✦ NOTICIÁRIO
➺ Sair de uma festa sem avisar ninguém já parece uma ideia duvidosa. Fazer isso na garupa da moto de Keaton Stromberg? Mais duvidoso ainda. Pelo visto, Summer não estava muito interessada em tomar boas decisões. Vem descobrir o que rolou na nova atualização de West Coast!.
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Análise Cósmica #162

New Kids On My 30s por Ilane CS

Analisada por: Cassiopeia

[Dimensão Oculta – Kpop – Shortfics] | TXT
Tropes: Age Gap.


1- Por que ler a fanfic New Kids On My 30s?
Dia do Sexo e nada como trazer uma análise de uma história deliciosa para vocês. Aqui, Amelie está na casa dos 30 e é recém divorciada de um casamento que tirou muito dela. Passando o ano novo no Hawaii com sua melhor amiga, Emma, ela começa a perceber algumas coisas que deixou passar em seu casamento, como o fato de que foi privada de vivenciar algumas experiências simples, como descobrir que gostava de azeitonas. A premissa do ano novo a faz querer dizer sim para coisas que normalmente não diria, querendo viver algumas primeiras vezes e aprender a amar sua companhia. Amelie pretendia ir embora, mas Emma a convence a ficar mais um mês no Hawaii e, a partir daí, a contadora conhece Kai, um estudante de física 10 anos mais novo que ela, que flerta com a mulher sem pudor algum. Mesmo tentando resistir, Kai está disposto a provar que ela merece viver aquilo, independente da diferença de idade que existe entre eles. A escrita da autora é muito gostosa e é uma história curta, perfeita para fechar seu domingo.

2- Quais os melhores momentos da história?
Quero elencar três melhores momentos, a começar pela amizade dela com a Emma e como o seu incentivo foi importante para que Amelie (re)começasse a se (re)descobrir pós-divórcio. É a partir desse ponto que surge o segundo melhor momento da história, que é justamente ver como Amelie está começando a se sentir bonita e confiante de novo, mesmo que isso tenha partido indiretamente do fato de um certo novinho flertar e mostrar que ela não está fora de jogo. O terceiro melhor momento é quando ela finalmente para de resistir e se entrega a Kai.


3- Cite seu quote favorito:

“— Oi, Amelie. — Kai sussurrou com cara de quem não deveria estar ali.
E lamentavelmente para mim, aquela mistura perigosa de risco e desejo reprimido era ainda mais excitante do que o que eu tinha acabado de fazer. Além do mais, o modo como a camiseta branca e a calça esportiva da Adidas que ele estava usando marcavam certas regiões do corpo dele que não estava ajudando.
— Eu esqueci a minha palheta aqui. — ele deu a desculpa mais esfarrapada de todas antes que eu formulasse a pergunta óbvia.
— E você lembrou da sua palheta às 3 da manhã?
— Na verdade, eu lembrei que você vai embora em algumas horas e eu queria te ver de novo. — ele me mediu de cima a baixo e eu recordei que estava seminua. Éramos apenas eu, alguns botões e uma porcentagem minúscula de autocontrole contra uma clara investida de Huening Kai.
Me afastei da porta o suficiente para que ele entrasse, indicando o caminho da sala que ele já conhecia. Os olhos dele varreram todo o apartamento e não demorou muito até a cama ainda suada e o travesseiro amassado em cima dela arrancarem um sorriso ladino e convencido da boca aveludada.
— Você pensou em mim? — ele apontou a almofada.
— O quê? — fechei mais a camisa, invadida.
— Foi divertido? — ele avançou um passo e eu não recuei.
— Do que você está falando?
— Eu tenho 22 anos, lembra? Eu sei o que você estava fazendo. Eu faço isso também. — novamente, as mãos enormes de Kai já estavam em volta da minha cintura. — E ultimamente, tem sido em homenagem a você.
— Eu… — perdi a força no meio da frase. — Eu ainda não entendi…
— Sua respiração está ofegante, sua pele está morna e vermelha e seus seios estão marcados na sua camisa. — Kai olhou para baixo e umedeceu os lábios. — Me fala, vai. — ele esfregou o nariz no meu. — Era eu, não era?
— Por que você assumiu que era isso? — fui me deixando vencer. — Como você não sabe que eu estava, sei lá, me exercitando?
— Nua e gemendo meu nome? — os lábios dele rasparam pelos meus.
— Há quanto tempo você está aí fora, hein?
— Tempo suficiente pra saber que eu sou melhor que o seu travesseiro. “


PONTOS DA CRITICISTA: Ilane, que delícia de escrita e de história. Particularmente, sou uma fã de age gap e foi uma delícia ler essa. Gostei de todos os elementos que você utilizou na história e como explorou, mesmo com a história sendo curta, as camadas da personalidade de Amelie, suas descobertas e decisões pós divórcio. É muito bom ver uma mulher recuperar seu brilho depois que um homem a sugou por completo e, mesmo Kai sendo uma parte de um pouco de mudança na vida dela, também achei importante que ele não foi o único catalisador disso. Espero ver mais histórias suas por aqui, parabéns pela história. Até a próxima!