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CAPÍTULOS 01 AO 10

01 ao 10

– Gente, junta aqui – Gus pediu, ficando de pé no meio da varanda, com uma garrafa de cerveja na mão. Então peguei minha taça de vinho que estava meio cheia e me aproximei, ficando ao lado de meu irmão. – Quero brindar a esse dia. – Abriu um sorriso largo. – Por muito anos planejamos essas férias em grupo e nunca conseguimos reunir todo mundo, mas esse ano todos fizeram seus sacrifícios e deram um jeito para podermos estar aqui hoje. – Olhou de relance para cada um de nós. – Uns vieram de muito longe. – Encarou Kalev, que estava na nossa frente. – Outros de um pouco mais perto. – Agora observou Brad, que estava ao meu lado, dando um sorriso gentil para ele. – Mas eu queria mesmo agradecer àqueles que estão ao meu lado a vida toda. – O vi olhar para Liz, que sorriu abertamente. – E também aos que vieram ao decorrer do caminho. – Mordi o canto de meu lábio, contente com suas palavras. – Conclusão, quero agradecer a todos vocês por estarem aqui. Por fazerem parte da minha vida e da minha irmã. Vocês são as pessoas que mais amamos e por isso que queremos que sempre estejam ao nosso lado. – Gustaf me abraçou e eu passei o braço pela sua cintura. – Vocês são os melhores amigos que poderíamos ter, são a nossa família. Obrigado por tudo. – Estava me segurando para não chorar emocionada. – Quero brindar à nossa amizade e a esse verão, que será o melhor de nossas vidas! – Ele levantou sua garrafa para cima e eu minha taça.

CAPÍTULOS 11 AO 15

11 em diante

— Fico feliz em saber que faço bem a alguém e que esse alguém é você. — Passei meu polegar por cima do dele. — Porque você me faz sentir coisas que eu nem lembrava mais como eram, me faz sentir também coisas que nem sabia que era capaz. — Mordi meu lábio inferior com um pouco de vergonha de falar aquilo. — Você me faz feliz. Eu sou contigo alguém que não era há muito tempo. E quando estou contigo sorrir se torna algo fácil e não uma coisa forçada e mecânica.

CAPÍTULOS 16 EM DIANTE

16 em diante

— Aprendi um truque legal — falei com ele.
— Ah é? Qual é? — perguntou rindo e chegou mais perto, aquela tentação ambulante só estava de camisa.
— Presta bem atenção. — Peguei uma moeda e coloquei sobre o mármore. — Agora. — Coloquei uma garrafa pequena de água em cima da moeda. — Eu vou fazer a moeda aparecer dentro da garrafa. Presta atenção — mandei, e joguei um pano de prato em cima da garrafa. — Bugi bugi — falei e mexi as mãos.
— Aposto que são as palavras mágicas que vão fazer tudo acontecer — debochou.
— Mas é claro! — respondi rindo, e tirei o pano de cima da garrafa, depois olhei dentro dela. — Olha lá — mandei segurando a mesma para não cair. — Vê se não deu certo. — Quando ele meteu o olho no gargalo eu apertei a garrafa fazendo a água ir toda na cara dele.
— Sua cachorra! — berrou rindo e eu já sai correndo gargalhando como se fosse uma criança de dez anos.