Autora Independente do Cosmos ✨
Concluída ✅
— Vai ser sempre assim?
abriu um sorriso ao assistir se livrar dos próprios sapatos, soltando um suspiro baixo em seguida. Havia um brilho familiar nela, embora também houvesse o cansaço. Ele não estava muito diferente, mas era muito mais acostumado a estar presente naqueles eventos extensos mais do que ela era, então sabia driblar o cansaço de um jeito que só um ator há muito tempo na indústria sabia driblar.
— Assim como? — ele questionou, fechando a porta de seu apartamento atrás de si, livrando-se do casaco, pendurando-o ao lado da porta.
, agora descalça, levantou os olhos na direção do britânico enquanto ajeitava o cabelo em um rabo de cavalo, sentindo a agonia dos fios grudando em seu rosto. O vestido ainda se ajustava perfeitamente em seu corpo, a maquiagem leve ainda impecável, e tinha certeza que ainda podia sentir o cheiro do seu perfume daquela distância. Ele andou um pouco para o lado e acendeu apenas a primeira luz da sala, iluminando o ambiente só o suficiente para não deixar os dois mergulhados apenas na iluminação que vinha das luzes brancas da árvore de Natal enfeitada no canto da sala. Em seguida, ele ligou o aquecedor.
— Os eventos de Natal — respondeu. — Todo ano… vai ser assim?
Ela deu a volta, jogando-se contra o sofá logo em seguida. Não era seu apartamento, estava muito longe de casa, mas tornou o seu lar um espaço familiar para ela, um lugar a qual ela podia sempre recorrer, em princípio, a coisa mais importante dali era o fato dela se sentir segura. A decoração era simples e bonita, algo delicado que combinava com a personalidade gentil dele, e ele nunca deixava bagunça em lugar nenhum, sob hipótese alguma.
— Lembra do que eu te disse antes?
Ela tirou o próprio casaco, deixando-o bem ao seu lado no sofá.
— Sim… que eu preciso comparecer nesses eventos, socializar, fazer networking, e etc… — ela foi ditando, com a voz quase serena. Desde que ele soube do seu sonho de ser roteirista, ele fazia questão de ajudá-la de alguma forma com isso.
soltou uma risada, seguindo a mesma volta que ela, mas, ao invés de sentar-se ao lado da mulher, ele apenas se ajoelhou na frente dela, apoiando suas mãos nas pernas da outra. Ainda assim, ele continuava a altura do rosto dela.
— Não achei que você acharia tão entediante.
espremeu os lábios.
— É divertido — disse, sincera, a expressão mudando. — Mas, , é Natal. Eu só queria…
— Um pouco de tranquilidade? — o ator arriscou adivinhar.
A mulher mordeu o lábio, movendo suas mãos para tocar o rosto dele. Às vezes, pensava, parecia surreal que os dois estivessem ali mesmo, juntos. Em algum lugar da sua mente, também parecia impossível que ele se apaixonasse por ela de alguma forma, mas uma vez que verbalizou isso em uma noite quente de Londres, ele dava um jeito de garantir a ela sobre os seus sentimentos. Ele demonstrava nos menores gestos, sussurrava em palavras, como promessas no escuro.
— Um pouco de você — ela respondeu.
Não reclamava de ser sua companhia em qualquer evento, ela até gostava de se misturar um pouco pelo mundo do cinema e entender ainda melhor como funcionava tudo fora dos bastidores e do seu papel de assistente. Ela podia conhecer outras pessoas, outros famosos, outros trabalhos. Sempre que podia, estava lá, junto a ele, sorrindo para uma multidão de fotógrafos e sendo alguma manchete no dia seguinte, desacostumada a aprovação do público sobre o seu relacionamento; alguém sempre comentava sobre isso.
Mas os eventos sempre fazia ser muito requisitado em questão de atenção. Não aproveitavam muito bem, e geralmente ela não se importava muito, mas daquela vez… Era Natal. Ela queria um pouco de privacidade, um momento a sós com ele, a sensação de uma programação tranquila.
Os olhos dele escureceram. Ele beijou a parte exposta da coxa dela e sorriu carinhosamente.
— Bem, ainda é Natal — ele respondeu. — Eu posso te compensar.
O sorriso que ele deu foi deslumbrante e somado à forma com a qual ele a olhava naquele instante, ela sabia o que significava. Acariciou a lateral do rosto dele, uma risada curta escapando da sua garganta ao se dar conta do que ele estava insinuando.
— Eu não estava falando desse jeito — disse, mordendo o próprio lábio inferior.
Ele deu de ombros e beijou a outra coxa dela, sua mão deslizando para cima.
— Mas eu estou — ele retrucou, a voz rouca dessa vez. — Agora abra as pernas e me deixe fazer o meu trabalho.
arfou.
Admitia para si mesma em silêncio que adorava aquele lado dele. Era como se ele se exibisse em segredo, só para ela, e ela gostava daquela versão que nenhuma tela de cinema tinha. Ninguém sabia que ele exibia aquele sorriso torto, carregado de malícia, quando tinha os lábios na pele dela. Não tinham como saber que gostava de se enfiar no meio das pernas da assistente e deslizar o nariz por toda a sua intimidade, testando-a. Ele já conhecia o gosto dela, claro, mas nunca se cansava de tal coisa.
obedeceu, abrindo as pernas devagar.
começou a deslizar os dedos pela barra do vestido justo dela, levantando-o até o limite, até que ele tivesse a visão da sua calcinha e, porra, nenhuma tela de cinema podia ver o desejo faíscando nos olhos dele, na forma como ele a tocava, em como ele a puxou um pouco mais para baixo, marcando seus dedos na parte de trás das coxas expostas dela, deixando manchas vermelhas pela pele que sumiria em alguns minutos.
A expectativa sempre matava um pouco; era incrível como ele mal a tocava daquela maneira e sua boceta começava a latejar, seu corpo ansioso para experimentar as sensações que sabia que o britânico deliberadamente provocaria. Ela respirou fundo.
— Vermelho, hein? — ele provocou, referindo-se à cor da calcinha de renda dela.
Sabendo o que significava o comentário, ela deu uma risada.
— Eu não planejei isso — defendeu-se.
Os lábios dele se esticaram em um sorriso, a língua umedecendo o lábio inferior.
— Vou fingir que acredito, querida.
Estava frio. Não, devia estar frio, foi por isso que ele ligou o aquecedor, mas quando ele aproximou o rosto da boceta dela e mordeu levemente por cima da calcinha, podia jurar que estava calor. Todo seu corpo esquentou instantaneamente, a atitude do namorado arrancando um suspiro e um gemido ao mesmo tempo, tudo misturado.
— .
A boceta de latejou ainda mais. Ele levantou uma perna dela, apoiando-a no sofá, enquanto deixou a outra esticada no chão, arrumando-a em uma posição melhor, que ele pudesse se encaixar confortavelmente. Ele apenas olhou brevemente para ela, antes de finalmente arrastar a calcinha para o lado com seus dedos, repousando os lábios contra seu clitóris em um beijo quase reverente. Ela o sentiu sorrir contra sua boceta e bufou, molhada e quente de tesão.
— , você sabe que eu não…
Ela meio que gritou. Ou gritou. Não sabia dizer direito.
A língua dele deslizou por toda a extensão dela. Ele a chupou como um homem que não era alimentado há dias, como se aquela fosse sua única fonte de nutriente, arrancando gemidos baixos da mulher, que arqueou as costas e tentou se agarrar ao braço do sofá. Com a mão livre, ele afundou os dedos na outra perna dela, como se precisasse ter onde se segurar. Seu pau já estava duro antes mesmo de ter aquela ideia, latejando contra o tecido fino da calça, mas tão bem concentrado como estava nela, mal percebeu o próprio incômodo.
Ainda que tenham feito isso muitas vezes antes desde que engataram em um relacionamento, pensou que, não importava quanto tempo passasse, não conseguiria se acostumar às sensações que ele provocava nela, às vezes sem perceber. Seu corpo tremia involuntariamente a cada pequeno toque dele, sempre se empenhando em ser melhor do que foi anteriormente. Ela jamais experimentara coisas tão boas com qualquer outra pessoa com quem teve uma chance de se relacionar. era… gentil, atencioso, alguém por quem se apaixonou fácil.
E a chupava muito bem.
Ela descobriu muito rápido que o ator britânico gostava disso. Às vezes perdia sua própria chance de chupá-lo só porque ele queria se enterrar no meio das suas pernas primeiro. Tentava protestar muitas vezes, mas quando finalmente tinha sua boca contra sua boceta, esquecia tudo.
Seus pensamentos nublavam, como naquele instante. Ela não conseguia pensar sobre nada coerente, nem palavras decentes sua boca era capaz de formar. Ele lambia, brincando com o seu clitóris sensível, sentindo-se escorrer de tesão. Ainda bem que estava sentada, pensou, porque suas pernas não teriam forças para sustentar seu próprio peso. Não sabia quanto tempo aquilo durou. Pegou-se fechando os olhos, ouvindo os gemidos da boca do próprio , que era capaz de gozar só chupando-a, e moveu seus dedos, enterrando-os nos fios de cabelo dele, não para guiá-lo, mas para se sustentar, porque não precisava ser guiado para aquilo.
Não precisou sequer da primeira vez.
Ele sabia o que estava fazendo; sempre soube. Conheceu o corpo dela no instante em que a tocou, querendo descobrir tudo. Como ela gostava de ser chupada, de ser fodida, o que não gostava, o que era proibido fazer, tudo.
— … — ela gemeu, recebendo um resmungo ininteligível dele em resposta.
Ergueu seu quadril apenas um pouco, esfregando-se ainda mais contra a boca dele, que sorriu. O ator estava de olhos fechados, deliciando-se com o prazer da mulher. sentiu um tremor leve tomar conta do seu corpo, já sabendo o que significava, tudo se concentrando em um lugar só em seu ventre. abriu os olhos e lambeu toda a região, afastando sua boca só um pouco, usando a palma da sua mão para esfregar contra a boceta dela, atingindo seu clitóris inchado e sensível.
— Você sabe que essa é a minha parte favorita, não sabe? — ele ecoou, a voz completamente rouca. Esticou-se um pouco, inclinando o próprio corpo contra ela, até estar com seu rosto quase grudado ao dela, enquanto aumentava a velocidade da sua mão. — .
O tom de voz poderia ser um comando. Seu nome poderia ser uma adoração. Não dava para ter certeza. Ela só agarrou o pescoço dele com as duas mãos, a expressão contorcida de prazer, e tomou os lábios dele em um beijo desajeitado e urgente. Tudo para se impedir de gritar quando seu corpo inteiro tremeu, sentindo-se sem forças, ao gozar.
sorriu contra a boca dela, sua parte favorita, diminuindo a pressão da sua mão contra a intimidade dela. Puxou com os dentes os lábios da namorada, que respirou ofegante e encarou os olhos dele com as próprias íris brilhando pós-orgasmo.
— Nunca vou me cansar disso, mesmo que você se canse — ele murmurou.
Ela quase revirou os olhos e acariciou a nuca dele, roubando um selinho. Suas pernas ainda estavam bamba com o efeito do que ele tinha feito, provocando-a até a última gota.
— Eu seria uma tola se eu me cansasse disso com você — retrucou.
O britânico riu, beijando o pescoço dela, se afastando gentilmente para se colocar de pé em seguida. Ele estendeu a mão para ela. A única coisa que reparou foi como a calça dele estava com um aspecto molhado, denunciando o seu pau ainda duro.
— Você gozou?
Ele olhou para a própria calça enquanto ela aceitava a mão dele.
— Não — respondeu. — Mas foi quase. Vem, vamos beber uma água e subir. Ainda não acabamos.
Ela não reclamou. Seguiu-o até a cozinha, onde ele foi até a geladeira e pegou uma jarra de água, servindo-a primeiro antes de se servir. não percebeu que estava com sede até sentir a água gelada descer por sua garganta, sentindo alívio imediato. Ele tocou a base da cintura dela, incapaz de ficar longe, enquanto terminava o copo.
— Seu presente de Natal — começou a dizer —, quer agora ou depois?
Terminando de beber tudo do seu corpo, ela depositou o objeto em cima do balcão, ao lado do dele, e fingiu pensar. Conteve uma risada divertida quando ele pressionou, de propósito, seu quadril contra a bunda dela, fazendo-a sentir o seu pau duro de perto, influenciando a sua decisão.
De qualquer forma, só tinha uma opção em mente.
— Depois.
Ela o segurou pela mão e tomou a frente, seus passos guiando os dele pelo corredor e pela escada, subindo o primeiro andar. Havia uma mistura do perfume dos dois no ar, um cheiro meio doce, marcando a presença dos dois naquele lugar. O quarto era bastante espaçoso, a cortina estava meio fechada, uma brecha pequena deixando a luz da lua entrar, iluminando o ambiente, sem deixá-lo no completo escuro. Nenhum dos dois acendeu a luz.
Com um movimento rápido, girou para si e beijou-a. Sua mão pressionou a nuca da mulher, empurrando-a devagar até que ambos caíssem na cama, desajeitados, sem, de algum jeito, separarem suas bocas uma da outra. Uma risada gostosa escapou da assistente, que enrolou a cintura dele com suas duas pernas, prendendo-o consigo.
Ela tinha atingido o seu primeiro ápice da noite lá embaixo, mas não, então ela imaginou que ele estava sentindo a necessidade de se livrar de todas aquelas peças de roupa e quisesse ansiosamente se enterrar dentro dela. Fez o que pôde, tentando se livrar da parte de cima, das peças que ele usava, mas a camisa ficou meio presa no rosto dele e ela teve um acesso de riso.
— Ah, qual é — ele reclamou.
— Peraí’, amor, vem cá.
Os dois se sentaram na cama. Quando ela parou de rir, conseguiu ajudá-lo a passar a camisa por sua cabeça e jogou-a em qualquer lugar do chão, os fios do cabelo do ator totalmente desgrenhados; beijou a ponta do nariz dele, sorrindo.
— Tira o resto — disse.
Ele apontou para ela com um aceno, indicando que fizesse o mesmo. pulou para fora da cama, o jeito mais fácil de se livrar da calça com rapidez e estava achando graça do seu desespero, puxando o vestido para cima. Bastou apenas ficar ajoelhada no colchão para se livrar da peça, deitando em seguida para puxar a calcinha para baixo. Ela jogou as duas peças, dando o mesmo destino da camisa de , e quando o viu andar até a gaveta, mordeu o lábio.
— Sem camisinha? — sugeriu.
parou. Olhou para ela como se não tivesse certeza do que tinha acabado de ouvir, mas ela balançou a cabeça levemente, confirmando.
— Tem certeza? — Estreitou os olhos, incerto.
sentou-se novamente, encarando-o.
— Eu estou tomando os remédios direitinho — disse, mexendo um ombro. — E já faz um tempo que eu tenho essa vontade, você não?
Ele engoliu a seco, os olhos escurecendo de excitação. Desistiu de abrir a gaveta e subiu na cama, parando na frente dela, com um sorriso que iluminaria a Torre Eiffel. O coração de disparou; estar apaixonada era sempre estranho, porque o coração dela sempre disparava em situações idiotas, bobas, o que quer que fosse, bastando apenas vê-lo sorrir daquele jeito e questionar-se, muitas vezes, se ele era real mesmo.
A primeira vez que dormiram juntos, ela acordou primeiro e ficou encarando-o com a expressão serena na sua frente, a respiração lenta, o peito nu subindo e descendo. Provavelmente teria parecido uma obsessiva, mas não se importou.
— Eu te amo — ele declarou.
Ela não teve tempo de responder. Ele a beijou novamente, deitando-se com ela devagar. Voluntariamente, ela abriu as pernas, dando espaço para que ele se encaixasse entre ela, e foi o que ele fez. Ela sentiu o membro dele contra sua coxa, sua boceta voltou a latejar, o coração de ambos batendo em sincronia.
O beijo se intensificou, com levando uma mão até a cintura dela, o outro guiando seu pau até a entrada, finalmente se enterrando dentro dela, como queria. A penetração foi lenta, arfou contra a boca dele ao senti-lo carne com carne. Era meio diferente a sensação dele com camisinha e sem. Parecia mais gostoso, se fosse possível. Ou talvez ela estivesse tão entregue àquele momento que o prazer tornava tudo ainda mais intenso. Enroscou uma perna ao redor da cintura dele, as mãos passeando por suas costas suada, enquanto perdiam o fôlego entre o beijo; ao mesmo tempo, começou a se mover com um pouco mais de rapidez, aumentando a intensidade das estocadas, o movimento indo de lento para rápido.
Os dois corpos se chocavam com familiaridade. O som era até meio obsceno, mas nenhum dos dois ligavam muito para aquilo, na verdade, se fosse ser sincera, até gostava de como soava, de como as estocadas dele preenchia o ambiente como música, de como seus gemidos, longos e roucos se misturavam, perdidos no meio do beijo. Ela gostava de como ele se arrastava contra o beijo, mordia o lábio inferior dela e sussurrava o seu nome, como se ela estivesse fazendo grande coisa, mas o prazer dele era imenso. Estar dentro dela era tudo. A assistente puxou o ar com força, apoiando as mãos contra os ombros dele.
— — gemeu, apertando os ombros dele. — Deixa eu…
Ela não precisou terminar a frase, desconfiava que não conseguiria, mas ele sabia o que ela estava pedindo antes mesmo dela completar. Então, com cuidado, girou os corpos, segurando-a, trocando de posição; agora, ele estava deitado, em cima, seu pau ainda dentro dela. Ela se ajustou melhor contra ele, espalmou as mãos contra o peito nu dele e sorriu.
— Essa é a minha parte favorita — decretou.
Porque conseguia ver como ele a olhava, como ele parecia constantemente estar se segurando para não perder o controle, porque gostava de cavalgar contra o pau dele, senti-lo um pouco mais a fundo. Ela contraiu sua boceta ao redor do membro dele, a sensação de estar em brasa consumindo-a. Consumindo ambos. Porque a pele de parecia estar pegando fogo.
Ela continuou se movendo, assistindo a expressão dele vacilar de prazer, sua testa franzir de tesão. Os dedos de seus pés se contraíram e ela sentiu os dedos dele enterrarem-se contra as suas nádegas, ajudando-a a se movimentar para cima e para baixo. Ele implorou por mais; os gemidos escapavam desconexos, ela não conseguia pensar com nenhuma clareza, nenhuma coerência, a fricção do seu clitóris contra a pele dele deixando-a louca. Esticou-se só um pouquinho para trás, buscando atingir o seu ponto sensível, mas a julgar pela expressão do ator, pela forma como ele a apertava com tanta firmeza e pelas suas pernas tremendo, ela sabia que ele estava perto.
— , eu…
Ela assentiu quando viu que ele não conseguia terminar a frase. Inclinou seu corpo para frente, se deitando contra ele, encostando a testa contra a dele, o polegar acariciando a parte lateral do rosto do ator.
— Tudo bem.
respirou com força, encarando-a com certa hesitação.
— Tem certeza? Eu não…
Aumentando a velocidade, ela começou a subir e descer mais rápido e mais forte, silenciando o britânico.
— Só goza logo, — mandou, impaciente, arrancando uma risada dele.
Ele acatou a ordem com muito prazer.
deixou que ele ditasse o ritmo e, pouco tempo depois, ela sentiu um líquido quente jorrar dentro de si e ele relaxar abaixo do seu corpo, respirando contra a boca dela. Esperou que ele se recuperasse um pouco, sem sair de cima dele tão imediatamente e beijou os lábios dele devagar, um beijo calmo, carinhoso.
— Eu te amo — ele sussurrou de novo.
O coração da assistente deu um salto.
— Diz de novo?
Ele disse. Começou uma repetição de “eu te amo” até que ela começasse a rir, os estalos de beijo ecoando pelo ambiente. Ela saiu de cima dele, se jogando no espaço ao seu lado, apenas para se mover lentamente até que estivesse com uma perna enroscada na dele e o rosto apoiado em seu peito.
— Você é de verdade? — indagou em um sussurro.
sorriu aquele sorriso genuíno, o nariz franzido quando achava graça em algo que ela dizia. Era incrível como, mesmo em pouco tempo de relacionamento, tenha gravado tantos traços dele.
— Espero que sim, amor — respondeu, beijando a ponta do nariz dela, puxando-a ainda mais para si.
Com um sorriso familiar nos lábios, retribui o beijo, encostando os lábios na pele dele.
— Eu te amo, — declarou-se de volta, assistindo os olhos dele brilharem. — Feliz Natal.
Quem diria que o romance mais comentado do ano nasceria longe das câmeras, mas nos bastidores mágicos de uma produção cinematográfica? Depois de terem sido apresentados ao público em tapete vermelho e confirmados, na prática, em uma sequência de flagras natalinos dignos de comédia romântica, (35) e (32) parecem ter conquistado mais do que atenção, ganhando o coração dos fãs.
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NO INSTAGRAM: posta declaração fofa para namorada, com fotos inéditas do casal
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Vem noivado por aí? é visto com caixinha misteriosa e especulações sobre possível noivado do casal crescem na internet
Se antes o público apenas torcia, agora a internet está em alerta total. Na última semana, (35) foi visto na saída de uma joalheria em Londres segurando uma pequena caixa preta, do tipo que faria qualquer coração romântico disparar. Coincidência? Fãs garantem que não.
Os rumores só aumentaram quando (32) foi vista no mesmo dia entrando no apartamento do ator com um buquê de flores nas mãos, com um sorriso que ninguém conseguiu decifrar. No X (antigo Twitter), as hashtags #CallowayTurnerEngaged já está entre os assuntos mais comentados.
Até agora, nenhum deles comentou o assunto. No entanto, para muitos, o silêncio diz mais do que qualquer confirmação oficial. Será que vamos começar 2026 com mais um anúncio de noivado?
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Fim.
Essa oneshot é um spin-off direto de 08. Gorgeous. Para compreender um pouco mais de como os dois começaram a se relacionar, é necessário a leitura (prometo que vale a pena!). Gorgeous: at christmas apenas nasceu da minha vontade de trazer um hot desses dois, algo que eu não consegui colocar no versefic. Agora finalmente posso dormir em paz 💖
Beijos estrelados! 💫
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