Autora Independente do Cosmos ✨
Finalizada em: 27/06/2026
Era a pior seleção do grupo. O entusiasmo de estar naquele mundial deu lugar à tristeza e vergonha. Do seu ponto de vista, não havia do que se orgulhar. Os resultados foram todos péssimos, em todos os sentidos, e mesmo que o esforço coletivo da equipe pudesse contar como uma coisa positiva, não parecia algo bom a ser levado em conta. Eles tentaram, e tentaram muito, mas não foi o suficiente.
O apito final soou como um som estridente e amargo. Seus dois sentidos se misturavam no meio daquele campo, compondo uma onda de emoções que ele estava contendo dentro de si. Não suportava olhar mais do que cinco segundos para a torcida nas arquibancadas, encarando todos os olhares decepcionados e tristes. Porque, por mais que ainda tivessem um jogo na conta, não importava mais. Matematicamente, era impossível alcançar a classificação.
Ele andou primeiro que os outros para alcançar o vestiário. O mundo era um zumbido; ele sentia um vazio no lugar que antes residia a esperança da vitória. Ele tinha sonhado tanto com o palco da Copa do Mundo, que agora parecia ter virado o cenário do seu pior pesadelo.
No vestiário, não conseguia olhar para ninguém. Ele tirou a camisa, jogou-a em um canto e sentou-se no banco, a cabeça baixa, o olhar fixo no chão. Ninguém dizia uma palavra, o silêncio sendo quebrado apenas pelos constantes movimentos dos jogadores. Ele ficou naquela posição pelo que pareceram minutos longos demais, antes de se virar e tirar o celular da bolsa ao seu lado. Ele desbloqueou a tela e foi direto para um número que não ligava mais há alguns meses.
O contato dela ainda estava salvo do mesmo jeito. Como se ainda fossem alguma coisa, como se nada nunca tivesse terminado. Ele deixou ali, do mesmo jeito, sem nunca apagar sequer uma palavra de suas conversas, as fotos ainda ocupando espaço dentro da galeria. Ele não pensou muito que clicou no ícone de ligação, só para cair a ficha segundos depois do que estava fazendo, e desligou. Ainda assim, a ligação conseguiu ser completada com um toque, mas não o suficiente pra dar a oportunidade da ligação ser atendida.
Ele se xingou baixinho, bloqueou o celular de volta e levantou-se. Era melhor que fosse esfriar um pouco a cabeça debaixo do chuveiro quente do vestiário. Os outros se moviam em silêncio, quase como se não soubessem o que dizer. Era melhor assim. Nenhuma palavra surtiria qualquer efeito sobre nenhum deles. Processar a derrota à própria maneira talvez fosse o melhor naquele momento, e a conversa poderia ficar pra depois. Pra amanhã, talvez. Nem o técnico deu uma palavra, deixando o discurso para ser feito quando ainda fossem treinar para cumprir a tabela de enfrentar o próximo adversário.
Um tempo depois, o ônibus deixou todos eles na frente do hotel que estavam hospedados. Era uma hospedagem exclusiva, então não havia ninguém de fora da delegação turca hospedado ali. Quando ele desceu do ônibus, o fone nos ouvidos, o ar frio da noite o atingiu em cheio, mas mesmo assim, não era suficiente para amenizar a vergonha que ardia em seu peito.
Ele seguiu direto para o elevador, clicando no seu andar. Despediu-se de seus companheiros e entrou no corredor do andar que estava o seu quarto, mas parou de repente. achou que seus olhos estavam o traindo. Tirou o fone de ouvido e aproximou-se um pouco mais.
estava encostada na parede, ao lado da porta do seu quarto, com as mãos enfiadas nos bolsos frontais do casaco, com uma expressão que denunciava a mistura de incerteza e cansaço.
.
Sua ex-namorada.
Que ele não via há meses, desde que terminaram. O coração de deu um salto descompassado, e ele sentiu o rosto queimar. Ele lembrou da ligação que fez. Que nunca deixou completar a ponto dela atender, mas ele imaginou que ela tivesse visto. Mesmo assim, como ela estava ali? Ele nem sequer sabia que ela estava no país.
percebeu a presença dele e virou o rosto, olhando para ele. Por um segundo, o tempo parecia ter parado. Ele encarou o rosto dela, como se tivesse tentando resgatar cada detalhe em sua memória, e ela ainda estava a mesma. As sardas continuavam ao redor de suas bochechas, o cabelo estava um pouco mais curto, mas da mesma cor, e, se ela sorrisse, ele conseguiria ver o buraco afundando em suas bochechas.
— — ela disse, a voz baixa.
Ele engoliu a seco, meio sem saber o que dizer. No vestiário, sentiu vontade de tê-la por perto, sim, mas não imaginou que ela fosse mesmo estar ali. Era quase como se ele tivesse materializado sua própria vontade e estava custando a acreditar que não fosse coisa da sua cabeça até ouvir a voz dela dizer o seu nome.
— O que tá fazendo aqui, ? — perguntou, mais por curiosidade do que por qualquer outra coisa.
— Eu vim assistir o jogo — respondeu, tirando as mãos dos bolsos. Seu próprio coração batia em um ritmo frenético no peito. Tinha decidido somente assistir o jogo e ir embora, sem ele saber, mas então seu celular tocou. Foi só por um segundo, mas o suficiente para ela ver o nome dele em chamadas perdidas. — E… você me ligou.
Era a provável resposta que ele esperava. Mas sem querer entrar naquela parte do assunto, ele resolveu driblar o caminho.
— Que jogo horrível, hein? — ele disse, forçando um humor que saiu amargo, enfiando os dedos pelos fios bagunçados do cabelo. — Era mesmo o que eu precisava. Você assistir minha derrota de perto.
Sua mão apertou a alça da bolsa esportiva que carregava no ombro esquerdo. Porra, não deveria estar ali. Agora, além de lidar com os mistos de emoções que a eliminação precoce na Copa estava proporcionando, tinha que lidar com mais um pouco com o reencontro.
se aproximou mais. Só um pouco, o suficiente para a distância entre eles não estar tão grande, mas também não estava tão perto. Ela sentia vontade de tocar o rosto dele, acariciar a sua bochecha, apertar a ponta do seu nariz e depois depositar um beijo, como sempre fazia. Não tinha ideia de que sentiria tanta falta dele assim.
— Eu só vi você tentando — respondeu, com suavidade. — Não foi sua culpa, .
Ele não acreditou, porque parecia sua culpa. Deveria ser assim que os outros caras estavam se sentindo também, mas não queria pensar nisso.
— Então por que parece que é?
A voz dele quase falhou, sentindo a garganta ficar seca de repente, a vontade de chorar surgindo no pior momento do mundo, mas não estranhava que isso estivesse acontecendo. Sempre sentiu conforto em ser vulnerável ao lado de e ela sempre acolhia suas emoções, incentivando-o a nunca reprimi-las.
tentou se segurar, mas não conseguiu. No segundo seguinte, seus braços se enrolaram em volta do pescoço do turco, puxando-o para um abraço bem-vindo e apertado. Ele ficou surpreso no começo, mas seu corpo foi relaxando aos poucos com o contato, sentindo o cheiro familiar do shampoo de morango em seu cabelo, enterrando seu rosto contra o pescoço dela, as mãos envolta da sua cintura. Por um instante, ele se deixou levar. O mundo parecia até ter silenciado e não havia dor, vergonha e nem derrota.
— Não é sua última Copa — ela sussurrou, confortando-o. — E você é a pessoa mais talentosa que eu conheço. Conseguiu chegar até aqui, realizou seu sonho de criança. Um jogo ruim não vai apagar toda sua trajetória, . Uma derrota é uma pedra no caminho, e você sempre pode chutá-las.
Ele quase riu, mesmo com a vontade de chorar. Apertou-a ainda mais contra si, sentindo a confusão afundar seu peito, entre odiá-la por tê-lo deixado, ou amá-la por estar ali.
Ele afastou o rosto do pescoço dela e os dois se afastaram do abraço aos poucos, quase como se não quisessem parar de se tocar. Ela piscou os olhos.
— Por que me ligou, ?
A pergunta o pegou desprevenido. Ele engoliu a seco e coçou parte da bochecha.
— Não sei — disse, e estava sendo sincero. — Acho que foi só… costume.
Um hábito que precisava abandonar. Sempre que sofria uma derrota ou não tinha feito um bom jogo, ele ligava pra ela depois. sempre conseguia levantar o astral dele de algum jeito.
Ela assentiu, aceitando a resposta sem dizer nada.
— Você teria atendido? — ele perguntou de volta.
soltou uma risada baixa e o coração dele deu um salto, lembrando-se de todas as vezes que escutou aquele som reverberando contra seu peito.
— Eu estar aqui não é resposta o suficiente?
a olhou, e sua memória o traiu, trazendo as lembranças que ele tentara enterrar naqueles últimos meses. O beijo no portão, na ponta do seu nariz, no seu escudo para dar sorte. As mãos na cintura, a sensação indescritível de que eles podiam conquistar o mundo juntos. E agora ela estava ali. Bem na sua frente. Porque ele ligou. Ou quase ligou.
E ela ainda era a única que entendia o que ele realmente sentia, como sentia, quem ele era. Sem pensar muito, ele se aproximou dela. Inclinou-se e, com a mesma impulsividade que o levou a cometer tantos erros dentro do campo, a beijou. retribuiu.
Ele a beijou com um pouco de desespero, imerso em todas as emoções conflitantes que o consumiam. Ali também estava a saudade de quem nunca superou o término, esquecendo-se do mundo ao seu redor.
segurou o rosto dele com as duas mãos, se entregando com a mesma intensidade.
Tinha sido decisão sua terminar, sim, mas pensou que fosse a decisão certa. Agora, ela não tinha tanta certeza disso, principalmente porque ainda sentia o mesmo com aquele beijo, com aquele toque, como se nada tivesse mudado. Seu coração ainda dava cambalhotas, seus dedos ainda formigavam para tocá-lo e ela ainda queria beijar todos os sorrisos dele.
Foi ela que se afastou primeiro, em busca de ar, os lábios vermelhos. Respirou ofegante, observando-o do mesmo jeito. O peito subia e descia e tudo o que saiu da boca dela foi:
— Isso é uma péssima ideia, né?
— Eu e você?
— Aham.
Pela primeira vez desde que a viu ali, sorriu. E, ah, merda, sabia que era uma péssima ideia fazer aquilo, mas estava morrendo de saudades dele e ele não podia sorrir daquele jeito. Não tinha estrutura alguma pra isso.
— Talvez — ele concordou, com um dar de ombros. Estava se sentindo péssimo, beijar o fez esquecer toda aquela merda por um momento. — Pode ser uma péssima ideia, uma ideia muito ruim, mas sinceramente, ? Eu não ligo.
Ajeitando a alça da bolsa em seu ombro, ele se aproximou dela de novo, quebrando aquela distância ridícula que ela colocou entre eles. Com a outra mão, ele segurou o queixo dela, os olhos dela brilhando com algo que ele não soube identificar. umedeceu os lábios e respirou pesado.
— Eu te liguei porque sinto sua falta — começou a dizer. — Toda vez que tenho um dia merda, como esse, tudo o que eu quero é ouvir a sua voz e ouvir a sua risada. Sinto falta de te beijar, de te tocar… — ele desceu a mão para o pescoço dela, acariciando a pele lentamente. — Porra, quem liga que é uma ideia ruim? Fica comigo essa noite.
A voz dele soou firme e vulnerável ao mesmo tempo, caso isso fosse possível para alguém como . Ele tinha aquela postura casual, sempre parecendo tímido à primeira vista, mas era brincalhão, inteligente e confiante. E tinha sido dela uma vez. Como poderia recusar aquele pedido? Não adiantava mentir pra si mesma que não era isso que queria.
Decidida, ela deu alguns passos pra trás, se afastando, deixando-o confuso. Mas entendeu logo depois, quando ela voltou a ficar perto da porta do quarto que ele estava hospedado, indicando com um aceno que ele abrisse. O jogador se apressou, tirando a chave do bolso do próprio casaco e girou a maçaneta. Entrou primeiro, derrubando a bolsa em algum lugar do chão, e entrou logo depois, fechando a porta atrás de si.
Ela sorriu.
quase morreu um pouco, mal acreditando que ela estava mesmo ali, sorrindo pra ele daquele jeito, assistindo-a se livrar do próprio casaco, revelando uma camiseta fina por baixo. O quarto era espaçoso, e a cama, também grande, estava logo atrás dele. tirou os sapatos e se aproximou de , espalmando a mão contra o peito dele, empurrando-o devagar.
Mas antes que ele pudesse chegar até a cama, ela o beijou. Esse era diferente; ainda intenso, mas menos desesperado, e a mão de pousou ao redor do pescoço dele, as mãos dele segurando firme sua cintura. Ele quase sempre era firme em tudo, mas era melhor ainda em segurar ela. Ela foi descendo a mão até chegar no casaco dele, arrancando a peça.
O beijo foi quebrado apenas pela queda dele contra a cama, puxando-a junto, as bocas se encontrando novamente. se ajeitou sobre o corpo dele, sentando-se em seu colo, a perna cada uma do lado do corpo do jogador. A segunda coisa que gostava mais do que segurá-la firme era espalmar suas mãos contra as nádegas dela, e foi isso que ele fez. mordeu o lábio inferior dele, aprofundando ainda mais o beijo. Ele estava quente debaixo de si, o pau já dando sinal de vida, enquanto tudo o que ela pensava era como tinha ficado tanto tempo sem aquilo.
Era tão bom tocá-lo novamente daquela forma, de poder sentir suas mãos se espalhando por cada pedacinho do corpo dele. Quando afastou sua boca da dele, ela desceu, trilhando um caminho pelo pescoço dele, escutando-o arfar. Ele apertou a bunda dela , que soltou um gemido baixo, uma música para os ouvidos do jogador. As mãos dela puxaram a camisa dele, se levantou apenas por um segundo para deixar a peça passar por sua cabeça, assistindo-a ser jogada no chão, junto com o casaco. tirou a própria camisa, revelando seus seios já com os bicos duros, a pele arrepiada.
Ele salivou. Demonstrou querer inverter a posição, mas impediu, mantendo-o no lugar com a mão espalmada.
— Não — ela disse, negando com a cabeça. — Quero fazer minha coisa favorita. Sabe o quanto senti falta disso?
Ela remexeu o quadril contra o pau dele. gemeu, deixando-a satisfeita, sentindo a dureza por cima do pano que ainda o cobria. Quando ela saiu de cima dele e se apressou para tirar o calção que ele usava, entendeu o que ela queria. Nunca poderia esquecer que aquela era a parte favorita dela. Quase sempre tinha que cuidar que ela não se empolgasse tanto ou gozaria antes de estar dentro dela.
— Você tinha isso todos os dias, — ele lembrou, sem se conter.
Com o pau pra fora, segurou, passando o polegar pela glande. Ele viu a testa dela franzindo de irritação, ainda que estivesse com tesão.
— Você quer que eu te chupe ou quer começar uma DR? — disparou a pergunta, encarando-o com impaciência.
Ele quase riu. Colocou as duas mãos atrás da cabeça, erguendo-se só um pouco para assisti-la melhor.
— Por favor, aşk¹, não deixe eu te atrapalhar.
Com isso, ajustou a sua posição, entrando no meio das pernas abertas dele e abocanhou seu pau duro. Ela mesmo gemeu com a boca cheia, como se fosse ela recebendo aquele prazer, mas não duvidava que ela gostava mais daquilo do que ele próprio gostava. A mão de acompanhava o movimento da sua boca, ora lambendo, ora massageando, tentando engolir tudo, enviando sensações indescritíveis para o jogador deitado. respirou com dificuldade e fechou os olhos por um instante, tentando, mais uma vez, gravar todas aquelas sensações como se fosse a última vez.
Os gemidos escapavam roucos de sua garganta. Seu corpo estava tão relaxado que ele nem sequer lembrava mais do estresse do jogo e da derrota minutos antes. Ela tinha um dom. Podia ficar à mercê de ali pra sempre, não se importava. Tudo dele era dela, mesmo que ela não quisesse mais.
Seus colegas de time o incentivavam a procurar outras garotas, se envolver com fãs, alegando que essas sempre estavam esperando uma oportunidade assim, mas não era daquele jeito. Seu término era tão recente que ainda parecia uma traição pensar em qualquer outra garota que não fosse justamente aquela que estava com seu pau na boca. raspou o dente na cabecinha do pau dele, arrancando um gemido alto do ponta esquerda. O prazer se acumulava em uma única região e ele sabia o que aquilo significava.
— . — Abriu os olhos, tirando as mãos debaixo da sua cabeça. Suas pernas tremeram quando ela pressionou a ponta do seu pau com os lábios, depositando um beijo ali. — , por favor…
Ele levou a mão até o cabelo dela, onde enfiou os dedos por entre os fios. soltou um suspiro forte e afastou a boca do pau dele, muito a contragosto, entendendo o recado. Seus lábios fizeram uma trilha de beijos pelas coxas dele, a ponta dos seus dedos pressionando a pele do jogador. A estimulação estava sendo quase insuportável, pressionando o peito de , enquanto assistia sua ex-namorada fazer o que quisesse.
Quando os dois conseguiam dormir juntos, ela sempre fazia questão de chupar seu pau até que ele gozasse antes dele ir para o treino. Por muito tempo, acreditou que isso melhorava a disposição dele. E, quando voltava para casa e ela ainda estava lá, a primeira coisa que fazia era enterrar o próprio rosto em sua boceta. Depois, ficavam horas conversando e cozinhando, compartilhando as coisas do dia um do outro.
— Eu te deixo engolir — ele prometeu. — Agora, vem aqui.
Antes de voltar para o colo dele, se livrou das suas últimas peças de roupas, deixando-as no chão. Os olhos de brilharam de admiração e ela mordeu o lábio, engatinhando até ele. traçou a mão pela cintura dela, puxando-a para si, beijando sua clavícula exposta, a outra mão descendo para as nádegas dela, apertando a carne com força, fazendo arfar. O pau duro dele estava encostado bem na sua barriga, o líquido pré-gozo brilhando, enquanto ela sentia sua boceta encharcada e ardendo de tesão. A mão esquerda subiu para o cabelo dele, acariciando os fios.
— Senti tanto sua falta — ele murmurou contra o pescoço dela, incentivando-a a se esfregar contra sua coxa. A fricção da sua boceta molhada contra a pele dele fez gemer.
— .
— Shii, eu sei, eu sei. — Ele arrastou a boca até o seio esquerdo dela, mordendo o bico com leveza, mas o suficiente para provocar um espasmo de prazer nela. Ela era boa com a boca, mas era ótimo. — Não consigo me conter, . Estou com saudades de cada pedacinho seu.
Ele passou para outro seio, passando a língua por toda região antes de abocanhar por completo e chupar. A boceta dela latejava, se esfregando contra a coxa dele, sua mão indo até a ponta do pau. passou o polegar pelo líquido pré-gozo e levou até a boca, lambendo o gosto. Quando ele afastou a boca do seio dela, ela parou de se esfregar e usou as duas mãos para se apoiar nos ombros dele.
Levantou apenas o suficiente para ajustar sua posição, de modo que ficasse bem de encontro ao membro dele. A mão de posicionou o próprio pau na entrada dela e desceu, deslizando com tanta facilidade e indo até tão fundo que os dois gemeram e arfaram juntos. espalmou as duas mãos contra as nádegas dela de novo, dando um tapinha em um dos lados, ouvindo o som baixo de engasgo de prazer que ela soltou. Ele apertou a carne dela e tomou conta dos movimentos, ajudando-a a subir e descer contra seu pau, aumentando a velocidade.
enrolou os braços contra o pescoço dele, abraçando aquele homem agora suado, lindo e ofegante, por quem se apaixonou primeiro e por quem continuava apaixonada, que fodia ela sem pudor, que dizia coisas engraçadas, que nunca perguntava o que havia de errado com ela quando estava irritada ou estressada e, ao invés disso, só a abraçava, preparava sua comida favorita e via o pior filme de romance na televisão.
Ela afastou o rosto, frente a frente com o rosto dele. Os olhos de se fixaram nela, e ele foi diminuindo a velocidade do movimento de vai e vem, subindo uma das mãos para tocar o rosto dela e afastar o fio de cabelo que grudou em sua testa.
— Eu também sinto a sua falta — ela murmurou, acariciando a bochecha dele, rebolando lentamente contra seu pau. O peito subia e descia com a respiração pesada, semelhante a dele. — Todos os dias, . Só… é complicado.
Ele mal parecia ouvir. Estava preso na primeira frase, o coração parecendo que sairia pela boca a qualquer momento, explodindo de amor e emoção por aquela mulher. Eles tinham 16 anos quando deram o primeiro beijo, 17 quando se entregaram um ao outro e começaram a namorar e estivera apaixonado desde então. Muita coisa tinha mudado, claro, a carreira dele e as escolhas acadêmicas dela contribuíram para isso, mas mesmo assim…
— Volta pra mim.
Ela parou de se movimentar. Sua barriga embrulhou e, encarando o rosto dele, procurando algum vestígio de que ele não estava falando sério, não encontrou. Ele estava com aquela expressão suave e firme, os olhos brilhando adoravelmente em expectativa. Ela soltou uma risada curta e sem graça, muito sem saber o que dizer.
— , por favor.
Pegando de surpresa, ele inverteu as posições. Colocou ela deitada e ficou por cima, tudo isso sem sair de dentro dela. Ela achou que aquele pedido fosse puro fruto das emoções do momento, alterado pela profunda sensação de prazer e felicidade, toda essa coisa de ondas que o cérebro produzia, então nenhum dos dois estavam pensando muito bem.
— Eu tô falando sério, așk — ele murmurou, aproximando o rosto do dela, mordendo seu lábio inferior. — É tudo o que eu penso nesses últimos meses além do futebol. Você, você e você. Nós dois.
Então, sem aviso, ele estocou com força. revirou os olhos e contraiu seus dedos dos pés, segurando-se nos braços dele e, foda-se, era tão bom. Antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, juntou seus lábios em outro beijo. Muito mais intenso, entre gemidos, com as unhas dela arrastando-se contra a pele dele, como se precisasse de mais e de mais e entendia, então estocava mais rápido, com força, segurando as coxas dela.
Ele murmurava palavras em turco contra sua boca de maneira desajeitada e incompreensível, quase como se estivesse perdendo a sanidade naquele momento, enterrando tão fundo dentro dela que era lá que queria estar. Como não conseguia ver?
não se cansava. Achava que ser atleta ajudava-o a ser mais resistente nas estocadas e nos movimentos, sem cansar rápido ou sentir os músculos doerem pelo esforço. Na verdade, era até o seu exercício favorito.
— .
estava se derretendo completamente embaixo dele e em seus lábios. A voz soava fraquinha e ele começou a alternar as estocadas, mordendo o lábio, o queixo, a clavícula dela, contornando toda aquela trilha novamente, e gemeu ao sentir ela arranhar suas costas e morder a sua boca. Estavam rendidos um pelo outro, pele com pele suada, o som dos corpos se chocando, os gemidos preenchendo o quarto todo.
— .
esfregou o polegar contra o clitóris sensível dela e arqueou as costas, soltando o ar tão forte que fincou suas unhas ainda mais contra as costas do jogador. Deixaria marcas, mas ela não se importava, ele muito menos. Conhecendo todos os sinais de seu corpo, ele sabia que ela estava perto e, por isso, tentou segurar para não gozar primeiro. Voltou a estocar com mais força, acariciando a parte de trás da perna dela, ainda brincando com o clitóris de .
Ela fechou os olhos, ofegante, e quando se segurou com mais força nele, seu corpo inteiro tremeu, mas ele não parou de estocar, continuou enquanto ela gozava, intensificando o seu prazer, deixando sentir a fraqueza consumir por seu corpo, sentindo-se completamente mole. Ele diminuiu a intensidade e a velocidade das estocadas, mas não gostou.
— Continua — mandou, a voz em protesto.
passou as mãos debaixo das costas dela e a levantou. Saiu de dentro dela sob protesto e ele riu, depositando um beijo em sua testa.
— Fica de quatro — pediu.
não hesitou em obedecer. ficou de joelhos e ela ficou de quatro, se apoiando contra a cama. Quase caiu toda mole ao sentir ele passar a língua por sua boceta antes de voltar a penetrar, como ela tinha pedido, continuou as estocadas com força. Ele apertava a carne de sua bunda com tanto gosto que o tesão dela só aumentava e era capaz de gozar de novo. Suas mãos seguravam o lençol com força, até seus dedos ficarem brancos, e ela queria ficar ali pra sempre.
sentiu o corpo de estremecer. As pernas dele fraquejaram por um instante e ela sabia que ele ia gozar e virou o rosto na direção dele, vendo a sua expressão de prazer.
— Você prometeu — lembrou.
assentiu, incapaz de dizer qualquer coisa, deu uma última estocada, e saiu de dentro dela, ficando na mesma posição que estava. Só se virou, com um sorriso enorme no rosto, prestes a se banquetear com a sua comida favorita, e abocanhou o pau dele de novo. tentou durar mais um pouco, mas foi só ela encostar a boca que seu corpo inteiro estremeceu novamente, gozando dentro da boca dela.
engoliu tudo. Tirou o pau da boca dele e depositou um beijo bem na ponta sensível, ouvindo-o gemer e, logo depois, cair contra a cama, respirando com dificuldade. Ela levantou, andando até o banheiro ao lado.
ficou ali, assistindo ela. Umedeceu os lábios e quase se perdeu contando as batidas do próprio coração, esperando que ele se acalmasse aos poucos. Não sabia o que esperar agora, mas não estava dando sinal de que ia embora imediatamente. Quando ela voltou, ele se virou, ficando de barriga pra cima. Ela deitou do lado dele e puxou o lençol, cobrindo ambos.
Se encararam por um instante. Havia tanta coisa passando na cabeça deles naquele momento que não saberiam como começar a organizar os pensamentos. Foi quem quebrou o silêncio, como sempre.
— Eu falei sério.
deixou os ombros caírem e soltou um suspiro. Ela deitou por cima dele, debaixo do lençol, e apoiou as mãos contra o peito dele, o queixo contra as mãos, uma posição que a permitia olhar pra ele.
— Eu sei — disse. — Mas, não sei, . Talvez não seja nossa melhor decisão agora.
— …
— Olha, que tal a gente aproveitar esse momento aqui? — ela interrompeu, sugerindo. — Podemos discutir sobre esse assunto depois, tudo bem?
hesitou. percebeu que ele estava inseguro e beijou o peito nu dele.
— Eu prometo — reforçou. — Não vou a lugar nenhum sem a gente conversar sobre isso.
A mão dele foi para as costas dela, acariciando por cima do lençol que os cobria. relaxou o corpo com a promessa dela, querendo muito, muito menos que ela considerasse voltar com ele, que, ao menos, conversassem sobre aquela possibilidade. Ele queria entender tudo, os últimos meses foram tão confusos.
— Você vai ficar aqui? — questionou, curioso.
Ela sorriu, sentindo as batidas do coração dele na própria palma.
— Claro — respondeu. — Vai que você precise de outro consolo no último jogo.
beliscou a bunda dela, ouvindo a rir alto. O jogador inverteu as posições com uma facilidade impressionante novamente, deixando-a deitada embaixo dele. Livrou-se do lençol e foi descendo, afastando as pernas dela pra ele, deixando sua boceta mais exposta.
— Como você é engraçadinha — ele murmurou, sem dar nenhuma chance dela rebater, começando a passar a língua de baixo a cima em sua boceta, arrancando um gemido dela.
Ele sorriu e continuou, sem lembrar que ainda existia um amanhã. Um amanhã que ele provavelmente seria alvo de críticas e ouviria muito sobre a partida, sobre a derrota e sobre a eliminação precoce da Copa do Mundo. Mas não se importou com mais nada daquilo. Tinha a única coisa que queria bem ali na sua cama.
E iria convencê-la de que nunca deixou de ser seu. Amanhã.
¹aks: amor, em turco.

