PRÓLOGO AO 14
O medo, por vezes, nos aprisiona em uma dança paralisante, onde a fuga se tornava a única coreografia que conhecíamos. Por um longo tempo, acreditei, ilusoriamente, que a dor se dissiparia, como se o passado fosse apenas uma sombra que desaparecia ao amanhecer.
a partir do capítulo 15
A mudança nem sempre espera o momento certo para acontecer, ela só se faz necessária. É dolorosa, profunda, algo que mexe com toda a nossa alma. A mente se recusa a aceitar o que o coração já sabe há muito tempo. E não tem um jeito fácil de passar por esse processo, apenas enfrentá-lo de cabeça para conseguir alcançar os caminhos que nos levará para novos lugares.