0%
Topo ↑
Longfic

Livro 1: Time Travel: True Adventures

por

Tamanho da fonte

Prólogo


Gera ainda conseguia ouvir o som das risadas que fizeram no ônibus. Os garotos o olharam como se ele fosse uma abominação. Como se ele fosse algo a rir-se. As pessoas começavam a zombar dele baixinho, achando que ele não escutava. Mas aparentemente ele escutou. Assim como escutou as pessoas da cidade falarem dele. Era um fato. As pessoas viviam tentando deixa-lo mal ou dizer que não gostam dele.
Assim que chegou em casa, sentiu um alivio momentâneo. No dia seguinte, provavelmente mais pessoas o criticariam... Desde que seu pai morrera, nada para ele nunca mais foi como antes. As pessoas falavam em bater nele. Ele fechou seus olhos por um momento. Tudo que viu depois foi o vazio... Não importava mais. E ele com isso se outros querem se importar. Agora estava tarde.
Ele se viu acordar, mas algo nele estava diferente. Ele estava num corpo mais delicado. O mundo não se parecia em nada com o que estava acostumado. Agora uma jovem de cabelos negros e pele branca, Gera se viu em um quarto luxuoso. Ao seu lado estava um homem de 32 anos que até parecia bonito. Gera viu um caderno de orações e viu nele escrito o nome Maria de Aragão.
Ela agora era Maria de Aragão. Viu o marido ainda dormindo e decidiu passear pelo castelo. O castelo a noite ficava ainda mais belo. Gera agora Maria observava o castelo com fascínio. Nunca estivera numa viagem daquela. Maria respirou aliviada em saber que não estava mais naquele monte de pessoas que tentavam intimida-la. Maria estava tão cansada que voltou para o quarto, adormecendo novamente. Quando viu, já era de manhã e o marido que ela descobriu se chamar Manuel I de Portugal, ela ficou chocada. Mas tinha de admitir, acordar no corpo de uma rainha era promissor. Começava a chover, dando os primeiros sinais nublados naquela terra.
Assim que acordou, ainda em choque, Maria viu que estava na época de uma monarca portuguesa. Observou a cidade de Lisboa que começava a apresentar sinais de chuva. Ela ficou ali um pouco. Pensativa. Se olhou no espelho para confirmar que não estava sonhando e se dirigiu a sala do trono...

Capítulo I – De Repente Maria de Aragão

Gera ainda conseguia ouvir o som das risadas que fizeram no ônibus. Os garotos o olharam como se ele fosse uma abominação. Como se ele fosse algo a rir-se. As pessoas começavam a zombar dele baixinho, achando que ele não escutava. Mas aparentemente ele escutou. Assim como escutou as pessoas da cidade falarem dele. Era um fato. As pessoas viviam tentando deixa-lo mal ou dizer que não gostam dele. Assim que chegou em casa, sentiu um alivio momentâneo. No dia seguinte, provavelmente mais pessoas o criticariam...
Desde que seu pai morrera, nada para ele nunca mais foi como antes. As pessoas falavam em bater nele. Ele fechou seus olhos por um momento. Tudo que viu depois foi o vazio... Não importava mais. E ele com isso se outros querem se importar. Agora estava tarde. Ele se viu acordar, mas algo nele estava diferente. Ele estava num corpo mais delicado. O mundo não se parecia em nada com o que estava acostumado. Agora uma jovem de cabelos negros e pele branca, Gera se viu em um quarto luxuoso. Ao seu lado estava um homem de 32 anos que até parecia bonito. Gera viu um caderno de orações e viu nele escrito o nome de .
Ela agora era de . Viu o marido ainda dormindo e decidiu passear pelo castelo. O castelo a noite ficava ainda mais belo. Gera agora observava o castelo com fascínio. Nunca estivera numa viagem daquela. respirou aliviada em saber que não estava mais naquele monte de pessoas que tentavam intimida-la. estava tão cansada que voltou para o quarto, adormecendo novamente. Quando viu, já era de manhã e o marido que ela descobriu se chamar Manuel I de Portugal, ela ficou chocada. Mas tinha de admitir, acordar no corpo de uma rainha era promissor. Começava a chover, dando os primeiros sinais nublados naquela terra. Assim que acordou, ainda em choque, viu que estava na época de uma monarca portuguesa. Observou a cidade de Lisboa que começava a apresentar sinais de chuva. Ela ficou ali um pouco. Pensativa. Se olhou no espelho para confirmar que não estava sonhando e se dirigiu a sala do trono...
*********


É aqui que nossa história ganha voo. Onde a imaginação e a rodada do destino transbordam. O trem que dá partida, também pode ser o que se despediu. O destino chama. E é aqui que a história de uma de nossas protagonistas se inicia. É no lar que ela se encontra. Na relação com o pai. Ela é vista pelo pai como seu xodó. Ela tem no pai alguém a quem é apegada. Seu nome, vamos chamar aqui de Adriela. Adriela é uma garotinha morena, que teve uma vida difícil, mas que via no pai algo a se admirar. Adriela gostava de brincar com suas bonecas de tecido, mas seus irmãos volta e meia usavam suas meias para fazer pequenas bolas para brincar de esportes, devido à dificuldade em que viviam. Mas eram uma família feliz. Era a família grande que se apegava um nos outros. Uma família que tinha suas brigas, mas também tinha momentos bons. E esta é a história de Adriela. Os irmãos de Adriela e ela também tinham momentos bons, brincando entre si.:
- Passa a bola, Adriela – pediu um dos irmãos.
Os irmãos brincavam felizes, sem imaginar que dentro de alguns anos suas vidas tomariam outros rumos..
.
*********


Fuzza era uma garota de sonhos. Ela acreditava que o verdadeiro sonho é aquele em que podemos ser nossa melhor versão. Dona de um coração enorme, ela gostava de andar de cavalos. Ela sempre teve um jeito brincalhão e divertido. Ela usava roupas bonitas, mesmo para uma pessoa tão pobre. Mas sua alegria irradiava como nenhuma outra. Ela acreditava que um dia o mundo poderia ser melhor. Mesmo que a vida dos momentos atuais não fosse tão contemplativa assim.

*********


-...Minha rainha! – perguntou Manuel I de Portugal com seus 31 anos. Suas vestes rosas xadrez agora com uma armadura de rei. Sua coroa estava em sua cabeça mas tinha um sorriso – O que a traz a sala do trono após nossa noite de núpcias – perguntou.
- Noite de núpcias – perguntou de confusa – Como assim.
- Não te lembras, nos casamos dois dias atrás – respondeu ele.
- Ah – concordou – Compreendo.
- A rainha parece confusa – disse um dos nobres.
- É só dor de cabeça, devo ir – diz .
- Entendemos, se quiser mais tarde posso lhe fazer visita – diz Manuel de Portugal.
- Não precisa, Majestade – dito isto a rainha se retirou.

*********


de pôs-se em seu quarto começando a refletir. Não lembrava bem daquela época, porque estava ali e casada e o que fazia ali. Queria entender o que estava acontecendo, mas não entendia...

*********


Enquanto isso, algumas crianças brincavam nas praças das cidades desconhecidas com seus brinquedos.

*********

-...O que eu faço agora – murmurou para si mesma - Estou agora casada com um homem que não conheço e para piorar, ele é até que tem sua graça, mas o que raios estou fazendo aqui.
Ao mesmo tempo, Manuel I de Portugal resolvia assuntos do reino... Mudanças começavam a ser estabelecidas, mas apenas o destino poderia moldar o que aconteceria a seguir... Como as coisas se reinventariam ou se seriam da mesma forma que já foram um dia... O destino as vezes poderia ser imutável. Ou não...


Capítulo II — O Tilintar da Coroa

de pôs-se em seu quarto começando a refletir. Não lembrava bem daquela época, porque estava ali e casada e o que fazia ali. Queria entender o que estava acontecendo, mas não entendia...

*********


Enquanto isso, algumas crianças brincavam nas praças das cidades desconhecidas com seus brinquedos.

*********


— ...O que eu faço agora — murmurou para si mesma — Estou agora casada com um homem que não conheço e para piorar, ele é até que tem sua graça, mas o que raios estou fazendo aqui.
Ao mesmo tempo, Manuel I de Portugal resolvia assuntos do reino... Mudanças começavam a ser estabelecidas, mas apenas o destino poderia moldar o que aconteceria a seguir... Como as coisas se reinventariam ou se seriam da mesma forma que já foram um dia... O destino as vezes poderia ser imutável. Ou não...
Eis um panorama. Gera estava dentro do ônibus. Mais à frente, havia um grupo de adolescentes conversando e rindo entre si. Alguns eram bonitos, outros nem tanto. Mas as vozes dos garotos eram fortes e potentes.
— ...Aquele garoto é um mico. Não passa de um gay.
— ...Você viu o escândalo que ele fez com a mãe. Só porque riram dele. Ele é baitola.
— ...Ele quer você, você sabe, não é — disse outro rindo.
— Eu vou usar ele como eu quiser. Ele sempre se rasteja de volta. Qualquer coisa eu finjo que gosto dele — ele ri — Você vê como ele se exibe na internet — perguntou.

*********


DIAS ANTES...
O som era de muitas pessoas. Por onde Gera passasse as pessoas o olhavam. Eles riam dele, ou zombavam dele. O amor que ele nutria pelo pai, um amor tão intrínseco, era tido como uma zombaria. Ao longe, sons de pessoas sendo injustas eram ouvidos e de repente... TSUN!

*********


de acordou após um sonho. Mais um sonho. Como no dia anterior, sonhara que aquelas pessoas de sua realidade estavam ali novamente para machucá-la. Para dizerem coisas que não são totalmente verdade. Para humilhá-la. Uma raiva súbita se retrai nela. Pode-se sentir que ela guarda anos de raiva reprimida por tudo que sofreu. Mas agora, ela poderia liberar toda essa irritação. Agora ela era rainha de Portugal e finalmente podia fazer tudo que quisesse. Decidiu ignorar o marido Manuel, como estava fazendo desde o dia anterior.
O desprezo que ela mesma sofreu, agora estava dando ao marido. Isso e também porque estava achando difícil a se costumar a vida na corte portuguesa. Mas ali estava ela, agora caminhando pelo palácio. Pôde sentir um frio na barriga, como se estivesse fazendo algo novo. Passou por guardas, nobres que faziam mesuras a ela. Por fim, chegou aos jardins, onde estava sendo realizado um jogo de justas. Ambos os times jogavam bem. Ela ficou ali assistindo.
O rei Manuel I enquanto isso, estava na sala do reino, resolvendo assuntos do reino. Alguns nobres a observavam ver o jogo de justas com fascínio. Nunca viram uma rainha demonstrar tanto interesse por esportes, nem mesmo torcer como ela torcia. O jogo de justas continha vários cavaleiros, que tinham armaduras e tinham um bom combate. Cada destreza, cada avidez. Cada passo frio e calculista e a rainha de admirava isso.
— Muito bem — disse ela friamente, mas satisfeita.
— Que bom que gostou, Vossa Majestade — disse um deles com um sorriso.

*********


A tarde, quando o campeonato de justas havia acabado após um grande torneio, o rei Manuel I vendo que a esposa, não estava no palácio, decidiu ir até os jardins vendo ela se admirar com o jogo de justas. Sorriu e então se aproximou:
— Não sabia que gostava de esportes minha rainha — respondeu ele.
— Desse eu gosto. Os jogadores são frios e calculistas, um reino precisa de gente assim.
—...Tens uma boa mente — elogiou Manuel I
— Eu tenho que ir — diz vendo que o marido se aproximava demais.
— Porque está me evitando — perguntou Manuel.
— Não estou evitando, eu só preciso focar nos meus estudos. As justas foram boas, mas eu ainda preciso me dedicar aos estudos religiosos. — explica .
— Tudo bem, vá — concordou Manuel de contragosto.
se dirigiu a dentro do palácio, sentindo-se pela primeira vez em muito tempo, viva... Uma sensação de liberdade. E assim começa a sua história...

*********


Enquanto isso, ainda em Portugal, Adrella brincava com os irmãos, sonhando com um bom futuro...

Capítulo III — O Relato da Escolha de Maria

—...Porque mãe, porque meu pai tinha que ir! Ele era a única pessoa que me aceitava!
— As coisas são assim Gera, as vezes as coisas acontecem e não podemos impedir os designios de Deus. Mas estamos aqui para honrar o legado de seu pai.
****
—...Nós vamos ter que aguentar esse gayzão!
— Bichona nojenta! — diz outro.
— Ele é muito carente! Dá vergonha alheia dele!
— Logo ele morre! — riu uma menininha com desprezo.

***


17 de AGOSTO DE 1501, 10 DIAS ANTES DA VIRADA....
de acordou na manhã de sábado pensativa. Seu marido Dom Manuel não estava em sua cama dos aposentos. Do quarto, dava para se ver os aposentos reais. A varanda lá dentro dava paisagem para os arredores do castelo. Nas ruas principais, jovens passavam conversando e estudando. Crianças brincavam, enquanto a rainha Dona de estava observando tudo... de se pôs a observar a janela. Sua tristeza era notória, não estava feliz no casamento... Seu marido estava feliz com o casamento mas ela não estava. Ela estava com saudades da família e pensativa. O castelo agora cheio de pessoas passando. Nobres principalmente.
— Rainha! — chamou a criada pessoal — Está na hora de tomar café da manhã, quer que eu traga ou deixe aqui — perguntou.
— Pode trazer aqui — diz .
A serva saiu, deixando pensando. Se fosse ser lógica, aquele era o ano de 1501. Era o ano em que sua irmã daquela época Catarina estava para se casar com Arthur Tudor, o futuro rei da Inglaterra, seria o mesmo ano em que Arthur morreria, mas também seria o ano que suas irmãs se casariam e teriam filhos. Joana de fato, já tinha alguns filhos como Eleonora, Carlos e Mary. O sol despontava. sabia que tinha de tomar uma atitude. Manuel estava começando a questionar porque eles não tinham relação sexual ainda, sendo que já estavam casados há quase um ano. tinha traumas sexuais, devido a tudo que sofreu, embora ela nunca contasse a Manuel. Mas não iria contar a história toda ou o marido acharia que ela era louca. Enquanto isso, Manuel reinava de forma segura. Hoje ele estava resolvendo alguns assuntos do reino, tentando ver o que o povo precisava e ajudar como um governante ajuda. Em meio a isso, condes e nobres discutiam sobre tributos e sobre a colonização nos países baixos como o Brasil, por exemplo. As expansões maritmicas tinha custos, mas Manuel parecia estar resolvendo isso com exatidão. começou a andar pelo castelo. O castelo português estava tranquilo aquela manhã, quando chegou no salão do trono.
— Minha rainha! O que a traz aqui — perguntou Manuel.
— Vim ver como está o reino meu marido — respondeu .
— Estamos tendo alguns problemas, mas nada que a política não resolva. — responde Manuel simplesmente.
— Compreendo — respondeu — Acho que vou para os jardins observar a natureza — diz .
— Sim, mas podemos conversar mais tarde — perguntou Manuel.
— É claro — concordou .
seguiu para os jardins do palácio, onde pessoas estavam sentadas, algumas lendo, outras estudando e algumas jogando. A noite, chegou o momento em que e Manuel tinham de falar um com o outro. Manuel esperou entrar em seus aposentos e se sentou na cama, esperando que ela se sentasse também.
—...Então — começou ele — Até quando vai fugir de mim — perguntou.
— Não estou fugindo, eu só... — começou .
— Só tem me evitado. Só tem preferido a companhia dos jardins do que a minha. — diz Manuel.
— Não é isso, é que é tudo muito novo para mim — responde . — Mas acredito que em breve podemos voltar a desfrutar de momentos juntos.
— Espero que sim! Precisamos de herdeiros — diz Manuel.
— Vamos ter muitos! — promete .
Ela toca a mão dele e ele a dela, um momento raro de intimidade. Manuel se deita na cama, e ela também se deita. Os dois não falam, só se deitam juntos. Deitados em suas camas adormecem. O dia seguinte, 18 de agosto, um domingo, o sol ainda não raiou, é uma madrugada comum quando acorda como se tivesse acordado de um sonho, possivelmente como se tivesse acordado mais pensativa. Olhou a sua volta e viu que o marido ainda dormia. Seguiu para a varanda, onde dava para se ver as estrelas se fazendo presentes... A manhã começou a se passar. recebera noticias de que sua irmã Joana havia dado a luz mais um filho. Enquanto isso, a jovem Adrella continuava explorando as nuances infantis do mundo de criança...
Capitulo 4 — O Relato da Escolha de — Parte I
—...Porque mãe, porque meu pai tinha que ir! Ele era a única pessoa que me aceitava!
— As coisas são assim Gera, as vezes as coisas acontecem e não podemos impedir os designios de Deus. Mas estamos aqui para honrar o legado de seu pai.
****
—...Nós vamos ter que aguentar esse gayzão!
— Bichona nojenta! — diz outro.
— Ele é muito carente! Dá vergonha alheia dele!
— Logo ele morre! — riu uma menininha com desprezo.

***


17 de AGOSTO DE 1501, 10 DIAS ANTES DA VIRADA....
de acordou na manhã de sábado pensativa. Seu marido Dom Manuel não estava em sua cama dos aposentos. Do quarto, dava para se ver os aposentos reais. A varanda lá dentro dava paisagem para os arredores do castelo. Nas ruas principais, jovens passavam conversando e estudando. Crianças brincavam, enquanto a rainha Dona de estava observando tudo... de se pôs a observar a janela. Sua tristeza era notória, não estava feliz no casamento... Seu marido estava feliz com o casamento mas ela não estava. Ela estava com saudades da família e pensativa. O castelo agora cheio de pessoas passando. Nobres principalmente.
— Rainha! — chamou a criada pessoal — Está na hora de tomar café da manhã, quer que eu traga ou deixe aqui — perguntou.
— Pode trazer aqui — diz .
A serva saiu, deixando pensando. Se fosse ser lógica, aquele era o ano de 1501. Era o ano em que sua irmã daquela época Catarina estava para se casar com Arthur Tudor, o futuro rei da Inglaterra, seria o mesmo ano em que Arthur morreria, mas também seria o ano que suas irmãs se casariam e teriam filhos. Joana de fato, já tinha alguns filhos como Eleonora, Carlos e Mary. O sol despontava. sabia que tinha de tomar uma atitude. Manuel estava começando a questionar porque eles não tinham relação sexual ainda, sendo que já estavam casados há quase um ano. tinha traumas sexuais, devido a tudo que sofreu, embora ela nunca contasse a Manuel. Mas não iria contar a história toda ou o marido acharia que ela era louca. Enquanto isso, Manuel reinava de forma segura. Hoje ele estava resolvendo alguns assuntos do reino, tentando ver o que o povo precisava e ajudar como um governante ajuda. Em meio a isso, condes e nobres discutiam sobre tributos e sobre a colonização nos países baixos como o Brasil, por exemplo. As expansões maritmicas tinha custos, mas Manuel parecia estar resolvendo isso com exatidão. começou a andar pelo castelo. O castelo português estava tranquilo aquela manhã, quando chegou no salão do trono.
— Minha rainha! O que a traz aqui — perguntou Manuel.
— Vim ver como está o reino meu marido — respondeu .
— Estamos tendo alguns problemas, mas nada que a política não resolva. — responde Manuel simplesmente.
— Compreendo — respondeu — Acho que vou para os jardins observar a natureza — diz .
— Sim, mas podemos conversar mais tarde — perguntou Manuel.
— É claro — concordou .
seguiu para os jardins do palácio, onde pessoas estavam sentadas, algumas lendo, outras estudando e algumas jogando. A noite, chegou o momento em que e Manuel tinham de falar um com o outro. Manuel esperou entrar em seus aposentos e se sentou na cama, esperando que ela se sentasse também.
—...Então — começou ele — Até quando vai fugir de mim — perguntou.
— Não estou fugindo, eu só... — começou .
— Só tem me evitado. Só tem preferido a companhia dos jardins do que a minha. — diz Manuel.
— Não é isso, é que é tudo muito novo para mim — responde . — Mas acredito que em breve podemos voltar a desfrutar de momentos juntos.
— Espero que sim! Precisamos de herdeiros — diz Manuel.
— Vamos ter muitos! — promete .
Ela toca a mão dele e ele a dela, um momento raro de intimidade. Manuel se deita na cama, e ela também se deita. Os dois não falam, só se deitam juntos. Deitados em suas camas adormecem. O dia seguinte, 18 de agosto, um domingo, o sol ainda não raiou, é uma madrugada comum quando acorda como se tivesse acordado de um sonho, possivelmente como se tivesse acordado mais pensativa. Olhou a sua volta e viu que o marido ainda dormia. Seguiu para a varanda, onde dava para se ver as estrelas se fazendo presentes... A manhã começou a se passar. recebera noticias de que sua irmã Joana havia dado a luz mais um filho. Enquanto isso, a jovem Adrella continuava explorando as nuances infantis do mundo de criança...

Continua...
Nota da autora
N/A.
Se você encontrou algum erro de codificação, entre em contato por aqui.