✦ NOTICIÁRIO
➺ Sair de uma festa sem avisar ninguém já parece uma ideia duvidosa. Fazer isso na garupa da moto de Keaton Stromberg? Mais duvidoso ainda. Pelo visto, Summer não estava muito interessada em tomar boas decisões. Vem descobrir o que rolou na nova atualização de West Coast!.
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Análise Cósmica #152

Westerburn Playbook por Franciele Strak

Analisada por: Calisto

[Esportes – Em Andamento]
Tropes: Segunda Chance | Reencontro | Found Family.


1- Por que ler a fanfic Westerburn Playbook?
É impossível não adorar as fanfics da Fran de fantasia, mas ouso dizer que explorando esse drama adulto ela conseguiu se superar!
Fiona e Evan eram o casal perfeito na faculdade, ou ao menos parecia. Porém, Fiona tem suas questões com abandono e fugir sempre que está sentindo algo que possa ser mais profundo e verdadeiro, e assim ela fez com o relacionamento. Seis anos depois, o que nenhum deles sabe, é que a vida terá planos para que eles se reencontrem: uma oportunidade que Evan quer agarrar, mas Fiona continua com medo. A história lida com luto, depressão, drogas e sentimentos tão complexos que envolvem o leitor do início ao fim. Ainda estou impactada com toda a narrativa!

2- Quais os melhores momentos da história?
Apesar de ter amado as cenas da Fiona com o Evan, o primeiro capítulo para mim foi muito especial, com ela conhecendo o Raymond. Ele é uma figura tão divertida que traz esse contraponto da comicidade em meio a tantos pesos na vida dela, sem exigir nada muito profundo em troca nessa amizade que está ali só para se divertir e apoiar. Eu ri muito com a incredulidade dela e o jeito leve dele justo em um momento em que ela precisava tanto!


3- Cite seu quote favorito:

“Pressionei o meu corpo contra o dele, sentindo-o por inteiro atrás de mim. Seria mais fácil assim. Menos olhos. Menos passado. Mais físico. Apoiei as mãos na bancada, o mármore frio contrastando com o calor que crescia dentro de mim.

— Não. — Evan parou por um momento. Suas mãos seguraram meus braços e me viraram de volta com firmeza o suficiente para deixar claro que não era um pedido. — Olha para mim.

Eu olhei, e só então ele me beijou de novo, mais fundo, como se estivesse desesperado para apagar qualquer distância que eu ainda tentasse criar. Suas mãos desceram, e as minhas também. Abrindo zíper, botões, puxando o tecido que ainda nos separava, afastando roupas com uma pressa calculada — não desordenada, porém definitivamente faminta. Assim como ele me ajudava a me livrar do que restava, eu fazia o mesmo, com dedos ágeis demais para alguém que fingia não se lembrar. “


PONTOS DA CRITICISTA: É difícil ter algo a criticar, pois eu estou apenas impactada com sua destreza em escrever uma história com tanta profundidade e toques de amargura da vida real, parabéns! Mal posso esperar para ler mais dessa história, ver se teremos mais trocas não só dela com o Evan, como também com o Raymond, os outros caras do time, e a própria irmã. Por favor, atualize!