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Revisada por: Hydra

Última Atualização: 06.05.2026 .・。.・゜♡・ꨄ・♡・゜・。.
Gera ainda conseguia ouvir o som das risadas que fizeram no ônibus. Os garotos o olharam como se ele fosse uma abominação. Como se ele fosse algo a rir-se. As pessoas começavam a zombar dele baixinho, achando que ele não escutava. Mas aparentemente ele escutou. Assim como escutou as pessoas da cidade falarem dele. Era um fato. As pessoas viviam tentando deixa-lo mal ou dizer que não gostam dele.
Assim que chegou em casa, sentiu um alivio momentâneo. No dia seguinte, provavelmente mais pessoas o criticariam... Desde que seu pai morrera, nada para ele nunca mais foi como antes. As pessoas falavam em bater nele. Ele fechou seus olhos por um momento. Tudo que viu depois foi o vazio... Não importava mais. E ele com isso se outros querem se importar. Agora estava tarde.
Ele se viu acordar, mas algo nele estava diferente. Ele estava num corpo mais delicado. O mundo não se parecia em nada com o que estava acostumado. Agora uma jovem de cabelos negros e pele branca, Gera se viu em um quarto luxuoso. Ao seu lado estava um homem de 32 anos que até parecia bonito. Gera viu um caderno de orações e viu nele escrito o nome Maria de Aragão.
Ela agora era Maria de Aragão. Viu o marido ainda dormindo e decidiu passear pelo castelo. O castelo a noite ficava ainda mais belo. Gera agora Maria observava o castelo com fascínio. Nunca estivera numa viagem daquela. Maria respirou aliviada em saber que não estava mais naquele monte de pessoas que tentavam intimida-la. Maria estava tão cansada que voltou para o quarto, adormecendo novamente. Quando viu, já era de manhã e o marido que ela descobriu se chamar Manuel I de Portugal, ela ficou chocada. Mas tinha de admitir, acordar no corpo de uma rainha era promissor. Começava a chover, dando os primeiros sinais nublados naquela terra.
Assim que acordou, ainda em choque, Maria viu que estava na época de uma monarca portuguesa. Observou a cidade de Lisboa que começava a apresentar sinais de chuva. Ela ficou ali um pouco. Pensativa. Se olhou no espelho para confirmar que não estava sonhando e se dirigiu a sala do trono...




Gera ainda conseguia ouvir o som das risadas que fizeram no ônibus. Os garotos o olharam como se ele fosse uma abominação. Como se ele fosse algo a rir-se. As pessoas começavam a zombar dele baixinho, achando que ele não escutava. Mas aparentemente ele escutou. Assim como escutou as pessoas da cidade falarem dele. Era um fato. As pessoas viviam tentando deixa-lo mal ou dizer que não gostam dele. Assim que chegou em casa, sentiu um alivio momentâneo. No dia seguinte, provavelmente mais pessoas o criticariam...
Desde que seu pai morrera, nada para ele nunca mais foi como antes. As pessoas falavam em bater nele. Ele fechou seus olhos por um momento. Tudo que viu depois foi o vazio... Não importava mais. E ele com isso se outros querem se importar. Agora estava tarde. Ele se viu acordar, mas algo nele estava diferente. Ele estava num corpo mais delicado. O mundo não se parecia em nada com o que estava acostumado. Agora uma jovem de cabelos negros e pele branca, Gera se viu em um quarto luxuoso. Ao seu lado estava um homem de 32 anos que até parecia bonito. Gera viu um caderno de orações e viu nele escrito o nome de .
Ela agora era de . Viu o marido ainda dormindo e decidiu passear pelo castelo. O castelo a noite ficava ainda mais belo. Gera agora observava o castelo com fascínio. Nunca estivera numa viagem daquela. respirou aliviada em saber que não estava mais naquele monte de pessoas que tentavam intimida-la. estava tão cansada que voltou para o quarto, adormecendo novamente. Quando viu, já era de manhã e o marido que ela descobriu se chamar Manuel I de Portugal, ela ficou chocada. Mas tinha de admitir, acordar no corpo de uma rainha era promissor. Começava a chover, dando os primeiros sinais nublados naquela terra. Assim que acordou, ainda em choque, viu que estava na época de uma monarca portuguesa. Observou a cidade de Lisboa que começava a apresentar sinais de chuva. Ela ficou ali um pouco. Pensativa. Se olhou no espelho para confirmar que não estava sonhando e se dirigiu a sala do trono...
*********


É aqui que nossa história ganha voo. Onde a imaginação e a rodada do destino transbordam. O trem que dá partida, também pode ser o que se despediu. O destino chama. E é aqui que a história de uma de nossas protagonistas se inicia. É no lar que ela se encontra. Na relação com o pai. Ela é vista pelo pai como seu xodó. Ela tem no pai alguém a quem é apegada. Seu nome, vamos chamar aqui de Adriela. Adriela é uma garotinha morena, que teve uma vida difícil, mas que via no pai algo a se admirar. Adriela gostava de brincar com suas bonecas de tecido, mas seus irmãos volta e meia usavam suas meias para fazer pequenas bolas para brincar de esportes, devido à dificuldade em que viviam. Mas eram uma família feliz. Era a família grande que se apegava um nos outros. Uma família que tinha suas brigas, mas também tinha momentos bons. E esta é a história de Adriela. Os irmãos de Adriela e ela também tinham momentos bons, brincando entre si.:
- Passa a bola, Adriela – pediu um dos irmãos.
Os irmãos brincavam felizes, sem imaginar que dentro de alguns anos suas vidas tomariam outros rumos..
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Fuzza era uma garota de sonhos. Ela acreditava que o verdadeiro sonho é aquele em que podemos ser nossa melhor versão. Dona de um coração enorme, ela gostava de andar de cavalos. Ela sempre teve um jeito brincalhão e divertido. Ela usava roupas bonitas, mesmo para uma pessoa tão pobre. Mas sua alegria irradiava como nenhuma outra. Ela acreditava que um dia o mundo poderia ser melhor. Mesmo que a vida dos momentos atuais não fosse tão contemplativa assim.

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-...Minha rainha! – perguntou Manuel I de Portugal com seus 31 anos. Suas vestes rosas xadrez agora com uma armadura de rei. Sua coroa estava em sua cabeça mas tinha um sorriso – O que a traz a sala do trono após nossa noite de núpcias – perguntou.
- Noite de núpcias – perguntou de confusa – Como assim.
- Não te lembras, nos casamos dois dias atrás – respondeu ele.
- Ah – concordou – Compreendo.
- A rainha parece confusa – disse um dos nobres.
- É só dor de cabeça, devo ir – diz .
- Entendemos, se quiser mais tarde posso lhe fazer visita – diz Manuel de Portugal.
- Não precisa, Majestade – dito isto a rainha se retirou.

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de pôs-se em seu quarto começando a refletir. Não lembrava bem daquela época, porque estava ali e casada e o que fazia ali. Queria entender o que estava acontecendo, mas não entendia...

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Enquanto isso, algumas crianças brincavam nas praças das cidades desconhecidas com seus brinquedos.

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-...O que eu faço agora – murmurou para si mesma - Estou agora casada com um homem que não conheço e para piorar, ele é até que tem sua graça, mas o que raios estou fazendo aqui.
Ao mesmo tempo, Manuel I de Portugal resolvia assuntos do reino... Mudanças começavam a ser estabelecidas, mas apenas o destino poderia moldar o que aconteceria a seguir... Como as coisas se reinventariam ou se seriam da mesma forma que já foram um dia... O destino as vezes poderia ser imutável. Ou não...






Continua...


Nota da autora: N/A.

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