—...Porque mãe, porque meu pai tinha que ir! Ele era a única pessoa que me aceitava!
— As coisas são assim Gera, as vezes as coisas acontecem e não podemos impedir os designios de Deus. Mas estamos aqui para honrar o legado de seu pai.
****
—...Nós vamos ter que aguentar esse gayzão!
— Bichona nojenta! — diz outro.
— Ele é muito carente! Dá vergonha alheia dele!
— Logo ele morre! — riu uma menininha com desprezo.
***
17 de AGOSTO DE 1501, 10 DIAS ANTES DA VIRADA....
de acordou na manhã de sábado pensativa. Seu marido Dom Manuel não estava em sua cama dos aposentos. Do quarto, dava para se ver os aposentos reais. A varanda lá dentro dava paisagem para os arredores do castelo. Nas ruas principais, jovens passavam conversando e estudando. Crianças brincavam, enquanto a rainha Dona de estava observando tudo... de se pôs a observar a janela. Sua tristeza era notória, não estava feliz no casamento... Seu marido estava feliz com o casamento mas ela não estava. Ela estava com saudades da família e pensativa. O castelo agora cheio de pessoas passando. Nobres principalmente.
— Rainha! — chamou a criada pessoal — Está na hora de tomar café da manhã, quer que eu traga ou deixe aqui — perguntou.
— Pode trazer aqui — diz .
A serva saiu, deixando pensando. Se fosse ser lógica, aquele era o ano de 1501. Era o ano em que sua irmã daquela época Catarina estava para se casar com Arthur Tudor, o futuro rei da Inglaterra, seria o mesmo ano em que Arthur morreria, mas também seria o ano que suas irmãs se casariam e teriam filhos. Joana de fato, já tinha alguns filhos como Eleonora, Carlos e Mary. O sol despontava. sabia que tinha de tomar uma atitude. Manuel estava começando a questionar porque eles não tinham relação sexual ainda, sendo que já estavam casados há quase um ano. tinha traumas sexuais, devido a tudo que sofreu, embora ela nunca contasse a Manuel. Mas não iria contar a história toda ou o marido acharia que ela era louca. Enquanto isso, Manuel reinava de forma segura. Hoje ele estava resolvendo alguns assuntos do reino, tentando ver o que o povo precisava e ajudar como um governante ajuda. Em meio a isso, condes e nobres discutiam sobre tributos e sobre a colonização nos países baixos como o Brasil, por exemplo. As expansões maritmicas tinha custos, mas Manuel parecia estar resolvendo isso com exatidão. começou a andar pelo castelo. O castelo português estava tranquilo aquela manhã, quando chegou no salão do trono.
— Minha rainha! O que a traz aqui — perguntou Manuel.
— Vim ver como está o reino meu marido — respondeu .
— Estamos tendo alguns problemas, mas nada que a política não resolva. — responde Manuel simplesmente.
— Compreendo — respondeu — Acho que vou para os jardins observar a natureza — diz .
— Sim, mas podemos conversar mais tarde — perguntou Manuel.
— É claro — concordou .
seguiu para os jardins do palácio, onde pessoas estavam sentadas, algumas lendo, outras estudando e algumas jogando. A noite, chegou o momento em que e Manuel tinham de falar um com o outro. Manuel esperou entrar em seus aposentos e se sentou na cama, esperando que ela se sentasse também.
—...Então — começou ele — Até quando vai fugir de mim — perguntou.
— Não estou fugindo, eu só... — começou .
— Só tem me evitado. Só tem preferido a companhia dos jardins do que a minha. — diz Manuel.
— Não é isso, é que é tudo muito novo para mim — responde . — Mas acredito que em breve podemos voltar a desfrutar de momentos juntos.
— Espero que sim! Precisamos de herdeiros — diz Manuel.
— Vamos ter muitos! — promete .
Ela toca a mão dele e ele a dela, um momento raro de intimidade. Manuel se deita na cama, e ela também se deita. Os dois não falam, só se deitam juntos. Deitados em suas camas adormecem. O dia seguinte, 18 de agosto, um domingo, o sol ainda não raiou, é uma madrugada comum quando acorda como se tivesse acordado de um sonho, possivelmente como se tivesse acordado mais pensativa. Olhou a sua volta e viu que o marido ainda dormia. Seguiu para a varanda, onde dava para se ver as estrelas se fazendo presentes... A manhã começou a se passar. recebera noticias de que sua irmã Joana havia dado a luz mais um filho. Enquanto isso, a jovem Adrella continuava explorando as nuances infantis do mundo de criança...
Capitulo 4 — O Relato da Escolha de — Parte I
—...Porque mãe, porque meu pai tinha que ir! Ele era a única pessoa que me aceitava!
— As coisas são assim Gera, as vezes as coisas acontecem e não podemos impedir os designios de Deus. Mas estamos aqui para honrar o legado de seu pai.
****
—...Nós vamos ter que aguentar esse gayzão!
— Bichona nojenta! — diz outro.
— Ele é muito carente! Dá vergonha alheia dele!
— Logo ele morre! — riu uma menininha com desprezo.
***
17 de AGOSTO DE 1501, 10 DIAS ANTES DA VIRADA....
de acordou na manhã de sábado pensativa. Seu marido Dom Manuel não estava em sua cama dos aposentos. Do quarto, dava para se ver os aposentos reais. A varanda lá dentro dava paisagem para os arredores do castelo. Nas ruas principais, jovens passavam conversando e estudando. Crianças brincavam, enquanto a rainha Dona de estava observando tudo... de se pôs a observar a janela. Sua tristeza era notória, não estava feliz no casamento... Seu marido estava feliz com o casamento mas ela não estava. Ela estava com saudades da família e pensativa. O castelo agora cheio de pessoas passando. Nobres principalmente.
— Rainha! — chamou a criada pessoal — Está na hora de tomar café da manhã, quer que eu traga ou deixe aqui — perguntou.
— Pode trazer aqui — diz .
A serva saiu, deixando pensando. Se fosse ser lógica, aquele era o ano de 1501. Era o ano em que sua irmã daquela época Catarina estava para se casar com Arthur Tudor, o futuro rei da Inglaterra, seria o mesmo ano em que Arthur morreria, mas também seria o ano que suas irmãs se casariam e teriam filhos. Joana de fato, já tinha alguns filhos como Eleonora, Carlos e Mary. O sol despontava. sabia que tinha de tomar uma atitude. Manuel estava começando a questionar porque eles não tinham relação sexual ainda, sendo que já estavam casados há quase um ano. tinha traumas sexuais, devido a tudo que sofreu, embora ela nunca contasse a Manuel. Mas não iria contar a história toda ou o marido acharia que ela era louca. Enquanto isso, Manuel reinava de forma segura. Hoje ele estava resolvendo alguns assuntos do reino, tentando ver o que o povo precisava e ajudar como um governante ajuda. Em meio a isso, condes e nobres discutiam sobre tributos e sobre a colonização nos países baixos como o Brasil, por exemplo. As expansões maritmicas tinha custos, mas Manuel parecia estar resolvendo isso com exatidão. começou a andar pelo castelo. O castelo português estava tranquilo aquela manhã, quando chegou no salão do trono.
— Minha rainha! O que a traz aqui — perguntou Manuel.
— Vim ver como está o reino meu marido — respondeu .
— Estamos tendo alguns problemas, mas nada que a política não resolva. — responde Manuel simplesmente.
— Compreendo — respondeu — Acho que vou para os jardins observar a natureza — diz .
— Sim, mas podemos conversar mais tarde — perguntou Manuel.
— É claro — concordou .
seguiu para os jardins do palácio, onde pessoas estavam sentadas, algumas lendo, outras estudando e algumas jogando. A noite, chegou o momento em que e Manuel tinham de falar um com o outro. Manuel esperou entrar em seus aposentos e se sentou na cama, esperando que ela se sentasse também.
—...Então — começou ele — Até quando vai fugir de mim — perguntou.
— Não estou fugindo, eu só... — começou .
— Só tem me evitado. Só tem preferido a companhia dos jardins do que a minha. — diz Manuel.
— Não é isso, é que é tudo muito novo para mim — responde . — Mas acredito que em breve podemos voltar a desfrutar de momentos juntos.
— Espero que sim! Precisamos de herdeiros — diz Manuel.
— Vamos ter muitos! — promete .
Ela toca a mão dele e ele a dela, um momento raro de intimidade. Manuel se deita na cama, e ela também se deita. Os dois não falam, só se deitam juntos. Deitados em suas camas adormecem. O dia seguinte, 18 de agosto, um domingo, o sol ainda não raiou, é uma madrugada comum quando acorda como se tivesse acordado de um sonho, possivelmente como se tivesse acordado mais pensativa. Olhou a sua volta e viu que o marido ainda dormia. Seguiu para a varanda, onde dava para se ver as estrelas se fazendo presentes... A manhã começou a se passar. recebera noticias de que sua irmã Joana havia dado a luz mais um filho. Enquanto isso, a jovem Adrella continuava explorando as nuances infantis do mundo de criança...