puxou minha mão livre, levando-a até sua cintura para eu sentir ainda mais como estava quente e, de um jeito lento, a levou até seu baixo ventre. Pressionou meus dedos ali e a desceu para dentro de sua calcinha, retirando a sua mão e substituindo pela minha. Ofeguei ao sentir que ela estava encharcada, não hesitando em tocá-la, escorregando meus dedos por toda a sua extensão.
— Então chupa ela todinha e soca esses seus dedos bem gostoso. — Rebolou ao dizer aquilo, aumentando o contato, e gemeu baixinho.
— Eu vou me afundar todinho em você, pode ter certeza disso.
Parando de acariciar meu pau, levei a outra mão até seu quadril, mais uma vez enroscando meus dedos no elástico de sua calcinha, então movimentei a que estava em sua boceta, esfregando de um jeito vagaroso até encontrar seu clítoris inchado, fazendo movimentos circulares enquanto assistia às reações dela bem de perto. jogou a cabeça para trás levemente e mordeu o lábio, conforme se movimentou, procurando por mais daquele contato.
Aumentei um pouco a intensidade, pressionando seu quadril com vontade, então escorreguei os dedos até sua entrada, ameaçando socar a ponta deles para depois voltar ao clítoris e ela gemeu descontrolada, até revirando os olhos, mas eu mesmo não aguentei muito aquela brincadeira.
Soltei um grunhido mais alto, encarando-a a ponto de perder o controle, parando de tocar-la para enroscar também a outra mão no elástico de sua calcinha. soltou um resmungo e seus olhos ferveram na minha direção.
Eu queria chupá-la intensamente, mas aquela peça de roupa era um puta empecilho.
— Se você não tirar, eu vou rasgar — soltei em um tom afetado.
sorriu sacana, mas de um jeito que queria rir levemente daquilo e se inclinou, levando seu rosto para próximo do meu, como se fosse me beijar, porém sua boca foi em direção ao meu ouvido.
— Então rasga, — pediu firme, mas em um tom manhoso. — Rasga e soca essa língua bem fundo na minha bocetinha.
Por um momento, eu não sabia se retribuía ao seu sorriso sacana ou se grunhia descontrolado pelas palavras dela.
Acabei puxando as tiras de sua calcinha com força, soltando-as quando senti que o tecido ia se partir só para ouvi-las estalarem mais uma vez contra sua pele, o que arrancou dela um gritinho exasperado, seguido de um riso sacana. Agarrei sua bunda com força, apertando e a abrindo do um jeito delicioso antes de tornar a subir, puxando mais uma vez os elásticos de sua calcinha, mordendo os lábios ao deixar o tecido rasgar dessa vez e ouvindo exalar com meu gesto.
Ainda mais afetado do que antes, trouxe a peça até próximo do meu rosto.
— Essas suas calcinhas minúsculas acabam comigo — soltei rouco, então a joguei para algum lugar ao qual nem prestei atenção, vendo-a sorrir em aprovação às minhas palavras.
— Todas só para você, sweetheart — devolveu, piscando.
Trouxe minhas mãos para as coxas de , fazendo uma pressão maior na parte interna, então segurei em seus quadris, me inclinando um pouco, puxando para fazê-la de fato sentar na minha cara e ela se moveu em expectativa.
Sem cerimônia nenhuma, passei a língua por toda a extensão de sua boceta, chupando seu clítoris de forma lenta, assistindo sua reação sem parar de olhá-la.
— Rebola bem gostoso pra mim, vai.
Apoiei suas coxas com firmeza e voltei a lambê-la com vontade, afundando minha cara no meio de suas pernas e começando a sugar seu clítoris com afinco. não demorou a fazer o que eu havia pedido e se empinou toda, abrindo ainda mais as pernas e rebolando bem gostoso, fazendo com que meus movimentos ficassem ainda mais fáceis. Vi ela levar as mãos aos seios, segurando-os e brincando com os dedos em seus bicos endurecidos conforme gemia baixinho, totalmente torturada.
Apertei suas pernas com mais intensidade, dando mais uma sugada lenta, puxando sua pele entre meus lábios e soltando bem devagar. Meu pau já latejava de tesão, mas não importava o quanto eu desejava ser tocado naquele momento, eu só queria sentir aquela mulher rebolando mais e gemendo daquele jeito que me deixava louco.
Aproveitei para descer minha língua até sua entrada, então a rodeei, fazendo-a estremecer, lambendo os grandes lábios de sua boceta, sugando e dando mais uma apertada em duas coxas, suspirando e finalmente socando minha língua inteira nela. gemeu alto com aquilo e mordeu a boca, se contorcendo toda e levando as mãos até a parede, onde se apoiou para rebolar ainda mais gostoso, fazendo com que eu rodasse dentro dela.
Porra, era sempre tão gostoso chupá-la.
Mal dei tempo para que se recuperasse e movimentei minha língua dentro dela, tirando e socando novamente, alternando com sugadas em seu clítoris e girando, fazendo questão de tocar cada centímetro dela. Suas reações ficavam cada vez mais intensas e suas reboladas iam no mesmo ritmo, de um modo que seu corpo estremeceu e ela apertou os próprios peitos bem gostoso, gemendo sôfrega e soltando palavras desconexas.
se apoiou ainda mais na parede e diminuiu um pouco as reboladas, conforme se empinou toda, se abrindo ainda mais.
— Isso, assim — pediu manhosa. — Soca desse jeitinho mesmo, que eu vou melar a sua carinha toda.
Enterrei minha língua com ainda mais afinco, tocando bem fundo em sua boceta, girando a língua com vontade e a movimentando intensamente. Meu nariz roçava em seu clítoris conforme eu movia meu rosto contra a boceta dela, fazendo questão de me lambuzar todinho e grunhindo louco de tesão com as coisas que dizia.
Fui chupando com tanta avidez que o ar até faltou aos meus pulmões, então soltei uma de minhas mãos para atiçar seu clítoris em movimentos circulares, afastando meu rosto apenas por tempo o suficiente para recuperar o fôlego.
— Boceta gostosa do caralho — exalei totalmente descontrolado, então voltei a me afundar em sua boceta, movendo minhas mãos em seus quadris e incentivando as reboladas dela.
Mesmo entre os gemidos, ela deixou um sorriso tomar conta de suas feições diante do que eu havia dito e rebolou, correspondendo ao jeito que eu guiava seus movimentos. Suas mãos foram até as minhas e ela as apertou para que eu pressionasse meus dedos contra sua pele, então usou uma delas, a guiando até seu clitóris e iniciou movimentos circulares.
Aquele gesto fez seu corpo estremecer e ela gemeu ainda mais alto, revirando os olhos e arqueando as costas como se tentasse controlar o quanto aquilo a estava afetando. Suas pernas se fecharam um pouco e ela pressionou meu rosto quando um espasmo percorreu todo seu corpo e senti sua boceta se apertar porque eu a tinha atingido no ponto sensível.
— gemeu desesperada, rebolando ainda mais gostoso e movimentou os dedos no clítoris com afinco.
Aquilo me incentivou a socar minha língua com mais intensidade, tirando-a por inteiro e voltando a atolar bem gostoso, fazendo questão de voltar a atingir repetidamente aquele ponto, desejando senti-la se apertar mais. Ela estremeceu cada vez mais com aquilo e mal podia controlar os gemidos que saíam de sua boca.
Minhas unhas arranharam sua pele quando a apertei com mais afinco de um jeito que se arrepiou, então coloquei uma delas por cima da sua, fazendo movimentar os dedos em seu clítoris com mais velocidade, massageando gostoso e atolando cada vez mais minha língua dentro dela.
rodou o quadril, fazendo com que eu rodasse dentro dela e se masturbou bem gostoso conforme fazia aquilo, apertando cada vez mais meus dedos contra a sua cintura. Quanto mais fundo eu ia dentro dela, mais ela gemia e soltava palavras desconexas, e sua boceta se contorceu novamente, mas dessa vez de um jeito muito mais intenso e seus olhos reviraram nas órbitas.
Tomei o lugar da mão dela sutilmente, afastando seus dedos porque eu não aguentava mais não senti-la bem quente na minha mão também.
Aproveitei o jeito que se contorceu para girar minha língua com mais afinco, usando o polegar para massagear seu clítoris deliciosamente inchado.
Aquela apertada dela me deixou ainda mais louco e eu sentia que também não aguentaria mais muito tempo sem atolar meu pau naquela bocetinha, então continuei me movimentando, desesperado para senti-la gozar e melar a minha cara todinha como havia dito tão manhosa que faria.
Incentivada pelo que eu fazia, rebolou sem conseguir se controlar e o jeito que seu corpo tremia era tão intenso que mais uma vez ela precisou se apoiar na parede. Aquilo era uma delícia, porque a posição fazia com que se abrisse ainda mais, fazendo minha língua ir ainda mais fundo dentro dela. Um gemido mais alto ecoou de seus lábios quando ela se moveu de forma mais brusca e seus olhos se reviraram nas órbitas conforme uma onda de espasmos espalhou o corpo dela, então senti sua boceta se contrair, melando minha boca deliciosamente ao gozar.
Soltei um grunhido enquanto fui a chupando com fervor, fazendo questão de sentir cada gota de seu prazer em meus lábios, literalmente lambuzando minha cara toda.
Aquilo era tão gostoso que eu não me importava de passar horas com daquele jeito na minha cara.
Os tremores diminuíram, mas ela continuou rebolando na minha boca bem gostoso, conforme soltava gemidos um pouco mais contidos. Então foi parando gradualmente, deixando que sua respiração se normalizasse, e vi um sorriso casto se formar em seus lábios.
— É delicioso te ver no meio das minhas pernas desse jeito, sweetheart — falou baixo, mantendo os olhos fixos aos meus e sem sair do lugar.
Segurei em suas coxas, apertando com vontade e soltei uma risada um tanto rouca de tesão pelo que tinha acabado de acontecer.
— Delicioso é ficar lambuzado desse jeito com teu mel na minha cara, linda. — Passei a língua pelos meus lábios, provando ainda mais do gosto dela e quase revirando os olhos porque aquilo aumentava pra caralho o meu tesão.
sorriu com as minhas palavras e então levantou um pouco, indo para trás e dessa vez seu quadril ficou bem encaixado ao meu conforme ela colou o tronco ao meu, se esfregando toda em mim. Levou sua mão até meus cabelos, embrenhando os dedos nos fios, ao passo que colou a boca à minha, dando início a um beijo cheio de desejo e até gemendo baixinho contra ela.
Não hesitei em retribuir com voracidade, explorando cada canto de sua boca e massageando sua língua, partilhando com ela o seu próprio gosto. Pensar naquilo me deixou ainda mais excitado e meu pau pulsou mais uma vez dentro das calças. Sentia até uma dorzinha de tanto tesão e eu fiz questão de envolver com meus braços, acariciando cada parte de seu corpo, posicionando minhas duas mãos em sua bunda e a apertando com afinco, forçando seu quadril contra o meu. Deixei mais um grunhido escapar de meus lábios, mas não parei de beijá-la um minuto sequer.
correspondeu, explorando minha boca e enroscando nossas línguas conforme seus dedos puxavam cada vez mais os fios dos meus cabelos. Ela arfou durante o beijo e o interrompeu, mordendo meu lábio com força e o puxando. Um grunhido abafado ecoou de meus lábios em resposta ao ato. Seus olhos encontraram os meus e rebolou no meu colo, conforme fazia aquilo, deixando claro o quanto estava desesperada para me ter cada vez mais.
— Como fiquei tanto tempo longe de você? — perguntou baixinho, passando a língua nos meus lábios. — Eu preciso que se afunde em mim, . Preciso te sentir por inteiro — pediu em um tom desesperado, voltando a atacar minha boca.
Ofeguei entre o beijo, processando aquelas palavras e apertando-a ainda mais contra mim. Meu corpo chegava a quase tremer de excitação e as reboladas deliciosas dela só me afetavam ainda mais.
Rompi o beijo para encará-la intensamente, então encostei minha testa na sua com a respiração nitidamente ofegante e ela correspondeu sustentando meu olhar.
— Não sei como ficou, mas isso não importa. Estamos juntos agora. — Me vi dizendo aquilo sem nem conseguir refrear e ela sorriu, então desci minha boca por seu queixo, espalhando uma trilha de beijos até o pescoço de e sugando com intensidade.
Minhas mãos apertaram sua bunda outra vez e subiram por sua cintura até chegar aos seus seios, envolvendo um cada mão e massageando com vontade. Deslizei a ponta dos dedos pelos bicos, deixando-os ainda mais duros e puxei de leve apenas para atiçar ainda mais, enquanto meu rosto afundou na curva de seu pescoço, onde exalei o ar intensamente.
Ela se moveu e gemeu torturada aos meus toques, puxando ainda mais os fios dos meus cabelos e rebolando bem gostoso para que eu pudesse senti-la com mais afinco. Sua outra mão desceu pela lateral do meu corpo e a mulher ergueu o quadril para dar espaço a ela, que enfiou na minha cueca, agarrando meu pau.
exalou e explorou toda a minha extensão com vontade, então aproveitou que meu rosto estava afundado na curva de seu pescoço para gemer bem manhosa contra o meu ouvindo, subindo sua mão e apertando a cabecinha lentamente, colocando um pouco de força.
Soltei um gemido rouco contra sua pele, completamente afetado pelos toques dela, e até movimentei um pouco o meu quadril em sua direção. Então não resisti e desci minha boca em direção ao seu colo, usando uma mão para me apoiar na cama e ficar mais sentado. Passei a língua no vão entre seus seios, olhando para seu rosto e estudando suas reações bem de perto para depois ir roçando meus lábios de leve em sua pele, que se arrepiou conforme eu fazia aquilo, vendo que a mulher nem piscava.
Mantive uma mão brincando com o bico de seu seio, prendendo-o entre os dedos e fazendo uma pressão gostosa enquanto minha boca seguia para o outro, onde passei a língua sem fazer cerimônia, escutando um gemido sôfrego de . Um grunhido mais intenso ecoou de meus lábios ao sentir seu mamilo bem endurecido e o lambi com vontade, fazendo movimentos circulares antes de chupar bem gostoso. Sua mão que estava no meu cabelo desceu em direção à minha nuca, onde ela cravou as unhas e se apoiou conforme gemia sem sequer fazer questão de controlar os sons que saíam de sua boca.
Movendo o quadril contra mais uma vez, passei a sugar seu outro seio, para também lhe dar a devida atenção. O corpo dela estremeceu e senti sua mão mais uma vez deslizar por toda a minha extensão, aumentando o movimento de vai e vem que ela iniciou, me arrancando mais gemidos sôfregos e abafados. parou o que fazia, usando as duas mãos e as levou até a barra da minha calça, a puxando e levando minha cueca junto, deixando na altura da minha coxa. Passei a língua pelos lábios, olhando para ela com uma expressão ardente de expectativa.
Ela voltou a se apoiar, levando uma mão até meu ombro e a outra agarrou meu pau. Seus olhos me encararam, deixando claro que queria ver cada reação minha conforme fazia aquilo. Não hesitei em dar exatamente o que queria, pressionando meus lábios um no outro e jogando a cabeça um pouco pra trás para soltar um gemido mais alto. Ela deslizou por toda a minha extensão e então subiu o quadril e esfregou sua boceta melada na cabecinha, gemendo baixinho conforme fazia aquilo e o levou até sua entrada, fazendo uma pressão, mas então o afastou, voltando a me masturbar conforme esfregava seus peitos cada vez mais contra a minha boca.
! — gemi, perdendo o controle e impulsionando meu quadril em sua direção, buscando um maior contato e vi o sorriso que se formou em seus lábios diante daquilo. — Engole o meu pau com essa bocetinha molhada, vai — pedi em um tom sôfrego e entregue, então voltei a afundar minha cara em seus peitos, chupando um e depois o outro, lambendo com tanta vontade que minha língua fazia até uma pressão nos bicos. — Você é tão gostosa, puta merda.
E dizendo isso voltei a massagear com afinco aqueles dois pedaços de paraíso, descendo uma de minhas mãos até sua boceta meladinha e escorregando meus dedos pelo seu clítoris, aproveitando o líquido que escorria dela para fazer movimentos de vai e vem intensos, deslizando dois dedos pra dentro dela e socando eles inteiros. Ela gemeu torturada e seu corpo estremeceu aos meus toques, conforme moveu o quadril e tentava manter as carícias em meu pau. Movimentei circularmente, fazendo os quadris dela até se moverem, tamanha era a intensidade, e gemi rouco com o quanto aquilo também me afetava.
não se refreou em rebolar bem gostoso nos meus dedos, me masturbando com cada vez mais intensidade e gemendo deliciosamente. Seus olhos se reviraram e ela se curvou, demonstrando que estava perdendo completamente o controle. Sua mão subiu para minha nuca e seus dedos puxaram meus fios de cabelo com força. Eu mal conseguia me conter, soltando grunhidos cada vez mais frequentes com os movimentos que fazia no meu pau e isso só me incentivava a socar nela com mais afinco.
— gemeu, revirando os olhos e rebolando cada vez mais nos meus dedos.
Em um gesto desesperado, parou de me tocar e agarrou minha mão com pressa, erguendo o corpo e fazendo com que eu saísse de dentro dela. Sua expressão ficou ainda mais intensa e ela levou a mão até meu pau, o encaixando em sua boceta, que estava absurdamente melada. Mordi minha boca, a encarando cheio de expectativa, pulsando ainda mais.
Sem aviso, deslizou, fazendo com que eu a preenchesse de uma só vez, tocando-a bem fundo e arrancando dela um gemido alto, misturado a palavras desconexas.
— Caralho! — Não consegui me controlar, grunhindo mais uma vez, e levei minhas duas mãos até sua bunda, agarrando com vontade e empurrando meu quadril contra ela a fim de me atolar bem fundo dentro de sua bocetinha.
A sensação era indescritível, meu corpo até tremeu de tesão e eu apertei meus dedos com afinco em sua pele, abrindo sua bunda e a movimentando contra mim, incentivando-a.
— Rebola bem gostoso atolada com o meu pau, vai — pedi em um tom afetado.
sorriu e, como eu havia pedido, rebolou bem gostoso, porém diminuiu o ritmo, movendo o quadril lentamente conforme sua boca abria cada vez mais em gemidos que se espalharam por todo o ambiente. Ela então se inclinou e colou a boca na minha, iniciando um beijo ardente conforme puxou meus fios de cabelo com a mão que se encontrava na minha nuca e a outra usou para fincar as unhas na pele do meu braço.
— Gostoso assim, sweetheart? — soprou manhosa, mas nem me deu tempo de responder nada, pois voltou a unir nossas bocas.
Retribuí o beijo com fervor, enroscando minha língua na sua, soltando gemidos abafados porque as reboladas dela me permitiam sentir cada centímetro de sua boceta.
Porra, ela era tão quente e deliciosa.
Não parei de apertar sua bunda com vontade, me atolando cada vez mais dentro dela e movendo meu quadril contra o seu, me movimentando de forma que meu pau girava de um jeito enlouquecedor e aquilo só fez com que ela gemesse ainda mais, estremecendo conforme rebolava com cada vez mais afinco.
— Isso, assim mesmo. — Separei nossas bocas. — Puta merda, que delícia.
Subi uma mão pelas suas costas, encontrando seus cabelos e puxando-os para expor o pescoço de pra mim, então desci minha boca até a região, beijando com vontade e sugando sua pele conforme meus quadris foram se movimentando com mais intensidade contra os dela.
arfou com os toques da minha boca e sua pele se arrepiou, então desceu sua mão que estava na minha nuca para minhas costas e arranhou minha pele com força. Acabei gemendo mais uma vez com aquilo, a sensação de dor e prazer me enlouquecia mais a cada segundo.
diminuiu um pouco mais a forma como rebolava e enlaçou suas pernas em mim, fazendo com que eu fosse ainda mais fundo dentro dela, então seus movimentos ficaram bem lentos, me fazendo ofegar torturado. Ela mesma não aguentou e acabou gemendo sofregamente, mas continuou movimentando o quadril daquela forma, me fazendo tocar cada parte sua.
— Ai, que delícia ter o seu pau atolado na minha bocetinha desse jeito — soltou manhosa, arranhando ainda mais a minha pele e se movimentando como se desejasse cada vez mais do que fazíamos ali. Estremeci com aquilo, sugando a pele de seu pescoço e soltando o ar quente ali, completamente fora de mim.
— Você tá tão meladinha, linda. Porra, isso tá muito gostoso — ofeguei e mais uma vez pressionei sua bunda contra mim, voltando a segurá-la com as duas mãos para que eu pudesse senti-la com mais afinco.
aprovou meu gesto, gemendo ainda mais e se movimentando no mesmo ritmo torturante. Suas unhas arranharam ainda mais minha pele e os sons de nossos corpos ficavam cada vez mais intensos conforme seu quadril se chocava ao meu.
— Você que me deixa assim, — disse, estremecendo. — Só você consegue me deixar meladinha assim.
Ouvir aquelas palavras dela só fez com que eu ficasse ainda mais afetado. Meu pau pulsou intensamente dentro dela e eu fiz questão de apertá-la para que quicasse no meu pau com mais força.
— Só eu? — questionei, grunhindo rouco e ouvindo o barulho delicioso de sua bunda batendo contra as minhas coxas, girando meu quadril para continuar tocando cada pedacinho de sua boceta.
— Só você, amor — devolveu, com os olhos fixados aos meus e aumentou a forma como quicava no meu pau bem gostoso.
Sua mão voltou para os meus cabelos e ela os puxou, levando a boca até meu pescoço, dando um chupão forte naquela região. fez questão de gemer baixinho contra o meu ouvido, deixando escapar até meu nome entre seus lábios, seguido de palavrões, e senti sua boceta me engolir com força.
Aquela resposta dela fez meu corpo inteiro estremecer, então não resisti, procurando sua boca para iniciar mais um beijo intenso enquanto guiava seus quadris, fazendo-a rebolar com mais intensidade no meu colo.
Subi minhas mãos até suas costas, abraçando seu corpo contra o meu, e tomei um impulso para inverter nossas posições, ficando por cima dela e levando uma mão até seu rosto, tocando-o enquanto me encaixava no meio de suas pernas, voltando a socar meu pau com força em sua boceta.
gemeu contra minha boca e enlaçou as pernas na minha cintura, conforme correspondia ao beijo, explorando cada pedaço da minha boca. Fui ainda mais fundo dentro dela e senti sua mão contra a pele das minhas costas, me arranhando levemente, e me puxou para que nossos corpos ficassem colados, podendo sentir ainda melhor como estava quente.
Ela interrompeu o beijo, afastando um pouco o rosto e mantendo o olhar fixo ao meu, conforme sua mão que ainda estava na minha nuca desceu até meu rosto. Seus dedos fizeram um carinho naquela região, e me encarou por alguns instantes, de um jeito que consegui ver um sorriso leve se formar em seus lábios. Um gemido mais alto escapou conforme me puxou ainda mais e selou nossos lábios algumas vezes, antes de voltar a me beijar com a ponta de seus dedos ainda me acariciando.
Mais uma vez, meu corpo inteiro estremeceu enquanto eu retribuía seu beijo com vontade, me movimentando com cada vez mais intensidade, fazendo meu pau tocar ainda mais fundo dentro dela. A forma como estava enlaçada na minha cintura me permitia sentir cada pedacinho dela me tocar e eu sentia que meu peito palpitava descontrolado bem colado a ela.
O suor tomava conta de nossos corpos, demonstrando o quanto o calor nos envolvia, mas eu não me importava com aquilo.
Interrompi o beijo para gemer mais alto ao sentir um espasmo delicioso, aumentando ainda mais a velocidade de minhas estocadas e aquilo foi arrancando mais gemidos de , metendo tão gostoso que conseguia sentir minhas bolas baterem em sua bunda. O som de nossos gemidos e nossos corpos se chocando era tudo o que havia no meu quarto e quanto mais eu ouvia, mais ficava louco de prazer.
— Isso, amor, se abre todinha pra mim — soltei em completo descontrole, grunhindo ainda mais.
gemeu torturada, revirando os olhos e movimentando o quadril contra o meu e se abrindo bem gostoso do jeito que eu tinha pedido. Ela manteve a mão no meu rosto e levou a boca até meu ouvido, fazendo questão de gemer baixinho, soltando palavras desconexas, me causando cada vez mais arrepios. Murmurei algumas coisas em resposta ao que ela dizia, mas não conseguia me atentar totalmente a elas porque o prazer fazia tudo ao meu redor girar.
— Se atola todinho que eu vou gozar bem gostoso no seu pau, amor — disse manhosa, estremecendo, e senti sua boceta me engolir com vontade, arrancando um gemido delicioso dela contra o meu ouvido, ao passo que afastou um pouco nossos corpos e levou sua mão até seu clítoris, iniciando movimentos de vai e vem.
Ela aproveitou aquilo para se movimentar e fazer com que eu fosse ainda mais fundo, deixando os sons saírem cada vez mais audíveis de sua boca.
Eu estaria mentindo descaradamente se dissesse que não ficava afetado cada vez que a ouvia me chamar daquela forma. Porra, aquela mulher mexia comigo de várias formas e eu tinha certeza de que ela sabia disso.
Encarei seu rosto intensamente, sem conseguir desviar meu olhar dela enquanto fazia questão de estocar bem forte, sentindo o prazer aumentar ao ponto de já não conseguir mais me manter calado. Meus gemidos ecoavam em coro aos dela e vê-la se tocar daquele jeito só me deixava mais insano.
— Porra! Então goza pra mim, vai. Engole o meu pau assim e lambuza ele todinho que nem você fez com a minha cara, amor. — Aumentei ainda mais a intensidade das estocadas, sentindo meu corpo estremecendo e dando sinais de que meu ápice estava bem próximo.
aumentou o ritmo com que se masturbava, gemendo cada vez mais e era uma delícia ver as expressões de prazer em seu rosto. Ela movimentou o quadril de um jeito que ficava claro que mal conseguia controlar o próprio corpo e puxou meus cabelos com afinco.
! — gemeu, revirando os olhos e afundou o rosto na curva do meu pescoço, conforme seu corpo estremeceu e sua boceta me engoliu com intensidade, me causando um espasmo delicioso, então aumentei mais o ritmo das estocadas.
Meu pau ficou absurdamente melado, denunciando que ela estava gozando e passou a rebolar com ainda mais intensidade, mantendo os movimentos em seu clítoris e gemendo alto. Não consegui conter a vontade de gemer junto a ela, me atolando com mais e mais afinco ao sentir o tremor tomando conta de cada centímetro do meu corpo.
A boceta de apertava meu pau com tanta intensidade que eu revirava meus olhos nas órbitas, o prazer me enlouquecia a cada segundo e a apertei com força contra mim, perdendo completamente os eixos quando o ápice me atingiu com intensidade. Soltei um gemido alto e prolongado, meu corpo se sacudiu em espasmos e de repente eu me derramei deliciosamente dentro dela, gemendo mais algumas vezes conforme aquela sensação ia se dissipando aos poucos.
Desabei ao lado de porque não queria machucá-la deixando todo o meu peso sobre seu corpo, então levei uma mão ao meu rosto, soltando um suspiro longo e me virando para encará-la, que correspondeu mantendo os olhos fixos aos meus.
— Você ainda vai acabar comigo, . — Abri um sorriso, deixando meu olhar percorrer cada canto do rosto dela sem ao menos disfarçar que fazia isso.
devolveu o sorriso, enroscou uma perna em mim e deixou sua coxa por cima da minha, ao passo que passou seu braço pela minha barriga e se ergueu, selando nossos lábios por um longo tempo, então apoiou seu queixo no meu peito.
— Vou mesmo. Se ficar longe de mim todo esse tempo de novo, . — Fez uma careta, torcendo o nariz como se falasse sério sobre acabar comigo.
Sorri um pouco mais com aquilo, colocando meu braço ao redor dela e a abraçando para se aconchegar melhor em mim.
— E eu devo achar ruim você acabar comigo desse jeito? — Ergui uma sobrancelha pra ela e soltei uma risada sacana.
— Quem disse que vai ser desse jeito? — Riu fracamente, desfazendo a expressão. Então ela sorriu, me apertando contra ela.
— Ah, não vai? E como vai ser? — provoquei, sem desfazer a expressão risonha enquanto a encarava.
subiu sua mão que estava no meu peitoral, passando sua unha levemente na minha pele e virou o rosto na minha direção, colando sua boca na minha. Então fez um impulso e sentou em mim, abrindo um sorriso sacana.
— Começa me levando para o banho que te mostro, sweetheart — sussurrou, voltando a me beijar e eu retribuí prontamente, levando minhas mãos até sua cintura, apertando-a.
— Sentando desse jeito em mim, eu te levo pra onde você quiser, linda. — Então ergui meu tronco, trazendo junto comigo e pegando impulso para levantar da cama sem soltá-la, o que eu consegui sem nenhuma dificuldade, e ela passou os braços pelo meu pescoço. — Mas se quer saber, eu não tenho intenção nenhuma de ficar longe de você de novo, amor.
me encarou por alguns instantes, então um sorriso moldou seus lábios.
— Ótimo, amor, porque não quero que fique — devolveu, então colou a boca na minha e voltamos a nos beijar de um jeito delicioso enquanto eu caminhava com ela em direção ao banheiro.
Nós tínhamos o resto da noite para nós e com certeza aproveitaríamos cada segundo.
Eu sabia que uma hora ou outra íamos ter que contar a Elliott sobre nós dois, mas eu não estava preocupado com aquilo naquele momento.
Tudo o que importava era ela.


FIM


Nota da autora: Ai ai, nem dá pra definir em palavras o quanto esse casal é TUDO.
Venham me contar o que acharam!
E se quiserem saber se o pp ganhou a luta, leiam Gloves Up.
Beijos e até a próxima fic.
Ste a.k.a. Saturno. ♥
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